O Estado do Pará 24 de Novembro de 1935
b isi>nTOu m:úa na.tnn.l nthU• llaa~o n-a Gl..i!'l;o clCM ell@fcga<l- do ~ lo a o&nJiJatura do ar. Joll> E– pltat" do Amar~, a ,c,..doN!I da 1 ~· l>....,,.. auili.uoo do commor\'Sio l'I., tmlràm ,m nona rcdac(io pnra tradu– liNM o aeu apolo a eua cn.ud.id &tura por ,quo nelle depositam a con.tluç; .,io m....,.u,, pola, 1empro trabalhou pC• lli ci.so, , muita.s }"f'ZCa so.crifica.ndo o -~~-- 1 11 Àllllll,-ne 6 à, João Ewor\Qu do A; maral ~bondo adh<ollea n.l!O<U 100 ... meritos 9 bollctlclos pr0$tAdos A e1- tbul)nercbrla, eorlo do quo ê uma Çtb para oo hom.., do bolciio. PAKT,JDO LIBERAL DO ,PARA' 0.,tcputado ~plliio Plroa C:unazgo, ~-....i4c!1 ela Ezocutil"a uo Parhdo L.• l>a'al, ,,._.;p, n aeuo corr~ilgioD&'.i-101 ?:\.~~rádo!a 1 ~: ~= f,~~: 4 ,.. ~ de Norenwro, ~3, p= diatri'. blllfio de chapas á~ proX1mas elclçõts <lt ~on,s, o da• 7 o mo.a áa ll cm ~ -Nlldeacln, á trave,sn ~ do Junho ~~ ;!;.t*! Alltonio Ba.rr<1to o ,Pio• :,à.V.!00 · - ~ _,....._ "l>UfIDO Wlll\iW, D,O PARA' ,..,. ffll&r Cllguos ou co;u!usões avia IGl - eleitores que .. chapaa p:.ra as plazlmu eJeiÇ6eJ DlWúcipaea ll.. ta <"– l>lt&I 'jat está f&llelldo dutrlbuir 1-0em ~ 116 I! leg,,nda do "Purtido Liberal": iOII eéta • mal., o llOlllo do qualquer nm dot eeaa candidato• regialadoa, ~onda mais que qualquer uma ~ tormaa, ..,ndo perfeitamente lv <ai; ao c!iapaa recebida, do Partido LJ. :Z~!.~.t~: 1:~,-a~~~ cNllelmo, devendo ser cellocadas na ur– na la. como foram rocobidaa. ,Aalm oão nwl:,,s e aem valor algtum ,., ehapu a que 60 11.C<)roseentar á mão ~~~. q;t:;r~~ ~~;t tão l'm&l CAll!AltGO-Prealdente. ) H A olhos que a invejam minha senhora, olhos qut atravessam a sua maquillage. o sabonete EUCALOL remove as impure zas dos poros, rb– moçando a cútis pela acção esti– mulante de sua base de eucalypto. f SIBONETL ' ;,fuca.lol 1 ~ CANl'ABELLI reálizará amanhã uma das 11uas gz'a.ndes provas E7aDianhãq~ illusl,uista CUl!a:rell1 rMl!z.ari a. pror& do cocon• 1'.ar Ulll3 malChina :1., r.a1tum P&if!, r~ li,CMmuda aqui, pela fúmá Cosia L ü fc e ~ Ltd., qua aceeilou o dce:.ric doquelle arfdsta. C&lltairalli, que promcttcu ach:,r Mqaelle objoeto, quo aerá aeoi e o oftor ta.r,!. a ama familia. pobre, caso !rn– .,_ cbrA 10 contos r, !!,,na c,~t• LÓ!to. _A ~ohina: ferú --,ndlcl<I p,,:o ~. ESTADO, de-,endo o fauw,o .nl.:':i tiutrt, porn :i:-roeura'.1-a, da A,,f>,b,:to ('ct11111trrw, ~ t da tarde, do ,,111-1,,J,'t. O e&D&1 •YUW.~f;;= adi turfstu todo, OI 41u; ao pnbllcd aoA d~ P ferladot. l>O. ltndo "9r peroonfdo dt autonto...i 1'1Dtftd11,ruGteado. ('J" DIC,-2", 11'1. aab. • ,foml!'I' f\ \ ·,iffi'2_,i' 1v. 6 O Pe~fume Damosel reune, em feliz comb1na.çãc, toda a fragranci a do cam~o num mimoso frasco de crystal J Atk1nsons souberam synthetizar 0 aroma da singela violeta, a sua– vidade da bonina , o frescor das ' rosas J:ª primavera e tantas outras essenc1a.s puríssimas num pequeno, ~. e artistico fra.aco, de bellas li- ~ nhas modernas. 'iJDelicada creação de Atk~nsons. Governo dfEstadolü Pref&itnra= Municipal· dê ·ee1em
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