O Estado do Pará 10 de Outubro de 1935
“ entistas, — remo, “ ERREE dle Alher V tof Torres, . pps sem, — May E Pedagacio Brasileira dos Clubes Agricolas Escolares Avenida Rto Branco 117 & RHGUNDA- SERIE SS CIRCULAR NºS” - Polo dr. Itagyba Barçante À CAMPANHA CONTEÁ AS IÇÁS PORQUE AS OREANÇAS DEVEM -DAR CAÇA AS IÇÁS 1º)=Porque cada Içá repr “4 ovo formigueiro. esenta um 2º)—Porqué a Içá é a genitora de » todas as demais formigas é mesmo das novas Icás, de ma neira. que morta wma Te, 1, será “ evitada uma grande proliforz w- “qão da-praga. Fm 3º)—Ponque é um dever de patriotis- mo. 4º)—Ponqlte 'strio distribuidos pre: mios compensadores a todos à: quelles que suxiliarem 0 com bate ao maior Llagello da nos sa Agricultura — A formi Usam” va dando caça ás Icás. 5º) Porque é meio mais seguro pa; ra se combater a formiga Sau”- va que dá um prejuizo á nossa lavoura de mais de um milhão de contos de reis, e assim af” Testando a economia nacional «ea particular. 1" “inda porque a saúva cons = “tito mm grave -impecilho ao eflorestamento, a formação dosJárdins, Pomares, etc. om ES Os ag vritultorês sabem que o ester- code curiai é um excelente adubo; : tas os seus conhecimentos a esse res - peito, têm por base os resultados pra- tidos, abtidos por elles, e não as ana- lyses- chimicas eltectnacas Erhe sei: au id E estas, no entanto, são de grande importancia se é que na applicação 4 andar— sala 428 Como E QUANDO SE DEVERA DAR CAÇA ÁS IÇAS OU TANAJURAS Gerulmente ás Iças iniciam o seu vôo nupeial de setembro a dezembro, ás vezes até jureiro e esporadicamen te em outras epocas, us creanças deve. vão caçar todas as tanaguras, entre gandoas á sua prof." que annotara,em | uma pequena caderueta, o numero de Loás caçada pela ercança. Para este [ima creança receberá uma caderneta especial.Deverão ser caçadas todas as Tanajuras que estiveram, voando, que jº estiverem posadas, as já desenha 21 reçadas das azas e mesmo as que Já honverem penetrado na Terra para formarem um novo formigueiro. TEs- tas-ultimas, serão annotadas em uma | especial da caderneto, Só deverão ser caçadas as tanajur ras grandes, envolvido, as tanajuras pequenas, de pequeno abdomen, denominadas «Bi-| tús? não causarão nenhum damno ru turo, pois, terminado o vôo, morre” ( rão: «São os machos». Terminando o anno, a professora, vemetterá todas as cadernetas á séde da Sociedade que providenciará, im- imediatamente, ís creanças. ç | DAR CAÇA AS IÇÁS E” UM DE- VER DE PATRIOTISMO; TODA A CREANÇA DEVERÁ “SE. ORGU- com abdomen bem des! Ta | de diligencia a remessa. dos premios - SECRET 3 s SE a | Caiayr as paredes. E' indispensa- E dos “Amig osj | | | pre LHAR DE TER DADO CAÇA À UM GRANDE NUMERO DE TANAJU- KAS, CONCORRENDO, ASSIM, COM UMA RESPEITAVEL PAR- CELLA PARA O ENGRANDECI- MENTO DA NOSSA AGRICULTU- RA E POR ISSO MESMO, DA E» CONOMTA NACIONAL. Ras com a familia mas não deixarás de ir dia do 'O limão. Em nenhuma casa devem fal- so estérco, se deseja empregaro com | tar limões. Seu succo é muito perfeito ' conhecimento. studando, pois, o..que-a chimica agricola nos | guns dos seus diversos usos ensina acerca do esterco de curtal, claro está que o seu emprego ticara cubérto de erros vo seu uso; O que costumamos chamar «ester: c0?, são os 1esiduos da alimentação, a de ter o animal consunido ó nega para satisfazer as exigem «do seu organismo, coustituindo Rastilizante mais valioso que se pó- de bter en uma fazenda.U esterco cm sua idior fi trte, está formado por ma- “teria “organica de origem vegetal é “aáimál, à qual mais tarde, por de composição, se transforma em produc- to chamado <humus>. Mjsturaios com &-materia Orgânica, encontram-se cer- tos componentes dos elementos inor- ganicos extrahials do solo pelas plan. tas, sendo as mais importantes o ny trogerio, O phosphoro, e o potassió, — substancias estas conhecidas no tom- “ mbréio! coros nomes de jimoniáco, a- “cldo Plosphoria e“ polassa Estes “componentes soluveis e podem Ser afsimiados"péjis plantas, ússim que Sg 8) applica 4 oresterey mo solo, O ester- cu minda contem outros elementos ' idorganidos, “porém, 0s acima citados, são 0s- mais importantes, e os que -Blais falta: fazem “ás “terras- cultiva “das devido as suas propriedades para athutrição dos vegetaes. Pelos estu- dos (comparativos, ficuii provado que à materia organica do esterco tem um vilor fiaior que os componentes so- lúveis do nitrogenio, Phosphoro e po- tagio, porquanto estes “componentes sybstitjiidos por fertilizantes com- imertines, desappurecem as vantagens do esterco que são: aquecer o solo, tornar assimilaveis as substancias ali menticias. nelle existentes;e ajudar a | é lenta gerando reter, “a humidade constituindo à base Principal, sobre a qual descansa per- mBnentemente a fertilidade de um ter. Para o esterco misturado, ou seja, Pára o proveniente de animues de di- frentes especies, não é possivel de- sigriar uma composição chimica. Em primeiro porque a quamitidade | lioso de materia alimenticia contida no es- | dois estorcos, terco, varia de accordo com a espe- | Serval-os durante algum: tempo” antes | cie do avimal do qual provem, e, em | de applicalos, deverão ser iemacena: | segundo o seu valor fertilizs d i ante está.) dos de fórma, que'se mantenham h der viver ur o v ve m ” 3 sujéito aos effeitos de factores espe | Inidos e « E li bp ciães, taes como o modo de armaze- nagem, a temperatura, o estado de 2 YMempô, a época do anno em que é uti- lizado, o methoO de dis tribuicão, a nátiroza do solo no « gado. A qualidade qual é empre e proveitoso. Mencionaremos al- . Um copo dagua com um poxco de succo de limão, pela manhã, an- tes do café, limpa o estomago le 'os intestinos; o leite azedo a- doça-se com um pouco de succo de limão e uma colheradinha i de assucar. As esponjas ficam DR OR Para a installação da sirgaria deve-se preferir um ponto ele- vado não se admittindo nas pix ximidades a existencia de extru- meiras, e tudo o que possa em: nar mão cheiro. O rumor dema- | siado é tambem inconvenient “os bichos. Nao se tendo um logar dispo- nivel, é aconselhavel construir ranchos economicos, cobertos de sape, com paredes de madeira, páx-a-pique ou tijolos, ou mes- mo de sapé, sem necessidade de forros, pavimentos especiaes, nem vidraças nas jantllas. À co- bertura de zinco é condemnavel. “eso LIMPEZA — Tenha-se sem- em mente que a sirgaria de- verá ser o santwsrio da liinpeza , pala se fazer uma criação de bi- chos não se requerem muitos conhecimentos; basta um pvuco e uma estincta observancia da mais rigorosa limpeza. É” preciso, pois, poucos dias antes de iniciar a criação remo- ver as têas de aranha limpar bem as paredes. o forro, lavar '0 assoalho com lixivia ou cinza € vel, porem, recorrer a uma de- sinfeeção preventiva dos Jocaes eutensilios da criação» Por que? Porque a maior parte das doen- ças que attingem as nossas cria- ções deve-se ia agentes patholo- gicos preexistentes nos locaes e apetrechos deixados pela criação anterior e trazidos pelo ar, ven- to ou mesmo por pessoas. ses VENTILAÇÃO — Quanto mais os bichos vivem em um am- biente em que o ar seja bem 0xy- | genado, mais fortes e robustos serão. O ar suffocante, os mãos cheiros de fumo, pannos sujos, etc., são prejudicial: s aos bi- chos. Rr Evitem-se, tambem as fortes correntes de ar, durante a muda dos bichos. E” preciso que não exista um angulo na sirgaria 'on- de o ar fique, mesmo por pouco tumpo, inerte, estagnado, não re- novado. E” imperioso que a ac- ção dos seus princípios, o seu | movimento regenere e vivifique o ambiente, pois que, por pe- quenos que sejam os bichos, têm grande necessidade de respira- ção sã. * ... O AR ABAFADO E HUMI- | DO E! UM DOS MAIORES INI- bem limpas sendo lavadas em a-! MIGOS DO BICHO DA SEDA gua morna com wm pouco de su- cco de limão, etc. Vem depois, as plantas leguminosas (ulaia, Levo, soja, etc ), às grami neas, Os cercaes (milho, trigo, etc.) é as raizes e tuberculos (beterraba, na- bos, mandioca, etc. ), que bgwam em ituno lugar devido à grande per contagem de agua que contem. À especie a que 0 anual perten cC iullue igualmente sobre a qualida- “e do esterco. U de ovelha é sem du- [vida o que possue maior poder terti- | L lzante: Vermenta rapidamente sob a ac ção do'calor, razão pela qual está su- Jeito a perder uma parte «o mitioge- bio, elemento mais importante e mais caro que o esterco contem. | Depois vem o esterco porcino mui- to variavel em sua composição chimi- ta, devido á grande variedade de productos com que são alimentados. Decompõem-se lentamente e produz Pouco calor. O esterco do gado vaw cum, é tambem muito variavel devi: “o ú grande quantidade de humidade | que contem, tornando-se de menor va- lor fertilizante. A sua decomposição pouco calor. O es: terco de cavallo é um dos melhores | e à sua composição chimica mais ais forme que qualquer outro, fermenta asus d | 1º “mbem rapidamente perdendo o ni- Wtrogenio em | “Pouco tempo, exigindo, sim como o le ovelha, um uidado especial, para evitar a fermentação. | Que contribue para a perda desse var: elemento fertilizante. ompactos, evitando que se quem. O estereo da gallinha é o muis » | valioso de todos, no entanto, a fer mentação se produz rapidamente sen- de mister tratalio com cuidado para que não perei uma grande parte “o | transparente. Será — Se o ambiente em que se faz a criação fôr insufficiente, de- pois da terceira muda não sº te- nha receio de levar os bichos fo- ra de casa e tratal-os num ran- cho. Serão alimentados alguns dias mais, mas crescerão mais fortes e darão maior producto. ss... LUZ — A luz deve ser mode- radas nas siligarias, pois que, muito intensa é prejudicial aos bichos. A melhor luz é a indire- cta, isto é, a que antes tenha atravessado um anteparo semi- acertado guarnecer as janellas da sirga- ria com uma cortina de panno para quebrar os raios do sol e | amortecer a luz muito viva, re- Estes | + sendo necessario con t do estereo A I bem UEC rare erco está | amoniaco (nitrogenio), e tã tos que o animal consome, £ a idyle cal, cinzas vegetaes, on outra deste, 2 AULA BH! ras alcalinas to ortaco Dto E: dy Pelialdaf, + porque isso produziria - lo 910 HMA TICO? pód Toneçiio, eliminando por completo o regularizar a qualidade dos seus es| nitrocenio. Os estercos decomnã A tereos, conhecidos os alimentos forne-| rapidamente, quando re sa GA 4 cidos dos seus animaes, Os alimento | o recolhidos dos ertnbulos Mo doc 7 concentrados tacs como farinha de) componentes nitro. Ciça p am es » Aotta de algodão, farinha de torta 45| têm, de forma qua E ADO 3 linhaça, farello de trigo, ete., por, f-rmentar os composte dd í conterem. mmita proteina on ni | “os docompõs ND ONEAVAR Ae dd di Dio, oceupam o primeiro logar na pri 4 se ernmorem e so Fe S barscd de esterco de nltn qualidado, atraonphéio. | ECA gulando isso pela abertura da 09000000 00000096 000000009 DCGOCOCGO Br Ser Dora LOCAES PARA INSTALLAÇÃO DE UMA SIRGARIA RNA ORAL DDD OR DAMA AA LOLA AA AA dA ML AA PA AV a AAA A A AAA A AA UA A IPLPIDRLSDLOLI LDL IS PAL S DELA / SERICICULTURA 74 UA Ud UU ESPOSO PS ESLALPIOOPOS IO |cortina. Não se deve, com isso, chigar ao extremo opposto, ou seja, deixar o local às escuras porquanto a luz preside á com- jensação molecular, necessaria à vida e á respiração. ... ESPAÇO — A producção dos casulos está mais em relação ao espaço-do que em ri:lação á quan tidade dos bichas e isso princi- palmente desde o nascimento à primeira muda, De facto, o grande segredo es- tá em dar a esses animaesinhos uma área sufficiente para se po- derem mover | commodamente, respirar um ar são e livre e en- trelaçar com facilidade os fios | quando se aprestam á muda.Dei- xar que os bichos oecupem mui- to esnaço quando ainda novos, não custa nenhum trabalho por- que o seu limitado desenvolvi- mento requer poucas esteiras; ao contrario, tel-os agglomera- dos causa damnos enormes taes como o atrazo das mudas, o resu- mido crescimento que assumem e a facil diffusão de doenças. Combatamos, pois, o inconve- niente tão propagado e que con- siste em se deixar crescer as lar- vas umas juntas ás outras e re- commendamos sempre lhes pro- porcionar o maior espaco pos- | sivel. à e e... À HUMIDADE — A humidade demasiada é para temer-se, por ser a causa dos desenvolvimen- tos de grandes males visto que tornando mais facil a fermenta- ção da folha e dos excrementos causa um mofo que é um mal á saude do sirgo. Alem disso, im- pede a transpiração e o bicho cáe em abandono por isso que fi- cam esmorecidas todas as suas funeções vitaes. E' necessaril, portanto que os criadores previ- dentes tenham cuidado com o lei- te e os locaes fornecendo folhas enxutas e promovendo ia venti- lação. Se o ambiente está muito secco é tambem um mal para os bichos, pois que os seus tecidos se restringem, perdem a elasti- cidade e as mudas se tornam dif- ficeis e não raro impossiveis € assim elles morrem; a respira- ção num ambiente gacco demais os enfraquece produzindo-lhes um desequilibrio e predispondo- os ao mesmo tempo a graves 'do- enças. Para supprir a falta de humidade temos estes meios fa- cilimos: a aspersão de agua pu- ra no chão, suspensão de pannos molhados e collocação de reci- pientes com agua nas cantos do commodo. Mas qual'será o meio mais pratico para sabermos O estado hygrometrico do ambien- te, confiados tão somente em nossos sentidos? E” facil: bas- | ta collocar kim diversos pontos "da sirgaria algumas vasilhas com sal de cozinha, que, como se sabe é hygrometrico, isto é, absorve a humidade do ar. Se o sal se conservar perfeita- mente enxuto, significa que o ar está secco demais, se ficar ligei- ramente humido quer dizer que o ar está bom, nem muito humi- do, nem muito enxuto, finalmen- te, se o sol se tornar liquido, ex- prime que o ar contem muita humidade e assim, o criador, guiado pelos ensinamentos su- se renovada e res- | 3 Áç MAN pra, conseguirá regular a humii- dade do ambiente. Concluindo : um acertado gráo de humidade fará com que o vi- cho miais coma, nutrirdo-se me- lhor e realizando as mudas com maior facilidade. ...w TEMPERATURA, Alem do espaço e de uma atmosphera piravel, occorre aos bichos, uma alimentação sã e sutiiciente, bem assim uma temperatura quasi constante, que martenha a vida dos bichos nos limit:'s do seu na- tural cyclo biologico. Como as plantas, que para se desenvolverem têm necessicdad» de uma somma de calor anúnal determinada e fixa, assim 0 bi- cho da sêda, para chegar ao bos- que, tem necessidade de um nu- mero total de gráos de calor diario, fixo e preciso. Se o calor é insufficiente, a vida se prolon- ga e o bicho attinge ao bosque, “o após os 30 dias habituaes, :as após 35 e até 40 dias, como succede em abril e maio. O prolongamento da vida do bicho além dos limites naturaes, é obvio, que facilita as doenças e torna o bicho velho, de manei- ra que elle vae tecer o casulo não na plena efficiencia de forças e energia, mas fatigado e desfi- brado, quando não chegue a suc- (Esnaloboo Com uma temperatura mantida entre 22º e 26" ct. é certo que Os bichos madurecem ravidamente, comem com voracidade constan- te, e a criação em consequencia se abrevia. Tal temperatura, com effeito, dá o meio de se ter uma perfeita igualação dos bi- chos em todas las idades: — a das mudas o somno dos bichos; porque a grande quantidade de vapor da agua que provem da mesma folha, é absorvida e eli- minada; os bichos quis sobem ao bosque não perderão tempo para iniciar a tecedura do casulo e a colheita, por ser mais precoce, será mais segura e abundante. Toda a attenção do criador de- ve estar voltada ás variações bruscas da tempelatura. Nos dias, e particularmente, nas ho- ras de grande calor suffocante, em que parece que a respiração nos vae faltar a vida dos bichos corre perigo... E” preciso por todos os meios pitoviocar algu- ma ventilação, abrindo as poz- tas e janellas e observando sem- pre o thermomeitro. Basta meia hora de calor as phyxiante para, ás vezes, dizi- mar uma criação inteira. A temperatura ideal é a que anda de 22º a 26º ct. e a habilida- bichos aquelle grão de calor que conduz com as suas necessidades physiologicas e assim terá mais um meio para lhes garantir a sanidade e obter no fim, uma boa colheita. cisa que o mesmo desvie seu tempo, porque a mesma pode ser tratada por arianças ou por pes- soas idosas, sendo o seu lucro muito compensador. O VOS DEGALLINHAS DE RAÇA PLYMOUTR ROCK (CARIJO'S E LE GHORN) —— DE AVES; PURAS IMPORTADAS Vende ANTONIO MARTINS JU NIOR RUA'15 /(DE NOVEMBRO, 96 AS ERPESEMEN — A carpicultura » NOS arruzaes | pouca agua e tambem a sua vo- desiruir toda a | racidalde para jespecie de larvas, sementes e pe- quenas hervas, têm contribuido muitissimo para tornar a sua o pouco criação cada vez mais generali- | as rendido até 100 Kilos de carne por hectare, além de supprimi- rem larvas e sementes de hervas dammninhas e ferbilizarem a ter- ra com os seus excrementos. à trancplantação do arroz 1 A=8 eu ' tação d: e mn isso, quatro ou ci co hectares de arrozal sete à o! O. caracteristico da carpa, de to carpas de tres annos, na pro- porção de dois a tres machos para cada femea; 50 a 95 car- pas de dois annos; 200 a 500 de um anno; e de 5 a 10.000 das, recem-nascidas no viveiro convenien'e a mistura de indivi- duos de diversas edades para a protecção dos pequenos. Da Espe andar ds feiras O nogal O nogal, arvore gigante da California, e o sassafraz, tão a- bundantes na America, só são encontrados em forma fossil no Velho Mundo. eenarim mmeeea fornecer- no alguma comida ad- Nas teras de arroz da Itulia,| dicional, tal como se faz nos vi- 'ão invadidas pelas más hervas, | veiros de multiplicação. carpas encontram abundante que poderá alimentar-se por he-|t care, já que a carpa é um ser cuja vida fica alethargada du- desenvolvimento tem de sr” itingido com a alimentação seis mezes. Por isso, se não sc dispuzer de sufficiente alimento -Ino proprio arrozal, será mister rante o inverno, e o seu rapido, mt-| de | A preparação dos camipos que alimen- | deve ser PAMPA empregado mistwado com zada, nos arrozaes da Italia, em |alimento. E” muito interessante |se indicam á criação de carpa mist alguns dos quaes as carpas têm |dete “minar o numero de peixes | resume-se em co locar nas en- radas e sahidas da agua qua-, dros com' tela metallica dupla e; muito fina. | A apanha é feita alguns dias | antes da sega do arroz, e para isso basts rhir a agua do| ampo. Àis ] ' "am | dos qua 10 vetiral ; rapida e simultanea realização | se; —a maior economia de folha.) de do criador está em dar aos |' A sericicultura é aconselhada | OBJECTIVOS — Dar uos alumnos a todo colono porque não pre- IDA NOS CAM PALAVRAS DE UMA DAS AUTO-[de $$ a 58000 Me Béri! RIDADES MAXIMAS EM VE- um cão, de 5, TERINARIA NO BRASIL — | |nei O PROF. DR. OCTAVIO, um coral! um DUPONT, CATHEDRA- 3004000 é uma vae TICO E DIRECTOR 4008000mil reis, DA ESCOLA Deixar morrer um ani DE VETERINARIA fóra a importancia de & NACIONAL 4 mente os insensatos Ag doenças dos. anim: tudadas e conhecid na: e para ella a Secção de dos Laboratorios Raul da por teclmicos compe! ro productos-chim: sciontificamento dosados, curadas e prevenilas.; Com sa minima de $100 a 2 evitar o apparecimento das « no tnimal om eural-o «E? com real prazer que deixo con- signada a optima! impressão por tudo dado observar na visita que fiz com os alumnos da Escola Na- cional de Veterinaria aos Laborato- rios Raul Leite. ti os cuidados sejentáficos, à tech E) o que me foi Nas diversas seeções notei os mul- nica escrupulosa, todo 0, o apuro, em Summa, na confecção dos E pro: duetos. 18 Merece particular attenção a parte | referente nos preparados de uso ve terinario fabricados em: installações ijnizos. proprias, sob adireeção de pessosl) " og avimaes neon téchnico autonomo o com pstiganês pre maior do que esses Laboratorios dida resolvéndo, cessaria para sua enra ção. k É apre Deizal: os morrer é span T o Brasil. Conerátulamo- nos como dr. aii Leite e com os “scientistas iehefes das varias secções, “pelo prorresso de e levalda finalidade “dos Laboratorios que têm o seu nome e une são mor to- Nos os titulos motivo de oremlho miar rr a medicina'' o industrias | Urásilos do Ao Janeiro. 26 aa ahinatã da o (a) Prof. Dr. OD TANTO Prontos TODO ANTMAL DOMESTICO vi LE ALGUMA COISA — ELLE ADOFCE E CURASE CO "MO AS PESSOAS Um pinto vale pelo menos 300 réis; uma pl ms e td o, um marréco, Para reunir as menores, pre- para-se um pequeno . fosso -em| frente das. boccas de: sahida | e a traça-se um so até a “bocea” de e Aa ão Às formigas togem|: do cobre O descobrimento, inteiramente ca | Ê sual do importante facto de que as | P dan 'sentem repulsão pelo. Ep aos ds SEGUNDA SERIE CIRCULAR Nº 6 Pela orientadora technica do - Grupo Escolar de Brazopo- lis, Minas, CARLOTA PE DROSO MENDONÇA. PLANO GERAL DO CLUBE AGRI- COLA ESCULAK PARA OS GRUPOS É ESCOLAS RURAES conhecimentos das diversas dis. - ciplinas. Porporcionur-lhes ley: turas proveitosus. Desenvors verlhes os habitos de coopera-| F ção e economia. Despertar: | lhes o gosto e interesse pela a gricultura e o desejo de coo perar para o engrandecimento do Brasil. MOTIVAÇÃO — A fundação do Clu- be Agricolayno Grupo e 1º aula. pelo director technico. Levar aos alumnos a desejarem estu” dar e conhecer de perto as pos sibilidades da nossa terra. TOPICOS A SEREM DESENVOL- VIDOS: ASSUMPLOS — SCLENCIAS NA- TURAES — A Cultura da ter- ra e as carreiras agricolas,co- mo prolissão nobre. — A hor” ta escolar, o jardin — Legu- mes — Seu valor nutritivo é sua classificação. | Vitaminas — A Semente —- Necessidade da propagação da boa semen- cas — Barbacena, te. Imunização. sericicultura. : GERMINAÇÃO — a) como vive a | ARITHMETICA E CRONEMRI ol planta: alimentação e respira: A medida do terrenô'— Como. ção. b) divisão da planta: raiz é feita praticamente: — Nó tronco, folhas, flores, fructos de arca dós quadril c) diversas culturas: café, al- Traçado das figuras geometri . godão, milho, arroz, feijão, ete. cas — Utilizações da: a e d) cultura da hortaliça — As compasso -- Caleulo de preços chuvas beneficios e prejuizos— de adubos — Despezas — Ven- (A chuva de pedra, a geada o das de productos, .. a Secca. DESENHO — Djs instrumentos agri- tritivo dos alimentos. prejudiciaes aos ho) en plantas — Como Rio É lestias qe tranaih em, GEOGRAPHIA. “tos: caté, é lho, borracha,. “ductorus do NOÇÕES DE COUSAS — 1º Auxilio | colas — De legumes, flores, * do Homem ás Plantas: n) ça] insectos, para albuns e que que as pragas. — b) a dubação | nhos. LINGUA PATRIA E LEITURA — Resumo das licções apmrehen- adidas — hartas composição, li vro sobrê osgleenmes, flores, primavers — Colaboração pa (organica e chimica) rega. — c) cultura em geral — estufas, abrigos — W) sementeira — como prepara!-a. 2º Auxilio do Sol 4s Plantas — a) Puneção chvophiliana. 3º Ausxilio das ra o jornal — Noticias das hot Plantas ao Homem —- Alimen- tas em casa. — Diario — Edir encão — 4º Auxilio das Plam- tum rmativa nos Jivros da tas nos Animaes. 5º Plantas Mr e E t t O nc
RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0