O Estado do Pará 07 de Novembro de 1935
SENTA PAGINA RA STR Pieris Momistae stituido de femeas, chega-se ROAD ss; Entre as pragas que devastam Con ““Typos d dros têm sobre os antigos mode- & ESTADO DO PARA" — Quinta-feira, 7 A VIDA NOS CAMPOS mom mem RAR MURO RR ane so sonia — UA Cc gravuras ao lado permitiem, me- lhor do que qualquer descripção avaliar a disposição e as grandes vantagens das colmeias de qua- As modernas colmeias de qua- los providos de favos fixos, a in- contestavel vantagem de pres- colmeias 405 fazendeiros | de Novembro de 1935 ' " a MAUA Eur ORAR ES superficie é, portanto, de 11 dm 2,34, em comparação com a de Sayens, que é de 11 dm2,47. e criadores | maio cat dh dm ma DE UMA DAS AUTO: de 2$ a 53000; um pern? is hortas é as grandes planta-, ões, à lagarta “Pieris” se des-. aca pelos estrágos produzidos! ela sua destruição. A lagarta | “Pierris”, mais conhecida por agartá da couve”, é de côr cin- enta esverdeada listada de es- uro, e muito ligeira nos seus movimentos .- Provêm suas lar- as dos ovos de umas Jo:bole- as brancas de asas amarella- (das, com mánchas pretas muito variaveis, que em grande nu- mero adejam por sobre os can- teiros-das hortas, em busca das suas vietimas . O combate a essas pragas de- ve começar na primavera, épo- ca em que apparecem as primei- a cone borboleta, no fim de um anno, deixa a elevada somma de 5.000 descendehtes destruindo os nos- sos campos de culturas. OQ meio de destruição dessa praga é um pouco trabalhoso em virtude de não se poder fazer uso de certos insecticidas, por se tratar de plantas alimenti- cias; no entanto, os agricultores cautelosos farão inspecção nas plantas, exterminando pelo es- magamento os ovos que apare- cam na parte inferior das plan- tas. As larvas devem ser destrui- das, queimando-se-as ou deitar- do-as dentro de um recipiente lusão de que uma unica t Tem-se fabricado, tambem, colmeias para populações mul- tiplas. São as chamadas ““col- meias gemeas”, constituidas por uma caixa de 650x435x325 mm. ar-se melhor ao cuidado das a- belhas que as habitam e de pro- porcionar, portanto, maior rén- dimento final aos apicultores. O seu emprego produz uma econo- mia de tempo, trabalho e consu- mo, que se traduz necessaria- dros. E” facil, porem, ao apicul- tor, construir, com as proprias mãos, uma dessas colmeias, to- mando por base o tamanho inte- rior do quadro e a espessura da [Esta divide-se em dois compar- dino ei lados do qu Iro é do UBiÉntoR. Dor abel de A s quadro e as ax: : s, mente num excesso de produc- paredes da colmeia, Rd a a ita a Era dra) ç ção. ais | 1/8444 | espaço vago de 10 a 15 milime-| cida por nor tia RE o Dê As colmeias de quadros são, jtros. Vê-se, então, que a largu-| que permitte quand a s ENT em resumo, colmeias de madeira |ra é, exactamente, de 345 mili- Dame de fórma parallelepipedica, ana- |jmeiros e a altura de 420 milime-| logas, exteriormente, a muitas |tros. Para obter-se o compri-, das mais communs. Mas os fa- 'mento, multiplica-se o numero vos, em: vez de serem ligados ás|de quadros desejado por 38 mi- paredes da colmeia, são cerca-|limetros e accrescenta-se, de la- dos por um reetangulo movel|do, 1 centimetro de espaço livre, chamado “quadro”. Para evitar,|ou seja, para uma colmeia de 20 estabelecer a co miunicação en- tre as duas partes. Os quadros. em numero de 8 de cada lado,. medem 30x40 centimetros. A apparencia ex.erna desta colmeia é identica é da colmeia de Sayens, com duas entradas. vd RIDADES MAXIMAS EM VE- um cão, de 54000 a 205000 TERINARIA NO BRASIL— neiro e um porco de 108 a. O PROF, DR. OCTAVIO “um cavallo um jumento de. DUPONT, CATHEDRA- | 6003000 e uma vacca, de-1 TICO E DIRECTOR DA | 400$000 mil réis, mais ou menos. k ESCOLA DE VETERINARIA | Deixar morrer um animál, é pç NACIONAL | fóra a importancia de sen valor e &ó” E, : mente os insensatos assim proge <«E” com real prazer que deixo con, Às doenças dos animaes estão és signada a optima impressão por tudo tudadas e conhecidas na “no maior vo que me 101 dado observar na visita e para ella a Secção de Xv: ERES que fiz com os alumnos da Escola Na- dos Laboratórios Ranl" Leite, “ dirigi ã cional de Veterinaria aos Laborato- da por technicos competentes, prepa rios Raul Leite. ra productos chimicos biolDE Nas diversas secções notei os mul scientificamente. Gosados, uplos cuidados scientiticos, a tech- enras e prevenilas. Com mca escrupulosa, todo o apuro, em ca minima de $100 a 2500 summa, na confecção dos seus pro. evitar o apparecimento das apestes» ; Acho tr $ no animal on curado. Merece particular attenção a parte O animal doente, mal curado, vas referente aos preparados de uso ve conservando e nar Et doer com agua e creolina. Deve-se dar caça ás borboletas, e não somente Áquellas que voam na primavera, mas tambem ás que | apparecem em qualquer. época, nas chacaras. As crisálidas tamber ser destruidas porque ellas ini- ciam a multiplicação da especie na primavera .- Existe uma va- riedade de vesnas que atacam as Tado inferior das folhas das plan ! lagartas pondo nellas os seus tas, e de preferencia l ovos, e as larvas dessas vespas mostardas, nabos e cutras hor-. criam-se no corpo das lagartas. taliças. Os ovos amavrellos dão e ahi mesmo se transformam em origem, dentro de curto espaço ninfas, visiveis sobre. o dorso de tempo, a pequenas lagartas, | da lagarta, no qual'se desenvol- pouco visíveis, que se conser- | vem, destruindo a lagarta. Ás vam juntas emquanto novas, es ' lagartas que trazem em seu cor- palhando-se depois sobre toda ! ps as ninfas da vesna davem ser a planta, devorando-a de tal for-|moupadas pelos agricultores. ma que as plantas ficam reduzi-, Tem dada bons resultados as re- das ao tronco e neivnras. | gas ou aspersão com uma calda Depois de alguns dias, as la- preparada com: gartas bem desenvolvidas e; Sal de cosinha—tres Jos. grandes deixam as plantas des-| Cal extincta—dois Jilos. tuidas e procuram um lug" | Agua-—110 litros. de sê transformam em cris | Dilne-se a cal em das, das-quas saem 7 “as borbo- tros dagua. juntando-se pouco à letas, que, esvoaça” 10, Tecme- panco o sale mevo-so aperoica- cam q seu trabalho de procria-, mente, áddicionando-se, final- cão. Cáda-fenea pondo em M2- mente, a aqua nºcessonia para dia 100 ovos, e que metade seja, elevar a solução a 109 litros. Baco do ul O cedo O cultivo do amendoim e um doi mais promettedores por sua possibil «ades quasi ilimitadas. De todas as vantagens que se podem, dizer em Seu 1avor, as mais importan | tes são as seguintes: ; 1º — Como todas as plantas da fa mulia das leguminosas, enriquece 0 só To o: at 2º — E' de cultivo facil e barato. (3º y Seus grãos constituem um ali mento precioso para o, homem, 4 — O valor nutritivo do feno co mo aliminto do gado iguala 20 da ex vilha de vacca. & 5º — O amendoim é facil de plantar de cultivar e de colher. ras borboletas da “Pieris”, jus- tamente as que passaram o in- verno em: estado de ervisalida, suspensas ilas arvores, nos Mu- ros, nos caibros dos vuiós, ete. Cada borboleta morta nessa | occasião equivale ao exterminio de alguns milhares-de lagartas. visto cada femea pôr cerca do uma centena de ovos de Ama sé vez, e fixados de pr:ferencia no convos (rom ini amem ( e bea qualidade e mais do dobro dos nutrientes piéductores de energia e calor. Pode chamar-se com razão car, pe. vegetal. (Bevista Agricultura y Zootecnia», de Havana). bra VOS dnURaCÃaS Nos pomares as fructeiras da Tami-, lia das Anonaceas soffrem frequen. | temente os estragos crasados por um cerambicideo da sub-familia dos Lami-, neos, denominado scientificamente <Alphus canescens”. O insecto cria se nos troncos e ramos grossos das a: nonaceas. + te A larva faz galerias subcorticaes, comendo a azmada vegetativa da plan. “ta, — o cambium. As galerias são ir. regulares, geralmente obliquas de ci- ma, para baixo, ás vezes transversaes ) : an tronco. Quando e larva trabalha, 6º o grande valor alimentício, é | pcuco se nota a sua presenca. forrageiro do amendoim augmentará, | Logo, porém, a casca corresponden- á medida que o estudarnios' melhor. | t» ao canal feito pela larva, racha, Isto é, augmentará sen consumo e por. apparecendo - tecidos .mortificados, tanto a sua producção. rretos; depois a casca morta cae € 7º — Podem obter.se- no anno duas! descobre-se a madeira onde a larva colheitas no mesmo terreno, trabalhou. Com o crescimento do 8º — O amendoim exerce um effei: | tronco nos logares afectados formam, to dietetico e medicinal muito bene-.| so umas excrescencias e deformações fico sebre o corpo humano. | causadas pela interrupção da circula- 9º — A cáme do porco alimentado | ção da seiva cortical. A ferida produ: com amendoim e endurecida com mi, zida por uma larva occupa, no total lho, antes do sacrifício, é quasi igual uma superficie de 30 a 40 cm. quadra- á dos mais famosos presuntos. dos. 8) 10º — Os grãos de amendoim têm| Os estragos percebem-se facilmento m devem | cam-se, hoje, laminas de cêra, | faces a marca da base dos alveo- los. aleuns T- la impressão | | parcialmente, o consumo de nec- quadros, 780 milimeiros. tar causado pela secreção da cê-| As dimensões ra, e afim de forçar as abelhas vem ser, em a construir os seus favos bem vertical e regularmente, fabri- resumo, que offerecem nas suas duas Depois de examinar, detida- mente, todas as colmeias que ap- parecem, com mais frequencia, Os quadros que se possuem . no mercado, chega-se á conclu-| são de que ellas se reduzem, fa- acima nos referimos. rep' cilmente, a dois typos princi- paes: as “colmeias horizontaes, Sora cujo principal modelo 'é repre- sentado pela - colmeia franceza | te largos e de Sayens'e as “colmeias veria- lha mestra póssa caes”, cuja melhor está na colmeia Sangstroth, dificada por Dadant, que deu o nome de “Dadant-Blatt”. Examinando-se, de frente, uma colmeia horizontal, tem-se A colmeia: vertical, de um cofre com-|vez, é cido, na frente e desenvolve no de palha de! À entrada é situada no centro e, Isuas maximas proporções: prido, guarne airaz, de esceiras centeio. Essa caixa é formada de laminas de pinho de 25 mali- metros e repousa sobre um pai-| doze; ta nel da mesma madeira, tendo à de 38 cobrila uma tampa solidamen- centro. te fixada ao-corpo da colmeia. Qualquer desses quadros No interior, encontram-se Os | menos alto que largo: e enixa na suportes dos quadros, mais'com- categoria dos quadros baixos. pridos do que estes ultimos. As| Mede 27x42 centimetros, e a sua S DE GA LLI PLYMOUTH. ROCK (CA —— pE AVES PURAS Vende ANTONIO HARTINS JU RUA 15 DE NO mbem espaçados entre si milimetros, de centro a OVO Rs VEMBRO, 96 - EEESEsEEno | M Ananindeua, á margem da Es: bi trada ue rerro de Bragaiçã, 1 cultuada Deloraha A beterraba é uma planta bi- samai, folhas: irregulares, raiz carnuda, de diversas formas e córes. A beterraba não requer ter- reno excessivamente argiloso, que estorve pela sua capacidade o desenvolvimento; desta raiz. | As terras frescas, bem aduba- das e trabalhadas profundas, são as melhores. Logi que a ter- ra esteja liberta, dá-se uma la- aki, que, n s terras que cccupa alli, deduiça-se à cultura da laranja, espe- cialmente, e á fructicultura em ge xal, applicando-se nesse ramo de in dustria agricola, com recursos Pro prios oriundos da perseverança € ac, tividade caracteristicas de sua Taça. Praticando o enxertio, mantem ex tensos viveiros de laranjeiras, con tando actualmente com 5.000 mudas para serem transplantadas no princi pio do proximo inverno. O sr. Karaki, não contentando-se interiores de- de 780x 345x420 milimetros para os 20 quadros. E”, porem, indispensa- vel que os quadros possam sem- pre inserir-sé nos 345 milime- [tros da largura, sem tocar nas iparedes, e que taes dimensões sejam rizorosamente as mesmas para todas as colméias e todos A colmeia de Sayens, a que mesenta um dos melhores modelos até a- appárecidos no mercado. Os quadros são sufficientemen- altos para que a abe- dar a elipse applicação que limita a postura toda a'am-| mo- plidão necessaria, e, por outro lhe lado, são em. numero bastante para que a postura attinja as por sua assim designada porque se sen ido da altura. lretirando-se a tampa, vêm-se os Idiversos quadros, em numero de é compensadores RIJOE E LE GHORN) IMPORTADAS side o subuito japones sr. Acho Sar Cada enirada pode entretanto, terinario fabricado. i des" atoa ER do E RO océúpar via das “facEs da col iara apesar as pride é anementando os pré meia, afim de evitar qualquer! technico autonomo e com os quães”, Or animada representam alem confusão por parte das abelhas, e:ses Laboratorios estão resolvendo | pre maior do que n importancia: n que retornam ão interior. A|-próbléma de vital, importancia para cessaria para sus cura ou immuni? o Brasil. lotes. cão. EaatOs, principal vantagem deste typo pe raia e colmeia está em que os dois I Sra com o.dr. Raul. Deixnbog imo paga Ca : ? é | Leite e com os sejentistas chef es das qadeiro patrimonio. comipartimentos se CORA nICAr varias secções, pelo progresso de e, Os pródnetos veteri urãos) reciprocamente, o proprio ca-; iovada finalidade, dosy Laboratorios te são encontrados. 4 venda é |lor, atravez da tenue divisão , que têm o seu nome e que são por to7j a: boas pharmacias, dromárias, cê que os separa. A hibernação ãos os titulos motivo de orgulho pa. qe ferragens e nas Fiines dos Ta ru a medicina e industrias brasilei- ras. ; iz dos do Brasil 2 seu ç Rio de Janeiro, 26 de agosto de 1935. ada dE NB giro, dE (a) Prof. Dr. OCTAVIO DUPONT>.| 4, Taneiro.' E re TODO ANIMAL DOMESTICO VA- LE ALGUMA COISA — ELLE * ADOECE E CURA-SE CO- “, MO AS PESSOAS Um pinto vale pelo menos 300 réis; | faz-se, assim, em melhores con- ratorios Raul Teite, En todo dições, e o consumo da colmeia To Seus é menor. A postura da abelha mestra é, tambem, mais preco- ce, e as populações mostram-se mais resistentes no momento da producção. A reunião das duas | colonias faz-se, finalmente, com a maior facilidade, bastando, a- penas, retirar a lamina de zinco uia gallinha, um pato, um marréco,|o Re Estabulos, moderio tt 4 é superior á que ' resultaria da actividade isolada de cada uma das colonias. O apicultor modernotem, por- tanto, à sua disposição, dois ty=| 4 construeção dos estabulos m Dos principaes de colmeias: à” nos requer um sitio bem seeco é alias colmeia horizontal cu franceza, | tado dos fócos que possam contam e-a colmeia vertical ou norte-a-| nar o ur do estabuio. Devese estndar : méricana. Ambas proporcionam | o conveniente agrupamento dos editi- | vaceas ao ar livre tudo 01 resultados. . Po- | cios e curraes, assim como. 0s facto. | nos eim épocas de mai tempos de--> ainda aecrescentar a col-'| ves, bygiene e drenagem adequada ao quipamento. moderno dos' ES meiz gemea, que acabamos de | terreno. Os edificios que geralmente inelue bebedouros indisidn descrever. E “| so necessitam-são os estabulos, silos, | enchem automaticamente, dade ou por pressão de dor de feno: transportad “para a cama dos ent es; paro grãos, eve. o Os silos são de grand quando bem construidos perfeitamente a silagem. As cões climatologicas do logar to de construeção de factores é « | o deposito para O esterco, casa pára emma “| manipular 'o leite e tasa com à 1h5º tallação para a fabricação de gelo. 1 Um geral, o estabulo para as vaceas | deve estar provido de duas tileiras de |) compartimentos. As vaceas são orde: | nhadas em logares separados com pe: 1 sebres para “seis ou oito vaccas. Ca: 4 da curral do estabulo deve ser suífici, DE RAÇA PO RE EE RE NIOR Piana Ses temente grande para alojar um certo fluem no typo de silo que — and ar número de vaceas, permittindo-lhes | doptár.. Quanto &o equi mais liberdades de movimentos. O cessário pare a operação | “*p feiras à / aa ; Y, tótiro e os bezerros são alojados numa ! reduz-se aan cortador e das extremidades do mesmo estabulo” “duetor mecânico para Blevas es em que «e alojam as vaceas. No en” gem cortada até a bocen do 'S [ser distribuida, fermenta algu- | tanto, nos grandes rebanhos, é cos: Um. deposito separado «do estal 'mas horas com palha ou feno. | tume alojalos em estabulos separ | é necessario para armazenar 0 À Da beterraba tambem se faz 0 | gos. Fr “apl | já que este producto é muito e assucar ém latga escala, nos pal=; Comquento algwis estabilos Teitei:j fivel de se contaminar ede' a RA ds zes onde .não é possivel obter | ros sejam construidos de tijollos, con: | cheiros estranhos. Este dénosito des a cultura da canna de assucar. reto, ete., a maior parte delles é con. | ve ser colloeado ntim sitio convenier As sementes antes de semeial- | struido de madeira. As paredes prin: | te, que esteja atastedo do pó ouré 'as, devem permanecer dentro | cipaes, o chão, os canaes de drenagem | jado. Riso ET UA dagua durante doze horas. | e os comedouros são constrnidos de Variedades — Beterraba For- | concreto, que é um material doravei rageira Mammouth, especie | e de facil limpeza. À grande, alongada, resistente, de! Um systema de ventilação adequa polpa rosada, pesando de quatro | do permitte a entrada de uma smffi- a cinco kilos cada uma. Beterra- | ciente quantidade de ar, sem que ha” ba Forragaira Dinete, com às, ja correntes de ar. As paredes inte" mesmas caracteristicas da pri- | riores e os tectos dos estabulos são um elevado, conteúdo em azeite de su-| pelas deformações produzidas no a voura o mais profundo possivel, perior qualidade. | co e nos galhos. Na occasião da lar: e depois de algumas semanas M -— A torta, residuo da fabrica. va ainda em trabalho, a presença da! grada-se o campo para desfazer cão do azeite. é muito rica em protei-, broca, se percebo pela-serragem preta | os torrões. São necessarios doze na g a facilidade com que se mistura | o pela seiva escura que sao da casca. | PARE, de entad O HnCiaTe gra à faxinha de trigo torna-so deum va ' TRATAMENTO | OURATIVO. —|, comenteira EL TD Jor ibapreciavol, para os nardeiros, do Percebendo a presença da broca, pro- ; ca SER be apa Pp ) » PO Bastam oito kilos sé é feito em ceiros e fabricantes de gelados cnta-se-á com um canivete, tirando.se LnhEs 8 h o: ] “linhas. Se os amanhos têm de 19º — O azeite do amendoim é ym Hgoiraniente a cutícula da casca, é ; dra melores azeites vogotaes conho | medida do necessario. nara achar a! Ser feitos a mão, o intervalo en- cidos direcção do canal e extrahir a larva. ptre cada-Jinha não deverá ex- 13º — Uma libra de amendoim con | TRATAMENTO PREVENTIVO --.| ceder 50 centimetros, uma pe- tem-um vouco mais dos elementos nn | Caiar os trrncos com Jeite de cal vi:| quena cóva de tres centimetros teitivos erindnres de enhetaneia mys | va, ajmtando 1% do olco de vixe ou) de profundidade e depositar nel- enlat-qno: contem nima libra de camé - carbolineum. Ne a tres sementes. ma ana a cr tr rp e“ rr ao ervareemeenerem Para marcar as linhas da se- / E e Ae oi PR menteira basta uma especie de tancias devidas. Planta-se de Imaio à setembro e colhe-se qua- | ir itro mez depois. Deve proce- Grando manuírctura de Cabos de linho aleatrondo, Cabos de manilha, ler-se á prim ada sácha IK E ue Cabos de sisal, Cabos de algodão em todas as grossuras e proprios para der-se á primeira sacha logo que transmissão de força, Morlin alentroa do, Barbante em novelos, pacotos do as pequenas plantas se distin- 6,12 0 ZA novellos. Fios de todas as qualidades para costurar saccos 5 ma- gam bem; este amanho destroe Ca 4 mão. Fitas de varias córes para atar embrulhos, com e sem im- com os insectos que costumam pressão. Fios para fogueteiro, o todos os demais artigos pertencuntes á soc tacar à beterral uando ten- ção de cordontia. atacar a beterraba quan FIOS ESPECIAES PARA SAPATEIROS ad ANTAGENS: — Para encapação de farinha, enfardamento de algo- dão, fumo e muitos outros rroductos do lavoura e commercio. SACCOS:—Para caca arroz, milho. sal, farelo, côvra do esrmanmta, lim Duas ou tres semanas depois, repete-se o amanho, arrancan- do ao mesmo tempo as plantas com esse trabalho que realiza coope. xando para o incremento de uma das industrias mais promissoras em Nos so paiz, resolveu pôr á disposição dog que se interessam pela citricultura, 500 mudas do laranjeiras, que, por in tercambio desta Secção offerece gra: tuitamente aos que .se interessam po lo assummto entre nós. nal a sua resolução; affirmando-nos que pretende augmentar à sua dadiva nos proximos annos O sr. Michio Karaki que se encon tra ha 6 annos em nosso Estado, é te | chnico em fructicultura, promptifi condo.so a prestar serviços nessa es pecialidade. cessa, chegando mais cedo tempo de poderem colher. "Podem colher as beterrabas ar- | rancando-as logo todas e ence- leirando-as ou deixando-as na terra para serem arrancadas à proporção das necessidades. Rendimento e applicações :— Quando se criam bem, podem E , | caroco: de algodão. sementes oleagin osns, ete., etc. ã p ç ag: R 1 Ê ESMERADA FABRICACÃO DF LINHAS PARA PESOA EM TO- | que são demais, e dispondo-as | render de 30 a 40 mil kilos de DAS AS GROSSUBAS: — DE ALGODÃO, LINHO E CANHAMO, cuja nos lugares em que não nasce-| raizes por hectare, variando 'es- P qualidade o resistencia rivolisam com às mais afamadas marcas extrangoi- | ram te rendimento com as terras € “ras r rd é stor- | climas y ; INTENSA FABRICAÇÃO DE ESTOPA DE LINHO ALCATROADO | Nos terrenos em que as beter- aa ; , pita calafetar embarcações, é 'rabas não são regadas o seu As raizes cortadas salpica DEPOSITO PERMANENTE "” TODOS ESTES PRODUCTOS | crescimento interrombe-se du-| das de sal, constituem, quando M R 13 | EINS A] 4» RGE afiz o TA. rante a ausencia das chuvas, pa-| não ha outras forragens verdes, ra, mais tarde, com as 1 ras aguas. adquirirem todo o 5 cremes À | desenvolvimento. Quando são 1: Telegrammas:--CORDAB—Oz Postal, 221— Telephone: — 154 Trav. Quintino Bocaynva: 4 e 8º Travessa Buy Barbosa, 1 à 15. PARA'— BRASIL rimei gadas, o seu crescimento não lhor ao gado quando, antes a base da alimentação dos ani- maes bovinos, durante o inver- no. Esta forragem aproveita me- de u O offertanto participou a este Jor. | meira, porem, com à polpa ama- ! cobertos com argamassa on revestidos vellada. Beterraba Forrageira Branca de Eckendorf, varieda- de de grande cultivo e 1º isten- te, pesando cinco à oito kilos ca- 1 Beterraba Branca Assuca- especial pará forragem, € a extraceão de assU- inco ki- re car, pesando quatro à € jos cada. Da beterraba, indejendente 'oduzir muito bom ássueo”, . o alcool, e ná alimenta-) onsiderada como | | de pi | chtem-se | cão é laxativa, € | purificadora do sangue Des tuição- das ervas camnihas - O clorato de sodio que vm sendo estudado por muitos annos de experi | encia, é agora considerado um produ | cto muito sufficiente e barato para a destruição de hervas daninhas. Em | pregado numa solução de 10% de um galão para cada dez metros quadra. dos, elle destróe em 24 horas varias especies de hervas, O protucto do a? senico que envenena o chão, «prejudi cando as aves que alli vão mariscar, póde ser substituido pelo cloxato de sodio, pois, segundo as experiencias feitas, elle não tem effeitos delete: | rios nem mortaes para as avos. E as| plantações, tambem, não soffrem nas áreas trata vor ellos. O poriodo do immunídade dura de o 5 | | de madeira, para tornal.os assim mais «uentes no inverno e mis frescos no verão. O rebanho Jeiteiru é mantido, quatro a seis semanas. O maior be neficio que se obtem com elle, é em, pregal-o quando as hervas estão bem desenvolvidas, usando-o em um dia bem secco, pois a chuva enfraquece à sua força toxica, e prejudica a solu- ção. SA Obra das Damas dé Garidado SÃO VICENTE DE PAULO INSTITUIÇÃO BENEFICENTE ARCHIDIOCESANA DO PARÁ SE'DE SOCIAL:—Basilica de N. S. de Nazareth E DIRECÇÃO: — Dr. Moraes, 57 TELEPHONE — 489 Lorarv ara ce csrarbir tra VA OR NEN Cotlecta dos objectos superfluos | OBJECTOS SUPERFLVUOS, «m bom estado de conservação “ae não retos ou quebrados que, reservados para a Obra de São Vicento” de Paulo, constituem o pão, 0 tecto, à a'phabetização e a instrucção religiosa, moral, civica € profissi cus nocsos irmãosinhos' desfa- vorecidos da sorte: Artofactos de metal, madeira, celluloido, borracha, ete. Livros, registros, r vistas, jornaes, papel, etc. Tornos, vestidos, sapatos, chapéos, etc. Moveis, machinarias, locomoveis, etc. Vidros, garrafas, frascos, copos, etc. Retalhos, mostruarios, ete. Rouva de uso pessoal, Madeiras, nctaes, ete e 0 PMMA AIEA] pas Cuemamamo
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