O Estado do Pará 13 de Outubro de 1935
ANNO RXV EE —"—— >>>" Director—AFFONSO JUSTO CHERMONT xr TT Réulida-se hoje com explendor de +0 dos:oS anuas, o cirio da Virgem de Na zaréth. Romaria que os annos que pas sam dão mais belleza c fulgor é bem o satbolica de 7 bate ecmguan-| cumes 45 ARA, meros re raliexo da grande fé so povo, fó que não se to se rerigora com successão dos cirios tradicionalmente belos. Hoje n alma do nosso povo vibra em eelesões de são enthusiasmo num myy'S- gloriosa, pro- tico de fé pela suo sanita tegtora dos seus larês ondo derrama a benção de suas graças nas realizações de feitos miraculosos. A chamma axdente que ro coração dos habitantes do Estado sq fez confundir suma mhssa cheia do fó a potentix-e a fraqueza à humanidade oa enmptuosidado integralmente. uni- dos, banidos: das convonções, numa voz unisony na identificação de sua com vieção "4 santa protectora cujas mãos purissimís - espalha “ benesse do mila- gres, o cujo coração dissâmina bondado e camdurd, Salvo Virgen de Nazareth! -xx | 00. O Girio sahirá da Cathedral ás 7 ho- ras da manhã, fazendo o seguinte per- curso: rua Pedro Rayol, praça Siqueira Campos, avenida Castilhos de França (antigo boulovard da Republica), ave- nida 15 do Agosto, praça da Republica c avenida de Nazareth. Ê A-ordem à ser esa será a so- guinte: A imagem da' Virgem e nbsuna do Nazareth será lovada pelo sr. Arcebis- po;/da: Cathcdra: “entro cordões de jso- lamento feito pela Policia “Civil, até 4 entrada - da - avenida Castilhos do Trnça (Mercado “de Forro), onde Be acharáia berlinda pararreceber a Santa Coriosn,: devondo ser conduzida. por commissões de 40 a 50 pessoas. Os es- coteiros do Instituto D. Macedo Costa, mixiliados - "pelos guardas” civis, forma- rão O devido quadro para a berlinda e mas una e cohesa Photograrhia authenticn de Nazareth que foi trasladada hontem, as auctoridades. Logo em eai mar- chará a banda do Corpo de Bombeiros, Mestres de corimonia: conego Miguel |igracio e padres. Cupertino Contente, Riva e Guido Barra. Commorênte solidariedade da colo- Hi main no Rig do aviador “Sarmento de Beires — ia Brasi a qa j poe Eraa "Lux-Jornal” na Feira leira está informada de q à de RS viador- portuguez: Sarmento de Am “ Beires, “ actualmente aqui, não) RIO, 12 — “Lux Jornal”, a grande E 2 irtude d empreza de recortes do Brasil, EIS Ava r a, em, virtude do seu lizará na Feira de Amostras uma gran-* rea- Brasil. “Lux Jornal”, é dirigido pelos jorna- | listas Mario Domingos o Vicente Lima. | Falando á “A Nação”, Mario Domin- preues fez o historico de sua empresa, A imprensa avplaudo a “Lux Jornal”. (A. B.) iniciativa de PRE O nm | Interessantes informações | lo ministro do Trabalho |sobre os trabalhadores nacionaes O) RIO, 12 — Respondendo a um pedido ] do informações da comissão espexiaj| = (ms da Camara dos Deyutados encarregada do examinar us condições da vida do trabalhador brasileiro, o ministro do Trabalho, dr. Agamenon Magalhães, enviou interessanteo informações, di zendo que a massa dos trabalhadores se eleva a 12 milhões dos quaes 75º|c exer- : q om co a actividade agricola, mem todos Ta Barmento de Beires assalariados, O ministro extendo-so em considera- ções sobro o salario minimo, dizendo: “A? falta dum senso direito, o salario to ás. companhias de navegação acreas afim de Sarmento de Beires occupar em uma dellas um cargo technico. “O gesto dos amigos do “az” porcuguez foi muito bem recebi- do em todas as rodas. minimo devo ser de inicio procurado no quadranto do que o homem necessi ta para attender aos encargos de sua subsistencia, vestuario, alimentação e butras exigencias que se relacionem com 5 (AB) Osseg encargos” E— Relicção! administração snfficinas —Trav.Gampos Salles, 130 cr e mr BRASIL — PARA' — BELEM — Domingo, 13 de Outubro de ]I 1935 Kedactorsscretario-SANTANNA MARQUES nal é a ent. evista do géneral as do o asermpto economico, é tras questocs. Falando folia EA su o interventor gaucho; “De mím já repeti, vazias vezes mais serei candidato b ia | RIO, 12 — O inglor Ernest E “His Magesty the President”, co) Erasil, foi convidado q deixar o: mez corrente. (A.B.) . NUM. 8.192 Enô, Toleg, ESTAPARA e 1 í ; RAR cia cd RES “ep, apanhada pa ra o O ESTADO da milagrosa Virgem á noite, para a Cathedral-c'de onde será conduzida tradicionalmente gloriósa, hoje, Lara o seu nicho, na magesto- sa Basilica de Nazareth: Da Cathedral pela rua. Pedro Rayol ató f berlinda, cercado pela Liga Ca tholica Jesus, “Maria, Josó, dC ormarão: 1.0 GRUPO; — Irmandade do-8S. Sacramento, associações outras. de ho- mens, Posiçadccdn Cathedral 4 Pedro Rayol—Mestro do crimonia, padre Ame- rico Lea, 20 GRUPO — Collegios masculinos. Apprendizes Marinheiros, Tastituto N. S. de Nazareth, Congregação S. Luiz de Gonzága o outros que so apresenta- rem, Posição—Av. Castilhos de Fran- ca (Mercado de Perro) em alas forma. das — Mestre de cerimonias: padre, Adriano Tourinho, 6 Reitor do IN. S.: de Nazareti c um padro edi no. 3.º GRUPO — Escolas ardehises [) MN ociaiga masculinos. Posição—Prav. Qceidental do Morcado—Mestres de ce- rimonias: dois padres barnabitas. «40 GRUPO — Apostolados de todas as parochias, na ordem seguinte: Ca- thedral, Basivica, Santanna, Trindade, S. Raymundo, S. Fosé com Apostolados filizes o a Confraria do N. S. da Con- sokação- Posttio-—tilav..- (Oriaintal do Mercado—Mestres: de, cerimonias: pa- dres Netto, Emilio Martins o um ca puchinho. 5.º GRUPO — Filhas do Maria da Capolla de Lourdes, Cathedral, Basilica, Santanna, Santo Antonio, S. Raymun- do, 8. Traneisco. Posição—Trav. S. Matheus; canto da av. Castilhos de França—Mestres de cerimonias: Cons: tant Tribut e um religioso capuchinho, 6.º GRUPO — Collegios femimincs: Escola Normal, Escola Perpetuo Soccor- ro, Patrocinio 8, Jost e outros que se apresentarem. Posicão—trav. Oampos Salles, canto da av. Sastiúho de Fran- ca-—Mestres do cerimonias: Um padre agostiniano e um padro salesiano. 7.9 GRUPO — Escolas parochiaes e cutecismos femininos, Posição — trav. rito suplementar de 300:000S090 para: DCCONTer às ÚESpesas orcamentarias O dr. José Mualcher, governador do Er. tado, sanceionou, hontem, a seguinte lei: “LEI n. 6, de 12 de Outubro de 1935. Abre o credito supplementar na importancia de trezentos contos de réis (300:0008000), para pagamento de despezas orçamentarias À cargo do Estado. A Assembléa. Legislativa deste Estado decretou e eu sanociono a seguinte Lei Art, *" Omaior dia dos paraenses Us quinze dias da festa de Nazareth 2 SAND. a testa do Nazareth pce um pou co desblegria na alma do povo pos raens Sacode pobres e ricos do 50. cego suis casas para a fugaz fe. lcidadê de algumas horas de pra. ger. 8 quinze dias — quinze no tes nais propriamente— em que a nossa gênte só pensa numa crisa: & festa de Nazareth. Hoje, à noite, o trasladação da Santa. Amanhã, a imponente procissio do Cimo. E, em - seguimento, Testa - Por: quantos annos ainda se Te. petirá esse programma? Pelim Começa hoje a sua inqu Fannual, a- sua marifesta- prodromo: a a dos que soffrem, dos Tas. 4 manhã de hoje à ma- cido Gloriosa o pisdoso pelos beneficios celes- reth, padz ! que têm teh Tele cor nijjestar 4,2 agradecimento tiaes que, pé cbuva de graça e de bondade, Elk vae espalhando a man- clreias pela & e-pelo coração di; po- vo. catholico plamicie verde. Hoje é o o, à condueção da Santa to do Instituto - Gentil ina o altar mystico da E- e onde Ella será condu- “ de manhã, no prestito irio para o altar-mór da Niagzareth. do nicho de; Bittenciourt greja da Sé zida amanhã religioso do Basilich de Depois as imovenas' à Virgem, mão dos Aflictos é dos Sofredores. O culto chpistão reaffirmado por to- dos crentes, nessa, “poesia doca de a- mor e perdão, do renuncia e resigração, que é a alma, à essonciz, a subatalieta do catholicismo. à k es O array: Ga é; a-feira -da elegancia € da belleza, “EX Foimostruario da graça e do encanto da amulher paraense. Nes- sas quinze noites | ido vie-vem passa O lymismo das nóssas mais lindas patri- ciis. Vão ao cinema, vão: ao theatro, vão 43 sortes. E/vão 4s barracas talmr, bem, onde está! o quitute que' a raça. quasi desappanesida das mulatas .hei- rosas prepara cem o esmero que a con: correncia: obriga... ' E” o 'casquiirho. do mussuam:.. -. torta do caranguejo, o pato no aa oa indispensaval cuia de assaliy.; Pa- na a rapaziada; 6 jo wo schogp-e a estre- ja. POR É F 0, Por R ão, alo tar essa Tei “Os rápido Sie tradição £> per- petuando. - Sempre/ houve. essas casas onido ay gento so distrae um pouco, faz horas, como se costuma dizer. Quem! é que vas ao largo sem ir a um theairicio, semr apreciar uma ro vista Difficil, porque A tem enhuma, graça so voltar de lã e dizer que mão se) entrou: num. theatro. Por isso, o nome las revist bes» as Scenas, as cortinas, ais passagens raia] mheina de arte. Gilmo Calindo dixse- vivas, os ditos miais hm cos, bom- nam-se ; populares. Este anno' ha, muito thoatro. TE peer mexem pro Tructuoso Guimarães, es quina da av. Castilhos de Trança-—Mestres de ceri- monias: um padre “agostiniano, padre Alcides Paranhos e; um Padre Crazio. O andor dos Milagres (D. “Tuas) jun- to ao qual tocará q banda do 26.0 P(C., será carregado mpelhs ostivadores; torua- rá Posição 4 entrada da trav. Campos Salles e irá entresas alas do 3,0 grupo. Mestres de cerimonias: pragre Antonio Brito e Netto. RR E a ao orçamento vigente, na im.] (100:0005000) para reforço do titutlo portancia de trezentos contos de réis (300:0005000), píra pagamento de despe autorizado o Governador a fazer a res tes: ] | ção religios cão de Ló E Virgem de Naza- | do, sympathia. Hesalaholita qe fuzer -| (100:0004000) para reforço d> titulo “Ex, zas orçamentarias a cargo do Estado, e -| Sul”. pectiva distribuição, nos termos segui. “IVotada, afinal * a Const maranhense, Inclusive à é que restringe o mandato vernador 1 —— — e ——— = == | Dutado Salvador Barbosa. | Os opposicionistas, ante o fra- casso dos seus planos, reuniram- - se fora do edificio da Assem- bléa , í o) praso para a promulgação | | da Constituição do Estado ter- 4 mina no dia 20 do corrente. — | (A. B.) RIO FAZ Telégraninad do correspondente da Agencia Bra- |. | sileira no Maranhão informa a | chegada a Sãa Luiz do general ; Ie Daltro Filho, para bg de perto 2 situação. Hontem devia “reunir a As- sembléa com a presenca dos de- putados, que se achavam asyla- dos no Quartel do 24º B. C. | A opinião publica não encon diluição do tra razão para os deputadosypro-! p q do, assumiu a presidencia da | curarem asylo no quartel: (AB, , Assembléa Constituinte, sob 05) S. LUIZ, 12 Acaba de ser — applausos da população, o de-! approvado.o projecto da Cons- LE DS SD ER E me Para todos os gostos, ao que Warece. Essa Rar é o Principal: da. Vac haver; seria corworrencia. , Mas | eu digo”. Um par para” sucees Tam- leada. qual que se defenda como pudér. bomba outro par. O Leal. dia Vamos passar em criticas leva, ori- nadfises, já nossos conhecidos e que,:em artadoras todas essas! casas” de diver- trabalhado em grandes 2ompanhias, sões. Prevenjmios o espirivo publico. : el E é RM Z. Maria exporimen- Quem fôr aqui ou alli já sabera, de «m- ae nda cao bite! e Ei ERA tamão,. o que poderá encontrar. Hoje VE vae para este cantaz elegunte, de co- Elmane, com o “om facto à theatral, este arno e General Daltro Filho S. LUIZ. 12 — Eleito legal- mente no dia 20 de junho passa-. meço por que o Elmano Queiroz, foi o quem teve lembrança de convidar a im- prensa. por primeiso, para assistir O ensaio de sua peca que temo some | ehistoso do “Dacois eu digo”, E prometiemos depois dizer alguma E re e . Hespanholita! E” um: bago do graca, um gomo-de seducção, um bom bocado la viv, dad radio irradis”. * t com “gosto, com almia. Pena “€ que se percam muitas - palavras: ella só se expressa em castelhano. Mas suppre essa causa com! 10 tipuro do seu traba- lo. Elle 6 um artista de escola. Sobe pisar um palco. E traz uma fema col- lada em criticas dos jormazs por onde passou. E” colombiano mas assimilou 'Icgo O portuguez. f * Formou um dueto muito bom com a graciosa Fabiola: Soler, sua compis- Hontam, ás 4,15 horas da tafde, vxiad : praça da Companhia. do JUistabelocimen- to, uum/ gesto de VERAO poz termo & ral existencia detonando um fuzil sob o ; masxillar isferior, quando de “sentinela úo edificio da Rocgbedoria do aieina do Estado. FraneiscoTelles Va à vicitima, praça n. 13 do Pelotão Extrinumeranio, áquella hora collocando um perto de da- las na sua arma, e, no gatilho, um po: “| daço; de madeira, sentara-so sobre uma taboa que collocara no angulo da “gua- rita”, apoiando o queixo wa bocea. do fuzil, fazendo em seguida fimecional-o comprimindo- a hasto de madeino. com as pernas, oceasionendo desse modo, a detonação da bala, e sua morte ins- tantanca. A bala fazendo o percurso |" de baixo para cima, teve salúda cia ve- ) gião occipital, pondo á mostra purte | Ada massa encophislica.. A policia, scientificada do, cacorrido, providenciou. tendo o dr. Galdino Arau- jo, 2o. delegado auxiliar, estado presen- te ao local, effecimando o levantamen- “o do cadaver, que foi transportado pa- ra o Necroterio do Estado na tumba dos Bombeiros Voluntarios A despeito dos esforços feitos pela polícia continua desconhecido o motivo que levou aquello miliciano a praticar ese gesto do allucinação . e VE O general Badoglio já esteve em gue.tilhas dos que suas caractorizações são aele- bres. E mostrou-sifos eRudeao eonfirma- donas. e eme qro me O andor do Anjo Custodio, junto ao qual tocará uma banda de musica, to- 2H mará posição á& tray. Iructuoso Gui- maries, irá entre as alas do G.o grupo, carregado pelos membros da Confedera- cão dos Pescadores—Mestre de cerimo- nias: padres Fausgino Brito e Oruzio. Abrirá o Cirio o carro precursor ou dos fogos, seguido pelo pelotão de cla- rins do cavallaria, atraz do quai tocará (Continua na 2a nro ia do o espada pane do se me a favor da causa ida do Estado do. Rio, os: Tum protestam sua alta estima: governador gaucho, ao m: esperam acompanhe até “Eventuses”, e cem contos de - réis yosição Interostadual d> Rio Grande do mu Strt. 20, — Revogam.se as Eisposições em contrario. lo, — Fica aberto o credito sup= Cem contos de réis (100:000$000) 4 verba “Divida Passiva"; duzentas contos de réis (200:0008000) á verba “Diversas Despezas”, sendo cem contos de réis O secretario geral do Estado assim a faca exeqgutar. Palacio do Coverno do Pará, tubro de 1935”, a . . RIO, 12 — O jornal “A Patria” diz 12 de Ou.| Mto O general Dadoglio já esteve em guerrilhas. (A B.) 7 Amazonia archeologica re Sume-se na louça, A massa plastica do barro é o do- cumento malor que attese fa a empirica clvilização do selvazem no amplhitheatro, Como em todo o Brasil, não ha por aqui | um templo, . uma fortaleza, um palacio que romarque a passagem de tribus adi. guns alheios 4 propria pedra, visto terem sido construídos de adobe, como succedeu a algumas das nossas fgrejas dos tempos coloniaes, levantadas em Belem pelos re. Ugiosos, O trabalho do oleiro, no entanto, ape zar de inferior ao dgs outros povos que confinam com a Amazonia, faz meditar os estudiosos porque ninguem até hoje decifrou os caracteres symbolicos dos vasos e dos pratos marajoáras, que pare- cem estranhos"a auslquer idéia de ese cripta. Entretanto, é bom dizer que esses signaes, pintados on gravados na louça de Marajó, têm uma larga semelhança com os signaes da louca egvpela, chinêsa mexicana e hindn*; succedendo até, con. forme demonstrov Lodislau Netto, num exhaustivo confronta, que os hierogly- destas plogas, possuem sunthese, antadas, As Jóvas migratorias que fizer ram da plaga amazonica o seu “habitat” nómade, fixo nas correrias, estavel nos deslocamentos, firme no abandono da maltcá, mão foram além do oleiro. E' verdade que fára do schisto ferruginoso arenito, “Pedra do Pará”, como lhe cha msn os geólogos, q outra pedra é rara, 6 encontrada nas cachoeiras dos rios ou Fuma om nontra pedreira, como a de Quptipuro”, na Estrada de Ferro de Bra phos dos índio | Zança. Mesmo na ceramica, no entanto, mais perfeição e dos numa ficura « tem am dung A tendencia Na mnloria » Indígens do “mound” de Pacoval, em Marajó, e dus grutas de Maracá, na Guya» ra, ostmais perfeitos, e Interessantes da depressão amazonica, não concorrem em “nglnaldade, feitio é belleza com os o Peru” 'e do Mexico, da Colombia, da Eslivia e da Amerlea Central, onde 6 va. silhame, domestico e religioso, nttimee modalidades artísticas no contorno e na cecoração, Isso sem levarmos em conta os. attestados dessas. velhas civilisações : Morra Err fd 64” casos examinandos, o marajoúrn faz que os outros povos Tas tres e quatro. netual para ver em todo a parte do globo a manifestação espon- tanca dos costumes, que determinam os mesmos processos d ag pnlafitas o modo de navegar, desde ao arco e a frecha até os meios de defesa de caça, de pesen, de fazer foro, não re levam q crer numa Identidade de im ppação Sraplulea em latitudes tão difte vida humana, desde |r Lindo, não tes o entre povos tão distantes, Se esses caracteres symbolicos represéhtam real. mente a escripta dum paleographo im- memorial), trazido pelo Invasor, o que admira é que ninguem aluda o tenha de clfrado, depols dos trabalhos de Cham- volion e Maspero, Fabldo como demorou a declfração dos hierogiyphos egvpclos, não crelo que os caracteres symbolicos marajoáras sejam signaes puramente de- corativos, maximé tendo correspondencia do figuras com povos de velhas é adiane tadas civilizações. A Inscripção de Rose- ta, num dos do delta do Nilo, tam- bem logorripho, quando era de fáto uma escripta, cuja braços parecia vm» simplos chavo abriu um clarão na intellizencia humana, Creio por Isto que mais Lojc T's umanhã teremos de ler, traduzida da a do Pacoval, a historia do povo que al passon, Ha tambem na ceramica marnto vm obfecto que tem desoriens só o nrcheólogo como o ethná- 1 desconheco em outras para. logo, que l | de gente antiga), segundo versão do tu- representado por unt symbolo: “Poty”, camarão; “Aralbola”, cobra; “Nandu'”, ema; “Guarany”, sol. A espeleologla me- rece-lhe tambem uma olhadela significa. tiva através de Lund, nas cavernas da Lugôa Santa e dos sarubaquis remotos e primitives, primélro documento sem du- vida da passagem do homem pelo nosso raiz. Estampa alnda um eschema das priacipaes jazidas palethnog, apbicas do Bras!) orientando assim, com ri €3 clareza e profuado descortino, um estudo que merece a attenção de quantos se |.Nteres- sam pelas nossas origens. Entretanto & archeologia, denois de vista nos desp Vos da oleira do amphitheatro, pois que c YZ * (Especial para CES TADO DO PARA” ) De RAYMUNDO MORAES mos que nos circunsOrever às insecripções rupestres, abertas ng9:; rocha das montas nhes, como nas serras do Ereré e da Es. cama, onde se vôem as tiragens do sol, da lua, das estrellas, reveladoras da vaga astrologia selvagem já demonstrada em tnes n do jaboty exemplo, em que um parn o outro surglr, como avsistissemos ao mergulhar do sol, no nascer da lua, go desmatar da estrela dalva e go ascender da papaceta | Estevão Pinto, um dos eruditos da fa. ! milia lettrada do momento, n'“Os Indie js nas do Norte” 6 através dn ethnogra- pia, aborda can multa propriedade e (ossada É cultura gens, mesmo pelo Amazonas acima: é qa tanga de barro da cunhã. Os especialise tas não sabem, em virtude ga delicade PZa du peça, no enfeite e no tamanho (que «abe na palma da mão), se é um e seudo indumentorio destinado à ceremonias, aos dias de festas, de Fegosijos, victoria e adoração aos deuses, ou se uma vesti. menta de uso commum, trazida diaria- mente, o que transparece na abundancia do objecto nas urnas funerarlas, Ferreira Penna criou o neme de esses cemiterios, e certos mythos e lendas, a anta, desapparece <om por pois de exposta em mil Invores indeciso v nas montanhas, mas Tapas, nas cavernas, nos rochedos flnviaes, nas pedras mariti- mas, nas angustuyas de feldspatho, nas pedreiras de granios, desce às calotas cons chiliferas, aos montes de enrapaça, aos sambaquis prímitives, início de qualquer evolução de homem liboranco. Dahi para trás fechasse a chroulca nos signaes espalhados pela naturevu por melo dos fósseis marcando as cras *elu ricas. A ouraça duma tartaruga so aive “um rio; o eraneo dum animal numa dv “en do cltão; a folha duma arvore res produzida num petroglynho; o flo duma alga estampada gro graptolit armadura se » “Ceramios” para na epistola em que esclarece o assumpto, estampa no IX volus me dos Archivos do Museu Nacion: a”, re. vela amplós conhecimentos. Alude sarcóphagos de “mMiracanuera” aos a petrocraphia nas suas minu- clas Mthegiyphicas. Fevive desenhos in= genuos de nichos gravados nus montes, Inscripções lapidnres, notas de fundo re. Mgloso, figuras demoniacas, allgnorina phúlicas, mascaras terrivels, esqueletos Anos, clgnaes da theoria de Theodoro alo em que o nyme do morto vem py, e um dos malores cemiterios do Bul- xo Amazonas, no paraná da Trindade, frontelro à foz do Madeira, Sua visada é Jarga. Trata do fabto com a clareza dos monógraphos especializados, Mas em ma. teria de archeologla, depois da louça, tes Es a mulher a aryiífico da obra de barro; d & | vor, concordando em absoluto co”, livro Inédito o cescrh sVaymundo h honroso o caso creado pelos pob paulistas, desviados dos tal os Sei mentos de patriotismo do povo; x deirante>. (E.), de coral do pólsvo envulvina na fer o osso, o dente, a espluba, q br pd cama petreficados « metalizado! e que o sabio, em reciios Foste vante a idade da teria e a Idade men. ta 1" bom dizer, no entanto, paro Cimento geral. Que de; todos os vizinhos indigenas, foram os bh SUppostamente tupy e tapuia, os atrazados. Na propria ceramica, a rloridade das tribus de outras mae dades é manifesta, vendo-se, qu ildade do barro; Núgteitio e na d verdadeiras joias de oleiro, - Abro aqui uma excenção em mosto fu “dadas observações de Paul Ehr ra «Va “Ethnographia da Ami R “respeito da louça de Retro 1 Snça que 6 saio a buc-ao atm: a (aruan The cha depois de se “estribar na obra, a Coll, que: ros, Segundo diz q proprio - Enrenreich, ques * melhor estudou essa, povo vindo neta co) EM e cujo preso en cinal era à Delega e QOmista, Greneco, da Doixada ven "Zuelana Guyana sententrional. N CExcerpto. ao: Amphiéhe tro
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