O Estado do Pará 03 de Novembro de 1935
:B.I:O, 1 -- · ~..A.. Commissão· de Segurança ___Naoional da Camara dos Deputados -reu.::n.i "l:L~ :-- hoje=-. een..d appro-v-ado o _parecer d.o sr.· ..Ag~ :o.or :nll:o.: :n.te :faV""o:ra.-v-el a eme:o..da d sr. Domi:ngos_ ~elasco m~~d~: o.do :r_~~ór .o~_ E::f:feoti -v-os d.o E.:x:e..roi to.~ ( ·O ESTADO D 'O PARK lUO, 1 - O presi<lcnto da Bcpnl.tHe,a. 1.:1ec!on,u a ro&aluçã.o lcgblativa. quo o autortsa a rc.att_.ar wn.i. op~, ração de credito r.U o 11mito maximo de vinte '.1llillt.. el de libras esterlina.a, 1,ara. a e:rccuçã.o do r✓-:.1 )ido e1 •• de març.., deste a.n no cclobrado entre o ;Bruil , e, ln~ ;,- terra-. (A. B.) . ~oxxv 1']Ul\f. 8.211 ruo~ 2 - Oa Jarna.cs dectaca.m noticias v!.ru1As d• Na.tal cont&ndo que bandoleit'os ataca.m os mlUllCJ..,1lol de Luiz Gomes e rau doa Ferros. Director-AFFONSO JUSTO CHERMONT Redaeção,administraçao'eoff1cinas-Trav.eampos iallcs, 130 Redacto1"3€1C'retari<>-SANTANNA MARQUES O depu<ado .Tos6 Au3UBto &IJnna, que o cheto ba.ndoloiroa do primeiro municiplo ti conhecido com.,,_pêr.. tenccnto ã actual o.r11osiçã,o. Entretanto as m.edtd&s to~ uudas !Pelo governo tranquilizam a. ,Populaçl:,. (A. B.) CAIXA POSTAL, 28 8.ltASIL - PARA' - BEL.EM - Domingo, 3 de Novembro- de 1935 End. Teleg. ESTAPAR.A' l!!!!!!l!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!I!!!_ "!!!!!!!!!'!'!! • ...!!!!...!!!!...!!'!'!!!!!!!!"!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! .· - -- ~ ~-~ RIOj 2-Cessou pela ..~manhã de~ho1e - ak. rigorosa promptidão em rque estavam : ~S' tropas; da, 1a. Região 1 ~Militar. O ·general Gaspar Dutra,~pernoitou no~qua._rtel. (AB) .... __ - - - ___ _ - -_____ - - -~~--~----- - - !. !!!li___ - -- - --- - - - - -- -- ----- - -p---~ : ~s:}~~~"~~~~~~~ Politica Paraense / At~::,~::~f!~':.1:1o'>:_d!i~t:ci~8..'!:ii:.::~!:frt• =~:º.1~/•:-A~~.::i:;t 1 ~:·"::'.:; Os verdadei(os]candidatos da União ga:;~~il~~~~;~g~:aa:~iResposta a um calum &nneral 02Jtro r,·1hr. ; ~---·· . . ! Pop.. lar ã~ prefeiturai do inter,or ;!~1!;1:a:~:!~:OJ1<:::,e:'.~r . - ' u .•. llu" .... Acommissão execut1va da U- Alberlo Trlnda~c Almo!d~.• lt~tuba, JUSta'!1en~ doS'venc1m'entos uo n1ador 1·ncogn1·to nião Popular do Pará ,Je_sauc.o- :;:;,::.:~ 1 ~~.:•~=.;..'.~~;~i:,17e funccwna~~~º· n 0 ern risa as pubJ.fcações que vem sen- As.si• Rios; Junit,·, dr. M!gucl Eci;,t.!st"1 O g1:1ver $tá.e~pe ha(l do feitas por Contrn::s;;sõ-es Muni- Filho: iv;,c,,;.r., s.vlno Nbuqu,rque DJ. atten~er p~ef.erenetalmente .º,s cipàes ,re_tativas ao lançame_nto ;:~U:'.\~,~lll~c~=:•~:~~ ::: ~~:cJ~º;;;$~~ 0~ 11 t~f:b::Ce:~= l\ontom eSte Joru&I pul,llcou Oscguin.que todos os illimigos façam o mesmo. de can~1datur~ ~ frefe1t_os nlor; MaraC'lwL Jor,o Amor>! Rodrlgu"" dade da revisão do trabalho da to telegra.mma; 1 Podem agora ':31~ar-noa de tudo. 1 ;~~!~cioe:~:t:~:~;g,:d~o~::; ~}:; 0 ~~.;: J.~'n":i 1 Ji:~::i,.~.~~:; commissão mixfi. , r,r;~~;:;ia!~n~!~º!':~it1,;;; 0 ~°,; :~~I !::-:. :':~::i:.~e:::!~':'1r~:c!:; scien ,e ao leitorado 'paraanse ta; M.ocaJub,: Tncophllo 0110,11 Porclra A Cama 1 ;3- ~e~erda 'VOtar 0 , au- ?hcfe do Int~gralismo Min~!"º• accusa.- 1 os "'blaS63" e os scepticos sorrirem com • • 0 • Fra.nco; Crlxlmlná, J lio rmbJrJt•, ouer. gmento ate Jim:s , é noverr:ioni, no de r"ueuc1a. fraudulenta . :llldifferença. Podem os hyppocrttas qu~ os seus candidatos sao os SC· reiro; Ourém. Jullo T&varc• da. Oo~ta.,I parecendJ() que .f:era um proJecto '!labenclo eu que o sr. Olbiano de :MDI- como tu receberem dlnbelro do•~- guintes: :~~t!~:~•~,=-~~l;; ::,~~ unico, tan~ .~ª o~ civisBc~rro ~~."::'!:. ~"::::::.t; d':n!'1S:~ ';:~~ ::~ºti~d•:ª.e~t~il4~º1":~•'Ve~ Arary. Antonio Mollo Aguiar; Aluá. Eu- , Plnltclro; Srunuirem, dC)l1'1!cto Bern.~rdol para 05 militares· (A· · 1 mento e homem acima, de qualquer sus- caminlla. lentamente, mas com passo ~~; ~ªi:;~~;;:~•~="~.ci;;~:~. : 1 :g~!~~~~~ 1 !;._n;::~ di:.: : RIO, 2 - O deputado Mario :t~::~:•~;: ;::;::••; 0 ;-1:; !~~~ i: 0 :...~":..~e:!:,e~; Alem.quer, FT:mcl8C'> B.cnt'e:) Mcl:;~tr~; / ró.J:.:' ~- MJguel do Guami\, Ly~.º de Paiva, conversando,~o~ um re--l individuo, que, não tendo preparo~· a chicote os vendilhões da Patri& como Am1?1?á, José Barriga. -'vwor,·; Bolão. Jo~o Frell'>.S Pel>olo; Sont 2 Ize'Jel, Jo,'· nr.. dactor de "O Globo , disse q~e ficiente µ.ra cronbater u.ma. doutrina, Jesus expulsou os do Templo. ão canolo !Jarros da 1tocli.a, Brovcs..\loldes drJgues <le Paiva; sa:un... J\!Couso Porlo esteve no Catteúil em compat!lhla prccura. com o fito de attl:n.gir o Inte- Nada agora nos inCOmmoda.ri.. N Lantos; Cametú. Net.sou <Ili t::d,11 P~. d.8 0llvetra; s,ure. saverlw.> Fon:.,o, da trós collegas, couversando j gralismo, ca.Jumniar pessoas quo pode, serão caJ~as que hão de deter uma J6s; CUrrallnho, dr. Paulo lta'.;Udhy a f:·U\"a.: Slci·ceiro. CRITI J"Y.i, Joj'.1,1.) E'usta.chl- de ou ur Vi 4 J" S'01.>re riam da.reemprestar n,. cllltura. e a m~ marcha victoriosa.. Sllvn; Cachoell-;, Jollo Mauocl da OUDbo.. Uno P=iÔa; Vigia, . coronel E.:lwundo com 0. dr. ~t lO . ,1U~llS l O I ralidade que lhe falta.. O Integralismo 'V~ para. o Br~~~ .,. ~erra; curuçú, eandl:lo CUDba: Oonccl. Chennon1; VJzzu. Dem,:,Lrl>Ju,-ei•,,i T.• a reahda,de do rea_iustamer_t : No mquer!to que fizemos. a Acção Não pode deixar de \'lr. Ello !:11o a- ~. 1:--------='-'-' çao ~• Arasuara, Norler'.o s,w,,._ Llm~; vares: XI~•·. José Por,phlr!o do MJro.n. .Accrescentou qtfa o dr. Get~- ' lntegrallsta foi info~a~ quo a .Agen- da mocidllde bra.silelra que e'ute ar:-, ' F'llro, dr, Jullilo Au.icr Bentes; Guropá,1 <la NctLo·'l!' Pmlllll3. Mroc,r Nu:n:s Ccr r Var as m ::,,trou-se todo f~- 1 da Te!QgT&phlc.i. Brasilolta osté a soldo demueclda, accorda 'Violenta.me p ::::0 ~';;;~ 11 :~: .~rt~~~: ;:~::t~::;: Jacob M·arcos »cnathar: I~rPu·:.~Jry,: 'lueh-,. I . ~~ravel gá ?:êtcnsãO P:> íunccio- ::s;:!tª!:s 0 : 0 ::s~:rI'ottendem :~~:~: !:n1:~a.~º a.ventureircs quo mont, dlm•or ,1c,ee ...,tu1h10, o I nalismo Cl VII. , I :Portanto, p•~o' '! todos os patrícios, Assim pois. espero que folgu~ bas- ""~•• dos no..,,o, an~go, prlc, sua •= ---- ----- - 4IL , --- ---- Interrog'adp, ,sobre a, poss1- nue_ quizerem so certiJ'ica.r da. in'VOraci- tante agora, porque q11.ando vier o Intc. Uc!iio ele caracter, dr1tr.111cn ,1c «1111. (Copyright da U. J . B, par:1 -> O !!;STADO DO PARA') bT d· d d • obado ainda esre f cinde dMse telcgramma, para se dirigi-, grnJiSmo, homens co!"o tu serllo jo!a- mentos e ••lr•ma bondodc, ~ II a e e ser V XC decla-1 remá séde da A. I. B. no Pará., ondo dos na lata do lixo por n5', ir.creocr,.m l11s el[}lressões de l\lautem oOEHADO <omo quc111 COMO DORMIR BEM• ainnooau'?11e~s.e .. _1e11proprio1>ro'Varela.'VOrda.de. lumpelotãode!usllamcnto. GeneraldosDllliO J.ela um potrlmonlo moro! cujo ,alor ,6 1 i: rou que nao trnha a me.n1ir du I Qna.nto a. ti, 6 dlffama.dor; o melhor OWELL çio, com mn oompreenaem os 'li• !:,;,cm da lurpren.,n . vida . que fazes 6 de,abafar e.mquanto 6 tem' . EDUARDO MAO-D ará. çcs relevantes ao bo um heroico apostolo4o. As campun.llos a •_, . b . • Paiva indagou I orque a victoria. só epprol<ima. D (Pelos camisas vordcs do p ) que nos tem tnc.,m.lnllodo pelo bem IA insufficiencia e 3, irregu1a. ridade 'llO somno são ()$ maio- Tam embo ii[. d• do O pre- po p - # a açtuação de SIJ,3, ,....,,,m da terro. e a pequena mas ••· 1 . l ' l da •d~· d e.obre as ta e as, izen • f dos os ;:,ostos que "fnleaduro.s rúuleon pnro u collectM. --.. --..-► frendo a ravisão da 0::mm 1 ssao muo~s11re o nvero u ..avel e profi~, r,,racollleltadeb.•ncllclos quctlcssw, resrespons.ave1s.\peos maes Vl í:l,mo erna . sidente. queasmesmase,,tã~so.•11 • l ú o'Vde ú"b1·oete accnfiallçadogoY dade valem neUe como um tJtuJo tle re .... • • • • • • • ~é• • • O ~ ,.. • • • ' ' a) 1 U :;::!~~:: ;~::o:. o .:t:~·.~::·iu1:; I dla~ :i:::it~:r.:~.;<);;.Jcu:,,;~:ll:t: ,:7.;; 1 /;.~~-:=~ r=. ·+ mt~~\xc. espe.riV.\ breve_ re.c~-- unte os termo" asa~ l'emt1·10·1ç10 raP:u;:~od~ f't<> "' 0 • ., mo J>Jr hJ'f'.ienlsras de no\nea<1.a. t4l · f b t -~1'" qtJ<> "j'("aunna:ra. t.1 U IJIJU~ U rtadam ;,:. ·' de re<om~ns• d.- qnolll1Jet .... 1 ., i,,ru;1'ª=Ín • ·~ ilTegulandad~ do aomno. 'lloje ,t-.o <!.lmmUll3, são !!r o ,t . ' eà;a~1€nte de €n- - ..! t, <:.. Íll' dizia ace H • Ir , 06 nulores respêb,we!l> -,,.Iól; 111'11"6 da Yld,a moder""'· .. trat-a'!'d(\ rnm < oro ~ res . ·aent ··- tr~ da. CN~-1,111 • . °'!~ o ue µm 41 '"! roalott& nomes M Tanm rn.limdo. O, )J<C,pQS\lO, valtas Cl0perlendl8. Pk>r exemplo; uni caminhal-o ii. camara,_c . : .- VI e COllgreaaA•~, ... !;" ca, -pode:... ~- que tt'lll SO.bL cão, que tenha re<l\12.!d•,,o seu' temP<> de eomno. tomr,,e, arisco e 1,mVio. -pectiva mensagem Ju st .iiicatí- ra,l Daltio 'Filho 'Viria h ~':"~~ . :- •i:>do nu';:i con. :pe,<ie o bom humor. 'I""'"" a sortrer de ver~delr& t~<>thla. V' (A B ) ' ---.::.-~~:::::::::~----:-:-:-· I com sua presença i frente bllca aee:~o.::..,:irt!º~~::~,,; .:til~:- No homem, • insuffloleru:la do 90l!IUlO aug,nenl~ li. senslbllidode a.o a. . . ~uo'. 2 - o sr. Robe~ _M~-• A Com.missão de CO'DBtitui . gião. E' 1IJll& verdade. &errada nQ nosso destino, ellc é ngor; r: er::cç~:r~~i:~~ a m.emJ:11"la. ª, capaoidadc de nttençio, a rapi reira interrogado pelo D1a110 6s enJ. :~s= •d:°,,.!~!;!~~ ª~!:;';1"':1; .;. debWdad.e, 0 =<'~mcnto e outras mo1est1as semelhamltes, dee AQ>&AD~OIM!ENTO d~ Xoticias" aproposito da. ado• ção do Senado vae tratar do lh:~ir:t~:;·,!~ -,,.,...u o seu ,-.u,: d;rector q n. a.µpare= rapldau:i:,nte. qll8lll1b •• normca.llsam as horas de somM. E, a. pção do governo de Gabin~te, caso maranhense aideração geml por - . 1100,'CJUe lhe lmprtmlu n orlentncó\!'°do Uãs, o homem SUCCUll!b• muito IDAls racllment.e r, fo.lta de s:,mm.o, qu. --- disse: "Antes dos termos da -- cidadão e solda.-do. •.-foãc1~~mruo1,•a1ron~º_:o"'.;.,•b1~:,,r·oprau~.',· a pr~a:~:,.~ºo~;:~º que, segundo os mAlores hyg,lenist,,.s, pctle ser A Papae a nossa eterna Constituição vigente, julgo im- RIO 2 - A colllIDÍSSão de Con.~tui• .ArPeAr de a11Sente, em Sio " •~ •• ,~ u = .. tid. A flll·go" possivel instituir, sem alteraçii:<' ção di Sa=lo reunirá nn qnarta..Ccir• :Maranhão, inequivocu p ..;illçüt, do seu pnssodo, 1 ♦ oonsldenado C!)mo o mais COD.Venlent.e, ô o que co,qprebende ·º ;perlcx!l> da g.ra ao. o_s seus r~ 1 ~. nos textos, o governo de Gab1- pro:rima paro. tratar do caso 1)0litico do lle~~::::!•~~.:1 :!:,•:;.:~tl~~: f 21 ' 3 ~~:ioh:_~r~!·!~t~ 8..,1',;:;:6_· se ~"' menos rapa.rador. menos f ~~:si: :t:::!º~ô:, q~!ss: nete. Enten_dida ou tomada n_a Maranhão e ouvir a leitura do rolatorio =~:~~:v~ ==-- roMO lusto Chennont,que o mt. u ae uL l :nt1'.'uo, ~ auper;nolal; e prf.le provocar ~turbações not.ave!s nas.1• dignaram confortar-'!I0S, o ex.pressão do seu sentido techni- do sr. Pacheco do Oliveira. R•.gião Militar.. !"::,~~e':u:,b:U:::~:.r~:~ 0 ;::~::,~ ncç;:, º;!m,:';\ranqulllanien<e. cun,pre não comer em aemash r, noite nosso profurulo agt'adeci- co O governo de GabinP!i'. PTTlll· A!ó agora nada se so.be o re:tpeito, - .. ..1'm onbelro ue ,.• te.mo ur. e. bem as5lm, sui:t•rlmlr os excl!'3ntes, oom o alcool. ochfi. o oaf,. o tub:lcO. mlento. Ao dr. Alvar,o Ca• ría da vontade parla~enta,i. ~~! Jinv<!lldo ClOMt-0 pessiuúmno nos p:u-tida· • r,tto d• ser b~, modest~ edesprent1luo. 1 Antes de dettar..se ., re<1:=ru1ave1 que oe faça u m 1 1ge1ro pasu,10. meJi,er, dr. Agostinho Mot'• governo é incompattvel e por 81 rios do dr Achillea Lisbôa os qnae• e;. O caso da guolina volt& ~ºo~:.:~o~ i:-;t:;T:~: ~a ·~: 0 :~~ ' . :~r:' 1:. '::~~:rl=:~c:.:::: 1 :~ : ,:~ ~ n.sd : .u:: ~~:: ~~~~~=r::;/~~~~~t:: ~te:i~e: 1 !:\1!T~:ito %:: ::i~;,~: q:= <l:,:-7 =~· m!~ ao cartaz -·-- . ~tbtt as provas tle e-tln,a c1ue mezece. j: aço,;. Uma vez ri:. ca.ma. deve,"" fazer dez re,;plreções profund3S e, logo Chamié, Simão, Syrio S. C. to· admànistrati~io. sem a ma~or zes. {•A..B.) 1 r J l ~ .,,- n:io, -!i - .i oiclado csb\ "'"~ - --- - , ♦ ,·olv~r á f'«\plraçii.o nt-rnw, e a bondosa colonia Syri:a !lignificação poht1ca. Entret,m- . , - . ·- 1 =""t.ada do íiror sem ~ eom o '.A'Commemoracão 1• e, nem,oos pod•m obter "'-'lnl!lcos resutt.ados. exponclo.Jre no ar, jamais esqueceremos. to sou favoravel a qua!quer s~- doorct-0 da ~e~• geral pelos~ <.ios,Mortos ' . -.., •♦ c.>• .~~~~ntp',,:~;; 1d:;_,•l=•....arla~ :la.mp =·.· csra a unlca ma.ne1ra Obrigado amigos do 9 lução que liberte o pa1z da SI• "O LIBERAL" - De>"e clrc:Ular c1epo1s dos Opernrio• d~s pnpreias do &IN· " .,- - TADO DO PARA! e Tio tuaça·o actutal sem quebra i'!a~ do dJ.", 10 do corrente o ma.tutlno "O LJ. oco. · 1 _f -- l dio cada um cobrtr-1e convrn!cntemente. ♦ ES . d as beml ,...,,,_ _ 1 E Sa s roupas transações de accor .º com . · • ..,..,... s.so em ot!lcLrui prou,rta •. O Minktcrio do Trabalho ••tá imt,o, 1 A,Flda<le erte,·c. llc:aem. consagrada Não .., deve deixar e.s Jsnell:is 1nte1n»nenlc nbert.as , dura.nte o SOUUl/>. t Migue . m nos t J l•e ~ em un ty ua1 <l tendel'ú ~ homenagens ,os mortos, 1'3rolysando E O melhor ,·csllarlo p3l'& dormir. a\ndll é um au>plO cam1sorno, ,,ois O l'Y· está occulto O lucto, porem aspirações democra icas l • os ldéas do Partl:o i;:~~- e tente par.> fuzor cu,utor.~ d<Ó!Õel .. actlvldade• quc.'.l<llina3. 1 Ja,uo, em ger;u. ur.,r-<1e que. CJ"cuhu;ií.o do sangue 30 faça n,:,-m.gJJnente. em nossos olhos e attitud:5 raes. (A. B.) ' o novo jorn.31 terá feição moderna, DO!<l.o hontcm c~eon.ttam-t>e do eobre· De toda parte. durante o dia e à nott<>. cum'.irc, ainda, nolu oue a luz q1Nquer (!UC seja. dlmtnue a tr&.n·lUll, i sempre apparecerá a gral1- _ _ -~ C0m noUclarlo a.bundante e <Orlado ur. '" 1.so ti. guarnltilo da Yilfa ~ibr e- d,, &fflutam -para os cemtterlos os. romcLros lidadc do sonu.10: os ruldos n.'l.turaes. com,:) os <!o vento e os arUflclacs, can. viço telegra;phico, oonta.ndo em &eU cor. Policia Ci"ril. (.l.B.). - que, na.quel\e, logore! Eagrndos. la.mi tanto ~ue rytluoodos, COIIIO o t1c--1ac de um reloglo, nlio siio nocivos, dão. Gab-·oz He1·11••s F;ll•o OmmanclC i umà cdespaa ,.. Po redBcclonal Jornn.llst>Aa de tJroclnlo prestar o seu culto de c~c aos entes l'he gra.nd~ s cidades. r-:>:J'em oo evitar as conse.quenoias à.03 ruido,.. i t f , uv ~ " " rab com.o 0 mapreg&do • 0 tel., e.l E' ~toei~"'~:::~~ foi calobruda 1 , :cr: 3 .:i:~'::':O"' uro p<>UCO de Mgod~o nos ouvidos; ·=· o SOircUJ i Eduardo H ernie.s phone. Annlll,',t, li nJldt fonia!. : t.,,o:,o<!:e ~~ Ll~..r::-~ 1:"ron~ A Allemanha manterá • DlMc,. em tenção dM alm... ouvlndo;;c ·-· • • • • • • • • • • • • . ... • • • • • • • • ....... J • a,ala Ude Q ltlll .. ,6,u.,rGIIIA. accelcaçi1o publico. a paz tmn.Ges eol>re a. ell\iUtcação elo dla ~ --- - _____ -- - - ----- - - - ---- -- - --=~-----•~ ch1Uu.nru ao Mtsslsslpe de Pae tias AgUa.~ 11 --11 nmolLlt!i,O<:J amn.zonlco (Esi;ecial para o o ESTADO ·a' p OjR TA . cabe no J\m.,,onos o tllulo de A,ü dns Esca.pou da bôa, , ~lco ~~r u:n~2~º:!~11:! DO ~~ ~ De HAYl\lt11''DO iUOltAE~ q~~º:~ n;,:.:: ª:~~~~;: :1:n;1 1 :1·;:u!: O 1 1•«a11c.,-a_,,~ ,,araoJ\tla11. p ') , ,, • ;~:.ta.,:~u/~·ae da 1>º!'ta ----------- . , ::~~~~t~:::~~.:t:~:u;~~~ Oapitllo Owyer do Azevedo RIO, 2 - Fo: pn.,o um m<li– viduo, o qual armado de par.ibe– lum declarou que ia matar o ca- l======z== tia Iljoca.o.o cabo Uo ~or lurh·o quando ele fncLo el.la -;e ll.Jla.tn ~11,a1•,..Jos dshclmcmc ca.rrcga(l:a de es.. das uJnda ()a btum,&. cahótlcn.. entre el1as, "l }; 1 \Jaca.,ú. • _como tc,Ju~g:i• ~cl~~~n 11,~ ~:~~::, ~.~º;;~: ,~:.t~: ::~:~:r;i.: 1 có~:!)·~c~a, cnr'rcta.nto, ou &cja na for-1 ~:~;:,!'::~:,:c.:i~:i~:~:: ~:~:: ;~;.~~f: ::·Si~:f~~ 1~:~\~,;; Cunlm. t-e as duas chloth.~ . M) en• \ cercanlas. vi ..toi:. 1 1~ conJunt.1.o, p0ls, o,. (,'n do nnio, outubro e no,cmbro, quan- lm loulcas nté que repontou 110 occlden. , 1 • :."~~ 1 ~00 ~:~~º~,~~=n~c~ 0 rtt:~: t:~, ~~~ \ ~:;~:\.:••:~~•:a.'1ªuu\~~~~t .~:~,';;:• ~;.: ~:l ::~!::'.\:•a~:~ª:. 1 :;;::;~:/ 'd~ !:1dªo;•~tll!:::~:a J:.~=• n~u~l;~.:t~•:,,: d~ ~.~:~rc D outro• cnnnc., <1uc ll. v0t1rm servlr de pontos tJc refcrcucb. {i.1; 1 de rio~ tUffercntes· ~mbrl~,;; na ºr11,t: tem '.'-illbmu.rltlm~. qutc!-1 JJberta de bCdt. fra.c.co t1orcntl110, t•omo quer \Voppaeus. ,:::rnu O Negro ao orenoco asslgnalam 0 :,:~=.~~l:d:~,~.~.. ~;~d 1 ~:.a.a~ocrb:;'.~~-. c;::;. I ::;:;tculrlonal, ulegr~s na <luta ,nerldlo. :;;:~::e~ ;:1~::: 0 ~: :~:::.;~:: .";,,"~ :c:~rgdl~•~; ;~'.,ª r:7:,~:. ~.b~~;l~~~ j ~:·"~; 0:;:::~:•.:~;::~\::;~..;'. gc>"' da Ul:,Lor1a·•. O faeu. dcorHTC da :1m- 1 h' bom todavia. fbur. .sn togou ~t•guln. dot•c com o uzul 't1a u.g:uA do ,uu.r. NW- neplmntauos. Darnht rcg1,tou e~8 mcr~ te oOoravam ,'11.l'I~ fiadas tcllurJcas. que plld~ lia rmb04 "co.1.u.ra , d~ !HUI g. rand,.,u tr: n porta hnmt•n•a llúo é li !ot do ,lmu. "'"" t reth.,.. da cml,nrrn•luru (· mais ;rulhos pela rnrlcdotlc de concho.s marr. l lnin frchando o mor me<llterraueo v.elus qur lmpo..,,lbUlto o ,tajantc, mo!> ou I '°"'"• mult•s mllh11S nJndu ""'ª o ot•eJ- ·•olc'llllu; )toutros, ••llobm n,.ru:1.,; <m nl\.. encontradas nu, eoreórns do es,,l. bnndos do AtlJUl~lco, EntTe ns coWnis pitão Gwyer de Azevedo. lho.da ; tl D~IIQ. mo.1~ df>llAA, !revelRlltlQ li ~h<'IO. 410 nnJxo i\mnznnrL~. Nc>,i-.n (~O(.'fl l ll lnCtt':111fll "ª fonte (, df''1.\f'ndnr 3 ln- tribctcc('U, conrorme o ll'\llnlnmento ('Rf. "!lf'~ o ro,ulnl ~,n(' n'!ltnm ,w c-..olr)t('I n1uitns \~c.zes ten1 aocentundo o Interr~ado na policia_ disse mo.JOr('/J afflnldnd.(''f pelágh-aJJ no Htdo de exvrM..4-iiO (llluvlunn, o goUo nU"'ln('n. rni:nlh dri bUTT!\ Porque nnll~.mtnt(• to~rRphlco tJoit ",.,,e,llclonnrloq mo.fq r,N'R do ,1t,JrwtP" Hlllu mu, ...... , d\ lt'l'M. des(•JO de paz da Allemnnha não q~ficf~ceJ~~~"~n ª~~:~:: !":n~;;';:',;,;1;,. ;é:::~,.;,~:~:•:,,.~~ ~~,,::. •:•~.:;! 1 ~,d;~~;!: 1 1;1;:v~~~~~:;;,: ~~;~~: ~;;:;,'";;;e~,.~º'o~'::::_,~~~;!"~n~ ;,.;~·so•~: ,;;~~:~ 11 ;•~~'::i;.~;~~:. ~ 1 •~n~~ · ·, 1 ·,cc~;, 10 "º ;,ollulo \ 1~,rta elo Uno I ~<)r:í ~~ta ql'P vá perturhlll-a pois P IO ~~ ~) r-ueto, banhada ~m a,::ua mo.Is docf'-"'d6 du. Tf!de n,edlt('Tn)neu: n. !iUpet1'1cle mos- bllclro e Ou'Vllno 1<ertu.m, n <'S!,e t empo,\ corre o fio do \l'th'unotu, 11rlmelm deno- lm•cllto " t\ni11h.lthl'Ulro ,\lmnzonho'', dol , 4 '1hiuha para. tnante]...a • (A. gaçou. \ .B. a lmprctt~O f11bo. dum rclJ~tuoen~ tc~---t~ muJs re\olto e burnmtu, de tona:, Uuu:; llc~a,etJltlU::i t111u.s muJ de:;u.miuvtn. mllut\llo tJv J;Tnnclc cuno 8c os ytw.kc~ cscrtptor rurucu.!tu Jlo.)ruuudo ::\lorau..<11) B .) , 1 '' 1 ferá o o ESTADO - Do· PARA, o unice: ! jornal ·a -circürãr ·amanh~ ·,em e liç~~-· matoffiiâ
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