O Estado do Pará 21 de Outubro de 1935

O ESTADO DO P AJtA' - Segi.cJa-feira, 21 de Outub ro de 1935 O governo--âe·-gabinete paree ..., (IIIICUl'U0 DJIBOUTI, 20 _ Está co,11- as medidas da Llga dna Naçiões a A.fricn mais dois navios ita- • . • 1 b t d ., t 111111:effl pefü ll1li1 arelira~a de:trooas oa fronteirã ~a [riiréí cof o· lOYDlü:erc. ... •• i.• HQIIU. firmado off~cialmenle m~vimeu c?nlraa Italia,pors~rem~e!'"a- liano, com 3 mil soldados. - lll via ve so o os os aspee o attitude que ado,>!8tia o nosso ~~d:;?,~~~:~:~~~!;;~::~= ~~~:;ae~~7J~::S~~~~~s~- ~:_>_ . ,- .:._.. · --. - -- ' • 1 _ preiiz em. rei~ª- qu_estão ita- to.-t . • o canal de Suez deveria ser fe: .. Jo~~!; 50 20 8 ~ Sob . 0 titul~ RIO, 20-Hontem, na Cama- tituíção, que não tem dois an- lo-abyss~!\fico~ 1 ~t~~~º~nr- N~licias não confirma~as ni_n~ chado e o 1!1ar Vermelho blo- 0 redact.or Jiere d!~? p~~i~ 1 ~Z: 1 ~i- r~, nas rodas da .'lala do café, 1 n~ ainda. Em pa ·too ~ da, dizem que oras Rass1ben toi quea.do. assim como as costa., a- sien .. publica um d.t...1 ... 1 o assumpto principal foi a vin- O sr. A1berto Corrêa diz que ~ r:;,:rote 9 t.o á atti e ~ assassinadl pelos re,•olto:a-o.•;.- fricanns m'!ls_que provavel~en- se cousid.?ra ins;t.~ 0 1 ª ~;\: da do sr . Raul Pilla ao Rio . o dlr. Get.ulio Vargas e o ge- ngia • . . . . (E.) .. 1 1L..1 te a França nao acompanhana a meios officiaes. Este artigo é O proprio sr . Borges de l\fe- neral Flores da Cunha olham Houve comi:: nas piinci- GEKEBRA, 20 _ Nu rcuniüo Inglater~·a numa a~,1~ e~ergica u~ v_chemente protesto comra ~eiros acredi~ necessa:ria a IJ~nachões para a idéa do sr. paes praças pu cas ·_ . de hontem Sociedade das Na- dlessas ~•cando entno .1 Liga en- a ideia de que a amizade fra..n- vrndn do sr . P11la, para tra,tar Pilla. . ··• • ' .Deante _da e:<a1 ~aç.ao de am- ções chego\/\. um aecordo que fr~queo<~a e tnlve1. .c:e espha:~- co-br~t-nnnic~ s7ja de qualquer do falado Gabinet~ -- _o sr . Flore! diz q~e o sr. mo do pc)\O, o ~,erno n:andou O primeiro pa.ssoipara a n,.1>plioa- la...c:e. (E• ) 1~ane1ra preJud1ca_d~_por ~crias .Entretanto, a 1d,ea. do sr. Pilla quando vier .ao R!°. se pre- l'\lll'dar n embaixada britnnm~ ção das sancções seria : 1."- !\ MOSCOU ,, 0 E:,n• d1fferer.ças de qpm1ao, deeln- Pllla .soffre fort:cs aúaques dos cavenha. contra os polit1cos. e&. . . • t boicotagem da exportação dos . ' - .-: . '· ª°. tra-1rando_ q.~e eert.as divergPncias presidencialistas, que juJ6'a in- O sr . Adalberto Corrêa diz Nota--se grande o.~tividade l"m productos italianos e 2_- 0 em- tan~o ac1m_de un1.1 s::i~n_dc Jll.Lc~- na_ opu~1ao 1;>ubhca de amb:s os viavel qualquer tentativa nes- que, ao contrario, os politicos é todas as classes soc1aes pr6-n_eu- bargo sobre a impor,açáo de ma- nacional. 'ermel~~ /~' a conci- pa1z!s e dev1~a somenl~ ao _f~cto se sentido, accentuando que s6- que devem precaver-se com o sr. tralidade da França na 2pphca- t·~rira prima pela ltalia. (E.) tar lodo~ oc: opei • 1110~ 0 mun- de nao ser a tmprem;a suff1c1en- mente com a reforma da Comi- Pilla . (A. B.) çAo de sancções á ltalta . (E . ) ASMARA, 20 - N~s tro- pr~~.:• ~~ni;tr~ d:: ~;·:o ~~ pas apossaram-se da c1ctad.e de Stanley Baldwin. aos seus eleito– Pracallé sem a menor res,sten- res repercutiu favo1avelmente cia. As for~ italiana ..s en!.ra- nq;i. (E.) ~ . _ ..._ ram em con1uncto de ., corpos dO' ra., Guzga. (E .) LONDRES, 20 - Chegou ASMARA, 20 -Noticias vin- =~~ ;;!;1e~ ~~r °::',~~~:~;y o Ed:~~~ ·- CASA DO CABOCLO das da frent.e das hostilidades -(E.) ~im~:~~ ..... ~~: i,rii:~t~s..:,~;;,~'r~.1:i:.· ~· tVeiam os ülmf:que vnm~os ~ e1bibir '. nestalsemnna AU'-9 firomento não registou- seio da Liga das Nnções, c.:olh<!- AMANHÃ A Opereta sonora I grande :l;p esentaç-o tacul =:~:::::~):::::~ ~]{~f~n;fai~i~~~1~:i~~ E s t u d a ri t e ª M e n d í n o communioou ao general Dei Bo- senhou-se a ameaça e uma guer- S no, dizendo que recebera uma ra entre potencias e~ropéas, que Interpretada por JARMJLA NOVOTNA a ga.:-sianta d ouro e primeira cantora da "States 0,p~ra·• de Berlim, com Haus correepondencin do interior da fatalmente arrastaria O mundo Bollmanu. Fritz Schuhz, Ha.u;;i Arstaedt, Fnnz Aalten e Paul Westenneier. Abyssinia, segundo a qual as tri- a umci calamidade mil .vez~.s peor I =========-=.,,,;;U,;;m;,;;fi;,;lm;;.;;•;,;l•,:,gr;;•;,;d;;;e;=l;;;in;;;d;;;•;;;;;;m,;;u;;s;;ic;,••;;,;;cl;;;a;;;ss;i~cas;:;;;,~•.;e;;;mh;;;;r;;;ia:l!.g;;;•d;;;o;;,ra;;;s:,.,;;c•;;;n;iç;;;õ•;;•;;,·======= bus das regiões de Danakil e Or- que a de 1914, pela pr1me1ra vez, gadem estavam rebelladas con- emfim, sw.rg? uma pausa, c?m o tra n nomesç.ão dos novos go- acco1·do realizado entre a I< ran– vernadores, pelo imperador e- ça e a Inglaterra. A I~1glaterra tJrlopico. (E.) . . ~:~::e=:. :a naa;o):~~~ PARIS, 20 - Contrnua 11• 1 ?1- d:i.s sancções f6ra do conjuncto pre~, secundand, 0_ e!;pm.t>o da Liga das' Nações. dominante na popul_nçao, a ba- Aqui. todos são unallimes em t.er -se :J)ela neutralidade deSle reconhecer a importancia <lessl' paiz no conflicto ital~ thi0Pe · accordo que veio a sir o prir.ci– -(E.) pl.l factor do desanuviamento de ROMA, 20 - Mussolini con- ambiente de sabbado. (E.) vocará uma reunião do Gabine– t4! na proxima semana para ex:- BERLIM, 20 - O imperad:>r por .QS entendim•.mtos tidos com da ~b)•ssinia concedeu uma en- 0 embaixador br~annico sobre trev1s1a_ ao repres~~t3:D-te de um & ~mobitização da esquadra grand~Jº':lnal da~u1, dizendo que ingleza no Medit:erraneo, medi- ª. Eth1op1a continuava sem~re -ante os seguintes pontos: 1.·- f1m1e no mesmo ponto. Afftr– R4!tirada das bases a-ereas ita- ·mou o Ne~s que não entraria lianas na fronteira do norte da ~m entendtmc?nto emquamo as Eriihréa ~ o Egy9t:>; 2:~ tropas italianas e~tivessem cnm- -" .· · -,Reducçâo dos effectivos milita- batendo em terrltorio ethio 1 oe. ~.v,( !,•. ti.r 6 .na Lybia; 3."-Evacuação Ass_im como a Ethiopia não es– das esquadllaS italianas das pro- tar,a de forma, alguma dis,posta ximidades de Alexandria; 4.a- a fazer conceções de terras sem Censura no serviço de imprensa grandes conwensações. (E.) UM FIL)! GRANDIOSO! 1 Uil!A EPOPEA DO CJ– NE~lA SONORO Carnaval Uma pelicula f-ormida.vel da Bridsh Dominions Producti.'.!ns MATlfESON LANG, DOROTHY BOUCIDER,. JOSEPH SCILDKRAUT Um~ supe~·-producção de luxo e grandeza, apparalosa e ricameoc.e enscenada com a eximia actriz RAQUEL MELLER Violetas lmperiaes Toda a sum/Ptuosidade, esplendor e fausto da Corte .F)ranceza no SEGUNDO IMPERJO. Um enredo forte, malicioso, frh•olo, audacioso, revoltante, enervante e espectacular Ru·a da Vaidade Trabalho formidavel da Columbia Pictures com CHARLES BIC!(FORD, HELEN CHANDLER e :MAYO MEHOT e, fin'almente, um "arrepiamento·· de nervos num mundo de mysterios, audacia, terror e emoção: í! ~.~ !!: m!!!.!!.!!.~ _,!~Y!.~!y_~, 1 arriscadissimo papel da. TESTEMUNHA INVISIVEL. . .. nacional com referencia aos ata- qués feitos á Inglaterra. LONDRES, 20 - O discurso do p:ira uma acção contra Ita- temente bem info~mada com viria a resultar .d'e importan- Cultuando a memoria Nesta cord'erencia o represen- queS~ p?m~l~dmim}tro~ng;ez, ha, por causa da guerra contra respeito ás negociações d\ploma- eia bem m'aior do que O ~onfli- de Bartholomeu de Gusmão 1 RIO, !tl - Com .1. part~b Ih. ,l'otude mundlal. a All~...i,.. fa-4 di.'I :?õ unu. ifr1diet-i,o de aradff t-arioul, l'llbonliBada ao ti "A mO('id•dt ciur ,,■ta •• tor patri--io B"f<"bl g,:1uiz:ir.1'fArti<"if!tçio o coro Ulbntil do Ool q11.1l("";l'llb1'iaa~i ~ito". ".Vfu. dnti■o'I &nfflu". tante d:a G:ã~Bretanha não tra- :sir an ey ª win ez 011 em a Eth1op1a (E ) ticas, que actualmente &e reali- ct~ actual. O. mesmo Jornal Santos Dumont toa de p0ntc6 referent-es á Ethio- ao seu elei~orado, v~io .megavel- zam entre bastidores, tendo ai- frisa que, praticam:ante, 0 pre- rl'!li!otiu. pia. (E.) :ui~~: ;: 1 ~~r~º~!r.,1:~~e~tear~n~ ROMA, 20 - Sir Eric Dru- guma vez induzido a engano 1 por sidente Roosevelt applicou as RIO, 20 _ Amnnhi, eegund~}f'ir:o., .F1lam0e • vario, tubaieM, ot mon.d, embaixador da Gran Bre- falsas apparencias. Entire cs ~ancções antes da Inig,laterra i1,!\'i1L'»e a &m1111 da .A.ta, org.ui.ia ..fa d'-'S~r1n1 ciue ntraüaa o -.a. &: ;e!~t~iz!t~~ea:a:;,~ef;:~,:: ~::J:~:~~~;;i~;:r:tão~: j~:E ~~:'~1!~~ :;::.11o~g: ,,:~:t!or~ ~:~;e::.:.J:f~'v:X:':1n:ia ::t: ,~;~;!;~u':n~"-':,:it;~:r~~~:,; !::;,~:•;~"';,.';'~:-;;m:: •~: ceza em resposta ª pergunta fe t tad deal posswel. tendo declarado no 111s1stenc1a com que a Inglater- do mJm1stro br1tanmco, s1r An- ij.11; 1 ~::;n,t~tarli. u ~oria de to- ta pela1iiglat.erra'. que o go~er~: ~:i,~i~oª:::~e;aco°m:;;~:n~e se~ decorrer <la visita que o seu go- ra ex:ig'ia s3:ncções im'!led.iatas thony E:den, e do ministro nor- do~ os n,·iodol'Q bl'GSileiro. mortos no _____.;._;__ _.., !rancez: commumcou ~ta~ do couflicto ftal . 1 q f d verno, não tenciona exercer ne- contra a Ita.ha, respondia ao de- te-amencano, sr. Cordel Hull, ~~mço e tn.mbcm " irstra.ngeiros. Eo· pleno:accordo n:i app~icaçao ~e n afd d o-mg ez'. <t n -~ nhuma acção f6ra das que fos- sejo de tornnr impossivel qual- demonstram um perfeito enten- hetnoto. o mofüo ce'lltTol dea botnuo_ Vae deixar O :mandato sancç_oes do ;os:o ~ 312 • ~as . e u~ rceon~i~ti ;ni~e /~~! 1 ~~ : 1 : sem deliberadas dentro da Liga quer reconciliação, e ''matará, ~mento e a:ccordo. g.:.ns é Sautos iO.wnorrt, cujo primeiro ~ne;~t~~d:~ta/~: ~:~~ Liga das Nações. A guer,ra seria das Nações. Assim sendo. seu politicamente Mussolini, pro~·o- A ·'Boersen-Zeitung·• ~ê na ,•;,, foi tt:ilizndo n 23 de outubro, no ;~~,:::;i~ ;:•:z.~~~~:o ~;~~~~~t:i,: ~:;;~•;;:•• ~~: ~:!~• :::: s~~'~;mc;r;:::, ~~;:~ ~~;:~~:~:m;;.,:• c~~::~r:::;; ~=~idtt~o:•~;~:!t!~d;~•~·= :;: ~:~:,::.,:f:7:~;3::,;:::: -(E) , laborar para qualquer solução da L1g-a, a qual perLeríc1a. e era PJ~posno. Havia por_outra ,pai- nhec1mento por parte da Ita!Ja, 7in u:i N nquit:i do nr. (iA.B) ~- P.\ULO, ~0- a..ior■ .. ao qw: o dt["l'rado rf'deni.l Budieh tuegro, l'tetidtu~ da .FH l'-olu11t11rl~, tt'IUIJl!'il:'ll O ....., (A. B.) , • • .a. 1 de paz. E' possivel que.os ca- obrigado a curo'prh- as obriga- te mgleze.s que acred,t.avam que de que as difficuldades da cam- • ROMA, 20 - O governo t0- minhos que estão sendo ndopta- ções dolpaeto que ha,;a assigna- as tentativas do :"1:· !)aval de panha na Abyssinia não tinham :-;_____________________ _ mou conhecimento de um memo- dos pelos membros da Liga das do. Mas que seda a ultima das chegar a uma conciliaçuo occulta ~ido tid'as ha devida. conta, a -------------------- 111_____________.,.,_____________• vam al~u~ pl3-no malevolame~- despeito de toda a preparação. .--- ~ f Fllh f: H ""7DL-'QLl~OL I teho,t,laG~aBralanha~ á L,- nem tinha sido p,,..ivel imagi- . Dr. -areª º I ~~ ...L ga das Naçoes. Em.Pans. de-lnar previamente a valente de- (:O-LEDico nos uosr1Lus DE TuancuLOsos ooXJNooa naaa a cl~ra_o aut!Jir d? artigo, nunca fe.sa das tropas etitiopes. s. ~EDilSTIAO e IM SANTA CASA DB AUH■ICO■DU. 200 réis-GEL A D I N H O, C O p 0-200 réis ex1st1u um proJ~to . te_neb~oso Notia-se nos jornaes france- CC.J /'ti J C.ll GE.R.IIC. . . Se for~ Nazareth visile o stand HYDROLIT_OL. HY DROLI1'()L prepara uma de- dei;:ta_ nalu :ez_a.. s o e_x1stia a rna- zes cheg·ados a esta capital uma Molt11tlH 011 mulber. :,ro1esuu dos u..ambos cln:Wtorlo, 4.,_a.,. • ...... • h~tOBa agua mineral de mes~, ~e agradavel paladar-. HYD~O LIT~L pode-se chamar immu- ba~tl.\ ~l <letei mmaçao de ~pro- mudança de attituõ!e em favor JJ.'...._Trat::mnto du bronchttct e 1 ~~r~;::;... pulaonar .., _:.•.._ • n1z.ad~ r de aguas, quan~o ma1s impura for a agua de uma cidade, v1lla 'OU povoação. maior vell!u qu~lqu: r opportum d ade Ida lngla'tnra. Acredita-~e que "ltt , ~"c:1■11ndo.L ".,.,. neces9idade tem Opu_bhco de proteger-se contra suas impure~as bebendo l~YDROLITOL. para termmai O dra~a no qu~I isso é devido :ís declarações fei- ,.,. T ff E ft CUL .. sE Encontra,.,e a venda em todC's os Bars Cafés Botequms e Pharmac1as desta cidade a França, a. lnglatei ra, a Itaha , . 1 • Le •el -T1111:unento Jlf'lo onf'umothor:o., 1ttltl('J•t. •unttbnaoai, ~ e navios fluvi.~ . ' , e a Liga das Nações são os prin- tas a •~pr!2nsa pe O si_ · ~\ • , ,.. 1 lmvu. AGENTE:-E. VALLE _BARDO PORTO_ PHONE N: 1645 1 ctpaes autores. '·A frol1a ingle~a no se:'tido duma ~re1rt.a co O a- -AppllcaçAo llll tubcrcullnothtrapla (varclnu toberculo...) - ...... ■~------------- L. R. E.-21, 23 e 2S já deu prc,va de que a sua eXJs- boraçuo ~om o ~J_or Rdc. S ru1d:11 for..,u il• molestla. ______________,..,,; l'encia continua pode. agora, ,1-e- mes,nos Jornaes .c.:1r1gem ur,n ap- Alto• h Pl1arm.1c1a Ctnlral~~~~!~T~t~~!!,. - TeJaplllo--u,. rand.um enviado pelo sr . Pierre Nações não seja efficaz, mas to- iâ 1 éas da Tnglatcrra qu~ quer gressar ás suas b_a..c:;es, sem 1 peri- pello a lnglater~a com_ 0 ~tul~.: i•nAR.\tAClA MODl>RNA:-Da• :1 :\• 1 boru. Lavai, no qual pede ao governo d"'S ?evem se lembrar que é um possibilidade de guerra, multo go nenhum. e agi~do dessa r_n~- "Ao:1 no.""508 anu_gos ~r1t~mc~s , RE!lfDESCIA: - MrnM:1 s. Jcron1mo, o;o - rlíLICP■O?lr<-S: 1:.!•...,....,. italiano paro. fazer uma exposi- caminho ccm'pletiamente novo na pelo contrario estaria muitissi- neira augmentaria o prestigio para salvar a s1tuaçao rnte1na– çio mini.ma das 7xigencias. do historia da humanidade, os er- mo empenhada euo collaborar briln nnico. "As critieaq d-:,s jor- ciona\"" . (A. B .) :no.,so .pa1z no continente afn~:i- ros commettidos por isso mesmo para> qlralquer solução pacLfioa naes sobre esse assumpto ct~- no, afim de entrar em negocia- 6erão desculpaveis, mas isso não do conflicto italo-abyssinio _ pendem do facto que durant,c A l ct nas Encerrado, 0 Convenio ções fóra do sei? da Liga das impedira que se continue num es (E. ) · mezes se ~alou em 11eg-Jciações. u as no u~ ~ações, a ~espe1to .da~ preten- forço sempre maior para se che- GENEBR · ceem que nmguem soubesse exa- nas Acadenuas Assucareiro Vão gos>r de 10 oJo noe fN•.. · te~ ferrovia.rios Çoes da ltal'3, e Eth1qp1a. gar a um fim efficiente. Muitos I A. 20 -:-- O s~ · E- elamente em que termos nego- rw ,, 11 O~o,io Mllt!~nii.., Eat!'- nota ca~~~u opti'!1a im- p~nsam que uma falha agora se- ~ e~: 1:~rese~ta1:1te rn~lez JUl'lllO ciar . ,, , ' 1 i~ 1,:, 0 da, ui ,,tu. ;;-etuin h ·ou' RJO ~o _ ,i:.,o(crrou se O ('ou-ninia s P.AUW, 20 - O iro~or ~ pressao. A op1n1ao publica de- ra a morte da Li1ea das Nações. • 1 lga a~ aç~. foi quem a- Houve rumores. algumns ve- ' . . 1 d 1 1,. \ .. ,.u.,,.'rr,ro. , 11.iainou um d«~ deoearanJo qua ... monstra ve1rdadeiro interesse O sr . Baldwin não pensa..a.ssim, pre~cn,tou u 1> 1 :0P~ in do adia- zes ccrloci. infelizmente. de QUJ O °' 1 º 1 rnttrr""<' um.a f'm<'u " '" 1 i\n ~,..,. 11.., de f'occrr,uul'11to o II umi>t11 ,·ooi)"rntivq a,noo1., e!Ã>.IR!ll~ • Ofl pela solução pacifica da penden- mas acha que tO<IOs deverão rc- mcnto dn npphc:açao das san- ambas aspa 'tes n:-10 1 inham chc- ;• 1::~•\~ "':,~~'.~:i~~~u.i:,::r~~n ..o::, ~:~ 1 ; í,.i1tlunw11tHI dll'CutWo Joi o on<mti1~•0 hu qu,e. 1e _o,.pniu.":I da:itro .S. -'9 eia italo-abyssinia. (E.) dobrar os esforços par1a tornar ções contra a 1talia, pois leria r>tado a um accorcl ·. e mesmo a "" ""·t·utoundo 011 bl'n~fioo·io• , 1 ,,., •• u,~ ,.,oHuM n ..'8"uh . .F-0< 11 1\"ro,·11,t. • nr.noa gn1n.o lO 0 \e de abMl.m9111lo .._ RO~t~, 20 - São innumeras ~ªe Llg:eu;z:erdadeiro instru- ~;~ª;:1;c:n:;::C:!.i~:s~:s::: ~;~1~= ,~.;~:;!~~;;~ :~sr:;!~: '! ,. ,n•.1 tr"r"º i-:un o• r..1u<1,1n1~. Jl9· ~;~1~:\·,:;· .~~~;!.:~!~ ~:t:::~.:•c::: f1~_:_t;~;:_,;;~:\!,.«;i~ pua • .;o M notlClas sem fundamen~ es- . d. ,ido, para deixar tempo ao re- tõe~ maliciocin<>. S('m embargo t, ,,,.,. lr:ih:ilhnm <lt• di• 1:iurn ~0 t1o, 11 1 11111 , lum&"ll('S. ,A lin1ltai;io ,te,·cr:\ º· ,l<'~l'iH·ohi.mmto da• ,~,.o,... p1•· palhadas no extrangeiro com O Tornou a 11Cpet1r que seu 1<J· t t f d ·s.1.· L d ,,..,,,, i·••-..0111 " 11l11:u11,. dr "u" ta nlli,•. 1 .. d(ll'l'r" i,orn\R a:~r11I. ac-n, ,:,a,,._•p1,iío d~ li•tn,. 11ruu •lt' qn,. . , mf""Ulh ,-. fito de precipitar os aconteci- cur~ de Bcurnmouth { ?) havia p~en an e rancez e pro<ie- nunca CXI ~u em]lf on r.e~ um ~: · •:.l·1tlt1 .,_,,._, n ,•mentia f'ntonlro,, n• ,..1urer11 11\11:unua, m....:,no 0.111••\I" en,j rnm11rir na fin&lid-.d". ~A..B.) 1 m.entos no continente eurdpéu sido mal interpretado sobruu- gu.i_r llOd ~eus_ trabalho!!..T~~to rlanc- pa~~ el?or u_s<io im d 9 r, rrn,,. ,. no:> 81'no.clo t jonto .o dr. fll'• ,-lrtu<ll' <ln ,1ulll MTi.11.m btm r,dadus ot. 1 __________ -(E.) , ._· do no eX:trangeiro onde haviam n:1a1s adm1raçao cau:-iou n 1n1c1a- sua caden a n1in1ster1al. (A.B.) tul,, \nr11:n• a. ma.ior l'.vmp•tlu.i 1 ,.oq, 1•110~ .J1NM.il1<:toNl!I. fH•l~ o 1011,<' 1 1 0 • • • _ ~ t , • tendenciosamente modificado a1:; tiva do !'.r .. ~den, porquanto . , _ (.\. l:.) , <' t .erfa w,vu.i.irn.Jo 110, -~1t~1.11.toa ,-_1~. Para a rap1da liq_U)daçiO ASàfARA 20 - ln(-crmaçúe11 eu.as palavras e es.palhado a no- dlesde pnnc.1p10 era elle quem LON~ RES.. 20 O~ com- .4 Jo,, romptndo•,e o q111hhno uio:"'11. dos congelados vind~a do M~tor Somalindia, º" tici~ que o fa~cism.o italiano de- mail' prcs!ln demon~tra,·a, (E.) ;:~~!ª;~c;;r/! ;;;:r;r::.:'.\ i~~~~:: . . l'o iº 1~1:•; 1~ 1: 1~·11 ""\tni tunw•,·u 11. t•ro' -- ~-t~op1:;:. abando:ra; f f.r,~- \.~ria ser arrafsad?. O sr. s;\d. PARJS 20 - Um grande jor- que a Allcmanhn tomou defi- Fomnu.la. conciliadora. Jur..:I•o do 11ltool·uu.1h,r, *--'1'1nin,lo ..._, ~DOA, :!O - .A ~,.. o,~,.. C•ei- 1 Diem ~ oes~m C er º:Kl~L. win atacou o asc1~mo em a 80- nal aqui ~liz que trcs partes do nilivamente uma a.ttitude con- do problema- politico '"'' e!- o mt'io l"f':Ul"tl til' ve~<'r o \.x ,nN ~l •J pro,·011 • or■al'liu~io Jo l'IIN houve ~nte: com'b: ~ees : ::~ :~~~ lut:· Inglaterra teria a intençllo exercito othiopc c.<t..aria.m ~raria t\ oggrcs..-.~10 -~laliu~. O flumi!n.ense :': 11~ 11 r~~: 1r:!.:: ~~~~-:1!:: :•;:: •r..:~nd!" f':..r-;: 1 :•,::~r~ :;--r. 0 :;:.~ .teQUencia das chuvas. (E.) 1ele dorruba.'r o fa!\Ci&mo na. lu,.lpromr~to!-1 a cntrnr em- negocia- JOrnnl de Co1_onm Koehusche lUO "0 ~ n,\lcM• ffln10 bu8"n!la liquida,. "~ir.· um 'º o IU'. l lia. (E.) .,,, ., a çilo com a ltalia e que s6 entrn- Zcitu:ng" cons1dert1 o pao:o ,mi- M pr~; ;;;:, M.l.mitt... ,m a.,-1., ""'''tunl• o rom.,,nlo Lillalm(!'lttf', (lft\rh,ri 1\ lt~ u Merra dMdlHr•~lo.•_ ..ttt,tua- DJIBOUTH, 20 - Chegou • ram em c.On\baite instigados pe- norte nmcric.ono com,o uma con- Jilimln unu1. torrnulll cfonrUMMlo.,._ d" Nl"O C't1.n111r11, n 1,..nil~,t(Wd, n ,jJhllo 1•om qu<l ' 1 "'" no n,..i,, ,· 11111 • 110 11 mnl',-een\a\&. hontem aqui um comboio PM- LONDRES, 20--0 ''Sunday los ingle:r.e~. W:: .) <iequuncia. da Yiolaçüo do Convc- flumlnl"llt<". Bnt11<-ttU>1.o n ~r. J>rntlo -~ala n l\f'Jlro\•(60 ,N pro.)&.to ,lll...._ ' 1 _J• ik-patltoa ('m llbru ao• uablo. cedent,edeAddis-Abeba, deo11de Chronicl~" nu-m. artigo do seu nio da Liga da.s N!\ÇÔC'!II l)Or ~<.-ll_v ('oJott,ta .-m n~lulo 0~ wNif';t ti-tulh·o d• n11•orl11. do••· IA-ry (",uuel' f_ix-atlo. t'f'lH ll!Ulro,, ILfli• da rapiQ ~e!lm informaçõea, (E.), redactor-chefe, diz que é contra ROMA, 20 - Seguiram para parte do governo de Roma, o que1u:, 11 111u.tWo. ,{o.l.D,), •· , 1-_: ro. JA D,)• .i.i.lJA.!...L.i. •• • ~&Ai hq1t1Jaçio dH 4!on,.aaJ.~,. (A. !·à

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0