O Estado do Pará 11 de Outubro de 1935
ANNO XXV o muper Redacção, administração eafficinas PARA? — BELEM - Disector= AFFONSO JUSTO CHERMONT T Caixa Postal, 2º BRASIL — me a 0 SP IT —Trav.Gampos Salles, 130 Sexta feira, 11 de Outubro de 1935 bee dicondo) que o. pripica m nha telegrayhou ao dr. Getulio Vai cordando com 2, indicação do derutado Carlos Macha Go ara “leader” ABI epdstido Enf, Tolon, EMTAPARA rm ER E ES PIO TR RT e ie o Te] Eça fe Eedactor=secretario—SANTANNA MARQUES Tese em Gonedra o derradeiro esforgo para salvar à paz do mundo Ro Cincosnta paizes adherem á applicação de sanções á Italia O Brasilsabiamente não tomará parte nessa colligação ma anter-se alheiado à politica ouropés Bo vitima entrevista para o Br sii que Huey Long concedeu «ento dê UM enno qo Navará mais nO manda ai ngum de dê QUE SE POSSE Ser presidente | » Ti q & RIO, 8 (Via atrea) — “A Nolte” publel Es 2 seguinte correspondência do seu en= ES especial em, Nova. York: “A primeira-vez que vio senailor Huey 4 De SANDOVAL LAGE) Nesse maremoto da política brasileira, mesmo a cozipr que a constituciónalização -do paiz lee motter o pres! xantqu por todos os quadrantes, trazendo E fd em Washington. Sabia.o hospeiado: no ' Mayilower Fo. gio do sr. Get as; surprezas que os cataclysmas vffere-| 45 vargas, ab: oem, observa-se que a segurança nac “Os tel, quasi meu vizinho de quarto, e se lcitara-lhe uma audíencia, essa manhã, lado em todo nal-xae repousar na ponta das lanças dos) o, pelo des: geudhos' distantes. co»municando-me com elle + mesmo | pelo telephons 'intorro do” estafpelcci, mento. Tive a resposta vrompta, nes. tre do minist - O dado do tablado politico virara para que fez uma'rr, 5. Paulo. Des à entrada do sr. Vicente voluçãopolitie! Kão para a pasta da Justica que a sorte ves termos: ) mudando situo: não cançara de preferir os pandelrantes. |” —Um jornalista do Brasil?! (Recebceo com muito prazer, em cualguer momens to. Venha agora, se quizer. À Fui. Havia no apartamento do famoso dictador da Louisiana dez ou doze pes. õ or x Gnde elles puzessem 2s mãos para as p9- sosa too ''soas, com as, qunes elle. conversava à tectoredo * doc muto. affavel e 1) vontade.” Acolheu mo “| durante mais de; meta hora ouviso so i à | bre a actualisede, política americoma, o MGETL LIO 0: MEGAS New: Deal, ocaso dos bonus dos veteras — que então se ggltava To, ços vitolio—, e Uma; porcão de oútras cosas interescantissimas, sobre que discorria tozrencialmente. A segunda: vez que o vi foi em Novê York. quasi“ãs vesperas do meu rosresco ao Brasil. Os -jornses' haviam: publica. (Continna na 2º pagina) rêdas ani, inflexivelmente, sahia o numes 10:/0'sr. Rão, entretanto, abuson da for. tuna, Comprometteu fundo 4 nolitica na. tlenal, fi do um Jogo arriscado de vin YaUÇas. Passa auanião precicavamos a habilidade de uma paz que descansasse espiritos. Mas O parceiro paulista nunca <p cançou do seu jogo franco. E éltegou | dos srs, Juizes d Justiça eleitoral. - Em vão o povo Jevanton «9 cias mor que“ atra-s vessou fronteiras, aos Bor vão se gritou (Continua nf 42 pagina) Ô pavilhão. do Pará na [Exposição VAE SER REFORMADO Protesto contra a expulsão de uma extremista Do sr. Francisco Andreia, or- ganizador da parte que ioca ao Pará na Exposição Farroupilha o major Magalhães Barata re- cebeu a seguinte carta: | “Porio Alegre, 3 de outubro de 1935. Meu caro amigo Barata. Meus raudares. | Na hora que está passando, compe- 5 annos do início da Revolução ira, da qual foste um de seus es: teios, « hoje (yarece que voltou acs tom- pos dos Més. Emfim, nada como um dia depois do outro não 6 assim! o que está reservado para nós, as nossas mãos virá. Não imaginos quazsto, tenho lamieja- tado e tenho dito para todos os ami- glos, que se estivesses no governo para- <ense, O successo do Pará na Exposição Farroupilha, teria sido maãor. O neu contentamento é indiseripti- vel; pela figura brilhante que está fa- “RIO, 100 Globo” diz ter sido informado que no despacho de hoje do Ministerio da Guerra o presidente da Republica teria assignado o decreto da reforma ra decisi “para os destinos da humanida, EEE rá EEE OT IS SS E PESE A A E + ROMA, o — À imprensa as- segura que o Comité das Sanc- ções da Liga das Nações reune hoje para determinar a maneira da applicação das sancções con- tra a Italia. é O barão Aloisi' comparecerá, falando em priméiso legar. — (A. B.) Wu... ADDIS ABEBA, 100 bom- bardeio das forças italianas con- tra os; postos de Ubbe, Chebelli, Tabara, Capana e Silamo occa- sionou grantes perdas de vidas, |—(A. B:) GENEBRA, 10 — A Assem- A s$do da Liga das bléa da Sociedade “das Nações) ennunciou que apenas a Austria | ç Demi atingia” tre a grande potcuçia do Mediterranco e o unico independente iniporio negro da Africa. Cuda anno que se passa é a marcha para o exterminio da humanida. de, O seculo presente surgiu numa alvorada de luctas e hecatombes. Dois grandes, colossos, o russo e o Japonez, so chocaram Dez annos depols, uma con- Nagração empolgava o mundo inteiro e o afogava em sangue, lançando milhões de almas 4 voragem da lucta aniquila. dora. De nada rados pelos grandes vultos da politica. ns valeram os partos elabo- Lifoito nenhum obtiveram as pala; sonoras dos pacifistas. A | conscier» cia umiversal jamais sentiu a dôr da guerra. Por isso esta prosegue. Surge novamente entre a China e o Japio à cbeéssão destruidora, a avalanche da morte yarre os canxpos da Mandehu. ra. Bem perto. de nós, jorra o mesmo <angue pela posse do Chaco, entre Es Bolivia eo Paraguay. Finalmente, à Talia Le a Abyssinia Juctam no con. tinente atricano. Mappa do theatro da lucta ao norte da Abyssinia. As flechas indicam as direcções seguidas ER fascistas, partindo desde a colonia italiana de Erythréa, Em cireulos, as cida des de Ad e Adigrate, 6 átalianos. A” esquerda de 'Adua appare ce a cidado de Aksum ou Axum, prox imo objcctivo. doz ata: DO a o nn EO Ds cima] Comicio monstro Concurso de. latim Agora à inõog) nita que se nos apre. serita saber se as grandes potoncias se envolverão na actual hecatombe. E se esta mertandade será a ultima a que os: povos serão -submettidos pelos seus E se Deus não: punirá desta Realizar-se-á, hoje, ás 5 horas da tarde, na Praça do Relogio um gran” de comíxio trabalhista, promovido | | pela União de Syndicatos dos Prole- tarios de Belem, onde será apresenta senhores. vez todos os homens, pelos seus desa= Dº general Daltro Filho sr. governador do Es- tado recebeu, hontem, o'se- guinte telegramma; no “Collegio Fedro I nacional, (A. B;) PR e e 1 E A | zando teu Estado no nosso certame, tem (Continua ns 4" pagina) do general Christovão Barcel- los. (A. B.) do aos trabalhadores, o programma do) «Dr. José da Gama Malcher. salário minimo que o pci) Mar, — Governador Estado Pará. — : fender na Camara tins e Silva, vae defender Obidos, 10 (Urgente) — Quei- tinos, O meme a aa À (Serviço da U. J. B. para O ESTADO DO PARA") MANIACOS CELEBRES HUGE Pis Der e a Em transito para 0 Maranhão, che- gou hontem, à esta capital o ( general Daltro Filho» | | ”: | ANG, pocta ailcmao que morreu em “1829 e chegou á idado as 60 annus, nunca sohiu ua pequena cidade do Wurtemberg, ouls natceu, ivesto gencro ha mais ainua, Magliabecchi, bibliothecario do grácruuguo Cosme LIL e um dos bibliographos mais apaixonados de tem noticia, tambem nunca sahiu de sua residencia em Fiorenca, cuguanto viveu, senão ques vezes; uma para ir ver Fascoli, do quem era amigo á distancia (fe duas leguas, e outra a dozg milhas da capital por ordem do giao-dvAque. Um professor -hollandez, Heyman, visitou certo dia esso = nal bibliographo e deixou escripta uma relação circumstanciada ida E dá No avião da carreira chegou hon tem,'á tarde,-a esta capital, do re gresso de sua viagem à Munaus, o il- lustre general. Manvel de Cerqueira Daltro Filho, commandanto da 8º Re- gião Militar é figura expressiva e de valor do nosso Exercito, quo se O distincto militar que eté alli fô ra; em Inspeeção sos dapai adptricios da 8º. Itegião Mulitar, foi rotebido no havgar da Panair pelo representantes do dr. José Malcher, tamento « entrevista. 4chouo enterrado, por assim dizor, no meio de um piro digioso numero Je livros. Nas estantes, em linhas, brados, em pílhas onchendo os intervalios, nos corrpdores, nos vivos cobrindo os so | | governador do Estado, do preteito | das janellas, om toda a parte e em todos os cantos, liv-os sem cia y dc Belem, major Alvaro anha er k ta não deixavam espaço para duas cadeiras, sendo mecessario quie, elevado uumoro de pessoas gradas, a: | por ter offerec'vo uma cadeira a Heyman, Magliabocchi teve de sen Im tr sc officiaes do Exor tar-se eobro um monte de livros. Era Bim, no meio delles, que cito é Arinada, passava a maior parte de sua vida. Comãa alli mesmo e... dormia S; excia. que vae em transito para alli tambem... São Luiz, trausportarse - boje mi Nad: havia, tambem, mais simoles do que o seu modo de viveir; À ja, ne de avião do v alguns ovos um pouco de pão, e agua, constituiam seu passadio cur as Õ |; ) - dinario. Não timha familia e os unicos seres vivos pelos quaes pv Acompanhorsrma o culto off | | recia so interessar oram as arê nhas que cobriam o tecto o os cantos Yanaus aqui, os quaes q da casa, Criado que ousasso perturbal-as era posto fóra e, visita juntamente com o general Daltro I b que entvssse estabanadamente de modo a lhes causar damno: er lo” Io para o vizinho Estado, os capitãos | Imyro PART Re jo JUN ADA ie cardio do prevonida h Antonio Miránda “Corrêa, Paulo del de s, excia., Lauro Góes e Waldemar | ss ab Vasçoncollos Chaves; tonentos Arge Chaves, , eins |e64) ESSAS 6; ET. e a a Ed Ra dd en LR E ea e Federal. Neste comicio monstro fale- cão os representantes de todas as clas: | ses operarias de Belem ,entre os quaes o operario Antonio Gomes, presidente da União, que dará tambem conheci- n:ento aos trabalhadores do program ma à ser defendido pelos deputados classistas, - recem-eleitos, na Assem- biéa Legislativa EMpnoaiaa ra v. exe. acceitar um abraço affectuoso que lhe mando. no momento em que, de volta do À- mazonas, alonge meu olhar en- cantado pelas bellezas: da terra paraense. — General DALTRO FILHO. Foi eleito, hontem, O |fonecionalismo publico Nas eleições classistãs hontem res lizadas, o grupo dos Raibilondiáda publicos elezeu seu representante na Assembléa Legislativa do Estado o posso confrade de imprensa dr. Os” wuldo Vianna. Nome de projecção nos nossos meios | forens'€s e Jor iMsticos, O novo lepu tado ve nm collaborando com"o gover no do Es: tado, na direcção da Biblio- theca e A,tbivo Publico, em cnjas funccões se tem havido com prolici- encia.. (0) tá, Aber Ma Fe wbteve um vota. Para supplente toi eleito o sr. Noé le Carvalho, por 3 votos. ee cm mm ODEMOS assegur.“ que o major Magalhães Barata Não requerer ú licença-premio, como se n vticiou bon COI o da a e la Fleições elassistas bg do Dr. Oswaldo Vianna teratura Ja tina daquel. ES la escola se. cundaria de ensino, » Solida cu. turá * Dumas nistica Ra |: vida por bre lonto: ta, E mo, O dr. initia Avevoda Rad deixou forte impressão, da sua o de. da materia € especialmente do stunjto que escolheu para. sua tese, q Registando | este, Tagto, O, psTIDO [faz com a Satisfacção que: não pico OE ixar de experimentar pelá dostonstração de valor de um conterfaico ENO centro «o da O aa ei na Ioulto camo < = reto “Ones ) na amanhi responderá ao amil do jornalista João" Malato, Insém ' to na “Folha do:Norte"! de bon) q de Di a O as o nosso €
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