O Estado do Pará 30 de Outubro de 1935

De SYLVIA HA:RDMAN Asseguro que muita gente geiro, mas is o ella não fara., vida pelo penteado!" Esta é ou– gostaria de perguntar:-" Como Detesta a ·'attilude limousine" lra pequena theoria de Kay posso desenvolver min.ha perso- na vida-e o Ford ajuda-a a '1e- Francis. Elia já a pi-ovou lam- , ~ 1 ~~i:e~~~;~u~.i~;ºf;~e~~~-.• ~~~ ~~~~~i~~~~~~~~ ~~~~~-d~~r~~~~ ~~,~~le 11 ~,e~c;:~d::~b~~~~~~e:ª~ \\[-C• }j J.f j 4:t•} 1 -i=i\A BJCYCLET A~\ outras coisas assim". "Sei que Iras palavras, "para co11servar meuica"? Que contraste daqu':1- íC:':"é-:!._ . . os m.eus "fans'' fazem d_essas seus pés sempre no chão, seja le 1 p,ent~ad~ frivolo d_e "Ladrao - . . :j !ii::= , , "en· homem ern a <lessa i;ruc,osu e uudu, perguntas. Eu não gostaria de qual for a altura que alcançar romant1co e o sentimental de Ao fazer pudim de arroz no I As nodoas de ferrugem hem Ua, ua J,luropu, uma «rºl 1 \;::::~te wuchrnu chuw,idu. bwycleLa. E' ,ud,s accrescentar mais "conselhos·• no cinema". Kay Francis diz que•" A unica solução''! Finalmnte, i..," 1uvor da bio~"1•~•· ;, quo ~ cut1vcl que, com t.il weio de couduc· sobre o encanto. Porém tenl10 JJlodoria dar da seguinte forma\Kay diria á "caçado11a de conse- forno deite--se-lhe um pouco oo sendo bumedecic:Jlas oorn nia- uao •~ co~reheuc:ud:iio ide,il por ~iio, u vida poderiu towur, ew pouco algumas idéas que podem auxi- seu segundo consclhJo á mo<,<'I que lhos·• para agarrar-se á attitu- . - 6 . Ih . . d Ih d . ~\c)~t::":~~- ó ao w,,:ruio tewPo, 1•~• ~ 0 " 0 •.•'1Pe;it:~c - dosoouhcci liar. Em todos caso ahi vão ... " procura o encanto: "Destr6e as de de sempre, esperando "o me- macairao em P pata me 01 ar co, passan o-se- es epois IIIR =a :.W.:imdad; e wu foctor ID•i; 0 ~•:r/:~~~ 01~;dor:s. Ew logm "Primeiramente, se uma moça duvidas sobre ,'l. futuro, apaga lhor" ! Quanto á attitude dos ho- 0 sabor. limão e lavando-as em~ agua ui.fico d• oauJo. Porque, •• " ,uud• : P m Puris os pu,risieuso.. ami· se dirigisse a mim, com esse da memoria os desapontamentos mens para com as mulheres, ~- 11 • gers1hnente dependo do . •~i::i•:~ ,;:;~:•~; 0 ,la .S,: 11 iust11llu_ri11m sullS problema, creio que lhe diria, passados!" "Acii:n,a de tudo,uma Kay affirma: é fazer sempre lferverudb. , . i.l '1J º"º bu. ~clbor '.""'º d: 5 uercn.., • pa· casos nas localidades vIBmhos. Os para começa,r, por ser... natu- d~ve tornar-se vital e commum, mais ou menos o que ellas espe- 'Jll• • b1cycletu. par,. per ' 0 . ewprcg,.idos so transportariam cw rn ral ! simples para as ,pessoas e o am- ram. Se uma mulher recebe gra-- Quando a.s filas são enxagua- i·• os _bra~os, pur.•A~.lbor~~:u~ pida. mówentos no oeu t_rabalho ou Aquelles que se Jjr'eocoupam biente tambem ! Deve estar cejos ou offensas, Kay acha que pr~1mos odlho~-- .:do e ooouowi· régress,,riom á ca,a. A b1cycleta po com o proprio encanto geralmen- 1 prompla para novas circumstan- "foram provO'Cado$" - "talvez das em agua de arroz ficam Tiram-se as ma!'Chas . uuno de coo uc4;:uo i de dia. resolver o problema do csvosiur - ~ to. Niio ªº!"'.?de de ~o_torc:,:e:eul. " cidade em beneficio ,lo tcu1po. O,, , ,,...,.,.~ mais brilhantes e depois w.oto11stu:.,. B_ o u~to b:ud~ vultar á trajes soITrcriam umtl mudnn~_a com· t'' ~ Porque,_ p01:,, nuo pleta. Os homens obandonanum os JU~ll a bu.:yclc~:!is ~o cogitll de sn· cbapeus do abas. As mul_hcrcs usa E o que. em ' ., ., T Zohl riam saias á ultura dos Joelhos, ou ber ne:sle moLU~llO. Se Em1 IOtt e.- euh;õcs - o que se.ria muito mais bel· j~ s~utiB_ ~la b,ey~leta um\ a r:t~u- lo. Umu. humanidade muito _mais ro· ~ao Ln:~1':lttvel, po~q::r{!h~ut:os J~ bustu surgiria du. época da. bic):clela ~ ,enesc1a , o que P .' · . t d homens vigorosos e mulheres fortes. e-rQ)toro.s que, . como. o ~ o~ .ae Por que pois nbnndonnr a. bicycleta cL'Assoruoi1>, nvcm v1~a_s en ar1 , ande, roze; a quem a· monta. de 11enn• em punho a cxc1t.nr n cabe· grR 1 :nt~ não se compTohende !;3. esquecidos dos musculoo ~ dos or ore:omn b~,,cictn decabiu, sendo, giios que.tnmhcm p~cm tremo. S p q , 0 ; 0 1 0 optimo de toonspor- Bu~~::,.1::,se;~";,"~ 1 d';,"~.i: 1 1: ~ir~ ~:•.":::aº~\versão, um conf,orto, :·~ mar qQtt a mais nobre conquista do rcmed.10. vadas parecem 111ovas. ·' i \ :.• :

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