O Estado do Pará 17 de Outubro de 1935
SEXTA. PAGINA: ó ES1'ADO DÓ PARA' -Quinta-feira, 17 de Outubro de 1935 A CULTURA_. B a.;,t~a! 1 t~i~n. h. a .i!ºs/a~Bndei~os dos n:leloes Abatatinhaémnisconhec1~'.1 As ~ementts_par.t o plantio quandoas 1 p1antasialttlngemal! '.: 8• cr1a-'ores pdo pov.> por "Batata, ingleza , <lev, m fer me<l1as, sãs e robus-1 cenl1mctros de altttra, e a segun- ,· •• :, · f,,I 1 O melão preciS-l, como as abo- 1 turno, . e cap~, acima ou depJ1s l)llrecendo assim que a sua on- Las. A;, hatntinh3s de 50 a 1001 da quando cllas alca1nçarem a boras duma tem 1~._ 1 nr:1 e•~- da te· t. ,a tolh.t, logo que atun- , g•em teve lugar l'a l ngla'cr1 ,1, grs. dão p1ov~rc1onalmenle r n 15 ou 20 centimet1·os. P~~~! ~~~t ~'O·dr 2 $ ~ 5 $~00~ 'u; pero.', uma eaÍ.ra, vada.' As terl!IR Jr, es ,, ric:a, 'Ja " co1111.t1mcnlo de 30 c,nt1-1 110 ent~nto,_acre_di_t:..'hSC _que esta dimeutos Jl"ais vauta~osos. As ' A colh_eita é feita quM<lo suas TERINABIA NO BRASIL- :,:• 11 :":• '"~' ",;::,; 0 4 4 20 f 29 00; ";;"' C-: são as qu.a mai~ lhe rnmc~m, melro~.n,101~1portan<lo que com I determrnaçao 101 . u1nca~1cntc semianles Il"elhores sao as que 11olh~ fie._. mseccas, quando O PROF. DR. OCTAVIO um <•nnllo uin Jum~tõ ~• aob.retudo l~rras no, :ts; µai:a a ,•sta :::np1·c;,:~a,o "e percam algu- p~fo facto .de _1 ...., sido º"' 1ngle- , .nes::11n 10 a 80 g•r1.imn:ns, ,r,,1·ocu- murc,1.a. a 111ose_ta termmal. ~a DUPONT, CATHI:DRrA· aOJ,000 ., ,w,.,_ vàeea, da O : \lultura do melão é da max11na mas l1v1c.-. 1v,-quc_a planta nes- zcs, cs ,p1:1m1e1r:1s que C':])?rta- , rando-se de prefürencia para se- haste._ A bata,tm~a es-t/1 suJe1t 110.LO! lfil([ a 00!.L 100$000 inll r~is, maia ou m~. vantagem que a terra seja cava- ta :tltur., a,ndn. na.o tem , 1go1· ram batatinha para o B1,;1sil . A meadura, cs tuberculos bcota- a muitas molestias, sendo por DA ESCOLA DE Deixar mo,rer um &rumai, 6 :.a., .ia ~~lo imn~s, a 'iO cenbmel.os n11lic1~ntc }letra dar 1•.1uct.o.s de cultura dia batatinha é a mais dos, por offerecerem p],antas isso dJnvenient.e examinar bem VETERINARIA l:óra n 11n~1tuncia. de aeu valoit de' \ll':1undidade valor qtr.c mereçam conservo,r- rendc 0 a não só 'Pela quantid!lde, 1 mais robustas, ma~, 1· re:ulimen- af sementes an;tes da semealdura. NACIONAL u,cntc os ínsensatos usiQ, ~ ~ covas para 08 melões de- se. _ . . . ~ Al!I I como ai~da pe}o po~c? trabalho to e colhei a, m ais rapida. Os s~ plantano'o as_ que estive~em «E' com renl p.rnzcr qu<> deixo eon· ,\s. doenças do~ an.im "-' 11!9.;..,.. v~m sei 01 ·tunciaaa~ umas aas r_er:'.unud:i. esta h;rc~_1ra. ca- 1~-ª.e.olheita. n.10 ex.igindo benc- I tuberculos para O ])l8!ntio ~ão as. Na plantaçao,.é vanta,Joso sii,'lladn a optimn imprc~,iio por tudo tu,h;<,A.-, • ronhec,d!s n& - ~ 1 uUtras lm,40. paçao , devem-se d1su 1bmr ?s iic1amento, como ulra,s _t~n~as cortad?s no sentido do maJ'-1· 1 º. t:ratamento Pre'VlO com fun-1 o que me foi drulo observar no Yi,ita ~ 0 ~";:;~la ª :'lecçao de ';et]:· _ . O estrume deve ser ba tante i·amos f•• bre a terra p2-ra C/lte s_ e Iculturas. O lavrador par1.l rn1ciar I campnmcnto, corul:c!l-van~o em · g1C1dias, usando-se pa.ra esse fim que fiz com os n.lumnos d.a. l<~sc. •oh Na· d . rat~MOS Raul Leite, • e bem cu~tid~; sobre a tel'ra que não entre_laccm e_ os ~i•uctos f1- a :ua cuILui::a, deve escolh:zr cac!a pedaço um a dois ~rotos, a cald/al bordaleza.. eionn.l de V~tcrinarln "°" Lnhomt-0· r: ";~ 0t•:~t:;· 0 :h:tent~líiieos. enche 8 cova. e que <le\'-e :;;er cal- quem m::n~ ::--cpa1ados uns dos cmdadosnm!enle a Le11ra e!'1 que e cortados de rr:li!eferencia ,um Nas ~~'Oc~s hum1das, a sulfa- 110 • Raul Leite. • . 1 ACientificamentc dosa.dos-. d; cada, faz-se um _pequeno corn- ~utros. E nos ra_mos.~ue re~u\~ pretende fazer a plantaçao. dia antes do:pla.nlio. Se os tuber- tagem e 11:1d1spensa.vel. i Nas di~ersns sec_çoe~ ~otc, os mui· curas e prevenil·as. C.:mca:--àesp.,. tbo em que se introduzem 5 ou wm d 'Sta ;terceira ca,paç~J Não lhe são favoraveis os so- culos tiverem de 15 a 30 gram- A vaqumha causa g,randes es- t .P 10 " ciudndos scJCntif,cos, n tt-ch· ,a mínima do ')100 & 2SOQG RD«ie'N 6 pevidl!s, que se cob1 ..,m de boa que_se produzem os. melhore~ los multo compactos, ou muito mas de peso, são precisos de tragos, por isso recommenda- men escrupul_~u, . t~do-o npuro, t'lll ~,-itnr o oppareei 111 euto .a. 1 «pl8ttÍP terra. A época da ~enwntcirn ":doe~; entretanto, anl'da con- humi<los, ou muito seccos. 1.200 a 1 .600 kibos de sementes s: ;p,a,ra. c!oonbatel...a,, a_pulveriza- =s~' nn 'müoo,;uo dos """' pro I no ani~al oü curil·o.. ·, 1, é ·de fim de abril até jtinho, con- """: pi•acede_r a 11111 ª q~arla ca.- As melhorelS tenas sã:oias are- por hectare; e 1. 950 kilos se.pe- çao a secco, dia manhã, emqua.n- Merece portieular Míen~iio n p,,,-f O rn º, nmmnl doente, 111'.'1 1.~ ~ 1 li 1':• me a reg1iio Se houver re- paçao, depois ,da qu'n1 la fo~\: nosas, fci1.cis e ricas em humos, sarem 60 g1!.al!nmas. A semea- to !iouver o orva,lho, com uma refere1lfc nos pre,pnmdos de '"º ,..,. \ cn \:~~;idi/ ,1r:1nsm1ttindo a d-• , cefos da frio cobrem-se os co- acim:i do fructo e nuuca m as silico-argilosas, as argilo-oal- dura pode Sdr feita a mão ou a m\~u'.r,a conten?lo uma, pia.rtl~ lcrinario fabrin,clos cio i.nstalln~ões · · · • augmeuta.ndo C!i_'prtr • vachos com ervas eccas, létos proxima delle. . .. _ ,, careas e as argilo-silicosas. machina em covas e em sulcos. de _verde de ~at-is e 13 a 15 de !J,rop'!ns, sob n dire<',;ão ,te pesso.'lll Jw~:•·,. ' · '' ou palha. Depois desta ultima c:,oaçao ,• As elhores épocas pa,ra O As hnhas devem ficar distancia- farmha d: tngo. . tech~<•o, nnlon?mo e e~m º" qu:i:,s I re ; 0 ;::1;11~ represe~tam valo! sem· 1 Quando as plantas apresentam co:tam-se todos_ os 1tamos este- 1 t· ~ oalt t'nh 7 das de 60 a 80 ceintimetros po- • As va~edades de batat1nhb. esses Lnaorato:10• .estao re.s~IYendo,f-s.;ari , . que n unpo~ _nr- tres ou 4 folhas, rnprime-se o re1_s e o~ demasiad_amente com- ~-andio a t a i ti/ªº ::;i qu: dendo ser de 40 a 60 centim;tr'os sa.o cla.ss1fli':!ã~as, pra,ticamente, prohlei:nn de v,tal ,mporl/Jnma pn~ ~iio. a r,ru $11a cura ou llllllluua; . . 1 pndos para que na'O aoofem os ,ao e agos O ª 'C,u u roe e J:l • E!ITl comestive1s forrageiras e O Drosil. • 1 •!'le 1 ca~le prmCipal acima.das cuas outros'e gastem alimento sem ueil'o a março, variando em ai- 3: d1stanc_1a en:1·e as cov;as nas indiustriaes. ~ va.riedad 0 _ ~ngl'níulamo·n~s com O <lr. Raul De'.xnl·os~orr~réesbanjnr••er '!)nmeiras folhas semrnaes sem t Mi ·to h V lt gumas zonas ~tre O niorLe e o linhas. Nas t?11las leves, as se- 'bi . - • es c Leito e com os smentisws chefe,; dns I dadmro -pntnmon10,. · • , comprehender as ~Liledonar:s, ;;r::: ~Ímeite 11 : ~::ii~a ~;::~ ! su'I. As lavras da, terrl\ devem mentes ~ão colloca.das a um_a :: ;::u::~:::: dir<ic,o.c~s, po- varíns s~cçõ~s, .pelo pl'()gTes.so de_~- O~ productos veterina'rios Baia1 Lei• havendo todo o ctudado em nao 1 _ R t .P b .· 6 ._ ser fundas e de :revolllime' 1 profundidade de 10 a 12 centi- Estad d S p ~ rr.en · No levadn finalidade dos Laborntonos te"''º cneontmdos á venaa ,_ todM ferir os olhos _que começam a paçao , CC\S umam, co i_ir O e '. completo, ,pois as ten--as mal tra- metrc.s, e nas fortes, de 8 a 10 t·. 0 e · . ª 0 te~-se cul- que têm.º seu nom_e e que siw por to· os bons phnmt.tcias, drOll'8'riu, - apontar na, axila. Estes córtes !!e com um pouco de terra, paia balh d , t b . ~ 0 c se cenLime(ros. n:aido as Seis?'Ul'llltes vfa~..,edaides: dos 03 tit-ulos motivo de ol'l!'t>lho n!l· de ferro,,.ens e nu Fili&es dos Lti'bo- h!em-se com a unh11. Com esta ma~ter cerl~ frescura. E' con- dese!v~l~i~ ~a~:~~J~ ~s~~S'Zz Antes do nascimento da bata- E'a-rl~-rose, Ma_gnum-bonum, in- 1-!t n medi.ema• e i,ndnstrias,.~ra~; intorios Raul ~ite, em toao. ~• pl~meira supre~ão os ~is olhos \•;ámente dUiante o tem 1 oo quen- . . . . . dustr1, Argentmas (com espe- ~ns. l li "'1 , , t:1-ilos do Bms,1 • eQI seu■ e9IITido' da axila das duas ~ 1:imeiras fo- te cobr}r os mel?es. Se o tempo nas colhe'.tas A ~rofun?~dad~ ti_~ha~ deve-se P~<X: 21 ?er á esca.r~- ci~lidade a Gigante) , Upto-dat.e, Rio ,le Jlllleiro. 2R ,1. """""'" ,1. 10%. rios :í. ~rn~n 15 dP Novembro, 42-Rid lhas desenvolviam-se com vigor corre secco, convu·ã da,r ~lgumas da "!adw.a.,tem giande ~mpor \ fica5ao, 0 que faoih~ a germi- ~1chter's Imperator, O\iro, Ster- (a) Prof. Dr. OOTAVIO DUPONT•: de ,Jnne,ro. , -· 1: l e originam dois ramos dicotomi- régas. mas espaçadas, e sobre- tanc,a pai.la: o desenvol".'1mento \ naçao e _ele:"a: o re":dim~nt.o. . líng, Engenl1eimer e Otdenwd- TODO ANIMAL DOMESTICO VA· eJS. Estes ramos são igualmen-i tudo durante os primeiros tem- dos tube.rculos._ A primeira ca,prna e feita der-Plan. LE ALGUM COISA - ELLE Filial neat.a1,.raçà: i1.ua J1MDe1 te "capados" acima da terceina.1' pos de vida da planta. · ADOECE E OURA-SE co ou quarta rolha! Jogo que a~n- . Depois do'fruct1o a,ttinll?r qua- ..................................... .MO AS PESSOAS jam um comprimento de cerca s1 o completo dlEJSenvolvimento, 1 ~ • . TELEPKO~II B~ra,a-~ . de 30 centímetros, SUjJ>pri_mindo- , reputo-as i,n~onvenientes para o OVOS'DE 6 ·&LLINHAS DE R a I' a I um~m ~~!i':i:aJe pelo meuos 3 oo r~is; seao mesmo tempo os dois olhos , sabor e qualidade do fructo. { t'S ~~1""' g • um pato, um marreco, (at6_2" ~ qU!! se desenvoh-em na base dei Reconhece-se que a melão es- )'LY.M.OUT1:I. ROCK (CARIJO'S E LEGHORN) lficil d f ~---•••;~_ _::.:.:.:,~~..-- cada ~a ~s folhas cotiledona- ' tá ~adur,c, quando a sua collo- -=· DE "VE11 PURA~ 1u11■O' RTADAS ção ~~t:C:i!°~o:u;: !:1:!'~~~ DestrUtP.ãO dos~ nA!lt r~. Dé11:ns desta segunda su- raçao antarehce um pouco e de i'll , l•• r --- QW1ndo a marcha. da molesti~ - f" 1' y r,.~: pre~são des:,nvolve-se na axila baço ,passa, a ser mais luzido, il, Vende . AN1'0NIO IilAR'fINS JU NIOS I regular, causando duvidas, de::.:. :r_ ras1tas externos . decada~madasquatrofo_lhas extremidadeoppostaaopedun- RUA\ 15 DE NOVEMBRO 96 - tº a dar sar:11-edidaqueassegurea.nãoprQJ> &· q4e se deixam n.cs rarr• 3 -i:nma- culo amolece, e o perfume setor- - 1 • D I gaçao do mal, tsolando-se o cão até ' das 8, ves rios, um novo i•ar1\ que, a seu na sensivel. ............................. ,.-. fmu que se positive, evi~do de matar um .,li. - ~ • '•94-"41-N-t4-IN-N-~•IM·IM····· .. ·N·~--- ammal suspeito o nao raivoso. O tra- · O J · ' - · tamento da raivn e nulo. Se O ommol As ª:Ves aU~ dt. enf~ .ia 'V'., • ·• 'r• · ..,, s s t' te ~~ ■ao encer,.... 011 nllm& caii,, ~ V~ or economrno A salga .-./ ._:-"l'I' :\ Repolhos o estároÍ\·oso,omucoreeursoénmor p~d=~.por pa.~- 8 tht:1rapeut1eo das na salmÕurá' na_o odor1·~eros ym omas ·Quand~um cô,)fôr~o:.t~:-por?" ::si!~:' ::.nnitte clef~~ 11 , tro,. cons1d'erado raivoso d'e,"e·se im·i _ . ' vapona •..._.,..,... tam 3 ras Prepa.ra.·se a. salm?ura. dissolvendo _ ~- • ',lli},d , d media.~ente pol·o em ~bservo~iio, e sao insufhldloa DO iDte:r.- 11a . tantosalema.gua.atéqueumowahi Um "'o de l'-Oll:essores da Un.- 1 a raiva o ~ - ao melor smtoma ss.leriffoalo quc1 Osv.11>0ressul!uroaoa~ Ü valor ahmenticio das tama- possa fluctdar; d®OIS JUntam·se·lhe g p p . ~ I ·a,~ mando·Be os objectos ertence~tc. no toda pluma.ge :m. da ..... d~ ias é incvJ;tes•av"l porém ne- 200 gramma.s de salitre 6 600 gram• vcis1clatle de Cornell consegum criar '°' mesmo . 1 P t d · completo os parasitas p011edona nhuma, aca~e~a rt~lle se occu- mas de assucar para 19 litros de a· uma cspcc1e de repolho, que, em.hora ~enhumn doença do cíio é tão pe· geralmente no terceiro dia,. O las • fcctodo~ o cnru ngo.~snmr ~IJJ:;;11 en_fermi!lade~. O al.JllCÍ!DIO pou pa11a evidencia;- i\3 suas vir- gua. • 1 ;cJjliJti possun todas as p1-opnedsl:l'es enrnc· 1 ~-1oosa para O homem e os arumaes do· J cto do cíio nest od · • pe Ramt muda - Os sintomas desta feito, ªP!°Ye•~d 0 ·!'8 Q.úlqlltt t~de3 cera,peuticas. A~ ~1maras' As carnes_ são colloea.das em uma teiisticas de:,sa populnr verdura, niío 1n;st.1co,,como o 1aiva (•h1drofobm)> t,eo porque é eop~n~:c~:c:;~~ :r,uvo são idenHcos a~s da primem,, 1 :-=.a:-:~X: ec:!~ ::'ciil.:"-.,~ tem, no entanto, qtiahclades pre- ~asilha. destma.da . PalU este flDI, e proch,z o<lesa,,••-rndavel che1ro tpeeuhnr O conhecimento dos seus syntomas ção>. 1 JJ!d./ajM II c~rnctenzando·se, porem, pelo animal I dad f rifi:'1 .lll'd c,osas. 1 e1t! s~ a salmoura. ne. vasilha de for· no• re oU10 uando , . 1 ó indispensavel ao.s que vivem no cam· j .A. inquietaçíl,() subsiste, o nnim;l I nao poder morder nem ladrar. a C:b ue~ ui:Y: e ,.J~ Possuem estas excellentes fru- 1ma • ,ficarem bem cotrtaJs. As car 1 .A.f r d q e cozido. 1P?, para prevcnu nce1dentes de g,a I cnm1nha agitado de um lo<lo 1 )18.ra o ~enta,so com o. hoeca aberta, da deTob:1.1diças conto.-..: elas sulfatos de magn;;slo,, cm\ nes p.rma.nec~m ~asa. OUN. a.l,gumasl im e se.obter :ssa. nova vane· 1 ~-id.nde . .A. «raiva> ou «hldr~hobio» outro e duige·se ao dono sem morder. deixando l?ende_r a. hngua füwdo saidn 'V'ora. ' tal quantidade que .São capazes I horas, e depois sao collocadas cm lo· •lfüde, fo1 preciso cult1vnr mnts do que. e uma molest1n virulenta e m-0~tal · 1 Uecusn o alimento, mrus tem. uma. sêde a uma saliva. vi;c?sª. e abll:"dantie. O de produzir erfcito purgativo !::es 1 ::=:q :C,ª~~:~a~:~:o d:~ ~ 000 1·epolhos num período de seis 1~~:; 1 , a~i?e'::nfnn~~: •~;s::.i"!: ~~t.:':\tºitu:"1'do aliJ~en,tos extra.· :~;':;~:~~~::: :: ,:s:~:: ·---~- 5 ----- pa~a tem 11aª~ bc~me. ounes e_mesmo o totr~ho estão bem annos, ~abo dos :a_es appareceu I certos 'periodos que importa. con1e··I<le mndeir1: !::-o111!:~~=:~ss hon'ho,_que o impossibilita. de íieebnr o soro na t,liment,, ~n m m e~ saes de ~a- se<:cos, soo levados então a.o fume':'º 0 novo . , que se tmgue do nor cer. sim agitad~ obed~e ain~it n voz do os_ 1'.'oxilares. Tal a 11pparenci-a pode _ gnes10, sendo receitadas por ISSO I cuce 'lenn•necem m111tos di~s, aflDI mal somente pela au,encin cio cheiro 1 1°) Per1od1> do tristezo. - Dura, em I d:ono, poréU:, o olhe,r é e.-..tranho e 03 OrJ,,"lDOr co~sequencias gra,ves nas pe.s- eao àos be ~r.rg & em casos de concero_se; o enxo- ~• que a. carne so tome curti-Ia, e pre· que este cm1tte ao ser cozido . .A. sec I geral, cei•cn de dois dias. No pirune1· movunentos dn caudn são léntos . .A.' soos que Julgv.ndo trotorse de oecr .J. , . - . , fr~, que prpduz effe1tos favora-j r.~ rad ª pa.ra com O consumo ~:w botnnica dn dita umve,sidnkle tem j 'º dia. o nnimnl torna-se ti·iste e 1so· 1 mél:idn que a molestia vue avançando, dente provoe nd0 po,· ped'a~o de osso, O sôro em bnm. estado llffe ~'ft veis em _casos de- tuberculose e' -"=~===~==~ actuolmcntc 10.OGO sementes da. es - k-se, procru:ando os s1ti-0s, escuros. 1 o cão é sujeito a allucina<:ões, obser !rocurllII) des~mb~roçal·o e tlesta. for alimentação dos bezerroe, t.íiaâii llf rheumat,~mo. eo seu açucar,que agua,, numa quantidade dupla I pe Quando eammho. ru:rasta·se e em ge· 1 wndo estupLdomente qualquer movi· .ª se eouta~ 11141 em com_ª SllhV,!1, do I que convem ter em mente Qlll _.. e t.onico préci<>so Possuem, ah!m ou tnpla. do seu peso as tama- ~ e nova, ,moas como essa qUADtidade rnl t,,nz a cauda. entrs as pernaG. Em· mento em torno; ab:re ,i, boeea como I ea~, em fenm'e?tos eJOst_entes nns I producto é defficiente -~•. de tudo, rnnumeras vitaminas ra, fe,·mentam produtindo uma e_ demasiado ,pequena 1['11ra d1st.r1bu1· lwra não recuse a ª?mentn~ã.o, <lOIIl.e se abocasse um inimigo m1aginorio.' n:aot ou ~ fernnentos fe1~ pelos gordnna. Por ionseguiJate ~W que são em.Wl!gadas em benefi~ levedura que ;e utili2ia na por.e çno profusa, tem·se sohc1tado a. coo 1•1euos do que o hnbitual. No dm se· 1 Neste período O latir do ciio mudo e I dei ~s ~o cno dur~nte \~89'T1· tea animaes a& aUm.entaiá ilia ~'4 ' cio de pessÓ~s doentes. paiDação de bebidas fermentadas~ pern!)iío K\'e cultivadores de seweutes !"::!\: 0 ~~:t:~/:::'ti:-'~':' T:::.: tornn·se c.aracteristico. . te :ã: ;::::d:nos :~~n::1:~: 1 •;e necessirio dar-lhes· tamllem'111& ;\\- .~ tamareira aLtinge 30 a 40 as~1m como do alcoo,J. O rendi- com o p1oposito de se produzn· o. ,!quieto mudando deºlog~r ~-oada. ms· n~'::;"~!:: :~:1;!':ndt:S!e:: 0 ::;d:· 1 he< a quàtro dias. ' 1 :::::º;-""=~ tal OOll!°ºZ ~;tº,s de al;ura e :1 sua f_olha- me11to de alcool puro a 100' Cay. qunnll<lnde neeessann de sementes t,,ntc, alimenta-se mnl e neste perio· ,)~rtnnto,'1llll erro julgar i•a.,,voS:, some~ Nos cai:n"P?s Ili> cria~iío d': anin1aes, mentaes ~JOll4 e ~ -11{1 g . e ta1'.1b-m n:imt:> utihz~da I Lussac ,POde, por vezes, ultra- parn introduzihis no merea.<lo. 1 <lo o cão não tem tendeneio nin,d\i te o c.1o que tiver horror á ogun.O cão, deve·se d,"..oon•~r todo O cmd~~o p~r' seguinte: 30,pa.rtea (per JIIIO) b 1111· na industna ccste1ra, cha,peleira, pasS1ar de 25 litros por 10 ki-1 _____ para morder. rnn•oso só drci.-.:nrá de beber quando -li I q~c tm1 cu.o rBlvoso, tran snut ~e nuo I lho moido; 31'.l ?rtesdefanllo 1111:il-' ele l los de fructos. - --- ~ '.!º) Penoilo da agi~.iío - Come<}n contrição dn garganta Ih , 0 impedir I so ntaoondo, como_ t,:nubem dc1:xondo go; 8 40 palrtei de íarinll& ~~ _As fructas, alem ele precioso As tamaras 'mnpregam-sé tam- e - Por isso tal preconceito tem dad:o orí· PIIT o~de pn,o;n a snhvn eo~t.ammn<ln_. l de linhaça. A[;,m disso,~- aliment:>, se.<vem 11a 1 ra fazer do- bem np fabrico do vinagre reac;ao de veados l■■■■■■■■■I gema graves accidentels, IJ)O'.r<jUe ncs· .,nrmcipalmento nos J>11SÍO ,.curra~ bezerrcs 11J1!. pouco de fo~\elll" ees, se?l gue para isso se gaste As sementes das tamaira~ têm I te _período, o eã-0 nbaica os pessoais e 1· lcÁ rniva é lrn,nsmissi..-el no homem, minoa& de ~a. qua.lidade. ~ ~ •1'!1!! um umco gramma de açucar Lambem a sua utilidade 110 ue OT.AW.A., CANADA' - Telegram· PI LU A'e_ e am!"aes.. . . . ils a..-cs, c n tdlos os aniro~es. ,ie ser utilizado fresco 1111 •-. ti), As tamaras seccas sei-vem pa- diz respeito I a]' ' .4. mas recebidos do norte do Can.ndú. pe L~.;:, 3) Per1odo ela msensibilidede-Co . 1 servando-sl, se o mesmo ,r..taí aHir ra a preparação das "Tamarra- Em a va 0 .'' im;e~ticio. lo telcgiapho sem fios <ln cmbocndu· ► E ~f;J meça ao quarto dia seu<h> coraeten · _1:fo1c, graços 00 pro,n-e~ dn nic- raçã.o e de:arraDJos ili~ O.Ili' "!!!is". Sub ettid prega-se na ahmentaçaó de ra. do Rio ltaekenzie onde o rebanho XARO p E , "'-..'ti>: zado pela impossibilida<le <le comer, dJC1nn, emprej!n:sc com mwl~ bons rc· 1 zerros de vinte dias de i4adl ~ r.r~são fotam as ~ uma..alta cabras, cavallos, camellos, etc. de vendos que fora:n com.prakl'os "º/ ~'-r::: ç. beber e l~or. A ngit.nção ó grande s~lt-o<lo_s ns .vncemo-~ urevc'.'tn·s~ m•~ receber 11:m litro de sôro, 91!lllàJ!r'.fi li cos" d ' ta os paes ou blo- O seu poder calorifico vae Alwsen se aeham collocndos depois I' \. ~~ "'~- e o cão moroo tudo qunnto o ceron. '"e•. f1cnnno os ,ne~os ,munizn~o, leite, em ~d,~ raçi.o, o'll MJ&:iiil!iD I Ih ~s maras, . 3:lem de 3.000 calorias. São uti- de terem sido com muito Í.rnbnlhol ~'\, c,-~·">1;,0& Qnnnclo livre corre d~senfrend.'lm<m" d'urnnte um_ç~~lo pcnodo de !,:moo e nhâ: e á. tarde, até ~&r :DOttCCl!!!l •., IJlO B ~e .desse~as e m01- hzadas-pal'la,o aquecimento e pa- gn.indos através do •Tel&ado d'o l\Iun· -'-'. \c,e(:' 'i><,' l te, babando, o pelo er1çn.do, olhos so· nor .esse mP•o ,~entos d~ ~<lqnm1-em ," ploto o rc11111rego do le,te. Qaalldo.f!" ~i::;:n.stituem a fannha d•~ ta r~ 0 fabrico de C'ombustiveis. ú<o> poro ns vnst:is planícies do .Arti- ·., · "-' '!>'!, liente;s e in.je~ b_ndos. • •err,nl mol<'shn, [ "!'.erem~te dias de id~e, os~ · Amda das sementes se ret' co onde fornm postos em liberdade . (' ..._C":, A rnsen!flb1lilfüde do c,u, neste pe· I Ja. dev o \er &prendido a e:: .Todos es~ productos têm fa- alcool, depois de convertida;~; indicam que se eapern umn boa estn'. , ~ \ r t:..~ ,·iodo é tão_grande que se pod'; bater __ _ _ ma ração diuia_ de allma"!I. .._. cil collocaçao nos mercados da açucare de f . ta.d çiio de criação. o rebanho já ..,.gmen· ~'\"'' Q'l ,t ► ou nté qucunal·o que pnreecrn rui.do traldos a a mordiscar O ~ Eurq;>a. o xa~ope de tamaras De tod ID.:nien as: 1 tou de 600 crias e se e!1Pera.m muitas !'lllt...~ o~ . ,t,... Rentir. . tida.de de sôro pôde Ar '!l cbtem-ee de fructas seccas ou se vê as e\as 1Prop~eda.cks mais. Isto é considerado pois que os r 'ft.\) N~-~ 4º) Período da. paralys;o - Date é Lembr&e·YOI que O ESTADO gradalmente,_de m~ que, - pressão; este é depois classifi- ind r t ~rfpeu ico, al~m-e_ntic10, urdua Yi~m em boas condições, e __; ~'T' . _.., · dia, <lieterminando a. morte d? nlllUDal n&l do norte do Bruil mal8 co- dianamente_c•ro:me= .,...,_ lj frescas, submetlidas'a uma alta valo (ue laiS t'amaras_ têm. u_m onimnes resistiram exeellcntemente n r"· C) ~►""_ _..,-;: o periodo final geralmente no qu_into DO PARA' é actualmente o Jor- de ~uarenta dias, : ~on cado por !rleio de colagem d ~s na ' etc., que na,~ e para ns pcrspccti-..as siio muito satisfato· , .· , , que atacado ,poi• uma poralys"" mo,~-e nhecldo em tolio o Paiz. Annun• co~uanJo se e d quatm ,I Cristalis-ando durante 0 ' res- es enhar, ~ bom ~ria que plOr rins, pois que_ por este meio os esqui· [, '- por osphyxi.a.., 1 . ~lar nelle é rasar O voa■o pro. ~lDI•=· ~': ei::ç: queaJillad• ai friamento forn 1 d t P~rLe das rndustr1as ahmenti- l:l•e subS1stenc1a o roupa. Uma experi· -:: Pr'eço ao A morte pode tambem sobienr no dueto conhecido do Acre &O Blo c!°co d outro~ ali;tentoa _., maras. sdbme~~ ~cç: J~ ~~a~~~et~;i;:_prestada um pou- ::t.r%eub:{ã;oiW:ei~om.!º~:':::''~: Alcance de todo5 i: ::im"!;';:. º.;:~8::/:=/:~ Grande do hl, ::. e e ' . ' •~· f ~:;~:::::::~~~~~~=::::~~~::::::--,;;;;;.;- qu!l~enta. annos, a quo1 progrediu ma· !l•lilllmâmãiiíJllfllllflll raramente dentro de lllez di~s. . 1 - --- rnv1lbosnmonte com melhores r<'Sul· Embon!,~sinto":'a..• cste,1o_m e~ 1· 1 A111aroA breu & ·ciai I tado~ do que se e91=vam. --------- ficados, o d~ngnost1eo dn rol\'~--(, oif· . 'MPORTADORES -~~ M . 0 e. 1 Õ~!,~~8ES.:4Õnoc·E·~~T'~V-.&8, ~llllllll~IIIIQr.,~,!.rª. & -.~ .. QmE 1Bel'4ii,t ~ 111111111111111111111,,.!!!,,~, 1 es e ,,ns1e:-nacoes rl1 1 1111U11111tlllllllltlllllllllll" tJll J... . ',SI l&J "~ 111,11111111111111111111111111111111 .,.. a~su~cr~ ::~~.r~elíti,d~~~~~::nfe. xarq~\Pl_antino, ca'fé Cap1etal e Reservas Rs 1 1 3 470·ooo~ooo phoroR, tabaco de Bl'agança farii~~a, ?ª ;_ _erozcnc, phos- ~ e 1 • • '-11' e bebída8 de todaR ae qua!id~dcR. A:"si:ne ~Ji• 8 ~~~~:~~~- .,_ ,,,_ .,_ ,._ ,,,_ ,,,,_ ,,,,_ . _ , ,_ ,, ;,.,,,,_ ,,,,_ completo <li! fodo~ ,,~ :,rtigo~ LI<' pi·imeira u.alidad vende a l?reços ,icm eorn'lctc,,cia. q e qu<> Ope; ·a.rn is melhores taxas, facilitando ao commerc ic, descontos e adeantamen- Acce1tam con11ignaçõeii em grneroR procuran<l bl tos sobre cobranças, mieciiante tarifa especial do commí:tente, fornecendo o ll;elhor p-r~ço no inle~e.~se r: ~ _,,,,_,,_,,,,_,.,_,,,,_,,_---- RUA l/j DE NOVEMBRO N.• 153 TELEPHONES OPERACõES..OERAEB. :: :: ·,, , Bff ff Cfl r COMMlRtlffl DO ?ORB' ' OAPIT~E R~ET-tV AS ~RS. 6,000:ooo 000 Rullz~ fodu ~s oiera;oes bmarlu i'lt.c-eíta depfjsitos a juro!...- .t. prazos convencíonl!_clO! taln Postal 1 101 Ude Rmmnn. ui conta de vnicla 1mmediata. 1 j GERENCIA ~ END. TF.L.-VJNA TELEPH;ONE, 283 ~IMMOVJ'JB E SBGUBOB •.• !·,. l•-----------•-- - ----~-----------.!i~
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