O Estado do Pará 09 de Outubro de 1935

A sciencia, a serviço F=-do rejuvenescimento O horror á velhice é tão antigo comoj A operação das rugas procura cor” | propria humanidade! Mas, o que rigir o afrouxamento facial, a chama nais impressiona as mulheres, não é| da «bochecha cahida», puxando à pel à velhice physiologica, e sim os esti- le do rosto junto á fronte e ao pes | que a cáracterizam. coço, fazendo desse modo com que) Que importa cbodecer os regimens| desappareçam os vestigios de um te eteticos, viver sob as picadas de in- cido cansado, reduzindn-o ás suãs pro” * jecções para combater o rheumatismo | porções normaes. | lsar clorgnon> para a vista cansada,) São innumeras as technicas e os prO- Douglas porque exibir os signads Ego os axtistas proprietarios que rimn tem ted Artists?, a dr a 2 2 a a ep : Mary Picktord e Charles Chaplin loram uns dos primeiros em volta ás fileiras e iniciar um renascimen bmotter-se, afinal, a todos os sacri-' methodos operatorios no sentido de 0) cios que a medicina moderna im-/ rejuvenescer o rosto. Porém, em to & desde que se possa apresentar | das ellas, à preoccupação maxima em à sociedade uma figura joven, ou| se obter uma boa cicatriz. isto é, u i inesmo conservada. ma cicatriz invisivel aos olhos extra | 1 | "À Cirurgia das rugas, que lia quin-| nhos. E' por isso que a região tempo” | E annos teria escandalizado os mais| ral é a escolhida de preferencia para À gados, introduziu-se aos TOucos |) os casos mais simples. prolongando- ( ] mpo da cirurgia scientifica, ga") so 0 córte, á proporção que os são | fhando adeptos entre os operadores ) mais complicados, atraz das orelhas. . | | do nomeada — obrigados a ceder de-) | Com isso, pode-se perfeitamente | “Qnité das instancias dos que requeriam| gjssimular a cicatriz entre o cabello. Era methodo de rejuvenescimento ar As operações feitas nas palpebras, titicia) cão mais simples, não deixam vesti; PIRES a ios de especie alguma, pois nessa ré principalmente quando Eco Eião a pelle se cicatriza sem deixar , causados por sofrimentos) RES ds. se é possivel disfarçal-os? Eras 1 : “A lucta pela vida nos tem ensinado A intervençao, praticada; sob anes- “múito nestes ultimos tempos. Não| thesia local, é completamente indolor | 86 as damas da alta aristocracia F a não ser um'certo entumecimento procuram disfarçar o avanço do £os tecidos, nos dois ou tres primei- o ta ris! do. Quanta gente dispostr à traal ros dias que se seguem á operação, em o contribuíram ao direito e á di alhar, vê os seus serviços reieitados| nada mais de anormal so observa. versão do publico, tê= uma; avparencia senil? Os pontos são retirados no setimo 4 E dbsgostos causados pelos Pç é priados e facilmente disfarçaveis, de| sas caras families “o e importimos «pés de gali) modo que a operada não tem necessi- - “A velhice é feia por ousa da dera- ia E dae mar cd ai 6 Ro um pequeno reponso de dois ou tres , mes ese = ei 5 S - item bem sob" o “ponto “dé dias, para facilitar a cicatrização. sesthetico. o «correcção rimrgica das moas qr “de -constitnir um reinveneari anenes smnarente, é um grar- IVO Tara as renresentantos do sexo. Ella se baseia no estica- to dos tecidos da face mus nela prixamento. trazem modificações heficas da forma do rosto com que lhes fazem lembrar os tempos ido. Chaplin, o ini ram e aperfeiçoaram a operação das | triumphal rugas, incomprehendidos nos primei- ros annos, hoje são nomes respeita- dos nas rodas scientificas, dados os resultados maravilhosos desse novo milagre do bistury. Aqui fica uma ligeira explicação das já celebres operações - que são ofmação de:dobras variadas. sempre commentadas pelas mulheres &ge. torreno, é preciso levar em) Com enthusiasmo pelas que já a expe- que o sulco formado entre o na rimentaram, e com curiosidade pelas 3 a bocca (sulco nasc-geniano) não| que pretendem mais tarde recorrer a | Gluma ruga, mas sim um sulco nor-| ella. WA!) al, fazendo -mesmo parte da belleza) Este seculo é o seculo da belleza, » rÓsto quando devidamente delinta-| e a velhice precoce é um dos mais in- : !, desejaveis defeitos physicos ora oa a ara ra pelos cinematographos. <tem publice? e com à sua volta as fi- encia o seu reapparecimento. As: RR RT E” voz corrente que dentro do matrimonio torna-se impossivel conservar victoriosa a chamma do amor. Por isso ha um grande ulumero- de adeptos ao amy li- vre, ma e amanhã outra, e não per- de, nada. com isso, mas, para à | mulher; tal. procedimento não é aconselhavel. Em primeiro logar ella arris- ca a vida com semelhante brin- cadeira, e depois perde o pudor, qualidade que deve ser sempre apanagiio do ser feminino. O res- peito de si mesma, a considera- ção de seus filhos, tudo ella per- de irremediavelmente, se não sa- be dominar os impetos da natu- reza. Para inspirar amor á per- sonalidade tanto feminina como masculina precisa infundir res- peito, veneração e estima. S luvas de «tricot» usam-se mui- to. Para passeio feitas de seda, para a noite de fio de ouro ou prata. Ho ARA dar vivacidade a um vesti- do de noite todo preto escolhere- mos uma romeira ou uma «écharpe» toda coberta de lantejoulas ou de con- tas de aço. . VALOR de uma “toilette? está, “ie ATO, Ho 'CONSULTORIO DE BELLEZA ELIAS Aplicar Bobrcg a verruga ;to- DS das ás noiteçun a; esta! mistura: Ácido salicylico, 1 gr: Gollodio, 5 grs. Dizem tam- bem que o-giz-é muito bom. DÁLA "Paga todas as noites uma Jigei- 3 ra prssagem nos braços lave em agua fria e passe esta m « ra: Glfcerina, leite, agua oxyge- nada é limão, em partes iguses. receita ingleza que dá um E optimo resultado . (BITINHA -. Miúto obrigado. Helena ; Dubarry, tém as clientes mais el (gentis do mundo! ; em Eta EWYZ — (Pinheiro) 'tstá aqui uma, re- ceita maravilhoca: — Agua fer. Laozinho com Os em grande parte confiado aos accessorios. Nelles se encontra a nota, de modernismo mercante, e, por essa razão, as mulheres elegan- tes escolhem, com cuidados especiaes, os accessorios. oxHo ANWIN patrocina o setim gros- «4 go, O faile e o tafetá estampado, bem como os bracados e o lamé de prata para suas creacões de baile, com larguissimas saias. Lanwin, que gosa de fama pelo córte, sempre original e elegante de suas mangas, favorece as mangas campanudas, ás vezes de dois tecidos de côres contrastantes, unidas com fio bordado ou de lamé. « vida, 3/2 litro; Mel de abelha; 15 Bra. ; Liss, de bergamota, 2 grs.; Ess, de bergamota Neroli, 1 gr.; Tintura de benjoim, 0, gr. 30. “ MADAME X . À tintura de quillaya? Apenas quanto baste para emul sionar, Suspenda o creme. v0.H.L. — Veja a resposta a Wyz, Pa ra clarear a polle queimada E INFLUENCIA * DAS CORES O professor Schneider acaba de demonstrar a influencia de Na verdade, a vida conjugal tem os seus espinhos, é entie- tanto a ligação mais acertada para a união daquelles que se estimam verdadeiramente. Traz obrigações mutuas que devem ser cumpridas com alegria, de parte a parte, e quando falta este sentimento é que a vida em commum não agrada aos nuben- tes. O remedio então é a separa-, ção. Nada mais idiotico do que viver em estado de hypocrisia perpetua, appa:rentando perante a sociedade possuir uma felici- dade que desajppareceu por com- pleto, rar A primeira difficuldade a ven- cer na vida conjugal apresenta- se com o problema financeiro. CRP RR E ECT LT po fizeram famosa a fixma dle «Uni- , r to das suas carreiras artísticas, que à Os afficionad i Quantos amores fracassaldos e quan: É - : x É s atticionados ao cine em todos ou oitavo dia. Os curativos são apro" | os maizes, a Curay vos ap os paizes, verão de novo na tela es- n dade de interromper os seus affaze-| mi ) p mitavel Charlot, um pouco decahido res, sendo no entanto, aconselhavel| de espirito quando o alvoroço do ci- nema falado ameaçava achatinmr a sua à ac arte muda da pantomina, cobrou brios Os cirurgiões europeus que lanca-| para encetar de novo o seu desfile Os amnos não affectam á Mary Pi- ckfordl. Parece hoje tão joven, tão menina e tão agil e graciosa como nos seus melhores tempos. Mary todavia, tas serão capaz de não somente con- serval:o senão de augmental-o. Os a- mantes do cine esperem com impaci- € y sm Mary Pickford Um por um enhimm do sén retiro | somente o «retorno? de Douglas Fair- banks, e esse «retorno? acaba de an- nunciar-se. Douglas firmou um con- tracto para fazer duas fitas por anno; projecta como primeiro na serie, uma nova versão de «A Marca da Rapou bin Hood». | A vida do Dougias Fairbanks nos ultimos annos foi uma verdadeira fi ta. O lar que tinha formado com Ma- 1y Pickford, wood como o «matrimonio consilerado em Holly pensada em torméntas de paixão, ain da que não se conheça a sua origem vcal, Va) Douglas esteve fazendo fitas fóra de Hollywood, para as columnas dos jormaes. Um dia o vemos retratado com Lady Ashley em Hawaii, ambos com grinaldas de flores ao pescoço. Poncos dias após, em Hollywood, com numa conferencia «puramente de negocios? . Uma sema- na. depois, tomando um meroplano pa- ra reunir-se em Canadá com Lady Às. hley e emprehender comellauma via- | Para complet; : y ONT PIE a ao “liffi evidornat Mary Pickford, Naturalmente este encargo cabe ao homem, mas muitas vezes a mulher vê-se obrigada a sacriLi- car os sevs affazeres domesticos à necessidade de auxiliar O sia- rido, quando este sente-se sobre- f , 4 — 0 ""[""["[[]2[][["[". POCIR ONO NIRIO Ora, isto pode ser um alto ne-! carregado pelas responsabilida- gocio para o homem, que gosta | des economicas. Eniretanto, em de divertir-se para passar tem-| razão da fragilidade da nature- | po, escolhendo hoje uma victi-| za da mulher elia devia sex pou- pada tanto quanto possivel. Não quero dizer por isso que a MU- lher casada não possa ter occu- pações fora do la, mas estas actividades devem ser exercidas na medida de suas forças e sem prejuizo parta o matriarchado. Observou Edgard Middleton, pe- riodista e escriptor americano, que cada mulher precisa ter uma occupação. “Algo que fazer, dis- se elle, é à taboa de salvação de muitas mulheres, a ociosidade é como um peso morto na dignida- de da mulher, e o caminho onde encontrará o desmantelar da energia e da capacidade de lu- ctar e viver. Em vista do desejo que as mulheres manifestam de trabalhar, breve chegará o dia em que as que nenhuma occupa- ção possuem serão olhadas com desprezo pelos individuos repre- sentantes de seu proprio sexo”, Uma amizade profunda ie du- radoura é a unica base estavel para a felicidade conjugal. Não | se escolhe uma marido para pas- sar apenas uma temporada fe- liz, o matrimonio é uma ligação muito intima, especialmente quando apperecem os seus fru- ctos nai pessoa dos filhos do ca- sal. O crime de alienação de af- fecto vae ser punido por lei na America do Norte, onde a de- putada Anna Brancato apresen- DAREI CORO CORE DER JOIAS LITERARIAS SONETO No me mueve, mi Dios, para querer-te 2 e provavelmente mais uma de «Ro- 154 ) modelo» por ter dugado o termo incrivel de se- te annos, nauíragou na. hora menos i ) suomi APR OR TOEAOLTO R cuidades! rRóonie! E Por SAM LUKAS preparam ambos, em Londres, para sahir com runo 20 Japão. | Douglas anmncia que em feverei- 1» voltará a Hollywodd a trabalhar “me nas filmagens novas, que dora “| em diante fixará a sua residencia nos Iistados Unidos e que se casará com Lady Ashley. O que não se sabe ain” da, é se Lady Ashley se casará com elle, pelo menos negou-se a decla- ralo. rali Os retratos dle Douglas Fairbanks, que por duzias se estão publicando na imprensa dos Estados Unidos, nos v ostram este senhor em todas as por e. os; geralmente saltando escadas ou fazendo piructas ou provas gym” nasticas. O bigode já um pouco en: comeciilo e a profunda calvicie do ac tor, nos dizem, entretanto, que nessas põses ha algo dolorosamente futil; que ahi se reílexiona a lucta desespe: yada contra à dança incontenivel das horas; essa mesma lucta desesperada que levou Ponce de Leon ao interior da Florida em busca da Fuenta de la Juventud. Pareceme que Douglas, quando está sozinho e fora do foco das camaras, ha de exclamar com Da- rio: «-.. quanlo quero chorar não Carlito POR CC LC EL LULA este ELISABETH BASTOS tou um projecto de-lei neste sen tido. O roubo da amizade é real mente um dos crimes mais De fastos, e perniciosos 205: viduos de ambos '0s Sexos. O exemplo dos paes influencia sobre a não sabem cumprir-com seus:de-. veres estimulam o mesmo pro- cedimento niis seus 'descenden- tes. A fidelidade, a lealdade, 0 respeito mutuo e 'a/ dedicação ciproca, são qualidades indi pensaveis áquelles que estabele- cem um nucleo familiar. | Mas é preciso não:ser intran- sigente. Somos todos imperfei- tos, não podemps collocar o en- te querido sobre um pedestal, julgando-o acima das fraquezas e tentações da existencia, “Um espirito benevolente tanto no ho- mem como na mulher. consegul- rá realizar uma comprehensão mutua mais feliz do que os IM pêtos irritados 'e arrogantes á que se entregam muitas vezes os casaes. Muitas senhoras julgam ao assignar o .contracto matrimo- nial, que a lucta pelo coração do homem amado está firmada de- finitivamente. À batalha então apenas começou. Conquistar um homem é coisa facilima, mas prendel-o pelo coração é uma ta-| n'o com um pedaço de panno molhado refa ardua. complicada e quasi sêmpre difficil de realizar se- guiramente, que requer muito facto e muita paciencia. E” pre- ciso ser diplomata para levar à campanha a bom fim, e O santo que nos proteja... O amor é uma fructa saborosa que deve ser apreciada sabia e caleuladamente em doses homeo- pathicas. EO TO TRL RS DA PODA CS PROCR RR O -eluperstições Muito se discute a origem da as vezes choro sem querer?., indi- | Cuidado Aefuaam ) Muitas creanças, nas grandesdo da curvatura dos cidades soffrem de uma fra- queza nas plantas dos pés que |mente esta | dispo acaba por deformar os torno-| (é ouitãs Er he zelos e modestar o andar. E” o | Consegue-se caleando que se chama em medicina val-| com botas de: a gus ou pechato. 2 cet a cm Trta ligeira, mas penosa de- £ . midade é muitas vezes pro-' vocada pelos sapatos. Nos pai- zes em que a creança anda de pés descalços, taes inconvenien- «es não se dão pela simples ra- zão que esse habito fortifica os | da creança que todo musculos dos pés, os endurece| dias um ator ; e guarda ao mesmo tempo toda|nos de caminhada sobre a agilidade. Uma: creança que | ta dos pés... à E corre habitualmente de pés des- calços, corre sobre a ponia dos pés e apoia-se sobre os dedos... Ora, este exercicio é necessario para o desenvolvimento e a es- tabilidade da planta dos pés. A creança calçada com for- tes sapatos, de solas espessas e. rigidas se apoia não sobre os dedos, mas sobre o couro do seu sapato quando anda e corre... Deixa-se enfraquecer pouco a pouco e “escangalha” pelo re- dos pés que se vinga deforman do-os. : a gasta obliquamente “e algumas vezes mesmo a sola tambem. E? tem grande | À prole-e'os'que |º NODOAS NAS BANHEIRAS — Para tirar as nodoas das banheiras ensopado em parafina e lave-se depois |- com agua quente e sabão. ema FERRUGEM — Para tirar as-n0: doas de ferrugem dos objectos de ni- ckel limpe-se estes com um panno en- gopado dagua á qual se tenha accres: centado algumas gottas de oleo de pa: rafina.; patas: “LINOLEO MANCHADO — Para limpar o linoleo manchado esfreguem- em vinagre quente e agua. Deixe-se enxugar bem antes de se lhe applicar o lustre. E di CONSERVAÇÃO DOS MOVEIS— Se os moveis forem csfregados com uma mistura de azeite de oliva e vina- gre ficarão mais limpos e mais lus- trosos. Pnet ULAS DE PINO 'comfos pés d creanças Us lachamento muscular a planta vm) go excessivo e muito rapido de: um lado dos saltos; o salto se | de ordinario o pé esquerdo que mais se curva. Póde aconiecer esfregue-se as mesmas com um panno 4 | » b: E” preciso remedi das, em couro tentes. Botar-: uma sola de corti ie cortada pelo ortho maneira a levantar o que curva. “E mfim, Procur Em “caso. pronunciado, é durante alguns annos. dos sapatos orthoped tos resse mi DT “a alface na saladeira, um monte de tiras de camada de geléa. Leve a um logar fresco ou FP Póde fazer de vespera. Na de para a mesa, desonforme e cubra com, 200 grammas de crôme de leiteria, bem vatido com 1/2 clara em neve e 1 colher. de assucar on entãó com a metade da receita do Molho Sabayon. MOLHO SABAYON — Bata como para gemmada 6 grammas de assucar e. desmanche com 1/2 litro de vinho bran- | sol use: Naphtol B., 8 grs. ) 4 S . ao E pl: Tudmaeertas cores para facilitar o tra- a cielo que me iene s prometido, 2 s : SOLFEJO THEORIA MUSICAL amarella, 40 grs6 as itand ã Ni me mueve el infierno tan temido superstição de accender tres ci- Para alumnas adiantadas ou princi- co quente. a E CECY — Não, não a aconselho a fazer | A e Para dejar, por eso, de ofender-te garros com o mesmo: phospho- | Pintos. — Ensina pela escola mo- E anho-maria e contin DR no sitamanto” Pod a | JUe uma cor simples, uma, cor Tu me mueve ; Di ) . derna JOS PHINA CORDEIRO Leve para o b - continue esso tratamento. Podetia tra a ES, me mueves, mi Dios, mueve-me al ver-te ro. Dizem que vem da guerra,|À Av. 8. Jeronymo, 471—Phone, 1883 a bater até ficar um creme bem espes- do 8 E rqecine muito gras búsica como o azul, o encarnado Clavado en esa cruz y encarnecido. porque, quando isso se dava, um A's 4.09 foiras [| so, à « En TP, quim MÃO 2 einto-me desve » e » P or o, - ” . a E E é = rperaé: Fina ; pix ou o preto, cercando o homem Mueve-me el ver tu cuerpo tan herido dos soldados caia a seguir, pela Perfume cora baunilha ou com 1 cm | tiloza! Eston Ro í Mueve-me las angustias CS se ao E" | >>> > t * ã i ramente 4s suas ordens « fico que trabalha, lhe facilita o V pe tg di pda Ngeiçã meant sto ques chamm | no qual se accendem tres velas ea Ea Ee AS : B AN; É contento quanto a minha amigui | meios nervosos e intellectuac: Mueve-me, en fin, tu amor de tal manera «o phosphoro facilitava à PoN-|com:o mesmo phosphoro. Usar É ia A, E BANA- nha, com 6 bom exito das receitas. | AJrág q influencia d É Que aunque no hubiera cielo, yo te amara, taria do adversario. Outros af- lesse methodo em qualqu TORI NAS — Arrume pequenas folhas de al. Sim deve pu ns oito dias e a AA Aunque no hubiera infierno, te temiera. firmam que foram os fabrican- | oecasião era Sora E da ca o NS por! e descansando a pelle. Depois u bre o psychico é coisa velha, a- tes do. (phosDhorosisquerc aham Ee E asso a ; Ada sacri- | olloqne no centro Fo delas É HO : a lação com mil de abelha que re: [penas O professor allemão pre-| No me tienes que dar, porque te quiera, essa lenda, parar go, logo azarento. As duas pri=) vito bananas, Reguo tudo -Com uma! citei 4 .Wyz, 6 multo boa. 1 Porque; gi do Bonn or 4 enda, para” augmentar o lmeiras hypolheses parecem, gomma desmanchada em 2 colheres de, : tende que ellas actuem como es- ç que, st ri o esp do no esperava, consumo. Uma outra explicação |mais plausíveis. Talvez mesmo | nata batida, gottas di Rec é o mismo que te quiero, te quisiera. e : asian MEI à “e x ; N “ o q » q apparece.A superstição vem de | a segunda explorando a gri-|' Nãg tendo nata on crem; e rIr HeLExa DuBAReY | timulantes do trabalho q a | háio AM , 4! il; trabalhos + SANTA TERESA. um ceremoniol funebre russo, meirâvea gq! SEE | por tetra MEI pe

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