O Estado do Pará 28 de Novembro de 1935

x a DT ma E “tg” qm habito muito espalhinto cus tie Os pequenos cOivUMOLtS, de ta: zor germinar os pés-de batata antes deços puntar. Acontece, no CULUILO, que a grande cuttura, cumjenhada na | obtençuo das variedades Judustmães qu geralmtnte utilizadas á mesa, tem permanecido relrataria q esse metho< do. (Didi al “AInvocam-se, em fuvor dessa absteim guto, varios argumentos como o auto preço é as dirticududes am mio de obra, o material reciunudo pela gere minação; é a pretensa impossibilidas dê de-plantar de tal maneira largas eúperficies, e isto por que o augmen tô da produeção assim obtido jamais edmmpensaria os gastos supplementas vês indispensaveis. nAv questão da mão: de obra, que párece um dos maiores impecilhos á germinação, decresce de importancia quando se observa que à entrada em germinação se faz quando a primas “vera pinda não se tixou é, por conse guinte,:o pessoul de cada estabeleci mento so conserva-no interior das enl- turas.: Fabbtjio sea “A questão do marérial tambem não é insoluvel, e o melhor, neste particu» lar, 'é construir caixas com clara: boia, que se superpõem umas ás ou= tras e onde sc collocam os tubereulos à germinar. TRAÇA | - Chegada à época da germinação, transportam-se as caixas Para o cam» po e dellns se retiram, directamente, às batatas para lançalas aos reros abertos na terra. Assim procedendo, evita se que os germes sejam arran- endos por ocensião do transporte. Asaegnisição on o fabrico dessas caixas com: clavaboia desagrada, no entanto, à muitos: avricultoresy ini migos de metter-se em grandes des: vezas amando não confiam no vesul- tada-positivo das svas tentativas. Em tal “enso, vóde proceder se de mângi-a mais siunlos e manos onevo sa. Ha. em todos os estabelacimen: tos porieglas. esnanosos ealeiros so: r | Ima sendas) sonlhas so modem cnllarar a pa Inao de nôr nara cima a pon- pra deito Óriginaria do Suésie da Ásia e cultivada, ha seculos, na Chi- na é no Japão, a soja é por ex- cellencia à leguminosa da Ásia Oriental, desde a Mandchuria, quesse tornou um grande centro de cultura, até ao sul. Introdu- zidã, em 1880, nos Estados Uni- dos, adquiriu, em diversos Es- tados, particularmente enlre os paralelos 370 e 440, nas Monta- has Rochosas, uma verdadeira importancia. Os inglezes pro- cram aclimatal-a em muitas das suas colonias e, em especial, na Africa Austral. E' planta por vezes rastejan- te, de porte variavel, ora anã, ora com cerca de um metro de altura, com flores da cor do Ji- lás ou da violeia, vagem avel- lúdada, contendo duas a- cinco 4 sementes, verdes, escuras ou ariegradas . Segundo Mr. Hos- sie tem tres principaes varie- dades: a amarella, a verde e a negra. Nog Estados-Unidos consegui- ram sub-variedade negra, a “Richeland”, apropriada para terrenos húmidos, e que, semea- «da em julho Pxagosto, nos ar- 1ô7aes,; amadurece no fim do outomno, depois do variedades amarellas > sua grande maioria, mais em oleo do que as negras. » Uma outra caracteristica das Cy ing é à sua alta pereenta- gem EM Sw-+ancias albuminoi- des, e é esta abUlua..;4 de ma- terias azotadas e, ao Mesmo tempo, de materias gordas, que dão á soja um alto valor nos paizes onde se consome pouca “ou nenhuma carne, e o arroz, pobre daquellas substancias, congtitue a principal base da a- limentação humana. A soja é pouco usada como Je- gume; mas, quando tem esta applicação, precisa ficar muito bem cozida, “preparando-se da seguinte maneira: maceram-se às sementes sem agua até se destacar o tegumento; pôem-se, a seguir, em agua fervente, du- rante uma ou quatro horas, con- forme a cdade da semente, e, depoís de coadas, mis'uram-se com manteiza a com pimenta e sal, dando um prato muito agradavel e de ía- “eil digestão, usando-se tambem em puré. A cozedura faz desprender as materias albuminoides »ontidas membranas em células com muito espessas e, offerecendo-a fórma mais assmilavel,-Outro empre- — “go estontapo, sob uma pese Seios cultura da hal 4 1 28 de Novembro de 1985 E e ia e O ESTADO DO PARA". Q uinta-feira, 48 z E 4 COCO RE PORRA CRETA RO RD OR CORO COR ORLA ORCOOOS VCOOTO NIE E ' A ;despigmentação das ;pernas | dos fazendeir da leghorns e criadores . --—— PALAVRAS DE UMA DAS AUTO-| de 25 à 58000; um peru RIDADES MAXIMAS EM VE» | um e, de 55000 a 2030 TERINARIA NO BRASIL— neix- “um porco, O PROF. DR. OCTAVIO um cavallo um Jur DUPONT, CATHEDRA- 3008000 e uma vacea, TICO E DIRECTOR DA 4008000 mil réis, mais ou. ESCOLA DE VETERINÁRIA Deixar “morrer ui sanimiáimi NACIONAL fóra importancia de seu valor. mente os insensatos assim ed As doenças dos animaes es tudadas-e conhecidas na e para ella a Secção de Veteri | dos Laboratorios: Raul Leite, da por technicos competentes, ra productos chimicos e biologicos, scientificamente dosados, capazes. curas e prevenil-as. a de su minima de $100 a 28000, evitar o apparecimento das Eamon neem a? 7a A OO OR CL ala Ma que deve sustenjar Os germes. Causo uuo bastem 03 Ceivitos, cons troem se, em qualquer habitação des- oceupada leves auadimes constituidos de quatro vigas pintadas na terra € | suportando proteieiras, tormudas por! amiarellas em consequencia da | simples tubuas, sobre as quaes se de: | producção intensa de ovos é um | positarão us batatas, proporcionun= | facto; que tem sido observado | do-lhes assim texcelicnte lovul pura à por numerosos Evicultores e que Ro E TE Tr constitue, actualmente, um dos peça vem uiununada o urejadu, cuja indicios mais frequentemente remperatufv deverá: munter se inal. apontados para. a selecção das poedeiras. terada. EB” necessario que nO mIOmi ci to da pluntação, os germes se achem , * A razão deste facto é que para ta as leghorns brancas eram então, como ainda hoje são, bastante diflerentes das pardas, no for- | : pista fraca ou doentia é desco- quecimento das pernas das Leg-| rada; mas tal palidez não é de- 'homs e outras aves de pernas | vida á perda de pigmento em | consequencia da postura. mas á |jmato, e decididamente mais fra- incapacidade da ave para ad-|cas no colorido das pernas”. “A quirir pigmento, e independen- [opinião destes dois escriptores temente da sua actividade pro- [ inglezes é dar tambem uma em- ductiva. A ntrari -|pola diaria de vinte centimetros! ' : get ae co trario uma gal Ea eo le vinte centimetos | cignada a optima impressão por tudo inha sadia, robusta, é, normal- [É cos de sóro contra à pneu- o que me toi dudo observar na visita mente, pigmêntada com intensi- | MNA. canina de Vital Brasil. | que fiz com os alumnos da Escola Na: dade, e permanece com as per- E. BARCELLOS — Encan- «onal de Veterinaria aos Laborato- p nas coloridas ainda muito tem-| “do — Pincele, com o auxilio de | mos Raul Leite. 5 Eru qe É p: - ro de a a TAS q E 3 Tr a = fas bem constituídos, sem que, fio eutan-| formar os seus ovos a gallinha po depois de estar em franca e( Una pena, a garganta das aves Nas diversas secções notei os mui N n po] Asse p 1H e, ec q1 - . . I ” = 1 po to, o seu Sabão dita E utiliza a gordura depositada no forte postura. doentes com glicerina iodada, | ÚPlos cuidados seientiticos, a tech; um centimetro. Os pés de batatas] soy corpo, especialmente a de-: : - |diariam 2 Oi ds. ; Wenreserupnlosa, HLgdO DO a po, esp | Vem a pello citar aqui a opi- Elia, irao / Amis devem, pois, ficar sob um calor rela- a 3 q ; summa, 'ecçã ositada logo abaixo da pelle.! .z : - ISepara-as € y » na confecção dos seus pros p g I nião de um dos maiores e mais Separa-as em lugar secco e 49 - quotos,, rig E A despigmentação ou embran- <«E'* com 1eal prazer que deixo con- EE polvilham-se tivo. Apressa-se, assim, a sua ger-| pr 2 Se Ear as raças de elle Ss : É by 4 ficar: ep ae 5 de od cedem RIR A E Pg sas intelligantes Oiadores Caen isa qndo do vento até ficarem | Merece particular attenção à parte! 1º animal ou cural-o,.; ama. A o á 5 : a k horns brancas, o sr. M. E Bs referente aos preparados de uso ve.| O animal doente, mal, é semanas approximadamente, antes da data presumivel da plantação. Sejam quaes forém as especies pre feridas ,os pés previamente germina- dos terão sempre um avanço de cer ca de 15 dias sobre os que não o são Com: o proseguimento: da operação, esse progresso accentua-se cada vez is. 10 oomiAR| Tas sd E” desnecessario insistir sobre as grandes vantagens proporcionadas por essa antecipação na cultura, que permitte aproveitar os ultimos bons dias do'anno para colher, com a ida=« de, os tubérculos, e depois preparar a terra sementeira seguinte. Outro beneficio dagerminação, e! não menos aprecihvel está em que'os empregados incumbidos de transpor tar os pés das prateleiras ou dasta- | boas para os cestos, descobrem, for- | cosamente os defeitos que eseavanam 4 mrimeira selescão e, naturalmente, eliminam os tnbetenlos de variedades | estranhas me encontram, , Os tuberculos germinados vegetam mais rapidamente e aproveitam os | primeiras raios: do sol wrimaveril pas va dar nacenea a uma folharem ro= bata “e bastante resistanto van Im e as hervas nocivas invadam pediv am a nlnntecão. =. —————————— |e, atraz; o ponto mais proximo | tamente; as pernas dessas aves go, muito corrente e conhecido em todo o Extremo Oriente, é a fabricação do “queijo de soja”, com as sub-variedades amarel- las, verdadeiro queijo vegetal, pois é essencialmente zomposto da caseina das sementes. Qutro uso, muito corrente 2 apreciado no Japão, é servir para a pre- paração de um môlho, a que alli chamam “Shyu”, eos chinezes “Teou-yeon”. E O “Tuong” dos anamitas é tambem um môlho em que entra a soja, como arroz: gomoso ou com o milho: anibos* boloren- OSS EDTA Industrialmente, as semen- tes estão sendo. utilizadas, não tanto pela sua riqueza: oleagi- nosa, que é relativamente pe- quena, mas pela falia sensivel de ouiras sementes gerdas, mor- mente as do linho e do algodão. A soja não quer terreno muito compacto ; os melhores só- los são 0s argilo-avenosos e ar- gilo-calcareos, mas bem mobili- zados com uma boa lavoura € quas gradagens cruzadas, e ri- cos em potássio e acido phos-| phorico. ; Semeja-se em, fevereiro ou principio de marco, em linhas alternadas com as de milho, se se pretende a semente, ou a lan- go, se é para forragem. As lin- das devem ficar afastadas umas das outras, a 0m,20 ou 0m,30, nas linhas, dependendo, todavia, esses afas'lamentos da . varieda- de do sólo e do clima, porque sólos mais seccos e- em cli-! ais favoravel, serão maio- iando tambem a quanti- | caso, empregam-S de 18 a 20 kilogrammas e, no 3 pouco menos. A nascença é rapida plantas attinjam uns Om,10 « altura, deixando, quer: na se- menteira em linhas, quer a lan- co, a planta mais robusta. No decorrer da vegetação dá-se uma ou mais sachas, conforme a sujidade da terra. A matura- cão das vagens está completa, Segundo as variedades, dentro de 95 a 120 dias, regulando o rendimento entre 22 a 27 hecto- litros por hectare. No Japão ctolitros e, na Italia, de 45, dados para dizermos mesmo em des em que tem, sido cultivada OSORIO DE BARROS. | . ca, palpebras, orelhas, bico e horn pode-se avaliar appiroxima-| menor producção, já estão com- tem havido colheitas de 40. he- Cortada verde, é uma excel- Jente forragem, já conhecida no nosso faiz, mas não possuimos média, qual tem sido o rendi- mento dos cortes nas Joralida- “apoiada, neste assumpto, : pelo escriptor americano sr. 'Thos. Mc. Greir, que em sua obra“ The Book of Poultry”, assim se ex- prime: — “iCuidadosa investi- gação revelou que as primeiras rella, devendo a sua côr a UM| ageins, pigmento chamado Xantofilo. ? A” medida que a ave vae pon-! do os seus ovos as camadas sub-| cutaneas de gordura vão se adel- gacando progressivamente: e coloração amarella da pelle vae desmaiando. Esse embranqueci- meuto é mais rapido nas partes do corpo onde.o tecido é mais fi- no e a circulação mais prompta. Os especialistas que tem estu- dado este assumpto (e entre ou- tros o professor James E. Rice, da Universidade de Cornell, o professor Harry R. Lewis, da Associação Internacional de Avi culiura Scientifica; e o dr. H. F. Steup, do Collegio Agricola de Kansas) observaram que tal despigamentação . se: effectua semipre na seguinte ordem: cloa- on, proprietario da Hol lywood Farm e originador de uma das mais antigas e famosas linhagens M. Curtins, intitulado “A producção de poedeiras de 300 ovos por criação em linha” escreveu á pag. 53 de seu.livrosS | itali i — “Tenho tido frangas que Gt para ar autor Pg lc a € a a pelle branqueceram após haver posto ! o as pernas brancas. A julgar alguns, ovos; outras; conserva-! pela côr da pule e das pernas ram as pernas amarellas após! as primeiras A aa dade miais de 1380 ovos; & algu-| ra eram, do mesmo modo que mas cutras, ainda, não tinham 'as brancas, de sangue minorqui- embranquecido após haver posto |no... William Simpson, de 250 ovos”... E, á pag. 378, tor-| West Farms, New-York, attes- nando ao assumpto, esclarece :— |ta numa carta que no anno de “ Acredito, em se tratando de!1853 comprou a bordo de um Leghoins brancas, que à ave que navio um galo e quatro galli- conserva as pernas amarellas! nhas leghorns brancas, e um durante mais tempo, no curso | galo leghiorn ardosia; elles se de intensa e continua produc-| differençavany, dos leghorns da psrnas. Nas pernas a côr desaps, | ção, é a que possue maior vita- e eo nisto : que eram um parece primeixo, na frente e de-| lidade. Posso estar enganado, | pouto maiores"? que tinham as pois, atraz; começa nas margens Mas a minha constante observa- | pernas brancas...” Estas, lei- das escamas: e os ultimos luga-lção me tem mostrado que mas. | tações de - autores, reputados res a descorarem são os escamas aves de grande vitalidade o pi- Taostram que é certo haver exis- bem junto aos dedos, na frente, | gmento desapparece muito len- vd eo rn brancas, por influencia, piova- da articulação com a perna. Em continuam a apresentar colorido velmentos, de crpeámento pro consequência pela observação do | amarello emquanto as de outras Minorcas. E” assim, possivel estado do pigmento numa leg-javes, menos fortes e de muito que, por méro atavismo, galli- ; nhas orlundas dessas linhagens apresentem pernas brancas ou esbranquecidas, independente- mente de qualquer influencia, nessa despigmentação, do esta- do €: sua saude ou da intensi- dade da sua postura. Em conclusão, a regra geral damente a sua anterior activi- | pletamente brancas”... dade de postura, pois foi cal. | Ainda uma cireumstancia que culado que a despignrentação influe na colloração das pernas completa do bieco exige. seis à, das leghorns é o sangue que oito semanas de boa postura, e ellas trazem nas veias. Está a dee nte das! averiguado que certas linhagens ernias indica, conforme a 1n- : Eca Sei 2 e) estate da Std Dida Meda ostuia, Anti de leghorns provieram de eru- | attribuir o embranquecimento seis mezes-de produeção . zamento de aves italianas com | das pernas de gallinhas leghorns * preci retanto, não es- : ; , E e aa entretanto, não €S- 4, Yrinorcar, de pernas brancas. |nua durante os quatro ou seis quecer que ha circumstancias, q» sim RES SUDO 15: Sbt E e lenvd, tura, que affecta: assim, possivel que, por mezes anteriores. Em alguns alentda postura, que aitectam à yhenomeno. de atavismo,. aves 'cosos, porem, aves excepcional- pigmentasãoadias, Ge Aa ali-. descendentes dessas linhagens Rene nt e. alimentadas menteção é uma dessas circums- apresentem Renta EEE a E nd bra dE Pá CR tancias. As aves alimentadas eS- pr. dass aa ant É : e [esbranquiçadas, independente- | servam a pigmentação amarella pecialmente com milho vermelho! ni. qo seu estado de saude e [das pernas à Esses de q e com abundaucia de verduras|' : à s e ; É demorim muito mais a perder 6 da intensidade da sua postura. | grande postura; e em, outros END ON a imentadas O sr. (E. 03 Verrey,-no: seu i- | Gasos à brancura ou a palidez pigmento do que-as alimentadas, bré Leg ina 38), | das pernas de aves dessa Taça pai o rep a] diz quieta RR as ns, (será devido não á sua; intensi- deiras, porque o milho e, sóbre- iz que as primeiras leghorns, da i nEbida tudo, à verdura possuem 'em'brancas chegadasna Inglaterra, | dade de postura, mas à 4 ebilida- grande quantidade mesmo ele: em 1870 tinham as pernas quasi | dé da ave ou à regressão doca . A Intel ! S s e, Istin- mento corante que tinge a gor- inteiramente brancas. O sr. O. de um es ad que dis E dura das aves. * A. House, no livro Leghorn | guem a raça 4 inorca, cujo 5 A proa E Fows (pag. 13) confirma esse | gue foi introduzido em qualquer Outra, circumstancia é à €S- tempo nailinhagem de que essa pessura da pelle do animal. Quanto mais grossa fôr a pelle, facto e o explica dizendo: — “acredita-se, geralmente, que a ave descende. mais tempo levará a pigmenta- ção para desapparecer. «variedade branca das leghorns (Transcripto da “Monkegra- Ra produzida na -America-pelo.| phia da Leghorn”” —do dr. Mes- “A vitalidade da ave tambem tem grande influencia. Uma gal- cruzamento de Leghorns pardas | duto Pimentel—Ed. Chacaras e | com Minoreas brancas, porque ! Quintaes) .- E GALLINHAS DE RAÇA YMOUTH ROCK (CARIJOS E LEGHORN) 3 IMPORTADAS JRTINS JU NIOB —— ovos PL —= PE AVES PURA Fondo ANTONIO ML 1 RUA 15 DE NOVEMBRO, 96 — 1 and ar. 5 "a TIGOLHOCOOGOSOCC OCO DOVHODHOCO CSA LSY primeiro cuidado a tomar, to, O que avixilia efficazmente alem bagos. Em caso algum se praticará 1 hos dos ulti«t « incisão no gomo terminal. cundacão e livra os eae humidade. pela fecunda na cultura das parreiras, es- tá em proteger u fecunda» ção afim de que ella se etto- ctno nãs melhores condições pos: Tom No periodo que medeia entre o fun mos resquícios de quanto se espera convirá ultimar os tra O palhos de ato) chos, a vegetação da vinha não mais laves hespanholas -especialmen- |a uma postura intensa e conti- 2javes de origem hespanhoia ou |, | terinario fabricados. em installações: - proprias, sob a direcção de pessoal SM &os outros e augmentando technico autonomo e com os quaes JU esses Laboratorios estão resolvendo | problema de.vital importancia para pre maior do que a importar o Brasil. 8d Congratulamomnos com o Rio dê Janeiro; 26 de —— TODO ANIMAL DOMESTICO VA-| LE ALGUMA COISA — * ADOECE E CURA-SE MO AS PESSOAS Um pinto vale pelo menos ) uma gallinha, um pato, um marréco, GRIPPE - NEVRALGIAS:DORES: ER eite o com os scientistas chefes das varias secções, pelo” progresso de. levada finalidade dos Laboratorios que têm o sen nome e que são por to- dos os titulos motivos de orgulho pa- s ó leghorns pretas, 7» a medicina, e industr haver produzido com continul- | trazidas para a Nova Inglater-) Tas. Ny ias brasilei- AR agosto de 1935. (a) Prof. Dr. OCTAVIO DUPONT”. conservando e transmittindo a doem, IZOS. RÃ E Os animaes representam valor er & ] “Deixalos morrer é esbanjar um v cj dadeiro patrimonio. Ê Os produetos veterinario te são encontrados á ven as boas pharmacias, drog de ferragens e nas Filiaes dos torias Raul Leite, em todos os E vie q cessaria para dr. Raul cão. ELLE co» 4 300 réis; | G CALMANTINA ACTUÂM SEM EM VIDROS DE 30 Dm VAPORES ESPERADOS: | VAPO Ne “Pirangy” á Saiu do Rio a 26.11.35. de Victoria a 27.11.95: ,. de Bahia à 30.11.35. de Maceió a 2.12.35. de Recife a 3,12.35, de Natal a 5.12.35. de Macau a 6.12.95. de Fortaleza a 7.12. de S. Luiz a 9.12.35. Chegará a Belem a 31.12.95. “Corcovado” Sahirá de Santos a 7.12.35. O sal grosso de o melhor. ses de novembro.0 dezombro. Haverá durante os nozes de » dezembro, viagens das 10 horas da ma- nha de Belem a Mosqueiro, aos sabbados o do 1 hora da tarde, do Belem n Mos- queiro, aos domingos. LINHA DE SOURE Vapor “MIGUEL BITAR” Sahirá para esta cidade no Pol lia 2 de dezembro, cedo. de florescencia e a limpeza dos ai LINHA NO RIO XINGU” Vapor “TUPA! cOMPRIMÁADOS Macau ja | * Frétes o mais intormaç Picicereil &€o., TRAV. CAMPOS SALLES, NS. 9: FELEPHONE n. 500. END. telegraphico. ruiço de! Navegação do Es Em trafego diario nesta linha com es- ala na villa do Pinheiro, durante os me- nte, 4s 24 horas, regressando DE DEPRIMIR: GIFEONI O: ORGANISMO | — SEDE — RIO DE JANEIRO | fostimados a guardar mercad crias com ou S. 97101 “UNID LINHA DE SANTA Vapor “TEN. JANSEN DE O” Actualmente em viagem Es exe lia e escalas, sendo esperado neste por. t» no dia 2 de dezembro. Em: = Se novembro | | à op drienad +" LINHA DE MAZAGÃO - Vapor “MARCÍLIO DIAS" * Sahirá para esta linha no dia-5 “de nbro, ás 22 horas, escalando por Ja- raraca, Muaná, - São Sebas tião da Boa Vista, Curralinho, Bagre, Oeiras, + : gaço, Portel, Breves, Anajás, Afuá, Mar cspá, Mazaganopolis e O. do Maratão | pal LINHA DO TOCANTINS aF dia 29 do no pa q - : ' cê e da » ainda não fo=] es rece. Os olhos terminaes dos Te Ta veis. Para isso, deve sé gia tg É sado rd Paio rea E: oie rariado E e NET secundarios Sahirá para esta linha no dia 3 dt Vapor “8 DE, OUTUBRO” “4 e tudo que os cachos fiquem, ex-| ram fixados, ma ve i rt 1 Ê s Rad : k Dezembro 21 horas, escalando y tos mi ar livre, o que se-consegue, | quella, proceda se & novo euxofri», produzem falsosgomos,que, à Propor rararaca, Guropá, Antonio Lemos, Por: Actualmente em viagem ao Tocantins virandosos, delicadamente sem | mento, precedido de um tratamento | ção que surgem, devem ser supprimis y de Moz, Sousel, Redempeão e Vioto | e fcalna, ao da nesto pos | w - > nto 3 ; a Us À vo din 29 do corrente, k . E forçarg pedunculo para o outro Ja-| pór meio de verdete. . | dos. : ra. q À no dia hai lo, quer Quzando sobre cada um del» Quando, porém, às latadês estão: - “Ao attingirem os bagos os dois ter+ Linha do RIO GUAMA LINHA DO ANAPU” À les A Ê PRO à aiiDol iolhadas, c as vinhas fanto as que] cos do sem tamanho normal devesse Lancha “TENFNTE AZAURY? S | les, duas SôAyas, Dyadas entre si] molhadas, ; 8 S sancha 7 R E PA , ' | meio de um êspinho, ou da meneira | têm abrigos fixos, como às outras, | proceder á limpeza dos cachos, isto é, Aetualmenta em viagem ao Guamá « % CAJA ” z : " - Ê q E eo que mais praticã parecer foram lavadas por abundantes che leve re sescontnros-bagos TASHDE er y EE sendo captrada téste paradas Vapor «SANTA MARIAS. RE ? Os cachos aindawm flo» devem Ser] vas, o tratamento com o verdete já | volvidos, mirrudos ôn' excessivos, aj dia 28 do corrente. É , “ o - r . RAS rigorosamente preservados da humi-j não é sufficiente Este protege, ine-| fm de nliviar a vegetação e favore» (Nr teto PPA CTARY Actualmente em viagem aps rios: As dade. gavelmente, às folhas contra os erip'| cer o" desenvolvimento dos demais. Lancia “TENENTE AZAURY? napu” e Pac já. sendo esperado neste Quando as videiras são cultrada torâmos, mas não g! ante os Esse sa operseão exige mão exmerimen» Opportunamento será annunciada. porto-no dia 6 do correntes dy Sete | : PR eai PER sor! ' rdete, | tuda, de lo cortar, “de sPerencia DM , : ao longo de Jatadas com abrigos fi. | Trato se, portanto, Conta O ve e , deven cortar, de preterencia, xos, é evidente que os seus prolnetas| mas, no dia seguinte applique-se, com |os bagos que já chegaram ao gran CARGAS: — Bolicitasvos nos ars. carregadores quo ponham uns cargas elo 6 iá se acham sufficientemente protes| um fole commum ou pulverizador, 0] maximo da sua evolucão e os que se mazons da Companhia Porto do Pará, ató & vespera ima: vidos. Em qualquer ontro caso, é ne| pó a baso cuprica, Para, finalmente, | encontram no centro dos cachos navios, só recebendo as guias de enbarqua nts ks 5 horas da tarde às | E al n ns , a ig vospera das eahidas. ! cessavio * construir o quanto, úntos,) GMINBEN! O À | ——cemee erre | FASSAGENS: — Soro vendidos nos escriptorios do Sórviço de Navegação aid | tnes abrigos, que não somente preser- w nesac momento, quando os báxo | do 6 honês ACAO URIA qu mbica:: Avisamoé, tambem que as vom da chuva, mas tambem propor] tem ol mmanho de uma ervilh q Ea a sagena tiradas a bordo no porto le Belom, sortÃo majoradas com RE à etonam, À noite, mais calor, vantagem | se procede & incisão annnlar “Esta Lempras-vus que O ESTADO | ta do RO 05. . apro MME emeidredee de vulto aurindo se snhe| não deve sor feita, DOFEM.. sobra os TO PARA” é actnalmenta o for Passagene e nutras infermações no escriptorio od bs » ama ng noites frias constituem, effe | enrmentos ame sustentam dois enchos; na) do norte do Brasi) mais co reTTCTITOSO RUIM ARAES : 3 PANO 2 Sae RR ASTOR DD mm: caso «A indfáta em 0 fnzer. deve! -nhecido poha o Paiz, Annnn- é , Lá D. a ieneR : : - is cachos Gerencia we va ts 1440 décres eho. | cer praticada entre os do s cachos,| vlar nallo é trazer O vosso pro. ; ee neteteos 1 8 Quando a florescencia se encontva*| sem o. que, um dos cachos amadures| moto conhecido do Acre ae Elo Ê TELEPHRONES: « Urofego tvs vã mn so LAPRA n meio, devesse fazer o enxoframon- ecrin sem qugmentar O tamanho dos Grando do fulz Eanes Entis as ERAS talnão e. o mms , do RE

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0