O Estado do Pará 03 de Outubro de 1935
SEXTA PAGINA O ESTADO DO PARA" E vÁLs it 3 de Outubro i'e 1935 mca mui com mena ie ID —[[[][[][]|[[ o DD E ea e eme em | URI RR | I PRC RLL CORRO RAE Os vermes nos; cães Na maioria das vezes quando como o pateo do canil, Devem ser um cão adoece, a oxigem da mo-| lavado diariamente e desinfe- ANE ci a a RR CO = “Do py rali 1 Ú id a reias Cuidado e conser- vação dos queijos Durante o periodo da matura-y trico. Os limites são: 10º centi-' cão dos queijos, não basta re-| grados para. à temperatura, e, pm lestia é causada pelos vermes; letado . principalmente nos cães novos.) Para cães de pequeno porte Os intestinos do cão são ataca-| segue-se ainda o seguinte tra- dos por quinze especies de ver-|tamento: mes, destacando-se entre elles a ascarida (Ascarida Marginata) TRATAMENTO muito semelhan.e ao verme do intestino do gato (Ascarida tacados pelos vermes, Mégnin Mystax). Estes vermes aloja esnselha dar “Semero E SS» se de preferencia no Intestino | do 1 a 10 grammas em pequenas delgado. do animal desenvolven- E RS Bro lhes “em mandatos do-se de tal-modo: que formam 44 accordo co E d ga, verdadeiros balos. . : mo porte do cão. Os vermes produzem graves perturbações na saude do cão, produzindo muitas vezes a per- furação do intesiino, causando à morte. Os cães atacados pelos vermes, tornam-se fracos, ina- petentes, e o seu desenvolvimen- to fica estacionado. - Os cae muito novos, quando atacados pelos vermes não se aculdindo a tempo com medicamentos es- pecificos, morrem. Como aci presta-se para viveiro de nume- proporção do ataque a mucosa de, que produz hemorragias in- ma dissemos, o investino do cão tosa variedade de vermes, e á intestinal chega a ser tão gran- ternas, dando logar a varias en e CUIDADO COM A HYGIENE : ; Benzina — 2 grs. fermidades. A contaminação se faz pelas Oleo de ricino — 15 grs. degeções do cão atacado pelos Depois de bem batida, dá-se vermes indo parar nos alimen- |de uma só vez. tos;e assim absorvidos os ovos! Após Os effeitos dos vermifu- dos vermes,pelos amimaes sãos. | gos, deve-se dispensar aos cães Para evitar que os cachorrinhos | um tratamento mais cuidadoso, novos sejam victimas dos ver-ipara que constando a alimenta- mes, a cadela deverá ser Rica ção de carne, leite pão torrado da diariamente com sabão, com caldo de carne. uma solução de creolina ou o Aos cachorrinhos depois da mol à 1 0/0, principalmente as desmama, convem sempre adi- têtas, onde os ovos dos vermes |cionar ao leite agua de alho pa- ficam adheridos, e são absorvi-|ra evitar o. ataque dos vermes. dos pelos cachorrinhos. A agua de alho prepara-se do Os cães adultos, atacados pe- |seguinte modo : jos vermes, devem ser separa-| Esmagam-se 10 dentes de a- dos, pois na maioria das vezes, lho, em um recipiente, e deita-se são atacados de vomitos visco- 500 e. c. de agua fervendo, dei- sos, -expellindo no - mesmo os!xando-se a infusão repousar até | “vermes e ovos que se tornam fó-|esfriar. co para infecção do canil. As| Filtra-se em algodão e adicio- casinholas e utensílios, assim Ina-se no leite a 10 o/o. CET OO Ga Ú 0, la mM ê N Olhos contidos em orbitas sa- lientes. em asas Em Para o tratamento dos cães a- Formula (1) Santonina—0.10 grs. Assucar em pó—l gr. Divide-se em tres papeis, dan- do de 3 em 3 horas. o Formula (2) Calomelanos—0.25 grs. Assucar de leite—l gr. Divide-se em 2 papeis, dando- se de 4 em 4 horas. Formula (3) Essencia de terebentina — 1 gr. Gema de ovo—l gr. Depois de bem batida, dá-se em duas vezes. Formula (4) Chifres pequenos inseridos no, frente da marrafa, curvados pa- mama cr mm Na extracção da pelle dos erocodi somen lo , te a parte que lhe reveste o ventre, utiliza-se, por 1 a geral, porque nas costas existem placas os seas extremamente duras que, na mai torna impossivel oria das vezes trabalhar. guns pequenos indivi duos de grandes especies e tambem certas especies de pequeno vulto, po dem ser utilizadas do lado ventral co- Convem abrir O da cabeça para mo do lado dorsal. animal lateralmente, a cauda, seguindo o rebordo das es- camas dorshês, á esquerda e 4 direi- ta. Cortam-se os pés, seguindo a li nha media externa, à qual se dispõem de forma: a obter-se a maior superfi- cie possivel de pelle utilizavel. Se fôr convenientemente descarnada, pelle deve ser tão larga na juneção das pernas como no meio (do ventre. Deve-se deixar os pés tão despidos quanto possivel. Ao arrancar & pelle do corpo, deve-se ter o cuidado de não dar nenhum golpe de faca, do contra- rio, a pelle resultará de segunda qua- lidade. O valor de uma pelle-de cro- codilo, em bruto, calcula-se pelo com” primento da cabeça á cauda, melindo- se por pé linear. Não se deve dobrar a pelle pelo meio e sim pelas partes lateraes, sobretudo as dos membros, collocando-as «carne contra carne?, de fórma que o ventre, parte principal da pelle, fique inteiramente liso. Ha um processo que permitte reconhecer se as pelles de crocodilos podem sof- frer curtimento. Consiste em deixal- as em agua, durante dois dias, e se no fim deste periodo de tempo, se pur der dobrar as placas com os dedos e se os lados estiverem leves, a pelle estará em condições de ser curtida. LAGARTOS a Os lagartos devem ser esfolados com precaução e, sobretudo, com muito cuidado e com as possibilidades de se lhes aproveitarem as partes das cos tas e do ventre, ou a pelle inteira, co- mo succede geralmente. Têm elles wu ma crista, mais ou menos desenvolvi- | da, sobre o lombo, a qual é indispen- 60 grammas. savel supprimir, abrindo-se o animal pela linha media dorsal. As vezes à presentam-se casos contrarios, em que o dorso exhibe lindissimos desenhos, E serpentes s quae constituem o verdad iro var ler da pelle. dam Então, abre-se o lagarto pela linha media ventral, de maneira a conser var-se o dorso na sua totalidade. Ao preparador compete fazer, portanto, uma escolha meticulosa dais pelles, que devem ser perfeitamente dlescarna- das, estendidas em pranchas e seccas ao ar e á sombra. Nesta phase não deverão ser expostas ao sol, que, jr remediavelmente, ias estragaria. A sua largura mínima deve ser de dezoi- to centimetros, approximadamente, para. que possam ser aproveitadas na confecção de estôjos, eserinios para joias e tantas outras applicações na SERPENTES A pelle das sexpentes tira-se de duas maneiras dilterentes: ou viran* do-a, como se volta um dedo de luva, ou cortandow sempre pela linha ven- tral, processo que ordinariamente é mais empregado. Não é necessario fazer-se furos, porque a sua carne é muito adherente á pelle; os furos ti- am á pelle grande parte do seu var lor. Só se devem estolar as serpentes cinco ou oito semanas após a muda, e conforme as especies. As serpentes capturadas em luga- xes mais ou menos arenosos, são as preferidas industrialmente, visto se rem as que têm as escamas menos es- tragadas. 'A medida das pelles de ser- pentes toma-se pela sua maior largu- ra, devendo ter no minimo desquinze a dezeseis centimetros, sendo que, quanto maior fôr o diametro, tanto. maior é o valor da pelle. CURTIMENTO Para se conservar as pelles lavase duas vezes com intervallo de vinte e quatro horas pelo lado da carne com uma solução de: Apis nlitro! SUE Clorureto de sodio — 30 gramimas. Sulfato de aluminio e atas fi 418] esta solução com um; pincel largo em toda a superficie da pelle e guardam-se de par em par jun” tas pelo lado dos a Estas pelles | ( Aplica-se, conservadas por esse processo, trata das logo em seguida ao separal-á do corpo do animal, preparam-se por um dos seguintes modos : 1) Põem-se a pelle ide molho em a gua Íria, ató completa flexibilidade (quando se encontram endurecidas) e estendem-se em uma mesa com à parte que estava ligada go corpo do animal, Com uma faca raspa-se delicadamente, pára extrair todas as adherencias e uniformizar a superficie, tornando-a perfeitamente lisa. Para que a operação se faça per- Leita, prendem-se com quatro pregui nhos as extremidades da pelle, fórma a ficar bem esticada e depois de raspada submergese em umá solu: cão de: gRH! Agua quente — 7 litros. Alumer. em pedra — 500 grammas, Clorureto de sodio — 25 gramas, Decorridas doze horas após à imer- são, bate-se energicamente a pelle em “ias direcções (salvo a das serpen- para cima. « ves), voltando novamente á solução onde permanecerá durante quatro dias. A pelle é posta a seccar, pendu- rando-se em logar fresco e sombrio Depois da pelle encontrar-se meio sec. ca, estira-se sobre a mesa, pulvyeri- 72006: a com cinza (peneirada e vinte quatro horas depois, sacode-se a pel: le para retirar o excesso de cinza e 1 a-se um raspador obedecendo a am -eção da pelle para tornala lisa . 2) Submerge-se a pelle em uma sor Inção composta de: 1 Agua — 10 litros. Alumen em pedra — 500 grammas- A pelle permanece durante vinte e quatro horas nesta. solução e depois deve ser estendida sobre a mesa, ope rando-se da forma acima deseripta, e, findo este, submerge-se em uma soju- cão de: Agua — 10 litros. Alumen em pedra — 500 grammas- Clornreto de sodio — 500 grammas. | Convem aquecer a solução até cin Í coenta grãos centigrados e deixala | esfriar lentamente. A pelle perma | nece quarenta e oito horas nesta solu- | ção, pondo-se em seguida a seccar, | | “observanido-se a mesma prescripção do | ! primeiro tratamento, podendo-se subs. tituir a cinza por gesso em pó. $€000$96 OVOS DE GA LLIN ES SCOOS COCO OL OOo cecasst coeso HAS DE RAÇA ) queijos que estão sujeitos a apo- gular a temperatura e gráu hi- gromtitrico das camaras e salas «e maturação, atim de preser- val-os da acção dos mofos, dos microbios que abundam no ar, € dos insectos e suas larvas que atacam a crosta dos queijos. E' preciso tambem, evitar que per- cam um excesso dagua, pois,nes- te caso, a perda dle peso será consideravel e o producto des- merecerá em sua qualidade, fi- carido a pasta muito secca. Os cuidados exigidos, variam com s typos de queij's, porem, tc. .s em geral, necessitam dos seguinies cuidados: u)—-Os queijos devem ser re- em coutacto com esta, se hume- dece em excesso manchando os queijos. b)--Devem ser mudados con- tisuamente de lugar e altura. Nas prateleiras mais altas, proximo ao tecto, collocam-se os queijos frescos e vae-se descen- do pregressivamente, de modo que ao finalizar a maturação se encentrem nas prateleiras maix prcáimas do solo, isto é, expos- tos a mentor temperatura, por- patrtcs mais altas da camara e o ar frio nas proximidades do sudo. c)—Lavagens frequentes dos no embebido em salmoura pata livrar a capa viscosa que se foi- certaculo de muofos, insectos, ctc., e mesmo para desinfectar que o ar quente se acumula nas queijos, com o auxilio de um pa- ma junto da casca, que é um re- as Iaces“do producto. dy—Tres dias depois de reti- rados da prensa, os queijos sa) submérgidos num banho de pa- rafina a 104º certigrados, du- rante um a dez segundos. A pa- rafinação evita a perda de peso pela evaporação da humidade e a formação de mofos na casca. jos, como jo. Petit-S ser consumidos logo após a sua fabricação e outros, “devem, ser postos á venda antes que este- | 0,80 para o gráu higrometrico. Para manter o ar no gráu-hi- grometrico conveniente, empre- gam-se differentes processos, todos bascados Ino seguinte: c queijo em maturação, vãe per- dendo pouco a pouco a humidade . e a temperatura elevandaçe! constantemente, torna-se necos- sario por isso, augmentar a quantidade de vapor dagua con- udo no ar. Para tal 'se obter, faz-se pas- sax algumas vezes o ar da cama- ra em caixas contendo cavacos de pinheiro, humido, ou ainda, | fazetido-se ciicular o ar, movido | por um ventilador,sobre um pan virados periodicamente, afim de| no molhado. A conservação dos que se areje e enxugue a face que descansa na estante, a qual queijos tem uma importancia consideravel, sobretudo, quando: esses são destislados a serem transportados a grande dista n- cias. Os cuidados emprega: os na sua fabricação, desde a adi- ção do coagulante até a comple- ta maturação, são factores prin- cipaes da conservação. Uma pre- caução esquecida, uma negligen- cia insignificante na aparencia, é sufficierite, muitas vezes, para occasionar perdas irreparaveis, Q sal tem um papel ir impor nte na conservação dos “queijos, po- rém, 6 emprego delle. omente não é sufficiente, é preci so que elle junte seus effeitos. “ao da maturação perfeita. Estas. duas operações, a salga e a matura- SA ainda que executadas com as (precauções. possiveis, ão od ordinariamente im- pedir: a deterioração dos. quei jos. E por isso, que aa uiço, devem | : jam completamdsite maduros. Sal Os queijos mag: gras, meio duros, derERÁ ser E dos num local bem. are; jado e de reine uref temper rara mo derada. Os queijos go: am c)—Raspagens . e cauteriza- meio gordos, devem ser. nn cões para corrigir os pontos dos i drecer. : £t)—Após a saida da prensa, facilmente as emairiações ' transporta-se o queijo para à substancias vizinh camara fria, cuja temperab é de 4º centigrados. D vados num lugar fré ura | devemos tomar urante a | afastar das 'queijafias, O maturação, deixa-se elevar pro-| nantes, taes, como. gressivamente a temperatuia, alho, as (carnes - abaixando-se 0 estado higrome- medicamentos, ete. EESISSAESDEELAS - — luminado . O queijo, em geral, absc O gado Flamengo é uma ra puiançe aca gear at op d alho é 0 * uma Va-ltadas e q sua coloração pre : reco do alho 6 pe ca grande productora de leite, |nas pontas e branca nas bases. PLYMOUTH ROCK (CARIJOS E LE GHORN), ae Cultura do alho sobr o 0 cento ou n milheiro do abas apresentando medins de mrodic) Pescoço fino quasi desprovi 8 —>--“ DE AVES PURAS IMPORTADAS. nm a ção, comparevel co .o gado hol- : | "Actualmente o merca landez. al: gi Vende ANTONIO MARTINS JU NIOR j | O alho sientiicamente Aliam pi desprovido d do alho at attingindo o pro “Para essa vaço justamente! Corpo comprido, tendo a linha RU A: : I5 DE N OVEMBRO | | 96 na E andar. | Doe, cegoibgdá Pra Repr Qucto m mi e já ae Existem o; Ka por não ser largamente conheci- U da no Brasil, é que devemos vol- tar a nossa attenção, principal- mente para o cruzamento com o nosso gado criolo. - Ha alguns k amnos passados no Posto Zoté- " ehnico de Plhheiro, fizeram cru- zamentos com o gado Caracw”, e as mestiças desse cruzamento produziram medias diarias de produção de leite, variando de seis'a tres litros, no regime de meia estabulação . Esse é o prin- cipio pelo qual se póde tirar as conclusões da raça Flamengo. As qualidades de uma raça pura ainda que não sejam trans- mitlidas por completo ao mes- Siço, predomina uma parte da caracteristica, que" com o decor- rer dos cruzamentos, póde-se al- conçar o aperfeiçoamento da ra- ça. O gado Flamengo é rustico, pouco exigente e manso. Os ca- racteres desta raça, são: Cabeça estreita, comprida a- presentando ligeira depressão do dorso recta e q inserção da cauda escondida . | Ascas bem afastadas . Bacia ampla. Nadegas retas. Membros finos. Pelagem commum: é o verme- lho acaju em todo o corpo, escu- recendo para, as extremidades. Como productor de leite, a ra- ca Flamenga, segundo os dados conhecidos as suas medias de produção são us seguintes: Periodo de | lactação — 300 dias. Produção de leite — 3.900 ás los. ) Materia gorda—4,2 0/0. Manteiga—164 kilos. A raça Flamenga tem o seu peso medio para os toros oito- centos kilos, e para as vaccas quinhentos kilos, o que significa que é uma raça que independen- te de ser leiteira, tem w vanta- | DOGLCCOOOCDOOC09900O A ipecacuanha Ra forte inflammação que póde terminar pela perfuração da cornea. No tubo A ipecacuanha (cepheelis ipecacua: nha) é uma planta da familia das ru digestivo, a sum acção irritante é mui: to menor que no exterior, não poden- biaceas, que cresce espontaneamente em todo “o Brasil, cuja raiz contem tres alcaloides: a «psicotrina», a «ce, felina» e a «emetina». | A cefelina é eminentemente vomi- tiva, e a emetina tem, ao mesmo tem po, effeitos vomitivos e expectoran: tes. Possue, ainda, esta raiz, o acido ipecacuanhinhico que tem uma “acção | anti-diarreica notavel. Em 1672, Le gras, medico francez, levou do Brasil para seu paiz algumas raizes de ipe cacuanha, que entregou a um pharma: | ceutico de nomeada. Este, porém, des. acreditou o medicamento e só no rei- nado de Luiz XIV Adrien Hervetius conseguiu autorização para que a planta fosse ensaiada nos hospitaes de mm em rem JUVENTUDE. ALEXANDRE: Trinta ânnos de successo são o melhor feclame pars preferir JUVENTUDE ALEXANDRE pass tro- 4 tar e embellezas cs cabe; na fronte. Focinho relativamente estrei- to e de cor arrozeada. Grande manufactúrs de Cabos d Cabos de sisal, Cabos de algodão 8, 12 e LÊ novellos. Fios do todas ção de cordosria. FIOS ESPECIAES abrica aa Torsereranta transmissão de força. Morlin alcatrvado, Barbante em novellos, pacotes de abina e é mão, Fitas de varias eres para atar embrulhos, com e sem im» pressão, Fios para fogueteiro, o tádos os demais artigos pertencentes & ses. ANIAGENS: — Para encapação de faririha, enfardamento de algodao feno “O muitos outros productos de ravoura e commercio. BACCOS;: — Para cacan, arroz, milho, sal, farello, cera ds carmahnbda, es toço 4s algodão, sementes oleaginosas, eto., ete. ESMERADA FABRICAÇÃO DF 1, GROSSURAS; — DE ALGODAO, LINHO E CANHAMO, cuja qualidade o gem de servir para o corte, o que não acontece com outras ra- ças. hdi ad Paris. | Uma doença de intestinos, curada por Helvatius consagrou-a definitivamente, tendo Luiz XIV recompensado o medico pe- la descoberta de tão util medicamen- to. A ipecacuanha actua localmente sobre os tecidos, de fórma irritante. | e Ilnho nicatroado, Cab6s de manilha, em todas as grossuras é proprios para as quaidades para costurar saccos 5 mar PARA SAPATEROS CREIO GORCOASOR IDO ORACLE UI pr em PRIORI RR INHAS PARA PESCA EM TODAS As resistencia rivalisam com as mais nfamndas marca extrangeirass INTENSA FABRICAÇÃO DE ESTOPA DB LINHO ALCATROADO par ealafetar embarcações. DEPOSITO PEEMANENTE DE TODOS ESTES PRODUCTOS JORGE & Cia. MARTINS Calegram=-sa: — COLCAS — mer. Quisiimo Docsjuva, 4 » + CÁ a A 1 postal, 881 — (Jlephoms: — 154 Travessa uy asboss. 16019 TELEPHO com a ipecacuanha, | Deitando uma pequena quantidade | | | a a e e Opezam ás melhores taxas, facilitando ao commerc io descontos e adeantamen- Co ode cesss0s0s do, entretanto, exceder-se certas, dó ses. Em fracas dóses, actua sobre as Pa? redes intestinaes, “excitando o peris taltismo do intestino grosso, pelo que se torna um pouco constipante. Em dóses mais fortes, O pó de ipeca: cuanha provoca o vomito nos carni: | voros, onivoros e aves. Nos erbivoros, a acção vomitiva da ipecacuanha é a” inda mais energica, acompanhando- se por uma ensalivação abundante. Depois de absorvida a emetina, ac; tua sobre as secreções bronquicas, tornando-as mais íluidas e abundan: tes e facilitando ,assim, a expectora- ção. À ss Tambem facilita a, secreção biliar. Emprega-se por isso, em terapeutica veterinaria como vomitivo, como to: nico, como expecikorante, e como anti- diarreico. ho ia ho) Lembrae-vos que O ESTADO DO PARA” é actualmente o Jor- nal do norte do Brasil mais co” nhecido em todo o Paiz. Annun- | ciar mello é 1azer o vosso Pro, dacto conhecido do Acre ao Bio Grande do Bul- E retina rem [ Moreira” Gomes & “Cia E ANQUEIROS Capital e Reservas Rs.'3.470:0005000 Bea TIL TCC UI ALTO CEIA UA DE O CRT Rim tos sobre cobranças, mediante tarifa especial h' (GERENCIA ..... Sos 19 k NES. OPERAÇÕES GERAES .. 70u R [3 era | rmMovVEIS BÍSEGUROS . 174 48 E SU E | 46 ETA WERE cina, e usado como tempero nas co: zinhas. Plantam-se os dentes mais desenvol: o branco e o roxo, sendo « este ulti mo de melhor qualidade. pela sua con formação e tamanho e ainda pelo sa: vidos, enterrando-os com as pontas or é ser mais resistonte, “guardando: para cima em regos longitudinaes ou covas, em Veras atadas e bem aduba- das. f A distância entre 03 regos, ou filas) é de 25 a 30 centimetros e o espaço nas filas, ou de dente a dente é de) 110 a 12 centimetros. O terreno prefe- rivel para à plantação, é onde baja agua por capilaridade, e se 0 terreno fôr secco, é conveniente palhar com uma camada de capim secco, afim de tornar a terra menos compacta-e com servar a humidade. A época melhor para a sua plantação é de março à maio. A maturação annuncia-se pelo' a mareleciménto das folhas, seguido da deita dos pés por emurchecimento, das hastes pouco acima das golas. Desde que todos os pés tombaram, é tempo de arrancar e expôr ao sol para sec: car. Em seguida escolhem-se 'as mé lhores cabeças, que são postas em res teas de 50 e guardadas dependuradas | ho pasto que 0 dep rm Nando sê por longo tempo, alho. branco, Gecorrido algum tempo murcha perdendo parte de suas pro: priedades e tambem o seu valor, EH importante que na escolha dos | “dentés para plantar, pita 7 só os que se, eitos -« grandes, emonandoso Da que jo este. jam murchos. ; “SUOR castanha ou negr: MELA” não é tintura: é uma toção deliciosamente” perius: mad; Nãs manch: mãos. mem as roupas tamenté inolfensiva. - PROSPECTOS - CRS Asia Pretos a Cia,» Oerives 08 LO para servirem de semente na futura plantação, e o restante da colheita en: CARMELA; restado em porções de 50 cabeças do E a. tamanho mer LO Obra das Damas dé Caridade sÃO: VICENTE DE PAULO INSTITUIÇÃO BENEFICENTE AROCHIDIOCESANA DO PARA! asma SOOIAL:—Basilica de N. 5. do Nazareth e “ DIREOÇÃO:— Dr. Moraes, 87 TELEP HONE, 489 em imUa a Era OC ema ca mis mim e mv corar ce cce varia eta rendem meras rm mi re rm e cr MT dos objectos” superfluos OBJECTOS SUPERFLUOS em bom estado de conservação ou não - retos on quebrados que, reservados para & Obra de São Vicente de Pare lo”, constituem o pão, o tócto, a alp babotisação e & instrucção religio= so, moral, 'cívica e profissional dos nossos irmbosinhos destayorecidos da sorte: Artofactos do metal, madeira, Cs nloide, borracha, eta, Livros, rogistros, revistas, jorn papel, eta fernoa, vostidos, sapatos, ch “Péos, ota. Moveis, maçhinarias, loco soveis, eta, Vidrus, garrafas, fraso 's copos, eta, Eetalhos, mostruarios, te Bowpa do uso pos atudoiras, mota = 0%, = » vAg-—al—até 2º gra
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