O Estado do Pará 13 de Novembro de 1935
() ~8TA.bo 1>ô PAltA' -·Quarta-feira, 18 de NovemlYrn de 19315 JLJEAS E. FACTOS co- ~TEZ I AIIEl'I D E LICADES/'-~ C0nselho'Sás mães O DEOALOGO DA MULEHR DR. OLIVEIRA CALDEIRA IT~IANA (Dos hospitae3 europeus) Umjomal!aoclsta. publicou um de· =======~coe:======== ''.::.~================•------- A DILLUIÇÃO DO LEITE DE ::::t:!:,!?..°:.~i:':; 0 :u~= :!: A corlezia é ul'l'Ul arte que tem violemos, nem p1·ovocaçõ~~.mal- a uma senhora 'OU a uma .1nss:a Mas 1 para S') obter Jogo da prenêlam ao •pretexto da curta InnumerJ~foC!a consultas !IC&Jll,. dever ao seu comp&nheiro b,· por base a d•?licade:ia. Or.i _em dosas, nem de:~~s qu,1.hficat 1- idosa, jn approxima, solicito, criança esl'-e inicio da ddicadeza I i,ermanen~ia em casa ;para tole- que n·cs têm sido feitas sobre a blloo. Não ar.bnnoa:, se :en;•lhtt•, que idade se a.prende a dehca- s\aors 1 _ 0 qu 1 ~ 0 su 5 :~e~~- 1,~~1 1 ~;n~uº ~i"se:~ :::oª, ~:d:!~:• ~!u· ~qbuaendodosn,a Priasi?a- e polidez é i11dis'.)<!nsavel repri- rarcm á cdança as suas desa- maneira de ministrar O leite de ccd.110 foi ofücializa..o pc o ..se amo deza e "uai é o :;eu pi·imeiro pro- ,, mir nclla, desde cs primeiros l tençõcs. vacca ao lactente. Vamos hoje mu seu espirita incontesta~cbnente I fessor ?'.-E• a mãe, evidente- amor-proprio; nunca se devem cori·er pressuroso a sati~fazer annos liOdos os am11?' todos O • 1 s, ., i113trucção tem uma uti reponder ás nossas gentis consu– ••t& d&n~ro das no,mas d:. idcologfa I m~nte. E :;ic!Jre os joelhos ma- coJW~nli1· á criança e>1t~s des- u~s:,<l: 1 ~: iuJ~ál~,.~paª~;:]c·o, tão maus 1 mod~ e l;C.'"-~s ~de enfail~ !idade qu, á primeira vista p; lente.!.. . I musso~ana. , . cd r I ternos que a cr;ança colhe ou, mandos de que ella facilmente quando lhe J}erdcm qualquer coi- ! -roce pr.i:nordi•ll, tambcm ncs Quando, por motivo imperioa 11 ..~~::,"~".;.: 1 ::md•~;!~~ .:,,; · P~(o ~1e 11 os, "~e,•c colhe1•·· as I co~_trae ~ ha~it~,. e ~ue depois, ~di~~~~:'atpé~d~~~: i;;:~g:;, ; csoamqbuaetâºr· i1c1 0 cm, mmseºvdeen!déa,f,,_rete1a·seos , <c'.aeçva~omaos,c 0 omn.p,.lcentcae1c·odme ?.uaentª•edgeum- so, o lactente não ~uder ser alei– elle e certamente muito poucas mu pnme11·as noçocs dessa arte a ni.. 1s tarde, utih~a desast7o- • ~ ., , • " lado pela mãe ou pela ama tê\', lher.; no mU.;/.O ~uomcuer-•e·io aos que podei emos mesm•J chamar I sarnente, em c1rcumstanci.as m.esmo d-? seducção que mais impulso~ do ego ismo infantil, e até cr.1 muitos casos lhe au- se-á de recorrer ao leite de 'ej. seus mandanicntos- Tiveram sorte os ,irtude . ;;raves,_obecl•2~ndo a força do ~~:?:, ~ªt~:n~~;:~~: 1 ~:> ~'l:~ 0 c~~= principalment~ no~ rapazes, qu<> gmc-nta O valor. E' inegavel que pecie difierente. t~~":: :._~si::!º!r::C~~:p':tj:; 0 I rn!o:~~ 1 ::d;:;fli~~da~l:mq~! i1a~~o 1 !:i~~~·: 0 ~·supei·i•ores, ás d d W h , são em geral os m~is pro~nso:; cert• .s ligai-es de categoria nun- Dentre os leites errwregados a que obedecer, porque, entio seria I não é muit.o pn,pica a inspi1·ar- p~ssoas idosas, e _muito especial: s;a:~ · ~ -ª~ue.~e~~~ri~vzsgr:s::~ ~~~~rl:?~-~.~~~~:tt.~et: 1 i 1~ e~;;. ~~tº~~ i~:n~~ d;;:.~~•;;:d~: ~:e:~m;t;;;:::it!fieil;~~:: 11m Deus 110s acuda- Se_t~da 3 as mu· 1 lhes esse sentimento de rc~peito mente aos pl'Opr10s paes, a deli I ria! mais maleúvc-J e mais prestavcl; educação social; e se, contra es- plano, o de egua e O de juillenla, lhores clllllprissem ~eJ,_g,os•mente O quasi religioso que era outr'ora cadeza da crianç.". de.ve ser não ~;;;;;;;;;;;;;_;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;;; e é iamb-em mais diplomata, o sas conveniencias, em tal situa- por serem os que mais se appro– !:1i:':e!' :~•~e~~apn:raº 0 ~ª:0: a baSI:?, de t.oda a educaçiln. i\fas só _attenciosa c~mo ~ambem res- AULAS OE PltNO J que lhe permitte dissimular. ~ão collocassem erse homem, to- ximatri do de mulher. Seu uso~. ~• t· . - ide I ques• 1 como não é facil n'io será mes- pe1tosa; mas, infelizmente, os E', no entanto, pelos 10 :mnos da a gmte reconh•eceria como porem, re!tricl-0 .nela diffienl– ::-d':,1'1;,~~:w:: ~pea~:m as :mo p•,ss;vel refo 'rm.ar os coslu- paes _dos n•ossos dia~, lo~ge de 1 :.,~~~~~ª~;!~!- que a primeira educação deve elle dc;prestigiava o lugar, ou clade que ha ,em obtel-os. · cclumnas escandalosas dos jornaes. 1 mes criados ,pela evolução dos mcutirem esse r~~peito, só trar -plantes. _ Ensina pela escola mo- r,rodu?.iir maiSI abertamenlc O!' a elas.! e, o'u o .proprio pai.z que O leite de cabra, que algUnS E' 0 seguinte deca.logo que" «St.1J11.. tempos, é 1 preci2o p.,Jcurar O lam ~•~ levar os filhos, desde ,r,e- d"erna JOSEPBINA ooRJ>Emo seus fructos. Há, po1em, natu- repres~ntasse, uma vez que a sua autores recommendam por· aer pra de Turim, ~ublicou ha pouco tem; meio de adaptar esses habitos quenmos, para a camaradagem Av. S. Jeronymo, 471--l'hone. 1_ses rezas que se mostram mais re- "falta de linha", a su1 falta de o animal refractario á tuber– po: . . , ús conveniencias e necessidades desenvo(ta a que acha~ graça A'• 4.a, f•i•n• beldes e :ís quaes só á força de cortezia, não correspondia as culose, não é aconselhavel, dail& I --~i. ~n mando !cuna. de to· 1 moraes e sociacs que se mllniêm que ?S diverte, ~e que at~ sevan- SOBRE AS MlJLHERE~- 1 p_ersev~1,ança se chega ª. i,ncu- exigencsias da sua representa- sua composição, que muito -e !ª!/~;::~·;:;:~r~:::,c:~~ atr~\·ez de lod1s as .:1un.ras evo- ~~r:i~i; s~~:~e~~~~~ louva- ~ ~ 1. hr, a msuflar ess-a vermz tão çãc, social. afasta do leite humano, e a cer– tua casa pertence" teu marido e nao l luçoes. . . . Quemi por qualq.uer nw- necessario para illrnar agradar Na diplomacia, por exemplo, ta anemia que produz no • a teu proximo. . . ?b~rvemos uma crianca na ~ -O's atrev1m:mtos_ agress:vtos tivo, censura as mulheres, vel o ambiente da vida social- por mais brilhante que seja o ctenf.c.. ·• ~ 11 __ Considera teu marido como rntimtdacle maier,_,a actual_ e ve- ou insolentes da cna,nça. v:e~m indistinc.tamente, en[lana- e não men'os o da vid;i. domestica. talcui o do individue, a preciosa O leite de ovelha, o mais lndÍ- um hospede de _honra., como um_ami• jamo~ por que meio rc lhe _111~ute ~ses paes proi:nessas ~e rn1c1a- se e demonstra falta de E há que insistir cuidadosam-en- auxi1i 1 a~ ,indispensav'cl_ P!-ra ~ gesto de todos, não é, tapibeni, j 1 '? precioso e nao como lllll~ am1g1 a que noutros 1_emr,os parecia. 1na- tl\t'a e de energia p1·ove1tosa,.em senso. Eni verdade, numa te nessa eduoação p<rematura dos bom exito das ~uas m1ssoes--e recomn:11mdavel. E', ipois,1!!º4ei- J• quem contas todos o_s _teus pequ~nos la em !od·~s os filhos d? bo~s fa- vez do germe de uma vulgar1da- classe tão numerosa ca- ra.pazinhos, como p~•e'vençjío ·pa- a sqa • educação,-mas 11unca te de vaec:a que se deve~ 1 aborrecimentos quotidianos. aba11do· miliM e até na maior parte dcs de que de futuro desabrochará b t ' ra os annos do collegio que mui- ,uma educaçã-0 su;,erficial que para aleitar, 4lrtificlflmenrAlf.:.O 'I 11a. P.11to. amiu, se e puderes !a.zel·o, humildes, como qualidade natu- apenas na mais nociva e revol- eni ypos per_versos m~ tas vezes lhes são nefastos sob o aoenas datasse do dia em que lactent!. 1,~ l em. ~r~~ Q:•~:~\;: 0 :~~\: :::;;: ral on a_tavica. . tante má-cri_ação. . , ::i:.; 0 ;:P::t::tz:,;:::~:'.i:;_~ ponto tle vista da educação a que fôra promulg.'.l,('lo· o decreto da Em sua. composjçã,;if pa, m;. riaCIIW, :í. sna volh ao la,·, Entretan· . A d_ehcaclcza pai:a c?m o rnfe- Be_m :11ra1zada se devia telj a EU RI PEDES. , nos referimos. Embora muiros sua nomeação para o honroso tudo, ,ertos 'l!lementoa (albllDli.– to, se elle n•o O observar un!ie1iata• nor e !a_lv~z n p•1mo1ra qu~ se C0)1V1cçi110 de que_ tudo _quan~ a I _ 1 p~o:esi5ores sebesforcem por mi- cariro. . . nas e saes) que se acham ftlll me1>te desMuna..o . deve ex1gn· deSSl!S 'p«rnemnos crian~ ~a~ ou diz 1:ª ida.de e~ E com.o mis ped1YJ.s pre- ms ra -a, tam em-a aglomer.a- 1 E', rpois, ás mãos; e quasi ex- 1iro11orção elevada em relação IV - Não lhe pecas n•~11, de !'Ul)er• entes que logo bem cedo mos- que a 1-nic1am na VI?ª formara ção das criancas neutraliza os clusivamente a P.lla&, que c9m- ao leite de mulher. ~:º ::::a::~ª:e~! :1:~:~:~:.:; 1:~o!~:';:./ ~~~:::i~~ ~:~~en~ ::Of!:/:s~u~e;i:~sv~ 1 :: T~~ ~t;t~ã: ~it~;:i ;o;~~ ~ ~1~~sad:i:ta~:o;º:~~:~J:i~!~ I ~:!en~~~~:::?~!fi::Je~!,i~:!= leitª~~=~1v::'.s:= pouco de espaco livre e tranquillida• cel-osfJe QUI} é ~la deli,,adeza das as insolencias da criança pe- m:ulheres não ha tneip ter- cuidades inconvenientes da cri- sa cort.ezia infüUil!'ente. que s.e foram !lllgerid'OS pelos ·,ut,ore&. d• ~,.ra. ,., criancaR. . que marca a sua superi.oridq9.e> quena, todas ,essas insolencias .mo; não é 711 0-is que boa.- anç.a já em princípios de civili- adapta a todas as situações e re- Não nos deteremos '8qUi aa V -- Que teus filhos eRte,am sem· que não é mostrando-se desde- que parecem pueris ou mesmo FREI iLTJIS' DE LOEN • zacão com a que plI'ovêm de lares brilha em todas as classes, to- analyse de t:aes t.ellt.ti" 88('4H :;~;:es;~;_eu::;:; :,;:_h~:,.~:m: nhosos i:ara_ com o,: sub,J!Lemos diverlidas, ,se ·hão de renovar As m.itlheres são fracas onde a civfüd'ade nunca entrou... mando as tonalidades adequa- longe vos levaria,~ n~~ í• º"• 1 ~. '""' •-,.,.;~ "º te ver que podem 1mp0r-se-lhes, m.as quando chegtar a homem ... e porque só estão o,mpar~ !' alem dist'O, a impossibilidade das a cada condicção. utilidade j>ratica. prOfPOr, ~~ 11 1 ~;~e~!b:t~!u~~:i:;ste pa· ~~ ~~i:~c~: 1 ~:s i~d:~~,c~u:li~~ r::e~'.:~~:ª/!:~tl~ ara.el- das pelo coração. - BY. 1 t;, ::~::f;~c~~t!~~::::~= eq!p':/!-~:ád~/r::iii, ~=:i~ ásn7r!~s,_ apenas,· q~e·o.. ~te ra O bom e mau tempo. Se o mundo , des superiores. Estas reflexões adaptam-se A amizade de duas 1WU,- cas :oessoaes. 110 entanto, ser a mesma, _pois de vacca ll&o pode, nos-priliát- 0 abandonar, deverás co!lllervar en·1 E o auc r,e faz na_ma!oria dos uni~men~ ã delic_aileza, ,ori- lheres é ·uma conspiração . Se a base de delicadeza re~- que os seus deve;es differem ros mez~, ser _chdo_pur°: ;l tre aa tuas a mão dell~. ' . lares? Faz-se, ei1;1 ge• ru, ,º co~- me1ro ca.1?1tulo do hvro de ouro co?itra uma terceira. _ -n~da ao_s .:lemen~os de cort~z1a com? tambern. diff~re a, sua ~tente. E preciso diluD-o. •i! VIJ -- Se teu mando ain~a te~ • tra-rio dfrto, 1;nsmando as cn- da cortez1a_. . KARR. : nao e_:;ta_.ia enraiza_da n!!- cnan- maneu'.a de ser.e de vtv.!r.. isso, acen_se~os, em vez W' mie, lembrl!.te que nunc3. seras suf I apcas a tiranizar os servos. a Em riue idade s'E! mamfesta o • ça, nao e no collegi!o. nao, que E é, sem du'l'!da alguma, desta Agua fervida simples, oa ~ ficientcmente hô:i. e bastntc devota· 1 tratal-::s agressiva e grosseira- esJ}iri'Ô d') cort.ezfa,?-pergun- As mulhere- . J. ella colherã essas formulas. primitiva e solida base de eàu- de cerelles . (decoto de ~ da pau aquella que O ~~~lentou nos I mente, ou pelo men·:-s, perm'ttin- tarã all!'llem. 1 pre, são maiss1,;:;:_~es:;:; 1 De cada vez _que um r~~azi- cação familiar que ainda poderã qua~do ª, c~iqça tem ~~ braços. _. xiste . rlo au•e elles assim nratim11•m le-, Isto, depende do temperamcn- que más _ RABUTIN • nho vem ao seio da fam1h.a- renascer a cortez:a decadente; a diarrhea, decoto _de ~!. q~ Já!:~f;;ª:_.,;: nin:~~: ,·ados nela n:1tnral. tendencia to da cri:inça " do m"'io em que · _ · ~:16 simples saidas. _?U nas f: -assim cada fam;!ia se c~mpe- quando é propensa ª pr dores util del'~rás cousiderar-te si 'e<s"Jótica da, infane1a . ella ~.e desenvolve. Na1; espheras O coração da m.iuher é I !ª~--o pae e a ma~ deverao netrasse da necessidade 1mpe- ventre) •. . . • ~~r isso feliz. ,,, , ,.j,,, Denois do inferior, é o peque- elev™1as, qu.aes es.tufas que an- um abysmo de amor. Sabe v1g1lal-o. obS1P.1:val-o 11,t.tentamen- riosa de uma reacçã'O decisiva No prim~iro mez, ª di_!mt IX_, se a desgraça sobrevier, não "º camaradia, o companheiro ?e ~:cipam o d>zsabrochamento, e elevar-se ao que está mais te na~ su-11~ att1t.i1des. .no seu n::ir- per_a,nte a i1:v~são _cada vez d~ve ser feita na pro~rçaouma te desencorages e não te desesPeres; bri,nnt•edos, com quem as d1s- Ja i\)elos 6 ou 7 ~'lnO~ oue se po- 1 alto c;.ue elle para admirar te. nao dPixando passar em .1ul-1 mal'Or da mais maudita gross,- 112 (uma parte de Ie1te ed a calma voltará; tem coníia.nça. em cussões 15e devem manter d~ntro dem ver num l"an-azinho marni- e ve;erar e sabe inclinar- 1<ndo ~s s'.tas icmor>111ri~ on vo- ri•a nos habitos sociaes; costu- P8rfA: de decoto-; do segUn ·º ~o teu marido e elle terá coragem por dras regras da civilidade: -nem festacões d''! gentileza munda.na. .se ao que está m . t ~~n·~nas inco:reccões ,na arte de me!; de barbaros,--alguns--in- terceiro m~, na de 2 1:e ~uas dois. . palavras g11:sseiras, nem g,estos Já sabe offerecer umta. almofülda f delle ,,,_~ra ~ma :sq::r O ' viver em S'OC1edade; e não se dignos de sociedade chilisadas! partes de leite e umainto ~ x __ Se teu mando a!astaP:<e de - ··- •---·- - •- ~- . -~ . , ,-- r re: to); do quarlo ao qui ~ ti, espera·o; mesmo~se_ te abandonar, . · e a~nda ?ara o que . está ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ na de 314 (tres partes de leit.e e &.'"Jjera·o. Porque nM> cs somente sua I mais baixo para apoi11tr e ·----.-----, uma de decoto). do quinto lP'Z mulher, és tambem a hon':" de seu I sustentar. A m.ulher tem em diante o leite deve ser dado i;:J todas as dores, mn consolo 1 ::::ço~r~ dia elle voltara p'lra. te i rsq·@~~-'"1.,-- ,. . :-,~:::;;,:;~;,.;::,,,~ ,~ .. ) para todas as angustias, ~ · ' ~i-i, , - um:a. desculpa para to<las as 1 .. ,,.,• .,,IVJ,.,.___......... ,, 1 ~ ., IUJlll---!ó--~-1 ~~~ª:tI::f°'o:::fo;:r:mt°;_ 1 \ "' • - • l ~ ,, (.N _ °' 1 ,% _ -=,1,~· lento parn. todas as espe- =•· -~=• •.,· '"'="' º · 1 , ~- _ ---~ rancas.-SAINT XOIX. · •. ,· '!..'.:~ í OONSULTORIO DE BFlLLEZA . • • e• e • • • • • • • Q • • • ü 11oüiihoa'de b&taw COlll iorwu~ • ff O J E em dia os interiores mo~ · 181 MESAS - Esfregando-se uma me· .toma• •Y '. GENA--s; :;e pora º füo fü~a Já' dernos siío mais umu qucsliio de1· A :E3:Ierro~I.A. JJ..A. :SC>IN" A. Isa ele pinho com limão deinndose Põemse,numapaoelle,puadern- os ª ~s e as a,pphcnçoes ae côr do que de fórma, uma eombm:i. . - - , seccar e depais esfrepnd'o-se com tcl' 40 gpunmaa de D1N1teiga; j11Dtam· parafma P-4tra emruagreccr; d1 ~iío de dois ou trcs tons em contras- Diz uma cli,ron'rca que na.o f!) ca!çadtires Vll'SCOS -que formaram i chata, levada pelos caçadores a- e· reara bran com.o eve ·1 ' tr0 cothe..es de tannlla de mír zem que está dando cmtuno rt• te. ·, , ,~ : lliJII. conhecida a origem da boina. E na guarda de honra de Napoleão I pinos, pelos estudantes, crean- ar 131 ' l ca, n . r ::~o ralado, um ovo in~. 250 r sultauo. _ 1 _ , --*- . _ · jadea:nte a crença de que fazia I, tinham boina azues. Boinas ças... para a Academia H!es- GUAR.DA· CX:UVA - Um cu,rda. ;rammas de batatas coüdas e-• , ~HIQUINH..\. ~. Nao conheço o remt- 'it A O mtere.,~antes as combinaç~ !parte dos_ ornamentos sacerd'o- levam 0s regimehtos escosse- panhola da Lingwa,a boina tem chuva. du": mmto tempo_ qua nd ~ s~ 1 gadas com sal, um pouco d.e salsa'. !i' J,o ª que sc_refere. 1 '_de:. azul cob:ilto e amarello h· , taes de Cypriano, bis'P() de Car- zes, como as tropas vascas. Boi- maior raio de acç;"io: "gorro sem pas 931 um Plll<:_el com vaselina nas 11111 coda e cebola raladr.. . . i\lARLENE -- Nuo hu de que. Tem mao; cin~a.prateado e amal'cllo; ama· 1 tha,g,o em 258. E que no seculo nas nos cacadores alpinos fran- viseira redondo e chato geral- tas da. annaçao antes de uuJ·o. Quando esta massa eshv~ bem m\9' ::,dado Lem com o tratamc~ ~~~~l~c:n~~: a:::z1: ~::i~ ~y:~:'. tercei;·o cobria a c~beça caindo cezes e na ·inf~n,terià hespanho- m'ente de umra peça_ de c~res di- VASSOURAS - As vassoura.s de- t~i-a\1-a, for;;~:u:ni:1:.i-.:::.~ MAN'Ol\'l-So tc,n a ellc demasiada• I rcllo nbob:irn; mnrron «Van Dyck> para traz. _De rela;.o em ;elat~, la. Boinas h1sto1icas, verme- v~rs:15, <le uso antigo nas pr?- vem ser uma vez o~ outra lava.da~ ::: :~~ f~endo tempera4& ~ mente goi-du,o~ ... faça duns ve· I com teiro. <lc sicnll e amn,rello abobo- essa chromca conta a h1stona lhas, as que usaram as hostes de vrncJas vasconças e Navarra' . agua quente e sabao, e eDX11tiÍÔ sa,1' 111;11 _. ,es por dia um:1 iul'usüo de sn· I ra. , ' 11 ,111\1~ 1 t.la boina e é interessante d8ter- D. ~ar:Jos, de l3ourbon, boinas . Em verdade não h~ c~asse so- (Pressa. ' ~IJt( li. . . i Õ môlbo ,s feito com os ~ iJUf,'lléiro ,·om uma pitaJa de . . -*~ . mo-nos nesse ou naquelle, com.- carhstas. eia! que lhe tenha resistido, tan- CEBOLAS - Antes de c<1sinha.r as bem lava-dos e tiradas as semenl-., b~rnx e lnvc O ro.-to com essa I OS mlenores m~er?o ~;i,racten• prehendendo como é velho o ,A boina vasca, como o "fez'' to que hoje se aclimatou a to. cebolas ponham·n'as em ague. fria dn· picados em pedaçosnumapanell&- • mlhtum hem queute. A' noite, \ . 1.nm• :e P<'la lnnuno,mde, os am• 1 prestigio da bo'ina. e a cchechia" tem um rabinho das as latitudes. rante uma hora.. .., 1.11.l tiras de toooinho, cebolas em~ !:',: 11 ~~~~~ 10 !::•zen<lo u ·1~,;~ 1_tc, suo ~'.-~.' d~'1:~:ei~qu':'I. I Vejam'Os: "Na época do re- no ~ntro, um breve a~n?i~ De boina es!âo · :::: ellas e el- ______ pEs de salsa, um,i. pit3'.la t ~ – Va,clino. º .ug · 40 . •-- --- ---~-- lnascimenito, a baina apparece, que e sagrado e é o seu clnc . les. Vae bem as :·..uueta delga- A boina - diz um chronista ume, C81lonra ~rt~da em_ ;:. • Boricina:: :: :: : : :: : : 50 ~:. BODAS DE OURO interpretatrl'a pelos grandes pin- Se esse apendice é ex..tirpado, a das como ''S robustas. Leva-se de Madrid - além de barata, f~: !e:~:~e:• :re. Len– YAR.A--E,tn•g11c·sc 110 seu couro cll· O.~ s-inos constitue_m. q_u.a.s_i ceis, no~ retratos _flai™;ng?s, boina_ é_.d~vnlorizada. Esta su- ,no campo, como·na cidad_e. Ser- póde me.ter-se no bolso sem te- 5 ~ a pnnella ào fogo, me;xendo'lie ·4• belludo_trcs ,•czcs por semana sempre a ornamenlaçwo pnnci- britanmcos, germ.a1:1cos, ~taha- pers!1~ao, anda parelha com_, a lve •para os spo~ls de rn~erno mer estragai-a. A boina não dá nz em quando, e deixa·se ferY• -~' · • esta lasao: pal )Jarct os que gostam de fes- nos, hespanhoes; ate desf~IUra- tradiçao musulmana, que ex~ como os de verao. Desafia os sómentE! um nr sportivo, faz ficarem os tomate, e o t~-- b4III'. í ,npt.ol •• •• •; •• •• ,• 11,50 grs. tejur .~uu.~ bódas. da pelas plumas e cordões com que sobre a cabeça ornam'enta- elementos. Usam-na os despor- mais jovens, do que em re:.lida- cozidos e restar pouco m6lho.; tita-e« \ Hfd~al~ ,lc, ( hlorul · · ~•!~ • Para ON q~ie faze1n ire.~ an- que a adornaram princirpes e da appareça uma mech:1- de ca- tistas, os li1lteratos, os politicos, de são as moças. u pnnelln do lume epase&•se numa..=; ~:~l~e ~•; ;;~.'i~~o ·. ·. :: '.: ' 5 : no.~ t/p ca.~ado.~, portant?, pu.ra reis-Felippe, o Formoso, Fran- bello mecha que s~r:7irá ao pro- os amigo!; do coní'ort_o. ,~ não A boina dú personaJii.:i!.ide ao neirn, menos O ª th º.;, v:e ~ A.lcool de 65% .. , . . . . 60 • os que completam, as boda.~ de cisco I, Henrique VIII da ln- pheta no dia de JUlZO para re- desdiz com o "smokmg 1 , que que a leva. E ao morlo de col- no fogo, parn :r 811 ~ ~ma. colher•• Agua do Colonia . . . . . . 30 • om·o, P?derão enfeita?· a ,~esa glaterra. E a boina vasca, lim- conhecer e arrancar do tumulo se é humilde, é elegante, por- local-a descobre-se todo o ini- ~~~e;d.:~~:f.,: ,lcpois dull6 collieies LADY ROSE _ E' preciso que haja ',ies~e d1 0 a com pequeninos sin~s pa, triumpha sobre as frontes os seus crentes. . . que s~ndo sempre egual é sem- gma da pessoa. ~e ~i,i!: t~ml •rn•se com sal_ e~ nmaJ>Pifc,tubannomanoston., 1 fonado. com pàpel de como, de Erasmo, de Luthero, de Cal- Os gon-os marmhe1ros como pre d1fferente... A boinadescobreofanfa;:-rão j•;•sesobreo,abolinho.•,qne3f.dffllll'.. de rouge quc usa nn sun 1"1ntu sendo o cabo forrado coin papel vino... os bonnets, aquelles com o s~u I E a boina dos vascos, em uso o brigador, e até o sal,io. o qu~ 1 estnr arrumados num-a t~v~. "\ ra, do r?•to e mesmo dos u I marron ou pr!to • No c~nt~o da O exercifo. cgualmente, apro- pomP<;>m, são urna deformaçao crescente, conquis,a, como as a boina re\·ela, o ch,q,,b não re- SU PffiOS DB COCO _ Rllla.'9'1 nhn•. E unpos..vcl u~r na- ~'.1esa, . po~~rao substit1ar ~ priou-se da boina, usada pelos d:i, boma vasca. Todas as ma- testas coroadas, o el<'gio do no- vela... côco tir;-sc todo O leite, seeca-.. ~~:~ah~: ;:'g;e,:~:,r:~º,'.~~l: abat-1our por mn g 1 ·andc si- infantes francezes, em 1515. Os rmhas do mundo adoptaram o voe.do velho.mundo. "O tei:n•pora, 0 m<·r.. 'S". :::'sol 0; ao fomo níio deixando~ . rM. • no forrado do 1ne8'1no pape_l, tor- _ . , . uso _dos vnscos que, na Edade Ve-se a boma de toda fórma Faz vmte annos, em pleno I roo~r. Juutn•,& 4 dnrus bem br.ti ~ - Sem conhec-cr de v"_'º 0 tom 11ando, cl;'s,,~ mtJdo, ong1nal 'O nao m~pcdtr~ que oi_1tros enfe-1,- M"~la foram navegantes d~ fa- e estylo - muito inclinada para paiz Yasco, n boina tinh:i limi-1500 ~ammn• d~,nssucnr efuumoléOI de sua rfll,• eu nüo po,,o n.,on• or11amen açuo. . t~,ç ,Çl'Jam feitos 1wrn o 1nesmo ma;'.>egundo Larousse, a borna é um lado, tm1lo, que um lado da tes, não iu nJ~ 111 d~ certos hum- suspiros qu~ 10 n•so.d06 em !oi'IIG aelbnl-a tiio bem como O fnrn_o I A mesa ommnentada assvm , fim. uma especie de touca redonda e rahcç•t fique descoberta. 1,r:'ICs. Mas hoje, todas as 1,or-1 quente. ~, seu Prfl)~lho. ~onRUlte·o_d~ ,11n l 111... !111'- ~l- \m...lJII- Hl!- I _ ,1,_ m_ n11• 111v.1,,1_ 1111- •111• 1·1• m-- 11• .1- •111• 11• 11• 111- ·ll!- 11- •l•- l•ll- •Ul- 111- 11!1_ 1,l.&•111 - +n·- i.11- •i,• 1111- ,..._ n, . ,,11..111• 1•11• al1 • 11 . ,,.,"9,,_ . ..... - ,,.. ~,1- _ .. _ .. _ .. , BE1'I A Al_ )ú .. - Leito de 1 • ode no,te, p010 que mmt•~ ve· 0 S fd d ri -- - - -- -- ------- ·--e,--=----- ~ ze, umn pintura <1110 .,rrvc m:iilo mouros cona ãeram gran efe . -,.e- -,, - o,......~z ··"lt7: 1· \ I -e - o ,..~ s A proocc1q1açã.o do publicidal:lo era eo, 1 kilo <le 11ssuc11r em ponto de p&9' ~:~r~·;;,t ~~ 1 1:;.: 0 :1~;:~,;:: 4) a;:ll:::';::: fss~ ;:~:u-~~: 1V 1 .._ ' ,•: õ ._ ' ~ ~ . : ! ' - des oW:u~\c:;~:~ri;~·~~::!ci!:· 1~o ~,:}:::i,;I~~ r;.~;.sc~M~ 0 ~ P.•J"'•'i lment, n "'º'"""• <l,• as mM>s. . -- · - · - - , . . . _ ------- da de um cio mr.gttifico quo lhe cus· da frin ju11l"·'r o leite, o, OTOS, ~ue v_,·m pr",ior muiln nltcn~ão o --*-- 1 NO rosoiral de San1iorb,msen, ºª\NA ba.•l, •lo Valk, D3. 1>1ben", !011 d1odiff'uaao no pai.z, attingiu o total\ tara 7.000 dri.cbmas e quo toda. A• dcn.m e,lnr .bem batido, o manteiga. i. 0 •~1 Allema.nha., cultlvam•Je 8.000 ,• 1 • descoberta. ha a-peru.s alguns an· ao 28,700.000 corôas o O iroverno te• thena, admirava · 'Í ~ o por ultimo " fnriuha Depoi do tu· OIJ B~;w,;, _ Ont-iro Ji•r O r•sposta ~ balança empregr.da n~ pesag~m riedades ~e rosas _e de não menor nos uma al~e!a 3.bsolutamonte doa_c~• 1ve um snldo_ do SB.600 -000, sendo " ; •: • 1 do hem li1rndo vnc o.o f~mo t~ íormi• 0 )fonon. - Lo do ouro no Ba~ of Englr.n>i, e°'. Jrandeza. aao os vivem,• de crr.vos do nherida, até os seua habitan~es, d1v1, sua _Paiiulaç•o r.penas de 1S.600.000 M 'URILLO, 0 celebro Tintor, na 11 1, 11, llntndns ,•om manteiga. Tl:S 11- · :, ,,~•,,,,, r ~•,yirn-lo •m co~:;'~ !oª::;:of1el e perfeita en I Stu1gart e que riu Berlim existem dfdoa em quatro tribus viviam, ~to habitantes. " ' ceu cm Scvilb&, onde fes seusj -~..::S nue 1 ;:,, 1111 • "º~ ,,,.... ,,.,,., · ceroa. do 2.000 loja~ de flores, CUJO sua doscobem, em com'J)lcto aU,o,a. --~- Plimciros estudos com um parente ,~ · nln•,n 1 ptr ~r.-1 par _, 1 ,,,n;,, infor,nor;;,, scgu_ -*- · comrnercio é cxtro.ordina.rio. men;o do mundo, f(rnora.u d o 11 grant.le I'"\ t.n,'amento Pel~ hydrotbcra-pia pintor mcdiccro O quando ,,u tNb• norqu~ \0110,. in-ardn e - · : r• . , j . 1 ,.,,. ra e a actual Conna do govorno I dat; de priscas eras confonu• so lhes do sou couterr&noo Pedro Ma " .• '" 1 . . . :rue <f.'Z-Y " -~ •" ro-• o enrlnre~n O !ello maio raio do mundo até hn --l'~ 1 da Rusela. . conc_luiu dcl\Oi• do tmdusiclos ,1ru113 nrtist"' 3.PUr3.do no estylo Van•Dy!k: • ' 1.: . 1 111,1, l·C<}lhma OU rnvi1,ln Tl•cehcu? Jt conhecirlo, é o do l c~nt, da . -- 'l'- cscnptos cun~iíonncs e que a. Biblia chegou a em tchonl~t via. r'11. a ô ' H -·. 1(, f'"H, -~ ..., Vei., r ., r•o'• Gu:ana Incleza, -datado ,1~ ,JijG', ~n A mr.nor ca.pital '!º m~tlo º, • ri ~· A Tchocoslovnqma. cm ~033, o , o o Talmud lhe oro~resti,ni enn,.,.,• ...,.' até Madtl~ ,;.., .,,,., ,,. • j~ r"'" !.. ' 1 Oll'll uo~ Y!\SCO~ tão ele• h ' y, • , ' 1 to conntrr um rxrmr " ""º <lade de Tnlogm, m. ilho. d, S•ln imposto cobro.do ,los ou,.mtes do J>Ortancla qun•· no. ••Roin. MT11r•aes d V • • " ; .., . • ,. " como d m • t,, d , ncndo J)Of!f<fvol, da<lo o Ren "r.lor ta• m..c, hahlta·tn. a1>enM1>or trf1.ta 1," 1orlio attlngiu a. 07.200.000 corô1LS O quer como ,, vr.nt• nprcciado cont,; ~~~~i~ ºd~••;". 011811 _r, d u,t •·ali b ocr;·"ª um - JIEU:NA nr;HARUY l manho, tlx&tJhe tuu ,preço, , toa o o.l&una rhfnezoR , ,1ue o diapen,li>fo com o sonlço do n.· Vl\ritu cnforuihladoa, tudar~ 11 o• 6 hçoos O meios O es· ,nen~\.~ 8 cn eças. O'r fór~ M
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