O Estado do Pará 27 de Outubro de 1935
O ESTADO DO PARK llTNOXXY.; ~f. 8 .2Qq cst~belcclment<> "' intensl.l'lcar a, cunhagem 4M moedan • -~~AFFONSO JUSTO cHERMONT Redaeção, administraçao e officinas-Trav_,eampos Ci)all~s. 130 Redact.or•eecretar:lo-8ANTANNA MARQUEII _,;,_,___________~~-----------------...;..-----""""'=--.u.u..--- CAIXA POSTAL, 28 BRASIL - PilA' - BELEM - Domingo, 27 de Outubro de 1935 .End. Tel~g. ESTAP.ARA' to. - (A.B.J Viole-ritos tr:en,ores d terra en, M:inas · Gerae ' __________________..r ------------------------ A cidade de 801n Successo continúa acossada por forte~ aba-· (Copyngh1, da u. J_ B. p.~ra los sísmicos, que .se~tê~ propagado até ás cidade~ vis!nhas GOLOMBO e O GIGAftft Noticias alarmantes daqueWla zona m1ne1ra I D0DDIDÇÜ0 f õorme nas ' ruas na esoetfativa de 018 non catasfroobe Q~r~~ ._.do descobridor_d_a _..,..~r- ' , H O _, BELLO HORI~ONTE, 26 tara gravidad~ ~a si!uação, 1Jhe1:omeno cre~ra~ uma si-! Affirmam-s:, entretanto, 1• . ~ _ _ ....--:.;' DR. LU\l.Z PAC EO -Telegrnpham de Bom Suc· I expedindo noticias nao ver- tuaçao geral de md1sfarçavel íjue as convul;oes dos sub- 1 - • ' · cesso: 1 c!adeiras''. (A.B) panico. ,,ólo ele natureza_ calcarea, 1 H R E 26 As pessoas passam as noi- onde correm lençoes de a- 1 "Repetem-se os tr~more~~ BE,LLO_ O I~ONT , _ tes acordadas. A maioria dos gua, provocam a erosão e ' l , '- , , lberee. sem d.18t1ncção de edade, e naclonoll--:lade n1:uun <&. vida.me - 1.oe: , uns e outras, J)OMLVolmen ra.m q;ue. como mu.Jtas outras cot clles e ellas devem o tabaCO á vWepe.ndlada Amerlca. Só f:iepo embora com menor mtensi - As 6,fo da noite de hon , - . desabamento elas camadas -• IJ. dade. Permanece a appreen- tem verificou-se novo e vio- nab1tantes dorme vestida. »uperiores ela cavernas en- ; •· . .··.~ ..·.·.•.··.· são do povo, receioso de no- lento tremor de terra em A!. vida commercial está tão formadas. ~ . vos tremores. Continua o e- Bom Successo. prejudicada. G- l)oJ.has oeco:is que acoem1i= na. 0 "ª ~odo das familias. Varias ca• 1 Iniciou-se um verdadeiro AlgLms engenheiros do 'Haveria tambem a pres- , . f , extremldB/i.. vara extrab.lr 11ensoa sas ameaçam ruir. As pes- cxoclo da população local, f;OVerno db Estado aJli cbe- são do ar, tendendo a ex- ·. . . • 1 ::..,,~: ;::..:, ~-:>· -re•- i soas com interesses indus- pois as repetições frequentes gados para estudar O pbeno- pandir-se, provocando os a- t·'·' :>,;;·,' .·.: os hesoa.nhóes qw.eniu nv•n111en. {h~~~am~cc~~invul~a~ ;::~ pro~uram acalmar o ;::~s:~~:GepubadoMagnoCa- ' L -,., '_ :~Lo~~> -~F:r+::::=: ~ ~~ 1~erui,Oe ~aú,fla 8ª KHlão Militar :::>::E:~fl!i~~::;: :::~;tJiE:I:f::,E [~ê.E~S~~- a:,cgou ha dias. a uta. caPitl!l, vro tnmb<.:n os hablt..nt..es r,,nquelle long!n segu.ir solie.itaram informes ~:r?nt~~T~~ ~:/:•s:~ ~::::J:: - ':;.";,~us 4;, 1 :'u:::;':':; ::'a!::= :;.=,:a .:::.t::::1'.~ , Fez-noe, ~ont•m, =• nrrl\·el \'i.3i!a :~~:' ::: :~~ :1::: ~:;~.~ 1uo=:d:::::::~:;,;.1oca.Jtzan. sobre a extensão do mesmo. "ª" empreender ãquelle município, a· proc~.!~~-~:':.g: :~t!"~lh:'~10 doe lndt-.;, o 'D.OMQ distin~to a.mi.igo, dr. Luiz Pa- :11eoc1oro da. Sllv~, dhefe do Servlço de do t-Odc,2 os pontos suscepttvelS de pro- S'e o tremor tivesse dura- Em de Yeriiiear as obras publicas e os nhõe3 rapidamente, 68 acostumaram. e= o tabaco. Em 1518 f<Jl'IIIII -.. cbeico, COl}!llul J,o Brn~:I na Gnyann Fr::(nt- Saud.e da 8.a Reg.ifi.o Mtllt.ar. ph} 1&.Xfa vaoclnou, o d1stlncto otnc1al _ • , ... 1 meJhoranlentos de relevo postos em. vladAs as primeiras aII1oetra.s li Pentnsula., onde toram cultlve):IBs, 1111:1~ oeza om . rg · ·to cult S s q~e velo tr:a,n.steTido dn 6 • R,e. mrds de seiscentos pessoas, emquanto, ÇaO ma1or, em aJgUDS Segun- pratica pelo gestor d:a. communa no ve eJll Poi'tUg:al. A Inglaterra só cm 1535. 0 ln1!)0rtou do BrMl.l,. e- !t. ~~~ ... ;º~:;,',~, :~.:r:,:___dl~sidd~ egtmà~m~ 1 ~ltu1art,lmcq,n 0 ~•m• 0 e:n_:3:.:•~~~tªu~nº~- conso~iciall d º suas operaçõeS, d1Stllbu.1s dos a cidade ficaria destruí-" eurso lapso de tempo de sua adminis~ icno Já O e.x :vortn.vo . para a Turquia, Em 1560,.Joan Nlcot. eDfbab111Ct~ ....,.. a.11.l .......... \..... ... ...... 'Y ..... ~ .,..~•~... v-~a u __..., " ....., ..._ "'""' .. ln.rgamtn te os recursos da ambulancia. cJa. , . tr-ntúo. u 1( :Françz. ne. H~, como uma homenagem 3 M'ana de Mé:l.lcll, m:ftOü cd!n~cio ('D.tre aqu.elln. pO&..<~aã:> fra..r:- ções que sablao1ente dese(?Jt>en.h.a. nesta 1 1 os!"a ã c\.\!I diSp~Slçúo, P&lo govern1J amt\: ---------~ al@l \ nas sementes a. Paris. &te 1ol o motivo porque aJU ncqu S: peta. o ll-0- raiz. Regiiio, 11,Q chegar neste Estado e ter.Ido zoner.•• 1 A poss1~·.dade de que se Sy.ndicato reconhecido couhecld& COIDO "nicotina" ou "Hen'a d> rainha". - ~ com "° no""'3•r,,factores. t!í>resen- ta 'Especial do Rio Branco violento surto cai·~o• reveladolleS do ~atrloblsmo ina fra e e l errem O O e O· pe O niS enO O ra O bem conhecido com O nome de "h,rva do grande ~rtor" _;,.,o ffCO 8 ... s., no d-ec.arso da palestra ~nto.bo .- sJroulta.neamente 1J'r( )ruplt.lo no cant1ngen I Esse,. &crvlços humanltarlo~. e.ssc~ Qn. t d t t d 1 Mi - t • d T balh Os indlos do Br8&11 chame.m.no de "petum". Na Franei. ficou ton 1rua.o despedidas po,r ter do seguir epidemie<> ~• !ebres !>Dlustres, de cara. balavel que animava o brilhante offlctat. rigeDS vulca;nicaS parece in- RlO, 26 _ O Mínisterio do Tmbnlho ~r:: :::00":. prlnetpe da casa de Lo rena,, gre.nde prior do r,Jno qw, • ~)!• ! ~.~~;~::,~~µã., para Gu· ~=n:':':~ v:':'::"i;!,,: :;. :::.,.~"~~1:v:u!n.;";;!e::, ~:u.; teiramente afastada das co- ro(l()n!h.,.,eu o Syndicato da ela.= doe '!::;:7i:;~:H ~~f~=~ r;;~;,o;~gÇÕMlierra~ d";';;;; Õ,.Cháê0º801·ea naquella regJ!lo. ., No intuito de prowover medi.. 1~,·; Ell-0 'maj16ttlso, sub:)re e radi- ante oomo ,:e tura. q ~ dla de sol db roez de maio. A'~ 111.tlli,adas d.e «.:es vartr,r~.an, dlb a. tm11r.?SSão de um paraJ.zo aberto onde o 50- das sev~rns e ln. falllvels no. ca.m. panha que la emprehender contra, o perigo- o cb.anceller do Paragu..ay :faz declarações su..:: rn.ma gravidade a esse respeito nho per~:a ~ iioco 1llus3.o so nagello, e. s. d.e Ttver eterruunente. e:;, n fe ren cl ou T<I n em S!, a perfeição de nos e ~.ll' as a:ujtorL, attrahlr, de nos al.tgrar e de nos dadee esti?.1uaes .- ~~~:::a:::~~:; 1 ;;;; :~;rn/~~~:~.Dr. Alpheu Tourinho Dllt~TINDO ~M PHOJEtTO DE LEi 1 procura anno e anno 31>-""e.?entar O Alvaro Maio., governador do Estado baré, aeu scenarto ccw maior pom1,,1a. •> q·1--1. mrn.1 gesto deruonstr3it1vo da co,1. o deputado Silva Magno apresentou, loonrlnm em sitooçiio de quem n&o lns- Eae é o theatro orute vamos nos :itUtça que .cleposlta.w-a no btloeo oU.lclal h.O. d.las, á consldernt4o de i;eus pares na pira a mJnlma. confiança. O puagra.pho , divertir e nn.ütas ?ez!J'S esq11-c-ce:. encarrtgO'L\.-o, fornecendo-lhe macc:-laJ Comam. Legislativa do J!fstado, um Pro- unlco deste artigo é ~ verdadeira lel do • • mO-nOS Idas la.gr. } rua.a derrnm'l<.l.a.s. _ lmpresclnd.1vel para tsso de che!Jar & Jecto sobre a Sociedade Cooperativa de tunll: lArgo para o fazendeiro e estrelto 1 - Nelle, revoam bam:fo.s de OOr. 1 campanha contra os m~le., que atnl Industria Pecuarta que vale a 'Pena ser para o negociante. O artigo 7o. do 11ro. boletas como eo 1,rt.-eu.rasse~ no glam a região do Rio Brenco. Nessa loca. estudado, com p8l'lench1, para constatar a Jecto define bem o crlterlo c0m qu! 06 1 seu scenarto a& nores perh.310ª 1~r:!ll,l.e, .notando O !(ir. Tourinho a ~ sua tnoppo~ntdode. o proJecto tem Interessados o redigiram, preoccupados 1 ee.9 dum jardim •tural. A musti..a. \"t~de da epid.ema.a., entrou em acção, passagens ,·erdadelrnmente plttorescos. em llvmr..se das ta.'"os aU hoje cobrados é para el1e cs ac-=ordes dwna ma- n<to 1, ,-(lindo esforços nem poupar>.dl) 15.J. O artigo So. 6 alguma. cousa que se pode• e dos tmpostos de vendos mercantis, que ~ ravllha e vara. n6s a reco~aç~ de ~rl!!clv!i, no atan de ret-0mar á sa.ude ria copltular como desnecessarla., pois sêrta um a~surdo se de\xassem de ser co_ J alguma C01"3. que se s~ 1 ;;me;g1u t nã, so cs soldados do contingente 1/la•~ nJnguem vê nem sabe que va{ltagens po_ brados, e~tabeleeenao um ~vlleglo que J ~=: ~r~~~ :.~~::. =========~ :::~~ ~:e:::r:a ::ü:o:: r~;~~l~~:~::- (~illua Jl& 4a pa~a) tudo num movlme.nto C-Ontluuo o jornalista A,uostinho tro do Matadouro, com despezas para ~I ~=~~==~===~ , :'C:;':":.;~:C:\:.,":,:": Men~onça vemº ao ~ará ~;i::·,d::;i,: º.;;~;:i:,:i;:;:r:,:;: A !,:1':~t~!; :'!!~:ª;t 0~~~ 1 ~ t tio aoltando.se d> suas ,.,,,.,,.. am viagem de recreio cer as funcçõe, da caixa llquldadora sem de impostos foram pela fi.rma Cortez 1 ~:t::: cortar O pequeni:io -- onus ou ~vnmes maiores. O urtigo Go., Coelho & Comp., sonegados no Esta· 1 ci~m ~ºa~~ CX::te:::; FO_RTALEZA, _26 - Em_ tviagom do ª~:-: 0 :;s 0 ::c:r:~!:::s~'~!º d~::a::«:º:.; do, sabemos qu? -0 sr. Alberto Eng~- ~ melhor o teertco asvcct.t., da dd.Rde l'~oorc10 sc,~e _110Je pa..ra a.lu , no vapor !criam respon~er dlroctarnente pelas suas lh&rd foi o ex·dtrector da Re~ebedorin. 1 que !dorme balançada 11ela. vlraçào Pedro Il , -O JOrioo.lista. AJgoatinlto Mcn. dlvldas Junto a quem de direito, e este ,de 'Reudas que miandou 1Ped1r por te· 1 guakartna., somb~1a Pela coma donQ1 1 <'0.ITesP,O,n.d«ntc do O ESTADO a.glrla. Jud.lcblmente no coso dos dcvedo_ legr.um.ma. á fobrioo os despachos que 1 ==t·e d-e 6U35 mangueiras DO PARA' aqui e lH~erct.:1,rio da Liga. res relapsos. Como quer o vroJecto os vieram por intermedi~ dos seus no- ~ Prot. Francl~co PJorenllno ~oaza i P~TaKmSC e ~a lo.rga~o:rte ralaciona- :rn!tt':!~~C: :i=r~~u::i;:u~:ª;_~q~I:;~ 1ó~i:~e:tes: :~:m ca;;:~s~u::~:; •• e e •• • • t 1 1 1 1 1 1 e •. do. neste EstaJclo. (E) • pois ~l~es impõem obrigações que os t,'OL pectÍ\·o urooesso.- 1 ' RlO, 26 - A poposito de um telegramm. no qual o chancel– ler ipaalagua.yao sr. Riiarl dec!a– Chaco por uma linha que partin– paiz não a.ccieitará a formula. proposta na Confere~ia da l'laz ,arn Buenos Aires, "O GJo!jo" procurou o ministro do Para- 1 guay aqui, ·o quai disse: Saavedra. Lamas, cbancellcr argent-:.-:a "Como: sabe, a formula já co– nhecida, oontempla a divi:;ão do rou em Assumpção que o seu do do ncl!lt,e da Bahia Negra, v. até o forte Bormigny, mais ou menos; a libertação dos prisio– neiros e um pacto de não aggres– são. De acoordo com a formula, ficam adjudicadas á Bolivia as possessões tradicionaes do Para- ==~====~~=~ l guay, com/o< Patria e Galpão, so– bre o do Negro, povoado d-o Pa- O IIDIIIIDcf( 6 uma cdespes,, P– rab como o =i.pregado • o telr phone. AnnlllJolise neaw JOlll&l. ·.• mala lido m :N•,.. .li~ raguay na (lpoe& de Carlos Anto– nio Lopes, em 1845 . A pair de tudo isso; diz s. a f~irmub propot.a não co! • pia a questão do petroleo, a~ sa principal ·da gu.erra e demnisação dos ]Jrejuizos dos pelo Paraguay. (A:
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