O Estado do Pará 18 de Novembro de 1935
O ESTADO DO PA.RK 1 ·PI KUM. 8.22 4 ALUMNOB DAS EBCOLAII =o GEAVES CONBEQV TiIO. 17 - Em vtrtude dn iocl4en te d& b&do, cntTo o jornal u A N'ota" e alWDDO& d o Escola. MW.tar. sem maior i,mporta.nda. o empastelaram ºA Nota." como f1:-t not,Jct.r. von.çlo dt> dlrector da. Escola. Nanl. Oa reda ram QUO ao tratava. do um ui.ai entena.tdo, i. UL'cionallata. nunca pod,;rta t4,a: tldo a. iôt.&., lJlrector-AFFONSO JUSTO Ci-iERMONT - - Red!cção, administra~ao eofficin11-11'rav.eampo1 ~allH, 130 ' Redacto~sem-e~t;io--S~TAN~A]'1ARQUES ~O;!AIXA~~~P~O~S'.::T~A~L_:,~2'..,'.'.8'.:.::_;::.::,:B:::R::,:AS:.:.::..IL..JJ-J!:...P~Alt-=~A-:,-_...;_B~E=LE=M=---:S-:-e~gu-n-d:-a.--f:-e-:-ir-a,-:1:8-:d-e:N:-o-v_e_m~b-ro-:d-e-:1~93~5~- cadetu. - (A.B .) • -• , End. Teleg., RSTAPARA' . . ... . .. ... - situação politica -------------------------------------------------- melhorar a • · nac10 r. • os srs. Get-ulio Va.rga.s .e Flores da.,\tCu.rih.a. explica.m.....,se e en.te :ndem.~Se -M---=-=º ·R=--:-A~Ir, ~;::.:ie:;~i~{i:rt~~~ ~~~nE: j::: :::::~::;·A Inglaterra pensa em mod'1f-1'oa_r _a_s_u_a-at-t,·-tu_____,.,_ ME N TE, pela Agencia Brasileira, de ma- mar que o 1Papel do sr Joao f porque po· :J;,;;.~p~~~i~a nd ~ap~~-·~:u~~: m}~:Fi;re;;1::E:!;~~-· em' relac·a-o'a' lta11·a na guerra desta com a Eth1'op' 'lítica.mente isso não é com- co, pois tratava-se de rnstruc- p~rigar ~ bom nome e o prest1 nollco' o ªr. José Malcher es· ções bas:adas para seu governo. gio do Rio Grande do Sul ~md·º t!, ~ , - " Entretanto, p?r motivo de er- notan~os na Gamara, no seio a tá na melhor situação [!)OSSi- l"O foi pública.da , causando real propria blatncada, onde lamenta- o t . . pb..o d panico no~ meios políticos. vat\!:-:~;e~!1c?a::e~to~ssim, riu.m. :, ::o...as "l:l. .rn.as ~ os co:rieer-v- ,Velparafazercumprirasua let~~%C:d~o~p~~~~~ ~ sob bons aiu:gurios. (A.B.) dores é a 08.Ll..Sa desta ::r:::o.. u_da:o.ç~ 1fromessa de que o pleito tulio Vargas ao gene1·al Fhii.<es MONSENHOR ROMA, 17 - Tem causado M lh da Cunha, informando que ANTONIO' CUNHA sensação as ultima,~ noticias da e o'ramentos em Cot1·1·uba· municipal será livre, sem nunca tendonou intervir neste Inglaterra em . querei· modifi- . . cu dutro ca;;o que importasse Tir.> Coni'ando pouco mkLÍs de trin- ----------.. füstinguir amigos de adver· defpre~tigio da autoridade do ta amws de edade, foi nesta IW,- ~r ª _sua aLtitude perante a !ta- Uma visita á:grande ilha correccíonal - Soleaaa general Flores por quem sem- ta arrebata- ha, d,nforme se ~~uz d~s d!- lilentejinaugurado o a wilh4o do almoxsril■da ~':nf:a~~e;~a velha amizadi? e . do ao serviço clarações do munstro mglez ---- - ----B p • ') •se formos á origem das O ·telegramma é longo e em ,:: 0 1/s::h~; Stanley Baldwin. (E) Ainda. a q~ de Memel r,arios. cÓusas, não ó difficil veri– fi~ar que sua excellencia, a– p~zar de ser um dos cida- :r:::~el~o:e:f:; :r:~:i: ;: Anvonio Cu- WNDRE~. 17-Com a-vi~~I pu~~:O~l~O-;~~::!:~'i: ::,!;· ral e amistosa, guardando dig- nlta, que tan- ria dos conservadores, que obti- nador do tenitorio de l!l:emel, par11 foi• namente os altos poslos que am- to dignifi.cou · \ · 1 enit 1 út bos occu,pam. , a, sua missão vel1,am f,:•rmidavel maioria co- :O:.; :~:%.::~º•u:ª;:;ti;o ~":ªau:~ dãos prestantes de nossa da Cunha não foi menos digna 1 . seu talento, sej'.am sensivelmente modifica- trar em quaoequ,, negociações com o -Tresposu 1 db general Flores na terra pelo mo seja 352 votos,, conta-se que I mão. 0• chefes do mesmo recumun cu• Jrra, está no governo por ~~ 1 ~ :;:~ qeu: 1 :~:~;~r::i1~:: dade e pela correc::~ae=~~:;. da5 ~s atti1JU,~es do nosso !Paiz ::· g:v 0 :!::::":i 0 º t!::t:, i:~~m::::: 1 fumado, agindo sob •a imp:res- de sua vida. . contra a Ita,ha. (E) o. nttitude as=ida.. GA .B-.) u~ paradoxo. Não era can- ~ --- -- - . - ~ . . ·(lida\odeni•suem,,pod,- o -governadbr do:Rio Grande do Norte reaf.. ::::::::;::.:·.:·:::: firma em!entrevista)o O ,EST ADOJas 1 direetrize da~,sua administracão • 11 .llr.~r,~[ti1Yri 1 ihd•Pt'n,'lPtif.iPtYPtYPtYPtYmYm~m~1,Ym~m 1 ,~jr,yr,g~~f,Ymumwm~. ri~ todos o quízenm em _ti>njuncto. A1pontado pelo sr. Barata em prtmeíra mão, com es1>eet.o.tlva sym[""-blc& Pelos a".!<nr- tn.çli.o. e.~te1ml.lnQu á mesma. peeado& e - su-i>':Sde mutto <t"" ~,, dlsctlr604 nos =~::='::;.ti ~ ~d:!°d":':.:: não sym~athiz1 com o eil·o recusa.do "in limine''. A futlll"ooa ilha. de Cutijuba, onde eatlí. iDstalla.da a Colonia Correccional de ~•- r 11ores Abandona9,os e Delinquentes, te.e m hontem, um de seus dias f.estivoe com n h ina.uguTn~ão de mais um panlhão parn <> almoxarifado local. emprehendimento que v,em couc_or.NT yrn.Ta maior effiri - eia doa seus trabalhoo. Por ~Re moti"º• a pitt.ortlll<'f\ 1 d'e __,.,r,en a. ~wta de uma · nútivn desta .eapital. que ellJJ)re.,t aoto um aapooto 90}enne. tendo os . por]>arte d~71ma d.as cor– ren,tes asyladas no Quartel ftleu mome conclllar 1 ta. tOd.a.s as cotTentes que e. tucto. potttica, que ha poucos J.ie. .all---------– c o nosso partido serla. mesmo recebido findou, entra....u·...,-.. 46 !!dn.lnúl-1º paidre Arruda Camara ;~::.:g~~tl.= lll:...~= d~~~: 00 ::.:.bll:. queixas de vlolenc!M e Integralismo - . componentes o grato ense~o dn conhecei ,clr, o nr:1.jor .Mal;'& . , de perto as finalidades altmistic.,• da· Henriqu• Eist&vea e f qu~!t::'~~cina de cara~tt>r.~ én~- ~~~:e~~~~,t~:~- nha acçã-o. entre as qtta.es semr>re aJ.mhel c~pressóes :por ])arte dos pa.rtldos de. -- no 1>rbuelro plallo a. pa.alflca<;ão do Es- oppoclçáo, tenho a sat!sfaçã.o de ln!or- 1 / tndo . mar que nunca .se ap001tou á ac.tunl po,. · General. Q~ando oseu nome ,v~iu do presidente da Repu- l>lica, circulando pelos ca- lnaes :da opposição, foi impu· anado pelo sr. Barata. , · Candidato dos líberaes a senador e da cpposiç•í.o ao governo, os seus ami,]os de Tci:lios os meus actos até hoje con.flr. llcJa co:n10 ca.usa.dot'a das rmesmas. Pe– jn'OJn a exeoução d.es38. d:lreotTlz que po. quenos incidentes t~m rn.avtdo em alguns :\::1::º!~~loo ~:::~ de paz ~1o~1=s 1::~:=1:.:~~~ l •!=~ :.~":de =r;;~:': ~= ~:--to 1 ~~.:f:::".,;.~::~":~i:;":.i::. :i:,!ubi: 0 e ~=ti~: ~:',~:;:: 0 ~: r!7n:t!';:a'~ ~ dr. Rap~ael ~e1:- enco.mlnha,ndo com toda urgencla. d.e es. rnand,as sobre 'ª successao :IJTeSl– !orços os serviços de agw,. e exgotos na dencial decla,rou s. s. que por :%~~~.!°n'!:~un ~::.e mer- se ach~r ainda muito disi~:!~ Quando aao1m1l O governo ex:15tte.m o desfecho desse caso po l p0uco maJs de 400 conto6 ,fn cotre e ou. tão imJpPrtante e mesmo yorque t,,... lm.port&nctas encontradas em Ba.n. 0 Rio Grande do Norte nao pesa Governador l \apha.el Fernandes ooe ~- appltcaÇáo excluslvt. e <>ope. na balança politica nacional <le NATAL, 17 - Procurado aie- ::~• tomoo em corre mrus de i.soo :;a:e~i:e ~!~!ff:, ~e~~:,a::~ l934~,1o os setts adversarios lq correspondente espacial do O Em todc9 00 oemores 00 :~nM a.,hnl- to'u ainda do assumpto. (E) de agora, os seus adversa- fa~~~~ ~~it~!!t~JfJ:/ª~ n1str~.w " agrtou1tura. " instrucc;.ão, • ~~~~~~~~~~ rios de um anuo atrás são os ~:do~ªJ:~~1;J~~;~:;~1~I:t~ ~~~~~1.::~~1 ::U::~:: Quera~::~da, seguiúte: :::t::'!: :1:_:z 1n.'!.":s:""i:!~~ suspira pela vida aieus amigos de hoje, uns e ··o facto do ter ,,crrnanccldo no Rio vlsoudo cmvrehondlmcn.to , 1 rovcltoso., ,ap(Je n. revolução •~ 1930 um c..Jvolvt. E' sabido que todo o Nordeste atra. outros amigos por accidente mento ru,s lucta• l)Olltlcas do Estado, ves.sa exceUentc situação economtca. e foi o motlvo prhlclpal do wlnha escolho. t:1"..oomb tlnancelra t:;ra dois run.nos para cá. e.adversarias · por contin- ::'"~!'';:' 0 ~~r /:, ! 1 :u~:,~g~,.d~!º~ ~ro:; ::':S~ a::;,.,;: 0 ::i":!i gencia... Jllara · se oollocar acima aos partidos no pleito 0 mu– nicipai basta o sr. Joaó Mal- i ! RIO 17 - O pudJe .lrru1a C1U1Ja· 1 ri\ des:ncnle que. te1óa. quulqu~r sylll(pathiu pelos u1le:~1ultslus. Diz ~:ec1:;,:t~=t~!:~:l:i::~:: 11 ;0~:•\~,:t: : t>ela liberal democ1-aci~. j1>b~ -..eneo galhardamente os sru.s .'Xl· he; sr. Euzebio C:uJ'"' t'1vi"i,;'~:,~o: ~o;::•o~!~~::d~ !~°'."'J~ Cl~m;.,r::'1! 6 ena de...-ti.nos. B:trl>o!IIR. socio9 fl& f" E nunM será. demais n-fi.firma· ª'º qut' -ho!!'I.- f' <"--omp.• e o ftl se vae tomnndo um!\ realidade <ol><'rba, EST.!.DO. no;so con,p o que bo'ntem rqprescntav:i. npena~ um i-y. t1onho do M. dti- .semb:ir.gador Nogueira '1E- A bor,lo íoi M "rrl.da Faria ~ que ú. muitoa pnirecKl illusâo tão. e ih 8,10. maia ou_ p11anwtim de um simplc,, soul10. ... rn•l•·• atTnea.-a em Cnti • • • tal' tx~l!IOBlil aguarda iA. 'e 0,30 do. ;manbl\ preci5e.mente, Tian:•,e á J?OUI~ pr J •
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