O Estado do Pará 16 de Outubro de 1935

ção de petroleo, cujos depositos são localizados na zôna É comprehendidka entre Zambeze e Rodésia. Os taehnicos declaram que a explo- ração dessa zona poderá tornar-se in- teressante num futuro proximo. —— Os membros do Orfeão Acade” mico quê em 1926 visitou o Brasil re solveram comemorar o 10º afiver- “ LÍSSOA, 15 — O «Diario da Ma: hã» mudou a disposição de sua man chêtte, que substituiu pela divisa ha- bitual: «Temos doutrina é sómos uma fora»: Do Salazar por uma outra E mula, igualmente Salazar?. <Na dareontra a ração, tudo pela nação». * ae A meialha do Merito: Munici- pal será brevemento conterida “pela Mil sratiadão desta capital ao sr. Varila, nutor de um “novo prócesso de esterilização da aguá denominado verdunzicação. Após a applicação des. se processo nenhum caso de febre ty» ploide foi registado naúi. vo programma consta de um ospecta-, tulo em beneficio das obras de bene- ficencia -mántida por diversos jor naes daqui. À : —— Pavoroso incendio destruiu em Africa Sopão foscista À | e CONCLUSÃO DA 1º PAGINA Como população, a Italia excede q Ethiopia, porém o seu territorio é me. nor que o abyssinio. E « nessa nesga tão pequena que a Italia, nugmentada com as suas colonias, o seu império. E* essa a ambição qua! quer desdobrar »revalece no espirito do homem que con. duz o povo italiano, a querer expandir om toda parte -a sua frandaza por melo mario de sun viagem. Um dos numeros aa força, até saciar n sede em sangue, rela devastação do mundo. A Itallh de. seja acabar com q independencia da E. thiopia, transformando=a em colonia, ou tomando a soh O su protectorado. Entretanto, quem -fitar o mappa da verá ao norte a Tripolitana, “LT com 79-annos de idade, ceu cm Riba de Tua o exssenador los Richter. ——Jniciaram-so as partidas para 4 | “úisputa do Campeonato de Futebol. fale: da Socioda- Car, de Viti-Vinicola. Os prejuizos nm a 4: os parochianos das freguezias de Tra- A ifício da Socioda- Villa de Regua o edificio mais em baixo, o Tibestl; a léste à Sudão Inglez; do lado esquerdo, a caminho do Indico, a Abyssinia e, finalmente, a So. metia Italiana, O primeiro paiz, a Tr'. politanta, é possessão da Italia desde, 1912; o Tíbestl, terra dada pela França | ; vultados. . —— Informações procedentes de Le | bucão, em Tras-os-Montes, dizem que ————— =D 6 me eb im ate cc eira miar rp sea > ' DEPARTAMENTO DA 2.º REGIÃO ACOORD Dto mi rascunho ÃO N. 8 INSPECTORIA Vistos o relatados estes autos, eh que a Companhia Ford Industrial do Notifics para recolhimento do| Brasil consulta; contribnicões devidas ag lustituto. Foram notificadas as seguintes fir “Se og empragelos d ta mas; Mauricio Ternandes, Benedicto Companhia estão incluidos ni Luz e Elina M. Roffeil. dee. 183, de 26 de dezembro dc O prazo das notificações acima ter: 1934, em vista de sua wetiyi minará fs 17 horas do dia 21 do outu- dade ser rural, e, aietualmente bro de 1935. não produzir cousa alguma Findo o prazo 'assignado, sem que sejam attendidas as notificações, fica- rão os notificados sujeitos 48 ponalida des do art. 153 do Regulamento ap- provado pelo doercto federal n.º 133, de nem, portanto, ter transações commereinco”, Considerando que o cáso da Comna nhia Ford Industrial do B urusil não sé 26 de dezembro de 1934, « consequentes | acha enquadrado no enpítulo TEL CARA cobrança executiva fiscal, mos tennos | 6.0, alineas é paragraphos, do dee, no do art. 158 do mesmo Regulamento,| 183, de 26 de dezembro de 1934, não alem da multa de 2ºJo no mez, peia móra. Belem, 16 de outubro do 1935.—ABE LARDO OARVALHO, inspector. sendo, portinto, seua eim c y regados assa J cindos obrigatorio ; do Instituto; Considerando que é rwmal a activida de da consulente, que não faz, por ou Considerando quo jacto de commer-| cio constituo q facto de administrar trem; po; habito é profissão é com 04- Fi y fim ctirar vantagens e luexos Ga E exe dessa actividade; “ DESPÁDHOS DO vive, não finz profissão de administrar, comprar e vender propriedades e ter renos, côm o fim de, por essa activiãa- de, nuferir vantagens o proventos, lu-4 coros, na teialiniea do direito commer: cial; Considerando quo 6 wesso fim, cata intanoilo que integram o conceito juri- dico da commereialidade dos netos de vdminietração, compra e venda despro- vriedades e terrenos, ao lado da con- dicão do serem esses petos praticados habitualmente, rapetida, frequente e constantemente, como ensina Carvalho Chi Mendonça (J. X.), em ceu Tratado pri Ariel os Lag olho nb e Sad da | il | l f no is [no não constitue, em si, neto de com- f Considerando quo u consulente não). Benchimol é ira | er empregados dé sua Lirng. | Raymundo Val para os devidos: fins, que Os senhores buciydos Sousa cute Gonçalves, vi o j chive-so Jorgo Correa é Comp-.,. nicando que o empregado é Garcia, abandonou o serviço fetiri do estubelecimento sem dar pelo que está considerhdo com fundamento nas alineus” ar. 5º da lei m. 62, de ô 1935. Jorge Correa e Comp. nicaslo que deixaram de é expontanea Direito Commercial, vol. II, pag., da fabrica, por expontanea - oporarios Adamastor; moel Bencdicto Oliveira a Considerando que 6, justamente, mes- te sentido que disoãe—não só o art. chive-se. João Ribeiro, 3.0 da Lei n.º 24 como o art. 7 vidências contra à til mi do dee. n.o 183, já citados, quand í i indi o J º Silva, atim de ser i preserevem: “Consideram-se casas com- k aca ' A in vor o 3 ; a : rias do anno : — Ami Reg e sbelitlio pr União | vancas e Mniros envolveram-se em ú Italla; o Sudão pertence ú Inglaterra A qo a trupisaoções commerciaes, vis- merciacs, mara o fina destes tme-se a NIE pasa - a:0 e o Oarenvelinhos sangrenta desordem, havendo doze fe a Abyssinia da qual por melo desta guer. PROCESSO N.º 50/35 O mo a nda Drotnair como resul(a- decnetos, Mom daquelias YQUê) tapfeia ro prazos GAIA por 2 al. id aves á “4 rm os Italianos pretendem apoderar.se, to de seus trabalhos no valle do Ta são nssim propriamente chama-! e Com ERP aa O ministro da Ttalia nesta ca: | tidos gr! vai do pesca «Ana», per: emilm, o oceano que banha as costas d i] Consulente; Companhia Ford Tndus-| Pajoz; | das, ns erisas, ostalbelecimentos Fonpe, juntam vao SOmápra bital gffereneú um jantar em honra 5) barto de á TnsoBrasileiva. Somalia Italiana. Em tudo Isto, ssgundo trial do Brasil. Considerando que não iwolhe o argu- e omprezas onde habitiinlmen- “q5/A8 dos seus empregados; pelo a AR ori dd Brasil dr. Guerra tenoente É Sociedade Luso-Br: lar. OS seus sonhos, essa pequena peninsula ) mento, que se procurou deduzir de es te se praticam actos de com- “º 9 arthivamento do p ci dê esta semana -deve em Figueira da Foz, encalhou ao lar pretende, sob as mãos de Mussolini tor-| Objecto da consulta; — “Se os em-| tar à consulente sujcita fs obrignções mercio”: licito-se da firma os compróvani g val, q go dessa cidade, quando regressav enormo estrada! pregados da Companhia estao nº nar a estabelecer uma partir para Roma, para onde fot trans ferido. (A.B.) LISBOA, 15 — Segundo noticia O «Diario de Lisboa”, começaram aa Moçambique os trábalhos de explora e + - + 4 ELO SE- ESPACHOS EXARADOS P ORETARIO GERAL DO ESTADO Lúcio Mariolino Solheiro, Carmelita Rodriguos dos Santos q “Informe o di- Ensino”. cv io Tirando Carneiro, Ray- munda Thereza do Mello, Ermelinda Lobato: — “Ao parecer do director Fazenda”. E ——Jost de Macedo Gomes — Ve- nha por imtermedio dg chefe de sua rapartição o provando sas allogações 3 É BL. Bittencourt é Cia—“Exa- tada : É geral da ». mento”. Officios: : Diretoria Gera) da Saude Publica— “Bxominadas e conferidas, peça-se O pagamento”. E e pi setoria Geral da Educação € Ensino Publico: — “Examinada e con- x ” ferida mera-se o pagamento”. > Directoria Geral da Fazênda —| “Ao director geral da Fazenda para Tegar a razão de sete mil reis cada dia- a? PO» pireetoria Geral da Fazenda “An director geral da Fazenda para juntar a este processo o recibo a que se refere”, PREFEITURA. MUNICIPAL DE BELEM Despachos proferidos pelo sr. pre- feáto: ; “Carlos Gouveia: — Indeferido. As noites de 2 “feira foi um dia molle como | theatrinho que elle proprio fez» cons- à Segunda-feina foi festa. Houve | truir para a temporada festiva, a re- toda segunda-feira para pduca-gente. E o movimento parou cê- do, -A” meia-noite quem estava no lar gi em retardatario. As revistas funecionaram assim, dan- | € thbeatrologo—tem tudo que uma au- do poucas sessões. Mas ainda se viu por alli algumas fa- iniljas e Um punhado de maia lindas. Ellas foram o encanto à ““Zoverno"do Estado & "Prefeitura Municipal de Belem minaês e conferida, peça-de O Pa$9- | aretario: | (o dr. advogado municipal. | chive-so. | “bonecas”, das | minimo gracioso e defensores da altu- ira de Carlos Campos, Maria Leal, Al- de ferro, desde o sul do Mediterraneo! até o Indico. Assim terá a Italian a am. biclonada sahida para o Oceano e podem “de Terra Nova. : —— Violento incendio destruiu um solar em Ventozelo, sendo os prejni- zos avaliados em duzentos contos. — (A.B.) ul Em torno la rá fazer o commercio rapido do Oriente. deixará atravessar a sua, colonia, para, los inglezes perderiam assim uma das | | Da Italia ousari fazer o que preten. Nova interrogação para o futuro. —— Augusto Serra—A? vista das in-| ——A. Pereira dos Santos e Filh?: —— Antonio Soares: — A? vista da! corrento. Mas, o Inglaterra tambem faz esse mesmo commerclo. E a Grá Bretanha ver estabelecido o caminho ferroViario | | entresonhado pelo Duce? Não; porque! suas maiores fontes de receita na Afris ca. i de, tendo contra as suas aspirações a Inglaterra? formações, paghs as taxas devidas, co- mo pode, (2) 4 vista da informação, pagas as, taxas devidas, como pedem, 1 informação, como pede, pagando .0 Tt) qnerente, as taxas devidas em moedi —— Arthur Pires Teixeira—A” viste do parecer do dr. director da 6* Dirs ( etoria, como requer. Despachos proferidos pelo sr. sy Rosa Amelia Caldas:—Certifique-se o que constar. A? 1.º Directoria. A madeira figura no primeiro plano —— Manoel Alves de Lima—Apre- dos productos de exportação do Estado, sente o “Habite-se” da Saude Publi-.. e se mais receita não produz, a causa : | está em diversos factores, um dos —— Anna Paes de Azevedo: — Diza quaes, e talvez o principal, os pesados | tributos que pesam sobre essa artigo. — Syudicato Beneficente dos Ta-| Foi, póde.se dizer em consequencia. des. Madores do Peixes de Belem: — Ar-, ses mesmos tributos que perdemos ve ,| rios mercados, inclusive os mercados de: — Manoel do Moraes Reis; .— À? Portugal, para. onde mandavamos a ma- 1º Directoria. | aeira necessaria ao envasilhamento de — -Fulgencio Santos e a Tlabrita vinho produzido por aquelle paiz. União Limitada: — A* 2. Direetoria . | No momento, em que à concorrencia ——José Ferreira Lopes, Maria Gre-l mmercial é preoccupação de todos os goria Tavares Lobato: — A? 6a, Diro- paizes, nada temos feito em beneficio ntoria, . | do que produzimos, afim de. competir ——Jonquim Januario J. de Araujo, | com os nossos concorrentes, e desta ma. Bernardino Alcides de Moraes, Oscari- | nera a industria de madeiras entre nós na Parbosa Hatherly, Manoel Nunes de voc se arrastando, numa, resistencia de Souza, Manoel Matheus do Valle.—A" | causar pasmo, para manter=se, Uma lei que em vez de beneficiar : io: | a as que sto empadas são justamente, | PIDUDAL | Regional correponent é 6» Dizectoria. Já por mais de uma vez temos notícia. do a passagem pelo Guajará” de navios brasileiros pejados d> madeiras norte. americanas! para o Uruguay e Argenti. — Nazareth , de termos tratados commerciaes com os dois paizes, não podem concorrer, em preços, com as madeiras americanas, as quaes nem sempre são americanas, mas de procedencia peruana e equatoriana. E isto que nós repetimos hoje, já o dissemos varias vezes, e o provamos cer ta vez, a quando a Comipanhia Ford Industrial do Brasil tentou a exporta. ção, para a Argentina, de madeiras ex trahidas nas terras da sua concessão, Apesar disso, nenhuma providencia foi tomada pelos governos estalluaes de vista nazarethna de Elmano Queiroz., “Depois eu digo”-—tal o nome que a seu trabalho deu o victorioso pocta tihentica revista precisa para vencer: musica deliciosamente nossa, elenco fo- ' na, por que os nossos productos, apesar | então, nem pelo proprio governo fede=| alcance dos mais leigos: a graca dessa segunda-feira molle. Tambem. si não fossem ellas, o quo | sante duo Galindo-Soler, excelente nas “seria da vida? . cortinas que nos apresenta. A sea Elmano Queiroz fezem sua peçauma rovista de factojaos acontecimentos cul- “Na Sociedade do Descanso roune-st | ninantes da vida que passa, exhibin- a sociadado elegante. do-lhes, com “humour” bem dosado, o ? XOomo todos os amnos, lá estão aa ca- lado ridiculo, o sentimental, o poeti- k | + Vfaro Ríbeiro, Theodosio e o interes-' ral. E, assim, vamos assistindo à ago deires de balanço, onde a tropa, que gosta de rpreciar commodamemte o rodeio, so planta alli até o instante de “avançer no pato no tucupy ou noutra (a Ha scenas em DEPOIS EU DIGO que são de um delicado sabor beim nativo, como, 4 hora do banho na praia, o ba- RACENA coniida indigesta. tuque das mulatinhas da Macumba, pu- Ea muito cidadio que faz alli a aua | xado, pela graça de Jacyra, e onde Pin-' horazinha mara depois tomar o rumo'to de Almeida compoz musica que a! das Isorranuinhas, das casas do jogo, das, gente ouve com indizivel agrado e e- cáiia, tardas, moção. à Primeira finge austeridade; depois, | Carlos Campos e Maria Leal vão mais-4 Qrro)nto de olhares curiosos— | admirtaveis nos seus dialogos, contra- oh! ha tomton olhãdes curiosos nesta, scenando com graço naturalissima, se- --nosor Benta Maria de Belem! —esquiva- | gredo, aliás que o “velho” Osnipos, Ba sYi melo sorvete e vn6 “morrer”, ' não tevo ainda quem 1h'o arrebatasse inMaNivelmente, nas amnbilidades de entre a gente de casa. tuma caiveirinha gentil ou nà incerteza, O samba de Carlito e Sandoval de sm» marada nb “grande” é no “pe | gostoso. Merectu ante -hontem alguns queno”. g 1 bis bem calorosos, ni | Pen vma das caracteristicas do nos- Por tudo isso, pelas morenas bonitas do amraval. [que fazem o côro de “Depois eu digo”, Portonto, quando vocês olharem nas graciosas, ninda mesmo como estroan pe E AD Nite O a - COM SCENAS EMOCIONANTES NC FUNDO DO MAR —um romance humano e cheio de belleza, no seu primi tivismo encantador s Novag /ÁAUTOraA Uma historin de amor e sentinkento, Sicas é canções, por eadeire» da halanco nm cidadão muito austero. mito “remmli de soi méme” nãa vão pensando qde elle 6 sempre assis. tos no Palco; pela musica que se ouve som desejo de viria repetição, “Depois eu digo”, a revista de Llmano, é um JEAN ARTHUR e ROBBRT posa io Aato o — . INSULTANDO 1hos. da alinea J do art. 3.º do dec, 24.273, de 22 de maio de 1934 e do art. 7.º do dee. n.o 183, citado, e da alinen O da Cireular n.º 2, de 30 do janeiro de 1935, uma vez que se refere a primeira %o commercio de administração, coin pra e venda de propriedades o terrenos, e sc refere a 'segundo a escriptorios te- chnicos, de contabilidade e quaesquer vntros das emprezas ou grupos do em- prezas que explorem qualquer ramo de industria e de commercio; « Considerando que o acto de adminis. trar aiguem a sua propriedade, comprar 1 e vender uma propriedade ou um terre- ame E e set, A mem e aeee re e | a 1 a 1 am 1 1 1 CONVITE Mile. F. PORTO DE OLIVEIRA, convida V. Excia. e sua familia pos ra visitar sua linda EXPOSIÇÃO DE CHAPE'OS, confeccionados pelos ul- tímos modelos, ineluidos no dec. 182, do 26 do | dezembro de 1934, em vista desta Companhia ser rural c, netuaimente, não produzir coa- | sa algrma, nem, portanto, ter | transaeções commerciaes”. Relator: Guimarães. O Conselho Provisorio do Institut» ! de Aposentadoria e Pensões dos Com-| merciarios desta 2.º Região proferiu, em sessão de 3 de julho de 1935, o se- guinte accordão: Conselheiro Miario Freitas , FZ AROS a Para senhoras, senhoritas e creanças Preços à9 alcance de íodos' Trav. Campos Salles, 107 — Phone — 1.577 (2º pag —L.— Diario até 2º ord—W.N. Pa OG 1 r$ Cc 5 a O 4 — ção da andiroba prej udita exporta | | nia lenta de um commbereio que b concorrer, enormemente, em benefício) aquellas que já não produzem Tructos da balança economica do Estado. e as unicas que fornecem os tóros com Urge, pois, uma revisão nas leis du» | àS dimensões exigidas pela Jet. E) evia regem o assumipto, e antes mesmo d- | dente que, secoionada de wma arvore revisão, tornar se ia necessario um> «| * parte permittida para a exportação, videncia que viésse em beneficio dos flea o restante que representa a malor extractores, dos exportadores e c|: bg abandonada. na matta para ser rio publico, que, afinal é o mas kenefi queimada nos roçados que se seguem ás ciado com a medida a ser tomada. derrubadas ou para ser feito em Jenho- Na lei em vigor, que rege a exportação| Te nenhum imposto paga. de madeiras, os direitos para qualquer] E é grande a quantidade de madeira especie de madeira são cobrados “ad.| nessas condições espalhada pelos centros valorem”, para as Prefeituras de origem extractores, a qual, aproveitada, impor. e para o Estado, pelas pautas organiza, taria num grande benefício ao extractor das quinzenalmente, para tóros em brus| que teria, assim, o seu esforço comyen. to, esquadriados, beneficial ou appa.| sado. relhadas. À De diversos exportadores ouvimes que Para à andiroba, que não está incluida | Os mercados consumidores de aridiroba, nessa cobrança, foi creada uma taxa fixa, | como a America, Portugal e Hespanha, por kilo, sendo apenas permittida a sua| e O proprio sul do Brasil, desde ha mui. exportação em tóros de 1,m50 de circume' to pedem que a referida madeira lhes sferencia minima! seja enviada, já beneficiada ou appare, Essa excepção absurda e prejudicial lhada, em todas as fórmas e dimensões, como vae ver.se , vem contribuindo | P'" que lhes fica menos onerada, tam, grandemente, para crear embaraços á| tô nos fretes como na mão de obra. nossa expansão commercial nos merca. Mas por causa da tal lei, os nossos dos consumidores dessa méldeira, do quo] exportadores não têm podido attender se aproveita o Amazonas, para não ci.| aos seus clientes, e a fortuna particus | tarmos outro exemplo, que não prohibiul lar e publica tem sido privada de optl= |a exportação de peças serradas ou be,| mas rendas. neficladas. Pleiteando a mpdáficação da lei que Como dissemos, tão absurda e exdru-| regula a exportação de madeiras, na 'xula medida priva os municipios produs| parte referente é andiroba, os expor. | ctores e o proprio Estado de receita a=| tadores teriam dirigido um abaixo asci« | preclavel, como affirmamos atraz. E é| pnado ao sr. governador do Estado e no o que vamos expor agora, e que está ao] director da Recebedoria, no qual fazem ninucicsa exposição em torno do assum. Pouca. gente ignora que as anfdirobei., pto. “a POPULAR. A excéllente comedia, tola cantada e musicada GRORGR” GEORGETTE à — na materia, que na melhor das hypo., === com excellentes mu-uma historia espirituosa, cheia de alegria moça, com al] theses, só a 21 poderiam os diplomas va 1 umo famosa estrella MEG LEMONNIER em questão ser entregues, dando de ba. O pagar, o cons YOUNG. COMPLEMENTO: reto que já nesse dia tivessem sido rejei. uagua O SULTÃO—Dese- VARIAÇÕES MUSICAES — com musica e cainto, pe- Entrada—2$200. (Jos maiores nomes do radio amemcano. Entrada—$800. Vart. 7 do dee. n.º 183, dismositivo cssm [Rs “nal, dr. Pereira Brasil, foi de | Considerando que, mão explorando 2 ferias, dos cmpregailos João tiandes e Paulo de La Rocque. Pinto o Comp., pedindo rel consulente qualquer ramo da industris ou de cominercio, não cabe ineluil-s senalidad. não nem no caso da álinca J do art, 3.0 de ER F rt = ei a Lei, nem no caso da alínea O da ejreu- : É JVEOS o) Ee 5 lar já citados, sondo de notar que esta | e Apaanai A eo ultima, aiinven é veproduecio do 1 do | Too TE Cita icar se, dos o registados. Arth r Es Eid da Santos Le Comp. Lad. mterado.veclo art, 1.0 do dee. n.º 55, de: Pereira sol: 20 do fevereiro de 1935, ane conside-| do prazo para lemalizar q situnção Ê rou comi, ecmpregailos dns soscGes eom- | SCUR. empreçados.-Coneedo por ] marciales das emprezas indnstrines, ape-| oito dias, a comtár da presento data nas, 09 viajantes e os vendedores jpra- ; EE de 2. castas; % Considerando o mais que dos autos consta, Resolvem os membros do Conselho Provisorio desta 2.º Região do Insti- into de Aposentadoria e Pensões das Commerciarios declarar meloa motivos expostos, isenta das obrigações Tmaes à Companhia Ford Industrial do Brasil. Dê-se seiencia, Juta qeu Os Seiguliis.os Kealmenvo, Caros Werreira us TeCiamaão saústas “o vige e Oo Srla das sessgea do Conselho Proyi-| O roclumanco conçorudu em Gui sorio da 2º Região do Tnstituto de | +? INeiiaio, qu Ja vá Ampsentadoria e Pensões dos, Commer- | SUÍVIZOS. Aicrau Tsarcv ciarios. em Belem, 3 de julho do 1935. | Reclamado, Compans (aa) FRANCISCO FERNANDES PIN-| Furuouso — A reçam TO. presidente; MARIO FREITAS| Mover-uo dus GUIMARÃES, relator. Fui presente, ; do 1º qo novempr ALFREDO LAMARTINE NOGUEIRA, Philaverpho- fuerear eL procurador; RAYMUNDO SAMPAIO, | te «— Covperaciva di vencido. * |ria, reclamada — == reunião do dia 14. | O que houve no “ips reias q -DO |: Coup., ec:amado do, indemnizar Eleitoral * TONCLUSAO epa Da 1 PAGINA / evia indeferir ido por falta de qualidáãe oe : querente e o procurador regio. Parecer que não sé tomasse co. nhecimento d; nto do recurso mesmo inepto. POrNErO, co0., Ar. João Lameira. Bitten. ourt sobre O assumpto endere- Sou à seguinte carta ao redactor Secretario deste jornal: : “Em complemento á noticia s TALO de hoje, 15, sobre um rega Fi to em que pedi ao Tribuna) mn ima] Regional ventura já emguant, : dar o praso legal de 10 dias Ed a Pignação competente, tendo aquelle Donralio Tribumal, em sessão de hoje mesmo, por motivos jurídicos e legaes inda não logrei comprehender in. deferido o meu pedido, peço-te, para melhor conhecimento do essumpto, a publicação desta: da O art. 20 das Instrucções approvadas | gon” em visita ao pelo Tribunal Superior Elejoral para as! do Estado eleições jios Tepresentantes de classes das Assembiéas Estaduaes, dispositivo esse A em que bases; a allujilida “Ipsis litteriscoge virgulis”, e emite mittem a ousadia do latim, ressussitaão de minhas saudosas repniniscencias pre- paratorianas, o seguinte, em sua inte. graliesima fidelidade: —“Dentro do praso & que ee refere o artigo preceiente, ad- José Mutcher, governador do | esteve, hontem, manhã, em cio, o sr. capitão de mar e gui Joinson, comandante da bell «Dragon?, da Armada de S. M tannica,ore em nosso porto, em ) de cordialidade internacional, - Aquelle official achava-se . zhado pelo sr. S. C. Lawrente,” mitte-se a impugnação da qual. quer candidato contra a procla- mação, A QUAL SERA” APRECIA. DA PELO TRIBUNAL REGIONAL POR OCCASIAO DE RESOLVER SOBRE O PEDIDO DE EXPEDI. ÇÃO DO DIPLOMA”. Como se vê de termos tão categoricos e expressos, o Tribunal Regional só pode | decilir sobre o pedido de expedição lda | diplomas para attendel.o ou negal-o, após apreciar as impugnações, apresentadas es. tas dentro do praso de 10 dins (art. 19 | das Instrucções) q contar da proclama. ção dos eleitos, Temo essa: proclamação sido feita eim sessão do Tribunal Regional de 11 ulti. mo, é de ver, ao mats leigo e imperit« sul inglez neste Estado, e capitão Mi guel Arouck, official posto á posição, sendo todos introduz Salão dos Presidentes, onde beu o chefe do Estado. Ev No decorrer da palestra que se tabeleceu, s. excia.. obsequion presentes com uma taça de g tendo nessa oceasião o sr. € | dante Johnson testemunhado | José Malcher oa seus agrade pelos votos de boas-vindas mandou apresentar á sua tolas todas as impugnações apresenta. das. à E lindo trabalho do poeta, que não es- Da mria-noite mara o dia o cidadão DS SPA CRI Te em 7 pôde mnder muito, Ora, tudo mnda queceu de lhe dar o curho personalissi- Faço questão de salientar que nã Serão intercoptadas ab derivações em me anima nesse ligeiro o despretencis- mo de seus trabalhos, onde ba sempre muita poesia, d'lzersa, ainda ús vezes numa frivola scena de rua... O publico não deve perdor “Depois eu Digo”. E” uma revista que agrado e que a gente assistirá varias vezes, com o mesmo encanio, vendo e ouvindo deli- ciosas coisas, sem duplo sentido, hu- morismo sadio, emfilm;, Bu voltarei co Theatro Nazareth, a viver algumas horas de sadio roereio| nesta vida! FE nada mais natural nada de mais razonvel, do que um cidadão nrudar de lugar por algumas horas, .s.. Viviant já tem o sem pablico, Por ismo. den emsões 4 cunha, Mas para 2 fauna do cunjsmeto, para o valor que se assegurou, a sna peça de jestrla não foi Tá que se diva... Ms como Viviant vae mudal-a va- Cgi tros cnmu-dar malhor oportunidade Assistindo o trabalho de Elmano. pata evitar um juizo tomerario, De O. E [Concurso para guarda aduaneiro Yamos ver o que me hojo 6 noite ... Chroniea de um» segunda-feiro! Po- , desu lá fazer coisa mais puxada? Não, para-se por aqui mosmo... O movimento do largo não agradou nada... Hoc, às 8,30 da manhã, reunmn se na | casa n. 439, 4 rua Manoe! Barata ox candidatos no. concurso para guird que foram prejudicados em sas inscri j ; o prõea, afim de resolverem varios assum- | | qui) ante-hontom a Nazareth ver, Lo) prós. sui gii dy di aid | BAND ... A REVISTA DO ELMANO Ha O EB E. BODE, Um program E Princeza! | "Dor um mez «Um romance movimentado com tlegria o musica. Um film delicioso, com a iharavilhosa SYLVIA SIDNEY. ERR. —— mam milhões de risos. cs pe 1 A TRE ARDE VS 2a “EEE Lie FA DE n O J E ma formidaçvel, O GORDO E O MAGRO 4 numa avalanche de gargalhadas, na comedia sem; egual SUMOS ve CIRCO O film mais engraçado do anno, que domingo provocou G<c POPTLAR-SsSOO “Ama VTOTOR MÃO AO SDMUND LOWE E y JR AC “UAGLIN e EDMUND LOWE, brigando ató mo fundo do miar, no grande film “SA DE MULHERES etrazo com o pagamento do mez de se-. tembro ultimo, ás seguintes ruth nos dias abaixo mencionados: . so arrazoaldo, nenhum intuito de desres peito aos honrados juizes do Tribunal Re, gional Eleitoral, mas, apenas, como Já disse, a Intenção honesta e imnoffensiva de, na medida de minhas parcas forças, 2 DIA 17: — Ruas Dr. Assis, Veiga, Cabral, Tamoyos, São Miguel, Concei- ventilar e esclarecer o assumpto. A: ê 8 de çº s, Manoel Barata é 28. de Sam mais, fica tumensamente ngradeci. | SUO, Tiradônies, = Jar Setembro, travessas Vigia, Bom Jard do pela acolhida que hnispensares a esta e 99 de RS A Pa E o amigo e adm. JOAO GUILHERME LA: | º SS PE Re , DIA 18; — Ruas D. Thômázia Pere: digão, Riachuelo, Oswaldo Oruz, quis, Henrique Gurjão, Jeromymo, mentel; travessas Joaquim Taror dade, Soares pie E Já largo do Carmo o São - pero o Natal; avenidas ' Gentil Bittencourt; praça Branico e Beoco da Piedade... MEIRA BITTENCOURT.” RELIGIOSA TRIDUO EUCHARISTICO Em Santo Antonio nos dias Já, 15 « 16 ús 3 3/4 da tarde, haverá um triduo eucharistico promovido pelas zeladoras da Obra do S.S, Sacramento. DIA Cesario Alvim, nal, Padre Prud no, Quintino Bocntuva, 3 do São convidados todos os associados e Janja; Villa Tetas a os bejilícitores. tocha, avenidas 1 de M e- nidepei (dias 13,15,1C] dencia. AQ eae. dai

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