O Estado do Pará 21 de Novembro de 1935
· RIO, 20·-1nformam de Porto Alegre que o · general Flores da Cunha som deixará o P-overno. entrando no goso de licença, depois que o sr. Vicente deixar a pasJ_!'_ _!lajJust~~~--- .O ESTA o PARA: RlO, 20 - O lr'.banal Super lo, 0 ,e , t1 ti(' g11rü. hoje rm deflulJH,. o UISÓ do .P.arl, l)mm t1rP o mantlàtlo de !:f:Urant.a tmptfre 1o 1 _to lhfie n:iraL:1. C.\.A.) RJO, 2.fJ - O ~upttJor 1'r1hunn-,J tlf lut. ne1:c.u "m~mhto 1 1 "CC«HCn\~ Jwi,cu ..,tu ., Jhfi.h C.àI'1lf.'.1, tA C:.) ANNO X.X. V. :\71.M:. 8 227 JJirector-AFFONS(? JUSTO c:nERMom7lll~ Redacção,administraçao eofficinas-'J'rav.~ampos ~allu, 130 JII Redacto1~secretari~ANTANNA 1.lARQUES l?:10, .eo - O Tl IBLt.r üc.. fl.ndfdo dv ti ,uaj(.r .G:u;:.if.!l JIO 6\;pe1-J<>r lrtt,.: n1tt d.a J«.H "'eulbar,'3c1or <'ol.lar rs '.\lortJr.1, ~ tnoa dtt 011tnaruto pelo dct, rimemo do ptd.lJo pr,r e çcrto o cii.rtJlo llo rtqu.ertnte-. O Tcibufl:U aro n:j .:tnh.G O adlaga..10..,dJ tdJ~r CAIXA POSTAL, 28 BltASIL - PAR.A' - BEJ..EM - Quinta feira, 21 de Novemb J'O de Hf35 EnJ. Tcleg. ESTAPAR.:l' ru6D&raa Na r e~ até_ ~ontem nos ~orizontes som~rios da política nacional . ---- -)- -- -·- ~-? gau~hos_ p~~e~e~ ficar~com .. o- seu --governador -contra o prisideiúe-ctaRepuhr Aattitude do sr. João Neves -_ Fala-se ni-deillissao:aõ lTiiriistrO dà Fazên •li!! D dr. José Mal- 'RIO, 20 - Sabe-se que á reu-1 nião dos leaders hoje para e,s. colher o leader da ,maioria não comparecerá o r~resentant.e do Rio Grande do Sul, i!)Ois a banca- 1 da é considerada desde já do b1'o- Neves se encontrou com o dr . cher, p e 1 o que se lê na ' ' "F o 1 h a do Norte" de ante-hontem, re– cebeu um "ultimatum" que J\, Inglaterra não mand!lria a'p Haiti: ou sua excellencia C\lmpre z:m discutir os pa– receres da Commissão de :Rcpara9Ões, lid.erada pelo n. '.Antonino M'.eilo, ou esta 81f<femitte em m::1Ssa. E pa– ra. que não -haja duvida quanto á intimação formal d~s reparad"'1-es ou repara– cionistas, tão cic.sos da in– ~gibilidªde de suas deci– sões> •sua excellencia deve ~c911siderar já, ji e i:aune– diatamente, - nem ao- me– nos é ':para 101-0", como cli– 'l'ia Ruy E1rbosa, - o despa- C~Q .a.útographado no pare– cer da Commissão sobre u– ~à ·~eclainº2c,fo ctõ sr. Abilio à? C_armo. João Neves "O LIBERAL" . Provavelmente só sabbado ' circulará este n~vo orgão da im– prensa matutina, pois o resto do material a elle de!;füna1:ilo ainda está em despa-eho. • E' issO' que nos commun1:::.am da séde do Paiitido Liberal do Pará. A el33so commer-eiaria, que é umn J ~ictade,«:Ltin:: :::::n~~ 3 rL: :~:: ~~~~~==~~~ 1 do vereadores da União Por 1 uJar elo P:1rá 1 pois, tigu1h co:mo sd.11 reprcse-u• .Amar-a1. co da minoria. Getulio Vm-gas 'fm Pehopolis Não foi confirma.da ainda. a Na Camara, numa rod1.a. de 1 notici,a de hontem de "A Na- gauehos, disseram que o sr. João ção", dizendo que o sr. João Neves decla::ara que entre o dr. ~~==~=~~== Gctulio e o general Flores da João Ewerton do Amaro.!, figul'a de Cunha pr~ 4 ia. fazer as ~zes pró! no nosso com;mercio, teru por todo.s cc,m o p'res1de•nte da Re.;mblic.a:. ,()9 bitulos 0 ·"'1FfPhuiso un.anime <losª"°" 11Sla. ;h)·ase cauS'ou sensação.- coll,ega.s. · • · ' 13oatalha.<1or «mm-ito fPCl:t cJ:u,.se a que RIO, 20 - • "O Jornal'' iu- ftoMl"1l"'l, ."" seUB serviços li c1uua da forma que oministro Souza Cos-1 'CS.1'3-eira que 111,braçou têm mdo o '"'u ta manifestO<U sua firme vonta– priuc,pal ,~eal, o blem commum doa ho- -ele de deixár o l\finisterio da Fa– meina <lo ba!eíi,o. , zenda., seod~. um d03 mais ardo- Em Wlrias Jucta.s tem se em))"nhado, rosas partidarios d·o Mi•;,ist.,i:io 1 «empre, ,om ,croveibo do.s seu• colle- de Concentração. ci. B.) gM. .Assim, Joã.o Ewert<>n do Amaral vae RJO, 20 - 0 "Diario C;irio- · concorrer ás urnas para. vereador, cer- ca", em manchette, diz que o mi– to de que oa s<i,s amigos e eollegaa le- 1 nistro da Jugf;jça está realizando Vlllll'â.o o seu :, ,po.io. · fielmente a politica <9 presiden- Vota~f Pela Camarn -~os --DepUtá~üSI f eé~H-mento te da aei;vJ> tui:baáo ~ nhas, s~n~ qu·e o tov<!t tenha ex e meia dentJv da bui_çõ. · da ch-,i (A. :B) ~a Acção. lntegrnlis-ta Brasileitâ RIO, 20 - Os jo cam em negTito, na gina. um qegran1- cià Bra!,;ileira, diz náal Flóres da Cu tará mais ao govem P!ittio Salgn:lo terminad9ii a- su~ "O Jorual" diz o~erno o sr. D&r ll l_RIO, 20 -- A Camara dos Deputados, por ·:;;;2~:n{~~~?:.1 80 votos contra 1 70f approvou o: requeri: ui!:~•J:;i/ro~~l mento dÕ1 ·deputado - D->m•·oDos·-· venascÔ~ to ct~ uma coºnsul _ & J Floiés da Cunha, í solicitando o iechamento da .Acção . lote- ,,. 1~!~~u~~t~~~ . ô ,- t ·s ... ,. N( •B) Domincos Vellasco • ges de Madeiros · • Dn aü1ja o sr. Antónino ~elfo,· ciz e sustenta, qual met1i110 ·sarado na taboada, q_ue·.a: Commisúo não é me· ::a.mente o,,;inativa. J o g a .mesmo o disco mais longe. A questão não 12 de hermeneu– ttci, mas de amor proprio. D,iscutir ,es seus pareceres é descontiderar a sua pessôa e menosprezar as suas luzes. _. E i~o hão admitte. Nem el 6ra IS ª ~~asa e1ra.r. 'il - --..~--- 1 (Continuau :,~1:,d~~d~5~/:e~d~,~=õ~d~:=d~~n~:~õ~ ~! ~o~M<w ~s ~sti~~~~:!~ ~,:E 1 le, ~em o sr. Elias Vianna, r.em o sr. Buarque de Lima. 1 :·Más e dr. José Malcher taD!,bem é professor m nos sa, Fa.eu,klade de I:ireito e não ·concebe esJa elastid ch– de de interpreta.ção do sr. Antbnino Mello, pois acha que o Executivo não tem porque receber com o pe3o e valor d':! sentenças irre– corríveis os pareceres fa Commissi:.J. E,i"':to com su1 excellencia outros jurishs emeritos. Hontem, quando o p_·ocu– rador geral do Estado che gou a palacio pn commu– .rt;car offüialmentc o occc rfdo, osr. gove.malc;,· Ih~ d:· clarou que praliminarmente repellia o "ultimatum", que considerava uma imparti– nencia. Sobre o assumpto apenas pernuttiria trocar 1déas. O ar. Al,ilio do Car mo, se fos;;c remtegrado sel-o-ia pelo só direito qu lhe assiste e não pela impo aição que se pretenden fa 2~r ao governo. A consulte ao.chefe de Po;-.c1a prendi ~ ao facto de ter sido cxtin cto ha ~mpos o cargo de til" donas - O sr. Custodio Araujó fala contra o mau serviçó da Companhia ãe Telepho~rns. - Apprcrva.do em 2.a aiscuss1io O pro 1 jecto que fixa o ef!ectivo da Policia Militar para 1936 . -:-- ____ ·-.-- .------·-------------------~ Rouniu, hontrm, !1 tarde, i Aa,c.mbl&l.' ~inlmtt p~,:~~a.:t• CuBf.odio A,~OJO ~ As f1nal1dades das l1"nhas ae I Legislnti"' do E<I!. ~-. tcnd_o co11=11>ar•· 1 ~.º,~('ndo Dlllll"rO lejlnl, /,hora,.-,;. , reas ~:/'p;';,:; é~~:·r~;o:IAl~:io ~; 1 :;;:, ::::i,:~,:'.,.p;~~.l~~iad::. ~~~' • 1 • t B • 1 Nu.ne., Rodxi~1cs. p.swaldo Vrn.n.'Xl.J mucl Mac-DoweU, 9C'n<lo ~c"'retnrindj.> ffil 1ares no ras1 Sousa Fillto, Dins JulJfior, Silva, :Mngn~, pelo.s ""'· Ari.9tidt'<! llCJ.S º l'íunt\S Ro- l A1>tonino :lfcllo, A.Jd,,baro Kln~tau, M\·' driguoo. :~d;n~nº;!~;:~.1>;1;~~;~~0 .B;~:ii~~ 0 ~nt:I ~:u:~e~ =~~r~<Ji ljd~ 0 e~-q>ro· Tenente-coronel LYSIAS R'ODRIGUES tonio Fnciola, l-S;,"nl c,,utinho, Oeta-1 .\ seguir, foi lido o «1'."';1•nle que 1 - Inflt1~hch dos factores geogra1phícos na evolução das vias e meios de com: vio Oliva. Clot.nrio do .\lo'OCnT, 'I'hornnz COU6ton do ..,guinl<>: OffH•10 do D•· l C.arvnlló, An~:il>al Duurt.e-, l'ri~co dos pAirt.a.nwnto de .. ·l t· io:i .M.l\Ui~ip•. 11... 1>,, 11r0<«t:,,açúo lnlcn"ª "°" cstadl,. municação brasileiros :::.anto,, Frmu•o \füotyr,•s, ,Jl<lio Botelho, i°"""1Jlua na. ... ~•li'-' rM t111 rei -~IJC:lno~. so 'IHtll fé..sl,"l r"r tod 5 ------- lf!!!!!!5!9 ---- - ~~!!!!~•~ ~~I!::!.- . "d.ade do flll ;;d•;~':~: "t~:~~~:~,~• ,~•;,;':,~:.~e=": 11= Mtodos os l~ros, em to (Copyright da U. J. B. para o O ESTADO DO PARA ;t,. . ____ . .- ~ - •·- ;::id:t:º:\:u:::~:de é ..,- 1~1 ,':~:n::~,;i~~~:.~:::~·~ ..::..u,::r:~: E 1 :~,s ~:o::~:\:~:i:: 'o- p r1· Il c1· p al-deve· r das rr' 1 1 ; n- i e ip ali d a d es ,\~;.l~:~:•:to o:: i::~:ü~~~ (Cobt&nua n.a .._ uairtna) outro paiz do mundo, e· ~- l\No 1011111d11vel <lltlatori ' - ___ ___ v1dentemcnte que o dt• I _____ 1 - Ui oditad em 1 soureiro :laquefla reparti- ver do educar os filhos, de da1•Jhes 1 -- - -- - • m. _ r ~- l lD<IIIJ~ç•~- i1.1 Cl • .tu:b in__. cão que era a fU - uma inetrucção elementar e quando / tJJ'{(J't;IO -.r lllÍO CJeTC'(l • '> . !'uy Bal sa, uo ~apl bllco> , . ' - ncç10 exer- possível, secundaria. e superior, é~ . . . devoro d~ D.cipt.ras c.:m o oi.31no pu • e,1da. i:elo sr. A01ho do Car- dever que não póde ser coMidcrado bem para os governoa,quaesquer que são act,vas, a lnvoura. i, prc-1 era oa ,cr:. cm d.ant~ ose~ pnme1ro ~ua ,uc,111 ;0.ra ,. l lecund1dad11 ~ • mo. Quem pensou outra COU- como inferior a. nenhum outro. An· •, ••iam, devo e.le ser considerado osu· dea.ntai!a.. 1 in.,t? uír a popú~~::1::•~a.! ::~u;. seguinte: tes, todos os paes, como noção de premo o ma.xi.mo , quer na ordem ruo Assim tambom cow todos os mum mente d~vem de I al • cAo no~o iir a cl1 ve ~a avançou muito. Nada rcsponJabilld•do o com vordll,deiro ral, como cívica., cconomiea. e íman· ciPios do Brasú O do estrangeiro. Nos iustru,~ 1 • do quo com/uld lUGr º: da dosgiaças qua noa aff)Jc m~:~nte desta respo5ta a· ~~:i~•q::~ 5 ai:c~: !::~:;:::~v::i~ ::::,c,::~c~:1ot:\::i:h 0 :::t:co:ã: ::::':~(~:m~:i~~~': ::~~•e º~1.~ i~~_::;;~ 1 f:~::~~•:::~:~:::;; :~:~:d':::~~;::: ·a.ui &\6oil l1ás, a unica compãtivel dom ~;; 1:,C:~:c1:m~::: ~al:c1:~~!: !: !;;:: :~c:::::· ;;rt!:~:e•: 9 ;:; :::::•;,: ;:u:•::P~~~~;s~~~~:i!:; ::•~:pacid ,do illimitada, principal• comtit11C1onal u hVre da~ ela d . · l c.l l · t O i ierando.se todos os re· ld 1 inimilO o ~ lll· ..l 1gnu a e eOgoverno, te- garantir lhe o futuro o de fazorJhc 110 8 que não provêm ó, educação d,• é toda, anolphabeta atrazada e lncul mcn ° c ns' 1 . • . . I o ronn aw , mos por inevitavel a exone- ª Prospondaclo- Porque a cxporion seus pcv,s ignoram e dcsprcznm O sou ta, nos ruunlcip1os •em que todos são c'.irso9 que ª r,clencta poe b. dispos,- I tcstlno, quo se asy.l& nas elltrmu eia mostra quo m,is vale a. boa odu· pnruelro dovor. illetra.d.os o atrnrados, não ha nquc• çno do todo m1U'1dO E, 16 lendo °" do pais. Para o vencer, Nilfli bia- iação do sr. Antonino Mel- ca<;ão que dó nm officio rendoso ou 2 .,,, a misorla O gorai, todos sáo mais i~maos modorllJ:la Jil so ~dquirlllll no· tauran:nos o crande s l'Vl90 d& •dtf.. 10 da Commissão de Repara- garanta uma. comprchensií-0 melhor Pucottnm•ae todo 3 os µaizoa do ou monos doentes nii.o ha inicia.tivas çoes geraes do ·ruc\o quanto 68 passa :a u&c1ona.l contn a (gnotlli,i\la , ções. A não !IOr q\le tudo te. do mundo,quo qual~uer fortuna. facil I munclo Ontlc os rndividuos •ilo illo- 110 campo oconomÍco, domina Ofnn1• no mundo ode tlJdo quaoto enuenllm 1 ,,mço a cuj írÕl.11.e incUlnbe ao pa1• mcnto sujoita. a perde1•3c ou dilapi trad09 e ignomntos nilO ha. ncnhumn tion10, a suporetição, oa popu11ção n. todas as sclcncim1. ' lamM ml61io ,le coll • lm• r•ha sido 30ml1lltc força, de da ••e ri<111 eza nem J>tosPoridadcs. º nd8 0• prosentt\ gern.1.ruonto osse cnractorls O uuico moio , ,guro do womovc't ~ondo 111 i111l1<:ntemento i, t.lbieu cxpresa:io St•la po:J,JÍ'Jel, :li I: o•e;m, cerro na ordem famihnr 1ndivid1.,.R 9,,0 todo•. nem oxcc1>çi,o, tico de relaxação, impre,•;doncla n riqueza. o pros11crld1de do indivi• ,. s nossos go mos o cwnpriment.o r hor ? ó es. odcvor, o l 1 oducaçiio 1ll lll'olo, eultoa • prc.1mrn1ioH. a ri11no-1 •o º"· Eis porque totlas as Oam~ras Muni dno cerno da co.Uoct.ívida,le, ou antes do sou e,1111e1!!0 deve! 1!0-!' ~- ~• o 111:<i~ t1e1ad11 ,Ir todus, aaoim ti1w, J>alha 1iur toda, 1wti,, a9 imlust1ias ripuca ,to 'Bru Udevem conRillqrar do, o un1cu e clusivo-. w~io de p1omo· tr!a ,, t ,
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