O Estado do Pará 24 de Novembro de 1935
O JISTÃDO DO PAltA' - Domin~, 24 de Novem'6ro ãe 1935 jl.\tenci;,; com 1>resteza a qualquer en- L -- " ·coDUJ\enda ~o in\ierior que venha acompa- u I z imiada CO!ll o valor relativo cu f~~ a r a ~irDla de!doneidade. , .........•:::....,. ~ BÍ --·- • • 1 • e no Murul>lra a meSlD~ ruidosa nntura. Ainda nil.o ;:rude blsP"-r o qno vae por essas duas praias, porqna me metti a. da.r um pulo -ai.li li numa b:cycleta do dr. Alexandre Ma.gno de Araujo e fi- quei cm melo t estrad:l.. O vélo do dr. Xandico tinha umas ca.– maras de ur e pncUUL1ticos que não davam um "c"'1do", pela edª– do ele '[ln'>'ectos sei;y1çQ<1 prestados. No melhor da. viagem e!IPO– 'ce.ram. Aborrcoí-me .;9voltel para. a villa.. Delxe;i. a. venera.vel ,,,..,,~ & um cantlf da estrada e até boje, ao que me dlese o Joih, Ewel"lon Àmare.1, nin,'1em a carrego'1 ... Avaliem a pre- c!o:!.dade! ·, ,J , !.: icbastjão Pinho, Abel Silva, Cello '!'.)a.nin Márques, D!lna-rt Gulmari<os, Adriano :Bragança, e outro$ illustres flerteurs estão oonto nnm p.lrl!,ito ._ sps, "cotados" pelas snas "b~nocae", prohi• bido&pelas ditas de olllar para a.s outras. Não sei si ~lles tesm– tirio á c,,ntcnça,. Pelo que eu soube ... E' mentira. Eu não sou– b: nada . .Qu ant:.45-, eu soube, mas não digo. Dos cinco, o mais preso, disse-me mlle. Fuchico, é o Adri-ano. Eu c'l6Jc mumo que &im, i:ela. seguinte razão . A' noite, na. pon– to de dc,cmbarquo. qu:,,ndo a lua illupúnava. barcarolesca.mento as praia~ e o mª'1", platin:indo-os com os ecms trl1veos raios magi– coE, eu cuvi ~s qu~ixaa que ella. fa~ia ao ~driano. A menina, mmmnravR~a magna. E chegou mesmo a d1zer.11Je: - E\ to. ,ó ven~ ao Mdsquelro para t~ar compúgo. Antes fka~esl!icmBelem _ ,·, .. d ; - Pois então eu não volto.rei mais aqlli. 1 •Dito Isso, a.n,uado, elle deb. de andar. Porem voltou logo. o amor é cheio de traru,j~encias. A lua malcriada passou çspiando w,. vidraça da4u.clles corações que se penitenciaram e i>romette– r~ nio mais entrar Em arrufos... 1 O dr. R.uy Martillr não é Inclinado a noivados, nem a nama– ricos. Não vão pentnr que elle tcja "arara". E ', stm, um homem que vive para si, amando mysteriosamente, e, nessas condições, vialtou o Mc,squciro. Nl o, dr. Ruy, s6 quem sabe sou ou, porque · vi e Jurei com os m~ olõos_ guardar tudo em perpetuo silencio. Posso µrantlr-llJe é que voce teve gosto. Essas foram as minhas rapldas Impressões do !Mosquelro,..quo é, prcsentemen~e. a 1•grellt' áttratlon", a Petrp'polls ou a. Copaca.– bana fa)!Cillen!• dest•,' plagas. , • • 1 . _ , ,~•_ 1 l':18chado lcceita, desem'barapa .e liquida em acto conti•· nuo, pelos _melhor~s preços do mercado, alcoo], cac~aça, Inilho, far1 1 haa, oleoa em 'bruto de Pf!r taua, bacaba, ~a hy, castanha, andiroba e 911- -:;i-:~hantes. ~t~gos extranhos ao seu ramo de 1 0 de comnussao. s• pag. -;-L dia 2L.w.N. " l, . / 1 ~ , \\ . \. 'T"l.i 11 Queres sa.ber porque não sou lambem: :_ uma. ,vktima de tão doloroso mal ?
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