O Estado do Pará 26 de Setembro de 1935
= e a a ceia Toda gente sabe que e cêra de car. sabubá e qu prvucgio no Nusueste brasslguro, permeia iuente do Ceara Pts C5S€. Vertdúcuo preseivo qc Daás, espetado pas vazias de vos *rdom ros, atravessa us vezes, em sua Audustria e cm seu cumincçrio, por * uralgípias camsis, uma sisuação urso Antes do mais, queremos recordar “go x etry é o res sutado de uma ad, roi detesa ds piania contra. a daguo por transpiração e cloro: iTodas as carnahubeiras são bombas «Bataraes que succionam poderosâmen: “te, das leme da tecra, pelas valvulas das raizes, 30 Kilogrammas, * digua por cada kilogramítia de sua THNo verão e na secea, o sub.sólo não , pódio Tomecer, nessas proporções, a a que se pese pelas folhas. êutão, as necessidades vitaes con- “negam aPlanta a exendar a céra que”, rpuabiliza a anpecíicio “das fo- e diminve, a úumsio, o que bu, pre ar se chama sua capaci- «alado evaporatoria, O pouco liquido absorvido da ter- ra'fica, em maiores percentagens, nos Méidos dó organismo, cuja vitalidede vue sendo issegurada até os limites extremos da resistencia, Por taes razões é que não têm pro. dneção as carnalmbeiras das regiões himidas é frias. São esses motivos physiologicos gue promovem o augmento de nossa Safra, cerifera nos annos. de flagelio oflinivo, quando não successivos. $ Com.as raizes agindo.em meio farto efolhas em humidade alta, em tem- perainro suave, as perdas dagua são demenor vulto e podem dar-se á von. tode: Não é preciso defesa. E não ha cê- xa: E' o caso das carnahubeiras do Pa. rá, dos Fatados centraes da Argen- tina, da Bolivia, ete. * Em altas + empersturas, ra de Carsaúha Horde ste . Dr ventos for: 4 o BALA io didi DO PARA” — TA" — Quinta-feira, 26 do E , Eotombro «e 1935 EESC DU PAN ei ília das E MORRE RE SUR RD EURUO! » facil distinguil-a Ipe de vista As abelhas vpsrarias são do- itadas pela natureza de t matar EUA Po ao a ih bel . ” hi A. CUNHA BAYMA lha mestra, os zangões c as ope-| As celas a abelhas mestras [arma terrível; O ferrão, com da 4“ Sceção Tecúnica da | rarias. tambem facilmente distinguem- | que se defendem dos ataques, | oria do Fomento e Defesa A abelha mestra ou rain” se das celas das operarias e zan-| que por ventura lhe facam a Agricolas já o seu nome indica a su: côes,tendo e forma de um amen-| colmeia ou quei do em trabalho verno compeie urvuiblr energicamente | po-tancia em uma familis de doim, fi ando pendentes ed são pers guídas a ERRADO n Deus us pesso ganda imuustua extra | abelhas, sendo ella a unica na calmente tos favos. tres € vitam o mais possivel a Eliva que U Nusdesie possue. especie, | A abelha mestra possue fer- abelh: picarem, visto que cada Nos veuipus Lui » O oystema de No tempo em que se formam | rão, utilizando-se delle para fe-| fer oadr custa a vida de uma cxpioração aruáluvaec, em EO | 9 enxames, encôntramos com a] rir a sua semelhante. operaria, merrendo éem seguida si, tem por base dois cores POE “ul abelha mestra, um certo numero! O zangão é o macho, não pos-)e acarretando para a colmeia a nó. Um em outubro, Outro em Janei. ; qo marviciuos de sua especie em | suindo ferrão, falta-lhe á arma perda irreparavel de uma traba- r . colado) lhadora Fri 4! estado de desenvolvimento. para a defeza, o que se as tives- incansavel, na produe- Ale " PLELAL TIO: Or pr E PA AR Jari F rã pd a a peido r A “abelha mestra, pouco antes | sº, tornar-se-ia mais rorihida a| cão do mel. 2 Ss, à partir de setembr e d g E eps A Í sm pre dr dois meses. das jovens abelhas mestras tor-| batalha dos zangões, na conquis- — terica, as cousas se passóm de Fu bem diversa, A longa continuidade dos tempos g Mabel | abelhas realizam a troca de ve- lhas abelhas mestras, por novas, permanecendo ás vezes a velha Colheitas nessas condições não sa- ' narem-se adultas, ella abandona | ta da rainha em seu vôo nupcial. criticam individueimento as piantas. à. colmeia, com uma parte da Oszangões levam 24 dias para P e Não esgotam-nem cansam -as puimei- | famútia, e fórma o primeiro en-| 0 seu completo desenvolvimento Fr na ração ras que depressa se refazem dos or | xame. mia vorazes na Em cm 1 gãos aéreos que a foica decepou. Mesmo quando fóra do tem-|abstendo-se de todo e qualquer 4 Mas nos ahnos de culimidade clima, | no qo formação de enxamês, as | trabalho. Q pre S um to| Depois de adultos. a vida ale. , gre e comoda termina, pomque cessando o tempo da Florescen- O presunto é preparado com seccos, qu sem nénhmuna interru- a + ! a peão aii bastante au po ibiitiado abelha mestra, ao ladô da nova, | cia, são elles afastados das nro- parte da anca e côxa do porco, e dos córtes que, muita gente dá qua- | durante algum tempo, visões pelas abelhas .opexarias. é sem duvida aiguma a forma tro e einco por anno, em vez de doi a tres. à A evolução da abelha mestra | ficando tristemente nos sunpor. mais deliciosa que se pode apre- tes dos esixilhes abandonados e — eee eee eee (id! | é de 16 dias mais ou menos para sen ar, dentre os muitos próduc- Concorre mas pera isso, a tremen:| 9 seu completo desenvolvimento, | perseguidos. ] tos preparados com a carne de «lá-crise economica quo des rganiza a Durante tres dias ella perma- Expulsos, e abandonados as- porco, Os presuntos que gozam vida da re; e que Attin r de miszeria e couluz ao empre, go de medidas extrenias pela popula- to flagellado, 7, tal numero de córtes os carna- hubaes se esgotam e terdem para o anniquilamento, A ultima secca de 1932 deixou mni- tos carnahubaes «cansados? e ontros prineipiando a morrer. Nesses casos o minimo que se veri rica é uma baixa de rendimento. Assim, para uma arroba de cer que se estrae nos tempos norde 1.500 palhas, no fim do anno passa- to precisavam se ás vezes de 3.500 palhas, para a mesma quantidade de producto. Boca sim nerecem, sem abrivo, e sem provisão. que 08 massa manter, os rig sas são sacrificados, abelhas opersrias têm co- mo Rn as nermanas celulas, orde a ahelha mestra põe os ovos 2 e “ahi: sãn-perados. Paulo, por emprezas que fabri- ha . ” A evolncão dá-s? no terceiro | Sm productos especialisados - dia. vendo-se uma nemuana lar 20M O porco. À Pr e va eme «ob 0 dosvelo das abe-, Os presuntos de Bayona VA Es ARE alça da, lhas mais novas go dogonvalva | param-se principiando por sal- familia, podendo attirwir a mais | "2vidamente, aftinoirHo no fim galos, e deixam-se seis a sete da cinco dias nm tamismha mmo|dias esperando que se tornem A abelha mestra “ou: rainha | *N"ance toda n rala. Naste mo-| pegajosos, Depois de lavados e tem o corno moiz forte do que o | Mento az abelhas ecbrom a cela | raspados, são postos em sal coin da abelha operaria. o seu-com- | COM vma tenue camada de cera luma pequena quantidade de sa- primento .- consideravelmente litre, berma tri'urados. Sazonam- se e collocam-se sobre um plano 8 "o O RAR inclinado, de madeira, pondo junto á extremidade mais baixa um recipiente que serve para ir recolhendo o liquido que-os pre- nece no ovc, cinco dias em lar- va, e oito em ninfa. A abelha mestra é fecund d em sua mais mrecoce mocidade, isto é, loxo devois de dasemba-| raçar-se da cela, alçanido o seu vôo nupcial. Alguns dias anós a fecunda! de maior fama no mundo, são os v de Mogurícia, Westfalia, Boyo- 'na, York, sem que todavia lhes sejam inferiores os. preparados no Rio Grande do Sul, e em São de dois mil ovos vor dia. —o— Como terceira causa reductora das safras de crise apresenta-se a férri- ivel praga da lagarta, que, de certo tempo a essa múrte, anparece aceiden- | | talmente. e devasta - os carnahnbaes | Tha sa eneasula, passando nelo estadn de ninfa, qne leva de 11 Pa 1º dias, No vigessimo dia, contados da Nós temos mdustria para essa ad- mirave. materia prima. Temos, situ, o prsviegio de sua pro, | “ucção e a vergonha de não saber ti- neu Buavaa JAEe uma lp |uiea eserupulosa, todo o apmro, em RD p RR a poa os pd e cria adore: » + 4,9 ns PALAVRAS DE UMA DAS AUTO: de 25 a.5$000;'nm peru RIDADES MAXIMAS EM VE. | | jm cão, de “4009 à 206600; om ; TERINAPIA NO BRASIL X CISFLA dA — O PROF. DR: OCTA- um cavalo um 5 , VIO DUPONT, | 3008000 "e vma vaéca, de C THE PATICO E DIRE- ; 4005000 reis, má 60 1 OTOR DA ESCOLA | Deixar morrer un NACIONAL DE VETEBINARIA | fóra a importancia é | mente os inisensatos «E' com real prazer que deixo con In As doenças: dos ani signada a optima impressão por tado cia tudadas-e conhecidas na + o que me foi dado observar na visita iê ella a” a que fiz com'os alumnos du Essola Na! "dos Laboratorio cio E de Veterinaria aos Labórato- |Sepemien 23 Raul Leite. ' Nas diversas secções notei os mul, | tiplos cuidados scientílicos, a era ql “capazes | ds ara aa Cia o en minima des00 a evitar o apparecimento summa, na confecção dos seus «pro netos. no snimal'ou pd Merece particular te Or antnritadomnibe referente aos preparados de nso ve conservando | terinario fabricados em installações ex nos nie a e Rd | promrias, sob a direcção de pessoal | jiros AO es sm wa technico antonomo e com os quaes! Og animaes represe esses, Laboratorios .estão resolvendo | nro maior do. ne a problema de vital importancia para cessaria para-sua-e o Brasil. cão. Congratulamo-nos com o dr. Raml Deixalos morrer 6 é Leite e com os seientistaS chefes das |» varias secções, pelo vrogresso de e ; levada - finalidade dos Laboratorios! «me têm o seu nome e one são mor tor dos os titulos motiva de orgmho pa va a medicina e industria brasilei- ra . Rio da Janeiro, 96 do acosto de 1035. (a) Prof. Dr. O0TAvTO DUPONTS. TODO ANTMAT, TO mamTno vA- LE ATATIIRA DOTOA “BRLE ADOBE E CTDA-GT (0- MO AS PESSnAS Um pinto-vale pelo menos 300 réis; uma pallinha, um pato, um marréco, y —— glezes mreparam disdilvendo j natro kilos de sal e quatroceti- as grammas de salifre em agua. jFsta salmonra serve para extra- hir o sangue coaculado, e suc- cos viscosos, e o numero de nre- suntos ane durante dare horas je zonas inteiras, | “Es é luz solar intans sa, a: vendas da, | No baizoJaonaribe. nor exemplo, Zua em estalo mazoso são +39 conside: partindo da lavar Timbanha até o mn | raveis me diento da dif contda Te dos, nicínio de Limncito em 1932, todos pélos absorventes em arrarierom hn: vo: immaricosnalmoirnos Pla marcem | iidate no .subsõio sereo, É foreoro Axveita do-orande rio, olhando de Ton: | cto é Iisubsiituivel. rar partido desse privilégio. U cuublo é Lavorivers, e o produ Mas os m rcados externos e rctraem, talvez de PAS notnra do ovo, a nova, abelha | suntos distilam, o qual se utilisa iso rodem tmerculhar na mesma, abra ella propria, o seu casulo e para os Humedecer de quando dolo são, em quando com uma esponja. notam, si nd? da gols fonhada a aha. Logo depois a sua saida do ca- | Enxugem-se logo, e uma vez se?- teduzila. O vegetal dofende-co e resisto. de logar à esa mranda rimneza nato” ral do Nordeto que nem 02 lahora | tórios induetrigas 204 dinntodos da msão conseguiram am, Eficalmente mbsfituir. —O— O que acabamos à. recordar, justr- fica 0 augmento dessá prouucção nos ANOS DU sócea IsuaiD, O ques suruia ao Jado das peses 6 uv COWiv, qu ge Neraudese os caços, um pequero cou trabaminço um ques um exportação Mostiua as nas crises climucas de tacto ri- BUrOsas, veriicase, pua a cora de cacusbuba, uia siusção particular, mente iutesessinty; — o peso das-sa drasifica múio duninnio em relação 80 Cas safras DOrmaes, por causas « cireuustaneas ulversas, Exu certas zonas da immensa re: gião assoluda, como por exemplo do r' cio, As cotatves descéui diaute“aas | sulo. as smas irmãs adultos di oifeitas sem procutá é,.. nós. não pensam-lhe todo o curinh úéierisemos, tre. davem a imnressão de are um tn inasetlio nor alli nasegra. c e ali- jmar tres ou quatro vezes'ao d'a, ! S- Es põem-se no fumeiro-a defu- Ivarta de vinte à vinte e cinco. kid ade de entmonta, esfrooa- se sal hem moido é salttra" a doi. |pami-so resta estado destwy de um verinionte, p'é que hajam tb- As frondea cha comporham a ver, dojanta rohavtura, daguellas. varzena, tranefrmaram-sa “em peciolos e ner- vreas ma a Bstannin ennorrenia. peeim no cafe As vma dorm niumasa da oromriadados danyalla vrerião Russas, * | municipio que cêra, foi wa dos mais prejudicados bossa sia pucipal fonte de riqueza, ! reduzida de 507% da ultima calamida, | e, o rms + mm ma Proprietarios que alcançavam 40 | míiheiros de'<oihos* por corte, passas ram a conseguir apenas 10 milheiros « por causa qa l garta. Outros abandonaram os carnahy* | baes porque não tibham o que cortar. Nurtea se verificou, aliás;como em 1932, um tão-iriténico” dtúque da-pra- E? que alia dos -effeitos-da sueces, são de secens-e do exnggero de cortes, baixa dogunribe, nma das mais pro- ! causou nm verdadeiro desas ré hã” pro- dnóticos do Estado do Ceará e de me- Tores rcudimentos, dols, três annos sentidos pússtn ser chover. APL de sun enorme resistencia, of carvabubaes tmostram «ou refletem 95 elígitos gecomulaços de tão longo periodo | de luota enotrá o clima, O) desenvolvimento vegetativo quasi, que Poxalyza. P ema grando decadencia de fo Thos 4 do solhos>. 1; O Rolume dos tcortes> decresce bas. ro inexpl covelmento € ducção, s —o— ; Sob c ponto de-vista commercial; as condições de cera, rival no mundo isteiro — to- sem o, ranit ticas, A especiatva-de-maior ou de me- nor peso globia-da safra, ao lado, | quasi sempre, daz taxas do cambio, é o thermometro dos preços. Segundo essas bases a cêra devia valer, em determinadas Gpocas, as fonte, por finidade, em todas as pro. | fortuna. riedades, e dahi, ivel das colheitas. <A" csem itvernos anteriores, nessas gonas ad” dicionamse então, 0 rigores do ah- no que corre e o resultado forma uma Exeepção f regra das seccas, —o— À segunda eausa, por ordem de im. portancia, está no exaggero eri ino so dos córtes mecesaivos que ao go id - Obra das Psm a a diminuição Fen; Pois, em 1932, na certeza de uma prolneção total muito . reduzida pa esetssez o é irregularidade dos) tos factores, ou. causas acima-eitados, + o com libra approximada de 508000, + o prodmeto-ehtgou a ser cotado por: ânas vezes a meia abaixo do-que já foi em épocas de abundanei E. não havia procnra. bayer, deante do desin portador estrangeiro que consumidor. em podia asso do im é& o amico ag dé Caridrgde sÃo VICENTE DE PAULO Coltecta dos objectos srperfluos OBIDOTOR GUPERFLOOS em “om omtado da RELUU ou não deoe om mebrndos ane reservados “o”, consticem o pão, o tectos vip ma moral vivios 4 proftasionai dos ' -norto; ' CANSPITUICAO PENEFICENTE ARCHIDIOCESANA DO PARA' . « maos Fr=Pasfica te NB do Nazareth SÃO. Tr Moraes, 37 nina Si q TELE” [owe, sem AAA AAA O ARO ADIA A OA O O AAA AO 0 a 0 04 do € esmo ” * Otra de São Vicente da Pane ttinação 6 a Instrucção teligios tembrsinnos destnvoraciãos 44 f nd . 7 Artetactos de metal madeira ecfininiae torracna, ata, Lávros” tugistros. révinias jorrrto papel, sta, Fernos vestidos, aspatos, en “tos ate « Movota; cimentharias, ineo notes, eto, w Niárea, quétatas, frascos cópõs, mta, Betalhos, momtrrarios, sa 7 Manga do cmo pomnil, . » MAIAS) MOtá 09, 019, €.º pog —alt,—até 24 era ] uma $ 0VOS DEGA LLINHAS DE RA O Fesuitado é o que muitas vezes se Lei visto; — q augmeuto ue. stock dos armBzens da- praça exportadora, | desinteressada de vomnpear, sumples- (dez, O tempo prounanmido juros sub.e 7 capita anverirdo dessts sivcks pu. ide inso.uvel dos productores . mentos, sacrificio do producto por aqueiles que mais igbaiham; a, espectativa desanimadora de maiores baias nas cotações, ete. “Dortrnidas on cmoindiondas, foram | menic porque não-tem a querá ven- apresentam uma coloração cla-, roluz, 08 tempos rulyzados, cujo lucro provavei vaé dias. , cortina, cesça dé 30.000 arrobas do | Sendo “assim “absorvido, a ditficulda- vas, & edeanr Linterior da colmeia, dispensando | Os sens cuidados ás larvas,cin? “Poculizando taes- particularidades À da indústria é do commercio..de- uma produeção de exclusivilade nosen,: te mos em mira chamar a attencão dos que zelam. pela nos econdihis-e too perar, da alguma-maeira pára que não fiquem mercê da sortê ou dé in- Fesses a iheios” êsea particular vique- za danósso Brasil! Urge, com “ffeito, o estabelecimen, to de um plimo completo do fefesa e dc impáto officiaes à cé le carna, boba. e Tanto os estragos. das, pelmeiras. | produzidos pelo exagero de cortes 16 pelo atanno la lagoa | ses Tocae ' TA PLYMOU Vende REPORTAGEM POLICIAL MELIANTE NO XADPEZ Pot recolhido, hemtem pela mar Ao er. delegado | uceusado de furt | paBL NãO MAIS FURTAR UA | MOA A NINGUEM | Aoba-so detido os ] los xadrezos [ãa Central; doado 1 o individno Cetmamo Abas, ardo, de 35 ammos de edade, Invrad idente na villa do Masqneiro, aceusado- como sm- ria d ! da nm aa Pramahds . MURO a Bica tias a, como.as eri |rem o especializado ecommer | o de Pp que exirem urgentes | abelhas, mesmo em-lugares em : providencias por parte dos paue- não. se tenha conhecimento tda existencia de apiários. === DE AVES PURAS IMPORTADAS es, mentacão, até o momento en: por espaco: de uma hora, e du-|medo hom 4 salmoura. — esmo, para às repartições nublicas morim ane-cllas proprias possam abas- hrante uma semana: Termina-se tecer-se. a oneração enterrandó-os - em As abelhas recem-naseidos! "cinzas, “Os.de Wes falia preparam-se ra, tomando mais escuro até a da seguinte forma: Snbmetile-se côr natural, com o decorrer dos |4, acção da salmoura em um to-| As abelhas emquanto NO- | nel cobrindo cada presunto com sua-aetividads é toda nº | uma capa de 0,m20 de uma mis-|z tura de quatro partes de sal, e uma parte de cinzas de madeira peneiradas. “Quando os porcos pesam me- nos de cem kilos, deixam-se os presuntos na salmoura durante cinco semanas, e quando passam daquelle peso, deixam-se por es- ipaço de seis 4 sete. ciando n sen primeiro vôo, de- | pois do d cimo dia. “Nos seus primeiros vôos, que de preferencia se realizam pela manhã, ellas aproveitam os raios solares e exercitando-se a reco- nhecer a colmeia, prra depóis | alça vô » trabalho, colhen- ; Rr b vQl de fra Ê Mergrlha-se. depois . duran'e do o neetar das flôres e transfor- Ar pç roi at Mad mando-o em finissimo mel. é es cosmo Kg nbamaS tém o. olfato de «vinho, no qual machucam-se ba- , ia E RE ias Evo o ee a gos de vimbo, e depois submot- se o) VOs s dp e tee pio BASS tem-so ao fumeiro . para defu- a elle, descobr m facilmente as Pai : PnT A - | mar, depois-de estarem. limpos fontes de nutrição, e como prova é liirado rare CraD ri basta-derreter-se um pouco do bem ipiza Pede quo em segvida aparece- zumbindo- as pequeninas O fumeiro é feito pela com- bustão de ramas de zimbo, em- prestardo-os um sabor que por isso os tornam d liciosos. Os presuntos de York, os in- C —— ROCK (CAROS E LEGHORN ANTONTO MARTINS JU NIOR o andar 4% feir s A? ASSISTEN VEL DA « a? nd “da Costa, piirtá + ção y Dias, is T » Oa- ccâsáirias ig bre q ca e veira, Manoel Gomos D ia “Ze eno- | bia dos Bantos, Antonio Nunes de Meéne- CS PA'RIAS DO DESTINO zes, a Gonçalves Correa, Theo, Petas mm policisos de S, Do: dora e tria de Vasconcellos, Pedro Last ngos do Capim lo hon-| ro de Moraes Garcez, Maria d Nazh ost ne tado fx] ret Gomes, Mario Moreirá da Paz, Os: ! UmOnO MM O Menor | voldo Sousa, Josephina Aldina do Melo, y Duar 1 enrense, bran-| Alexandrina Paptista dá Conceição, A 15 an nr berlina Rodrigues, Deolinda Diás de -Cak Jonmma Barbosa Freiro, Lucia Gon Autonor Ferreira da a Pereira da Silva, Zulmira dn Sebastiana Ferreira Antônio Ferreira da Silva, Jo- sá-da “Bnva I w, Ravimimda Gon, galves do Nasc Jos Porreira dos Santos, mo, de: Sousa, Ve: nancia M Rermenenildo mia mi a pi Os gue estão convidados ” comparecer Suva, da Sil aTos, "1 Seccão do E. M. da 8 o) Mariano dng Neves) João Bafármido de Ri: (Quartel General "iecto| Barros Luiz Felippo da Miva, Salomão o sous Imtoresses, o reser vio | Sousa, João Macedo de Sentâmna, Juvo- Mariafinio o dona Maria das Dores A-potta Magno de es, Felicio Santiago Franco. àn Silva, Dinlma Monteiro, Dia'fma Bas- mA? Divectorin Gornl da Educação | tos, Irene Jess Macicl, Manoel Lourei, Ga Castro No fim da sete on oito dias ro a salmovra que elles proprios | polares são produziram não é sufficiente 1 avemento=e tanto até que Os, lenha eitando nella 200 vram- mos de nesuear que se dissolve- rá na salmovra. Depois de-quin- ze ou vinte dias, que é quando estão bem selgados, tiram-se e lavam-se em agua limpa e enxu- Igam-se em local secco e venila- | bico, do. Finalmente defuma-se com | do x lJenha-de carvalho, coberta” em | EM parte com serragem de madeira de zi bo. | Os presuntos de Moguncia, co, nhecidos nor presuntos de Ham- | burgo, preparam-se da seguinte forma: ' Lavado o presunto com àgu y ou aguardente, polvilha-se forte- mén'e com uma mistura com- posta de.250 grammas de sal, 601. grammas de sali're, 30 gram- mas do nimenta q 15 grammas mm mm» mm de cravo em nó. Ter inada esta operacão introduz-se em uma vasilha de barro, com algumas folhas de Jonro e alho em peda- cos cobrindo-se com um nanno. Aos trinta dias, retira-se do su- gadouro, lava-se em agua e du- do seu estado A dubação das O | etafa rante quinze dios conserva-se Osrbônita de amoníaco - -—s om num barril que contenha borras| mas. | de vinho. Depois leva-se ao fu-| - Nitrato de potassa — 5 cruis. meiro. Os presuntos depois do| Solução (B): RE o DR fumeiro são lJimnos, ersaccados Agua — 2 litros. em tecido de algodão ralo com o seu formato, e os espacos cheios | pr rega se-despejando-se exi 32 1- «com casca de azroz para refres-| tros de agua, 16-grammas decada so- cal-os e protegel-os na exporia- — | Res aee ta |Fabrica ça Perseve pan Ti vrande E aa O Cabos de tinho alentrondo, Cabos cabos de sal Cabos de algodão Pon goi sq 1 cememinsão de forca Morttn alestroado, Rarban' em novellos, * 17 0 74 vovellos Fios de toda E aa ga ima e 4 mão Fitas 4º carins Corre. pardo atuar embralhos, com «| sreesão Fios nara forurtefro * todos ve, demais artig s mo 4º vordosria ” , psd Figo FLOR RMVECIAES PARA SAPATINROS ed ANIAGENS: — Para encapacão de farinha: pato gd ps amáços remo e menttos outros producto: de Pç gm Agr SACCOM — Pura cocuu, atcom entiho, sab, farelo, cera de enlos ultagiiponns, eto., dro, ú mço de algodão, sem FAMERADA FABRICAÇÃO DE IANHAS' FAKA PESCA me Stoutas aadá GRORSURAS: — E LLUUDAO, 1 Manager ipa j me ceststencta rivolisam com as mais Ng ELE E INTENSA FABRICAÇÃO DE EM DEPOSITO PERMANENTE DB TODOS | meras mmomvoros — calarótar emiinrcações. ma err Ni TOR da rar. Quintino Mocayuva, é ... :
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