O Estado do Pará 21 de Novembro de 1935
O :ESTADO DO P.t\ltA' Q11i11t:a·feirR, 21 ele Novembro de 19819 A VIDA NOS CAIVI P,OS Cultor ~ d:t h~n~neir1 1 Cuidados que devell! ser observados1Aos fa~endeíros : _u_Uu_Uu_u nu 1 na reprod.ucçao,.doàgado J e . e;, . criadores U1> uu.. uu.l ..,,_ih., l • 1 • 1 " •·• l ,I I o'-iu, ,in~"h,..,,jui:,1:~c~w.~ 1 ~~~~~:> 1 ~~:; ......., - - ----"-· -~ •• • • I' .ALA.VR \S DJ~ l,)L\. DAS AGTO· d< z.~ ,_ 5. 000; um per11· ~ma cabra 10,.. '"'""" "'º ..., ~110•,111cvso,I ou º'º" ·, • . . o primeiro custo apa ·c11t..:- onde d ,:ceude . E um erro gra-1 de a,nLel! de adquuil-os, pata HIDAD&; .M \.XDL\S E)l Vf'· d 5.~000 20$ÓOO • "u uu1ut1\.'.,v~, ,,11- . ~i:.1.1 ... • ~.~,.. • ~~icc\;·•.~l J:~:~,~::,~:~º 1 ;,~.,~-~~:,.:,~,~:I.;/'~·- , meut,2 elevado dt. um bom re- ve crer ctue a<."1:t.Salando aui~maes : -evitar '° aborto cou.tagLoso,_ a 1 ·TEltJ~.\IlL:~ NÓ nil&\SlJr- ' ~:•~ ' -~ u: polco ~e io, ~ ~'";;; 1-11,.uutlvs. Us cul<•,11ws e ,~1c110~0; ~~e;v .i;, nl>c1Lura de ,·nlctu,, v,uu pr~tluctor, é ::;empr:.. compuns.1- de ,u,ma,.aça pura, com an1maes 1 ~u'?erculose e outras molest1as O PROF. DH. OC'l',\Vlü um "a.,·ullo um jwncnto de 100$ a. 'ª·º ,e prc,turu ,te 'º·"'• tw :,u J ,o,luúr o seu enxugo. 1 do pelo valor de .sua descenden-1 de outras rac,t.S tamblm puras, 1111fecc1osas. Nem semp1·e pode- l>L"PON'l' C.\.THgDHA· 30u!i,000 e ume, vncco. de 150$000 a Vl!:''.:~/~~e i,~ 1 1 1~ 1~:•: •:~/~~'.~~~:. \t •·:•:... '....._ ....., . . , .. ,, eia. Um reproduotor puro, us"-• obtem:se_ pro.duetos. com a-.~ ca- :;e obter r ep~oductJcir~ ~~feri- TIC'O n 15nu:~TOR DA 4uu~ouo mil réis, mai; ou menos. ~ultu~"• •íw leitas em gt•ial, cm Le,. fat.so o plnutio por lioLxo do mnttv do em uma manada, augmenta, 1acten:;Licas convenienles de ca- me1,1tado~, ponanto, aaqm.~1.::i,:!0-I ESCOLA 1.;F.: VE1ElH~AJtL\. Dei,rar morrer um animal,.; deitar tu cbnmli •• <lc •t;i,·u.rnbu , ,,cu e i:-rossv, - cm covus ubcrlus por e,,. gradativamente, a producção do da uma. ~ e preciso levar e~ '?º?sidera-, l'\ACIO.:-..AL f61·a hoportan<:in de seu valor e .,,. cargiloaa,>, p,oluw,<l,, . ,luura\el .. ,uu, VII l'UXtl',VCS, ... d1st,1ucu, Jc leile e os animacs vindouros ten- ' Os criadores não tem dado . çao que dles consuttnra-o a se- •E' com 1eul praztr que deixo con· mente os insensatos ·•~improce~•. 1,1tnte ~ctu ,clll 4ualqucr amuho <lc Ires ou qual~o melro, uns do,_outro• dcm scll'ljpt·e a n1elhorar com a muitas importencia, ao;; L?gis- gurança duma futura manada.. bignada a t:11-tunn 1mprcssâo por tudo As docn~as do,; anunaes es~ ~ 'uuuu,;ilo. ..~li e "°'." umuo~~~~~u·;~~1~~:"d~ ·Í,;r~.- r<1 .,,pu,ação. O cri<101.1, dcv<) forn,-:tr t1 os d e J;rouucç,10 '"' a::-1u1s1çao I A selecção d_o gaào é_ o~tro fa- o que me rm ,1~110 ou.,cn•Jr na vb,ta tndadás o conhceid~s na. 11118. ~~ Os tcn_ono, "" .,..,~ 0 :·mv••.:. ·•:~•, ::'.'.º:/ menos, coulormc " e;iuJ~ os seus planos ,p,ara o futuro da de animaes, no enbauto, p1·eocc~- ctor q~e m_~ito contnbme p•ara ciue il,; ,·otu. os alwur,os ela .k;sroia .Na : 0 ;º~b~~:t:ri~:~:u1d~::~~ ~°;;ã: ~;;;wCllls;;":;~,'i;ci~~~::•c:;n do Lmeuo. . , . . j sua manada., vi~1,1,11do (sempre I pam-5e d,;ma:,:iado com ~s la;n:,- se~1;,";~y~ui~~v~~e::::'1fa~ ~:::~~~,:'i t'.;~ ~aa.im ªº" Laboiuto· da por technic0.< colXll.()"tentes', P':~ eulLu.,, "" IJ111iau1·1111. 1 .\ dcri ut,u,la ,o ,. Lc,tr< dcpu1~ do. melho1:al-a, t1·abalho E:S~ que re-l 11,: 1t5 P?' tadc.; e::. de .. ~rl1grce . 1 melhores vacca~ e b-cm re .odu- t .·n• d1versao scc,•ões notei os ;;,ti:'• .-,. productos chimicos e biolog,coa, ., 11 ,,.,.,..,,au l':1ulv pla1111vJ1•uh"io.A. 1J1cu<ladom:1tto,vt!1-te1·aem seubenef1c10. O'"pecl1g..ee"édegn.·:d~ valor, rt d .J tiplo· cui<W<Jo sti~tu· toch ecicntificament-edosados capazesde •-'.cujnproJucç,io uo. ,uu ;.:-r~ndc 111111• '', re~!'._vo des~n~_ulho dsn; '~:!~:: No mclh?rn~ 1 ~!1~ de raças quando o _animal J.orü.clo1 é de i ~1 º~;ve~t:~s S:~.:~ fu~~ra: mca 0 c,-cru.pulo:a: · 1 ;: 0 ; 0 :;,,,:. 0 , .;,,; c~ns_ ~ prevenil·as. eoO:. a d~ or1&, é todu exportadu pan, º. e, • 0 ,ao (cilu h <tU.lt O 0 ª 5 1pOl' ''Gn11nd111g' e importante I p1·ocede11c1a de bt.>11s antepai,sa,. I ,~ra õcs p •="• na coni<:<:çü.o dos seu, pro- "ª. mnw.na de $1_00 a 2$000, pod– u,n,guiro-pluuLu••e <lc 1""'.c,c_nc,a ~ ...\ ioduc ·ão depende do clima, cio que os reproc\uct , res :;uccessi- dos_, enti-elanto, t c·rna.-se preju- g As'Ç va~cas im roducti as são duetos. . --~ e,·itar. o app,arec~ento das. cpes~ ' "•"' •• "'' ''.'" ·•":"' 11 : 1 : 111 ." nu ,ólv ~ ouIro~ foctore• ,·owo do e •ta.1 vos sejam sempre d!:i. mesma , a- dicrnl como reproducto1· quando 1 .. d n _ Pd. J ~, . McrOt:!e parttcular nttcntão u parte no ª 01 ~ 01 ou cural 0 • •. • (tMusn Cavcuda, Lu>) · :So 1:;nnlos <l d t .. ' 1 ça Por csl.,e methodo umas p1·ovc11ie11te d·e •a.ntepas"ados du-' afaS t a ª" e \ en i as· Ac.,tig.i-- referente uos prepurndos de uso vc O ammal d-oente, mal curado, .,.. o Süo Vlceutc po.sucu, cc1.:a de • · 0 0 • wesmos, e e. . . · t _ à _ ' . ·. 'd " v< 1 mente mu5tos criadores tinl1am tcrinario fabricados cm· iasta.Un~õe;. c0111'ervando e transmittindo a d-., b.000.000 do louceiras dcs.us plau 1 ~ 111 S · l'ui: 1 '.' f:'.~ se ''.. 1 · ""C','.'" ~º quan as geraçoes ~rao anima~, VI oso~ · por habito compiletar as suas proprias sob a <liru<.. fio de pc••onl tn nos outros e nugmentando OIS preo "'" lhe,ta ••ntl'e ,., "- 0 """. • ~ 1 . que a sua aparenc1a e produc- 1 O c1·1ador •pnuàeute eleve dar mauada;; comprando ,"accas e tcchnieo' nntonoruo . ~. o,; nas juízos. "'4~ lia, 1,. ,,.,,_ 'I" ,.., ,-riti,,,. · ... ·.. Pern_aml>uco devo, se; muis '·'_P•~o O ção, ,r.ão '!)O.dem ser distinguidos ,P.uuco credito ao ''))edigre 0 " , sal- j 11ovilhas resultando adquirinem esses Laborotorios e~tií:omresol;:ndo Os animnes reprcsenta.m valor-· lawon po1 JJrcl'c'.ircw esta rnricda·_, ~••:~~u~~~:di:,.;:u ;;m~i;::° 1 00 ;~:~: uO · a111m1ãe:; de puro ::ingue, ~o v? quando aéompa11~1ado ~os ire- animaes' duvidosos na produc- pi·oblema de vital imporl:mcia Pfil'U pro m?ior do que ,11 impor~ia-– tlc.. o. mercado, comprn<lorc~ ,la,. · 0 P entanto, truati1~•ge1•a;:oe:,: dEJ·Jots, gi.stro,; de produc('.ao. Dizer-se ção. Este systema não só preju-1 o Brasil. , 1 1 ceSS8Tla para ªº" cura ou uumllDlZI, 110 s;ª' hnnnna$ yrcfcreu, _a ce[cn/'. J A plautu,·ão é feil•s 11 a Ji, La,win os productos adquirem 15116 de t11te um n.nimal é de 1 ·a.ça pura,! dica a descendencia àe bôas vac- Congratulamo-nos com o dr. Raul ~ão. ' '"'~ 00nd c, ""."'"cu• . Duh,. um~ '. "_; 1 uc quatro m·~li'Os uma ,ela oul1'1.-ma sangue. Com 1lilação :í produc- nüo (, hastaut•~ pura provar a J cas coino ta,mbem àiminue a Leite e com os sciealistas chefes tla,; Deixal•os morrer ó esbanjar um vf/i– ~~aoc:i .' 10 ll~i,> do, ? 1 º~?": ~;:":: Jicciarc comporta G:!ú touccir~s da I ção, unta manada mestiça cui- ~U\l efficiencia na r<'µro'.iucção. d'.lp'acidade productiva da ma- Yarias secções, pelo progresso Je e , i'adeiro patrimonio. I...,,,_ d1rº~~~~.:~~:::":it~~r;,:•:•;,;:~,; 0: ~ ....~, ,,,. . dado:-:amente ·elecchnada e pa- Eis os motivos pon1ue algumas /Dada. levnd~ finaliuadc <los La~oratorios, OsproduetosveterinariosRaulLeie " · · · · d I Aló ac1111 a Ar"t•uliua l.cm sido o I dreado por reproduc'tor paro os raças tém ,sido scriamenle pre- As b~ - 1 ti que tem O seu nome e que sao por to- 1 tu são encontrados á. venda em~ ::1t;~~• - o maior imm1go es a I welhor merendo p~rn as bnnauas bra· product:,s obtidos tt·azcm todae judi~adas n~ :seu desem·ohimen- mente ~3:a:'s~s ~~::ç~ J;: dos.os t~~.?s.mot(,•~s ~e _01~ho .f~: as ~oa.s 11harmaeias: _drogarias, ú A quesliif .'I~ t"~e<ln<I~ a ~~.col~c: ~~1.::;:,:;.,"','.'\ ~\:'.~~-';::~,7,~ ~;:,~.11r 1~:s: n•..; cara,e,teristica:,: d~ r~pr~dt'.· ; lo, ll_". ler_o cr~;do1: levado em v1:<lo, torna.ndo-s~ _mais econo- ;.:/ m 1 " 111 ª r 111 us r1Us"': ?i~ f;r~=:~~~i~:'t~iJ:::S~~~ ;;,:;.~:;;.•;~,'.:n~ni~t~::,~:;:'.f .';:~. :; 1 ,· , · ctor. O cn1z~me,:1t.~ 1~1d1s~r11~1~ ~ons1~~r~ça? o ped1~ree", sem mico a. sua..acqws~ção,_ do qu_e Rio de Janeiro, 26 de n<?o,to de 193~., ão Brasil 8 em s~u ·escri~rios, ~- i . 1 - A cullul'a das bnnn,ws lcm um fn• nado, ou o tJSO d~ 1ep1oduct01es se ce1t1üca1 da .capacidade pro. vaccas mfenores p,,r preco bia~- (a) Prof. Dr. OCTAVIO DUPONT , 111 • 15 de Novembro 42-Rro de Jan•· ::~:;~•;~~~::,.~:'. 11 '.'....º~~:'.\· 0~,,'(~: 1nru rxt rnc;1-,lin:1rio, porque ,ohretn. de clifi\"re~ttcs raças, nas va tias ductiva, parte_es:ª. mais impor- xo. Desde que se o~tenham b_ôas · ' • '41~1li , l bailo· e:q,erimcnfacs que u <lo n Emopn rslá nugme11tando es· reproducçoes h'azem como con- tllntP. ].JaTa cnaçao de gado àe vaccas, de producçao conhecida, TODO ,\J\"1::11.á.L DOMESTICO VA• ~~,..:i~o l!':"lrroÍ _ rm en""'"'"'"º · .,,,,,,,,,,,,,....,.. ,, ,,,.• "'"º dr tão s:1· sequencia a falta de cars1cteristi- raça. Os reproductot'es devem é erroneo aca,slalal-as cO'In re- LE ALGBfA íOTSá. - ELLE Fili&l nesta. p~: Ru Jlanoel ,•om os ,los Esln<los. lcm n nh•i~:w:io boros:i e nutiiti,·a frncta. ca <Jue 1poss-J> definir a •origem ser eso1lhidos de manadas evi- producto.r'es inf0rio•res, contri- ADOJ]:CE E CT'RA-<;Ji: CO• Banta- 2 u• .,, r-r-tr ~m csla~õcs do llli11i•tcrio I N:na ho" •· 111 '~•·a. _hem ,tra_la<la.~m do1, mestiços, deixando de exis- d<õntementc fortes e é im'Porlan- huindo assim para a destruição MO AS PESSOAS ila .\r,rir,,tt.. 0 • melha ª?r0<lnc~uo smá <lc rlois 3 trc~ tir ,t aipproximação da raça de te eonhece!' a sua perfeita sau- da manada. Ulll pinto vale pelo menos 300 1-éis; TELEPHO!IB-868 pr~~er~;;~i~ ~~ 1 ;;;:~e;; ~rnr~~o~~~ 1 ~~·u:::.::.~." l•;u.a,1:1\~,~~'.'.'~-Ç_ã RR'i!PPSRWI _____________ un 1 ~a~~ha!.. ~~~eo, :___ __,..____ (até~ tult~ra ~~ 'l ~un·1_!~a n~;h; qu~ é quando ~e obtem ::i:~:: ;is:::: :::~:=~~:J 0~,-~ 1 que é um~, ovo te<le alto va1or l>iologico, mi-ne-l póde occanonr ,rensntal falta. A, melhores resultados. con......ar-se-·• pi·om"to pai·a sei· ..,. 1 . • . raes essenciaes s~b forma facil- primeira é muito neceall'ria, »rJDcio "". ~ ,, mente assirn,Havel, importantes P_almente dura~te o periodo do era- As flores murcham !TO mes- aconàicioin1ado em pequi'nas la- e oq que • contem vitaminas que tornam possivel a c~ento, contribuindo para & roma mo dia. Se a operação inr bom tas, e entr{)gue ao mercado. ,i1 ' , acção das proteínas e dos mine- çao do tecido 08810- A baunilha é um::r .! :qu;Jacea exilo, as pe'l!alas mut·cha~ per- O consumo da baunilha cm ft !:I rala-.s e, ao mesmo temi,o, um ali- Com~ ~ ca/,careo ent.- tam'bem na (Vanilla Pla.nifo]i,; Andr.) manecem ad~erentes ao fruc.to '(.c,clos os naiz.es do mundo é con- mento agraçlavelmente va.riavel. co~os1çao ~ casca, ~o ~º• na pro: muito conhecida aprecia:la cm ?Jc-enrnlnu::ento durante um sideravel~ e o preço que attinge Um famoso cozinheiro frrun.. 1 analy~a1· uma vitamina., 1 para Não ha duvida que ,a dona àe porç~o de 9_4¼, é,or 1~ in41lplDD pelo seu aroma, s: :ipro,reitana f ariodo ha,-tante •!Xtimso. nos mercados é deveras '.mima- cez ctisse ha, algum tempo: ''O nos dizer exactamente o que,ella c~sa cuidadosa, inclue bôa quan- :~a. ª:u=:, P;:::::U~U:: 111 ': . nas umfeitarias e son·c•.~ria:i. Para facilitar o desemolvi- dor, i:ara qu<' se intensifique a ovo é o cimento que = •~te~ o é, ~as pO'Uca &'~te_ aincta, te~ tidade <le ovos •nos seus planoo vezes ovos sem case&. A cal di-.. '8 Em Java, onde mais ~e .:ultiva , 1 me-:ito de fruc.os g1rar.1:iles, a po- ~"'tura da baunilha no Bra- castello da Art.e Cuhnana. duvida~ quanto a 1mpo~ncia para. a alimentação da familia. galliDhas de nrias fonus, deede 08 a baunilha é nas regiões mon- li:nização deve ser feita em al- sil. • 1 ll'l.a~, actualmente, os castJellos I a~ses 1act.0res e accessonos dos ...., ____ restos de c&l 11! farinh& de cinzu de tanhosa 11 donsidcranao-sc que a. guns cachos cm cada haste, não - :stao fóra d~ mod,a. Est~m..s na alimentos". ,.;1-o..J..i~ a!.itude <le 500 a 800 metros a-, se permittindo q.ue se desenvol- 1 epoca das vaage~. Ass~m, ten- ".\, ge1.nma .do ovo se .p_arece Cal e nre1"n os!~-tem esta.be !ecimentos que-,. ~ . . , . 25 000 li taremos moderruzar a imagem oom a mante!"a quanto a sua ........, cm~ do m,·el do mar, e 'l que \'am mais de dez fouct:<>s em ca- u ~ OS cm.pregada pelo cozinheiro fran-' alta pe.-centa~m de vitamina I preparam uma subtltanda. especial, o nuns ~onv~m p~ra. a sua ,:ult~- da <:_acho. Des~a maneira a. pr~- • • U cez dizendo que o ovo é o cimen-/ A". A riqueza dos ovós em vita- , o 11 · b phosphato de cal, ,le m'llita utilidada ra. E mutio PlOVa\'el que nao du<;ao_de baurolha torna-se mm- -- 1,:, qu,e to1ina a h:straCla da Sau- mina D, é uma das II11Uitas r~ Af ~ ID ~s nn avicultura. . • se 1?°~.am estabel':ccr ~cgras I to mais abumj,antc · O011trariame11te ao que dantes se pen.· d'a suave e àe .flacil tc!avessria. 1zõês do seu val,0,1· alimentício. U ~ U ' li I A areia INIIVe Jara ajudar aJ fbc:- d'ef ti t 1 "-1 A cal e areia. são dua.s substanch~l ção dos orgãos digestivos, ao •-o, tm vas qua_n ~ as ionas ·1 112 A colheita é füi1.a de se,e a sa.va , 0 gnllo tem uma tnf.luencla enor- O "Bulletin" 471 do U. S. L. A vitamina A das gorduras que devem efttar sempre á, disposição tempo que é util par& &S pllinhu 11 se presam mais ª &ua cul 1 :ura, 1 nove mezes, quando as vagens me na. transmissão dos caracter~s de A., àiz que um 'OiVO regular C.Oll· soltiveis é encO'D.t11ada em mais das ga!linha.s, pois que sua ausencia refrescarem nos dias de calor, depoodeo d o da~ terr2 3 ~_cluna. , estão m'aduras e em condições üoas poedelns :Pode uma galli.nha ser 1 tem 11 por cento de casca, 32 abundancia na manteiga, na ge- Apezar da importancia 'l~e de serem colhidas. O f.ructo n1a- fraca :poedeira; se a aca.ea1annos co°l por cento àe gemm!a e 57 por I ma do ovo, nos or?'aos glandu- es:a. cultura tem <;n1 Java, nac, l duro é cct:hido assim que a côr um gallo de boa estirpe, filll,o d9 uma I cento àe clara. ! lares, no oleo àe figadc de b~ eXls,em gra~des arcas P 1 anta- Yerde da pcinlta d'a vagem se 1 ~ôa gallinha. poedeira, as fr:1,JJgas que A parte c-om'<!Stivel do ovo calhirn ~ nas planta~ verdes. . --•--------------•-- <!las_ de bauml_ha, ~do ~ue a tema a,iru-eJla; do contr~,rio, 1 nascerem dessa múi!.o serão tambem CUIJ\te mcerca àe 73,7 por cen- Reurud~s __sumariame~te_ di- Ob.-a das Damas de Oarld ade maior parte e culthada vm pe-, corre-Ge O perigo de que as va- 1 or,timas poedeiras, como a avó paterna.. to de agua, 13,4 IPOr cento de ver~~ ;0p1m°:S d~ espec1ali_stas 1 , q~os h_ortos, e ~os terrenos de 1 gens se abrnm durante a sua Do modo que uma. da., fo1ma.s ma.is 1 proteína, 10,5 p,::r cento de gor- en:,ailtme~taçao ~ outl~os pen.tos. 1 _ 0 8 residenc1as, em areas ~e um I pi<eparação e mani1mlação. ropidas de conseguir elevar a P,JStura IÍ dura 10 por cento de cinzas. Ca- De;po1s ~o leite, na? co~eço' SÃO VICENTE DE p • Ulo. quarto de _hectare, co~1deran- . _ . _ 1 a acqlliEiçã.o de um bom gallo. Assim da um desses elementos tem a nenhum_ ahmento -~ais er11caz, ~ K do-~ por isso um_ producto CS• . Na ilha de Java sao vanos ~.,, ' 0 comprchenderam tambem os serviços. sua lal),pJicação, quer ,na nutd- pa,r.a evitar o rach1t1smo ou cu-. INSTITUIÇÃO BENEFICENTE ARCHIDIOCESANA DO P.AJU.• senc1almente horticola. Para o methodos empregados no _PI e- l'ecuarios Italianos, que veem desen-1ç,ão, quei· na arte culinaria. ral-o dp qu:e as gemmas dei SE'DE SOOIAL:-Bnsilica de N'. S. de N'&aretla seu d_esenvolvimei_it?, ~ s~mbra I paro dos f:uctos da bauml~a, volvenclo, nos oltlm.cs tempos, lllllíl, acti- j Um ovo pesando 51 grammas ov~s", . ! • : ,;,~ DmEOÇÃO: ~ Dr. Moraes, 67 constnue um re(f,11s1to md1S'pen-1 sencto O ma1 s com:mum o segum- vldado formidavel no fome.nto da sua pode produz;ir 70 calorias em po- D,e todos os ~1mentos natu.- TELEPHONE._--:;48;;.9_______ ■ savel, como tambem as ar\'ores I te: Submergem-se em :igua fer- avicultura e que adquiriram por cerca ' der calorico. raes, com excepçao dos oleos de ,,,,_ · · b• fl para nmparar as ha.1,tes. vendo, duranle um 11equeno CS· ele 1.000.000 do liras (mil o oitocentos I Sab~mCIS o que são as protei- peixe, a gemma ào ovo _pa.rec:c Goilecta dos o Jectos. super UOI P.Jantam-lit a distancia:; r~-, paç~ de tempo, as vag~ns recem- coutos), w.ooo gallos lias 111elhores ra- uas-alimentos nutritivos que s~r o q~e tem va},ºr anti-rachi- 1 OBJllCTOS SUPERFLUOS, em boD1 esta.do de con1111naçio CIII guiares arvores de :;olbra utll- col_hidas, as quaes sao 0m s~- ~~s o ,ias mais famosas estirpes, para criam novos tecidos, bem como, tico mais elevado • , não retos ou quobrados qne, rescr va.doe pa,ra a Obr& de Sio Vloeml da~ eutresi por !atadas. A tuu- gmd,a cxpos~as ao cal~1· do sol \ serem d!Jltrlbuidos gratultamcnto porj vã-o substituindo os que são gas- A _go1:dura. do~ ovos e compa- de Paulo, constituem o pão, o_ tec to. a &lpha'1!9tizaçã~ e a bldnlcçio nilha começa a produzir 1o:; enrlrc coberi.orea de la, cobcr- tcda a Jt:üfa, cm rnbstitui;. •ão dos gal. 1 tos normalmente n,a actividade rave1s a ma.nte1ga como fonte religiosa, moral, cívica. ~ profU1sio na! dos nosaoa innaotlinho■ delfa· tre,i anllos depoi:; x;1~ t;:!llltada, tores estes que servem ,ambcm j 10 8 do baixa origem quo os avicultor-os dia.t'ia. de vitamina A". · vorecidoo da ~:Ía.cto-J de metal, madeira, cellaloide, borracha, etc. at.ingindo a sua produção ma- para onvolvel-as á noite. 11arn teem criado cm criterio soloctivo, Segundo a ~pinião da todas as •~No que_cuz i~esp~it.o ~ a~simi- Livros, registros, r vistas, jomaea, p&pel, *· xirua. ali:; cinco atUIOti, e dahi por que mantenham um certo calor. Eabolido-so que a Italia. l:astou com autoridades, as proteinas dos , laçao !lla cligestao. !~to e. a pro- Ternos, vestidos, sapatos, chapéos, etc. dean\.e O seu rendimento medi- DccorriJJos tres a qua.ro dias, o ultimo Congresso Internacional dei ovos têm devado valor biolo-' porção de subsh 11 "' 1 altmenta,r Moveis, machi nanas, locomoveis, etc. núnuindo. E' conveniente lim- as valgeru! tornam-se 11ardas, e Avicultura, de 11,oma, mwto mais do I gic~. 1 .1 f; . 1 q~e o corpo absu ,·, •' d<' 11 m dad_o Vidros. gar, afae, fra.scoe, copos, etc. p par.i terreno depois de oito 'til· depois de seis a clez dias (de- quo esta vorba, não ô exaggoro afíir- "Alem da prot.eina, os ovos ~un,ento, os O\"' , ,ao e1:1 po_s1- :Beta.lhos, mostruarlDII, etc. nos para toi!lar a plamal-o. pendendo do tamanho cl'os fru- mar 11uo no aw10 corrente aquello gran. são uma importante fonte de çao elc\'ada, tenuo ex.!?enencias Bou1>a d o uso pessoal, A operação da polinizai;ão t, ctos, e da maioi· ou menor in- de palz dedicou ao desenvolvimento do mineraes na alimentação. Esse n~cstrado que, _na media, 97 por M&dei ras, metaes, etc .. u. at.6 2 , ord feita nall primeira:; horas da tensidade do calor 8olar) leriio sua avicultura mais do clnc,o mil con- fac1.or não ,pode ser bastante en- euto da p1·ot:1na e ~5 _por c~~to ••---.a:lillaill!Jll-■---------~ - tos, carecido, porque O fim dos mine- da go~·dura sao. a~s1mll~do_s . " 1 ·----- _ _, _ ___11111_______ A Italla tew, effectivameute, uma raesnaalimentaçãoém.aintera l'-!mtos csp~rnhstas !llSlStem ______________ M I l • 1 1 materla prima magnlfica, vara ba.so do saude no nivel mais elevado". na 1mportanc1a àos ovos, recc- _______ S:Kmntll~il!la.iN_. e cen ri ll(.tla( o ~~;;::;::!~1:.:~:;:º:;~;:~:::r!: ~~:1~1;~:i:f~::~o~~tt{o;:q.~ ~;~~:~~~~:~:~:f~::~ o GALGO Russo· ::1 11011! do sclccclouada coru o fbn da Pº"- ma. especial valiosa e a quanti- um ovo por dia tura, <leram o nome de Leglroru, o 11110 dade maior do que em outro~ "Os ovos são classificados co- .\ machinp. ceutrifuga para a ex IJ,Crt·uludoscob,crvarscc>.10lcul,u111 a.Inda. lsoJo figura á cabeça dns raças alimcnlo_s. consid0ra{lo,; como m_o•~imenks protPC res. Ell_ei-1 lra,..iio do rncl dos favo•, é aetual favo c~m 1,l.ole ainda mw fccha<lr, j do postura. forncceclores de ferro. conlem tudo quanto o corpo pie- mcnio o opparclho indispcu,avel ao que acuam lançados uo_mel._ Rllm,·, o atr:u:o rcla.tivo cm <1110 tem vivido Os OV('ls não podem ser co11si- c1sa•p11ra o !<CU de:senv~Jvimenlo, (BARZO1> E um c1it ti• 1 >nc. 11gilidade, não 11/"ricnhor, Cow clla ,~ conseguem 1 ,fos º" favo, du colo.ur :,, bao c,l~s l " avicultura italiana Darcc~ termino.do , d••raclcs sub.,tituili\'OS do leite, mj9}s deY~lll ser C('l11VClllCn1eme~- <' int~lligcute pouro faro e oa seu1 ,antugens completas que ruvcrtcw 1 !lesCl(lcrculados por mero de uwo. fucll. rrocnro nd o O governo fo•·c!Bta rccuur.ra ., mns sf>.o usados com v,mtagem !e comhmados com pui.r,os ah- Do tod.ls as raças caninas, o Gdlgo ciovilllontos siio C"11lPassados, o qut ~w b~oefÍ1:io uíio ·6 do agricultor, apropriada. Q tempo P• rdl dO. .inntaml"nle com e.~te; elles com- nwntos. Russo ou Barzoi, ó o cão preferido ., ,,ut' coruo tambem das }>ropriu, abelha, e Quando as abelhas tc,uuuam de ,n ·- plctum n ,'J'c,;ão do leite como for- ; De tod('I:,: os ·11imcntos, ao que pcloG nobre, e pela aristocrac,:,, du do wel. o proces,o eo\J)l'~<lo pelo chcr o favo, cobrcw.uo _cum uma li t.M1111ue·•u• 0119 o P.STADO 1 ec ,d l' de f ,, j se ~abe º" o,·os são o~ menos qua.1 tudo~ os paucs do mundo, p,• e\ · \C'l,1;1::·, J'RI:' JIPAES c,lllllgomcoto do, fuvos para O ex nn cumada de cera; por, .,o antes d, 170 PARA' é actn&lment~ o for- 1 "D~mc,s 111 ::·~i ii~poitancia ;"J ·capuzc.~· d~ ccnduzfr 1;1ole:;Li11~ h sua belJoa o eleg:uicia. Alguu• t· trncçiio do mel independente ele de,~ centrifugar os fo.vo.s irntu·sc <la de,· ul ~o nort.. <lo llr&rril mata ~o- leite e aos cvo,i como forn.:eeclo-1 ou f•ei·mcug m:.dcfiro~. xomplares de Oalgo Russo cm expo T&lhc - P.ua o macho 80 centlmt· l,uir 01 favos• •rdcndo "C c•,c ,rc· ob•truc~uo dos mesmos, tro.balho II nhec14o •m .oio IJ Pai, Ann•n1- . l . d sições caninas na Europa, tem ~ido hsa e p,1,a " ,emea ·to ctntimell'OI. rio O tempo q~p,; 1 Ih, ,l <1110 •• dá o nomo de clesopcreulur os cia.i' 111l1~ 6 razer o TOHI) PTO. i·t•~ ' 1" l1ihosphoi·o JJlll:L O cresci- l~mJ'l1l1 cone tllll O sobr:-: "O adquiridos ,por milhucs do francos. O:iteç~ lcuga o direit&, terminudo ,,o,;amrntc par: ::nª,.;~ui~:;::°' 6 :; favos. Os caixilhos depois .d_o trab1,· ~,,..,,, ~n.,h•~~·•• fo Aera ª" .,., mcnt(), cl que u carne" qup cont m um ovo?", scien- A palavra Barzoi signifir:i um rus cm p,1nta; crelha.s pequena■ repoa· i:,tn,lr do mel lornt•,1: inferior c\n l~o siio collocados na cen~nl,u:r que Grande do liJ,. Nin~urm a·inrln foi capnz de 1 ista J\('IS diz "proteina (fficien- e~ •!obreiro , sendo n Russla O paii s,ndo lcvcmouto pan tr&s; olhOI .._ r,iro. Ctrn o o.uxil,o<la maehiun cc,1' " 8 ncco rd \comn':.x·\t~ª~ 1 cº /:i1'.",-~~- ------~ ------ ■-llJ:llll~l'!I -----.----- - ~=~=u&Ao;!:~\o&n::~~º;:!:/;;:d: ~o:~ 1~ 11 :~~~:~ode~::::º;e=r~ l•i'••:'", 0 HtrHç;õo. ' 10 m•I fo,.,r .~t~~-~t~~~:: ~ c~nst~uido. .ro',. nn; "'••····· cados que a J\pparonrio calmo e os solides; i:e~coço bem delineado. Peit 1 rríe,tf• ",~rn "pur,•,., que~ wel no, rcripionte do folhas com um tlibpo•-i• 1 movimentos olognntcs encobrem o no to estreito o profundo: dorso CIIJ'to; :.~~·:,~~.";...t~:~".~;.~",1;:::."~r,,;~;:~ tv~,:;;~c;:i::d~e ~::::~~~l~;l:~:~ OV os DE6 A 'J LINHAS E R 1'. C A :~ 1 :;;~~e e:~~:: ~d;o~~::i-:d:.;~ f:~:;~ ,p;::r:~~: f.~~:~~1;: ::mp:~· ;:~;,i~: 11 ;:: ;~,~~: 1;'.'.:::;: 1 ~:~~)'.:,1~; 0 :~~~ 'I ~'t;~~,~;',,,~~•Liª~.i;c·t,2,:~~.:, 0 PLY~WUTl: HOC!K (0AJUJ<H1 !!; LF í'lTTORN)' • ;~~~n~-~:n ac::e\;::;uP~:r~i~~~ ; 0 ~ºe:;:: d~d;:i::11r 0 c::;:, \!~:::: va•i~sner,lloo-td,,. novonac.nt ,,naeolo ,lo rer•apirntr e oecumulo.""onofu111I --== DE 4 VE'i PUR'l~ f1'ft,ORT1'D.2\S -=- mundo, tJlvei: l!Ud a tore:> o a rorn ,,, ~- •rl•" a ~H••a, orelhis, em ~;~1,'; 1,, 11 ;~ 11 ;,::,.~~l::•~~" ,.:l;;:~~~ ª~~ ~7,;:•~r~~'';1 ~~;~~-0'" 1 ~i~\':; ~:,,'~ 1 ;,~ Vende AN'tONIO llt{AR't"INB JU NIO• . 1 :~~,:~u!."~~i~~ªo?c~"::c~~; 0 ~~ 1 :~•,\:; tcruo do pcmço. Côr Branco a, rnrl pormeio,!o. m•,:rn~•, eon,·cmj ~,,,,,.Jnrlo . . ffR U A"l• IS DE NOVEMBRO, 96 - t.º andar I rt,,.,,,f,·lor<'m • hollm c"<te.-Jor,tor ~:~ir:~~ ~~r.:'!~!~ 1 :~~eºt:~~~!:: r,rorNlrr (·Oni N•rl~ r;11!11•lln 0Ji,:;rrY;1n· 1 ,\ · mrnJrrnn.R mnrh1t1füJ rPntnfni?n ,.•• feir■, 1 1,a11,do..o ciio <it' hL-,:o, o clcsprC"4\1\m :'"'"" ~o rle m3f• valot 08 de Ul'lla 16 :~~;·,~;:, :n'·;~,~~" ~-ni~;·~~,;~ ·:. 1 ,;~~.'.":':'.~~1;,'!e~::,\~.~l~i;~~ ',1:'~;;10,I ~ .......~~"-·~~- ~ :., ~= .·:,~;~V~P·~-;~~ ·~J;~.: >C~Slliam Jc,·;, el>~~;.:':~;~~:·~:;~, ~!': ~t:.~-
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