O Estado do Pará 25 de Setembro de 1935
“* O ESTADO DO PARA" — Quarta-feira, 25 de Setembro de 1935 ecção F PREÇO pio começas eco meto caemreis eira: que imp alado — es e o me eme eminina. ! esporte, mas não es ; até á tarde, o durante toda a vida, entregar-se ao footing, ao tennis o póde de manhã | Muito agradáveis são as se- cessorios cor =p rosa, consisten- gibintes combinações de co- red: verde palhido e amarelo silttve; coral e azul opaco; rosa e vinho. Para as mut- de cuis azeitonada e ca-' são os coloridos mais jados são: o encarnado, ge não tem um matiz amarelo; o laranja, o verde-azul, o encar- nado maçã eo rosa. Se se deseja usar o emarello, este de- ve ser bem claro e sem nenhum matiz esverdeado. . “ “ O Sfaille” “o tafetá, o organ- dy, as rendas e 6 chifjon são os tecidos mais em modo na actua! temporada, Quasi todos ds ma- spnatás da nioda favorecem os ma tres suaves. Ifranaidos e ... avelmente uma das com-! gde cores que estará! mais em voga néstes proximos mezts será ade café e rosa. At- tlegadas ao tes em chapéus de feltro, blusa e luvas de pelte de anta e traje em “twweed” café estulo alfaio- t outros jogos. Nossas mães se compraziam em fa- zer trabalhos delicados que absorviam toda sua attenção.. Liam muito. To. | te. A jaqueta de cin o é cam | cavám piano. Hoje em dia, contenta- panuda na porte posterior - + muito ajustada na frente. As saias largas estiveram re- 'monos com bordados comprados aos Zmetros, vitrolas e sadio. que não é obrigada a um trabalho ne- cessario se abandona a ums indolen- COCO ER A mulher Desaprendemos de agir e tambem | de pensar, Olhamos sem observar, | ouvimos sm escutar e não procura, | mos a belleza que se occulta por de- traz dos géstos. Fouco a pouco nosso coração adormece e o tédio se exten, de sobre q nossa vida. A mulher ac- tiva é a bnica feliz, porque possue : um ideal; o trabalho, as artes ou à | caridade, O abowrecimento consiste em só se cccnpar de si mesmo. . am cosecirdo Ed LA a de corpo e alma, primeiro, como bai: larina, e deyois, como professora, e a despeito da idade, wive luctando pet os db ppara que a mulher cultive a dansa Be fame a que offereceu toda a sua | “o meio seculo, possue Pauleta 'Samies o seu estudio no mesmo lo- igar. Por elle passou uma infisid> de de artistas do bailado, que ela 2 | educou com a sua agilidade, com a ' gua technica +e * com a sua maestria. esquecimento du rante muito tempo e q “Rouff” e a “Lelong” coube a honra de fazel-os brilhar de movo Nos irajts para 0 dia Lanvin !dá preferencia ás saias companu das, com roda desordencda. Em! outras nulavras, as saias amp! las) voltam a estar em voga, usan- do-se na frente ennesgados, | pregas. É “Rochas”, “Munvin” e “Mai- nhocher” exhibem preciosas! ereações em trajes-tunicas, sen- do estas quasi todas ligeira- mente campanudas. É Houve tempo que atopetar uma ca- sa ora moda. O furor dos bibelots e ES CORACAO dad aaa ra À PREGURSORA DO FEMINISMO mesas omearero amem NO BRASIL 1 D. BRITES DE ALBUQUERQUE, MULHER DE DUARTE COELHO, FOI POR VARIAS VEZES “CAPITOA-GOVEns ADORA DE PERNAMBUCO” Dug-te Coelho esteve por ve- zes fóra da sua capitania, E quem o substituiu, gualida- de de “capitôa” e go dora de Pernambuco, foi a sua mu- lher d. Brites de Albuquerque, mulher “preciara e exceilente, | e tão “virtuosa quanto a fama, que gosáva”. *- Eded. Brites que Pereira da * Costa cscreve à seguúiste bio- Lisboa em princípio do ano de E granhia: 3 “D. Brites de Albuquerque pm Gove vou à capitania « em diffe- | "DIDI —. Eis aqui a receita do depi D latorio; * Amido . Pa net vi AB Sulfnreto de hárrio ni cos Sa Oxido de zinco -,. .. .... 8 gra. Fazer uma pasta com um pou. ' co de agia 6 deixar sobre a pelle nns 5 minutos. B.'ANNA SOARES — Duas vozes por semana lave bem a cabe: 93 com um sabouste fino que . não tenha rmita potassa, Pas, se dpois uma forte infusão de chá da india preto, para tirar, à o tom esbranquimdo. Depoi peido d. João II, de 10 de maio do — |! do por ella a Duarte Lopes em rentes épocas. ] meiro donatario, para Portugal, ; pelos annos de 1549, dorde re- gressou em fins de 1541, deixou to governo da capitania confia- do á sua mulher d. Brites de Al- buquerque, o que se repetiu aín- da ra segunda viagem que fez elle em 1553; mas fallecendo em 11554, e sendo confi. mada na pessoa de seu filho primogenito a doacção da capitania, por Alv. | mesmo anno, contiruou d. Bri- ; tes de Albuquerque no governo da colonia no caracter de—Go-| verriadora e administradora de seu filho Duarte Coelho de Albu- querque, herdeiro e succassor desta capitanta,—como consta de um titulo de sesmaria passa- 20 de maio de 1556. Dirigiu então d. Brites 0 go- verno da capitania até 1560,, quando o entregou 'a seu filho, o segundo donatario de Pernarm- bosco Governou outra vez de 1572 a 1573. como representante do | mesma sen filho. nºr nrocuracão passada em 12 de julho drarele | uno cuio instrumento foi re- | “strado ro livro do tomho do ta as o às São Bento, de O'in- | ds :eem 1579 achgvin-a denovo | a raverno, porquanto em 24 da | Vinho confirmon clla como—Ca- | urtãa o governadora de Pernam Liar 9 sesmaria de vma legua terra em CGamarncibe. ditas do Colegia | emo 10º nadros joe D. Brites era dama do paço, depois que regressou elle do ser-, viço das Índias. Na sua segunda administra- ção à naseeste colonia de Per- nambuco correu grandes riscos. Os indios cahetés guzeram-se às novo em guerra e tão cruenta foi ella, que por vezes a capital | de Olinda se viu em grardes pe-| rigos, sendo necessario mandar-! se pedir soecorros 1 metropole. ' A” noticia do grande perigo em que se achava a capitania, ! cujos irimigos augazes e intre- pidos ameaçavam aniquilar a slcrescente colonia. causando grandes damnos, mortes e des- truição de engenhos, e tendo a capital em tão avertado sitio que os moradores não sº 'atreviam a; avançar a mais de duas leguas da povracão; tomou o governo da metropolo as necessarias me- didas.e ordencu ao donatário Du arte de Albuquerque que par- tisge sem demora para Pernam- buco a tomar conta do sen £º- verno, ao que obedeceu elle, e trazendo comsígo 'sen- irmão Jorge de Albrarerque, e algu- ma foréa que o governo corce- deu, ehosbram em Pã nambrico em 1550. tomando logo o donã- tnrto conta do sem posto. No sogindo govermo de d. Bri- res, esteve por algiim tempo em %ernambuco 2 rovernador geral to Brasil d Duarfê do Costa anda & achava vinda em junho mm car- Jr, por ida à d. J de bem seeco é conveniente nº: | *> OioAs havia ennesdida d iIneio Fornande escrinta de car olço bástante para que não | Christovão do Mello, anando es- | Olinda em 10 da quelle mez € fiquo mais quebradico. Mas | tera no eevermo da essitanta, ainno arítes docúsar o oleo passe na D Br vd ATaoanerano co- , D. Brites des paisana quo par é , . vormen alo menta vma voz p eran em n fdade, + ! gem corta (26 na raiz) ddbrtinita dh trão enrsnarondto dp Mass eo o P RE TR gil | 2 da corta da confirmorão das ta- "pior = 18 do junho do 1582 fol- Arniea— 2 colheres de sôpa. raa dondaa 4 ermida da Nosan | + sen ut: mr da na exnella Quina — 5 gramas. Sanhnva do Manta, om Olinda, 1 Graca. que * Jaborandy — 10 gramas. passada nor ella em 18 de inlho | fund eu ma! 3 o. a qual ser-| Agta oxigenada de 10 volumes —1) do mesma s“n4. em ento docu- | via então de toreja ds colegio vidro. +| menta co dec! ra Canitõa e go- | dos “adres fesuita SONTA >> Er está a réteita do ere é sor pem desta ennitania de Chegando a Pernambuc ernambreo villa de Olinda da 15. em comnanhia de seu es- me: Oleo de amendoas doce. | «+ Gy : 1235. em comnanhia d f ova Leeitonia vartos do Bra- | noso núnca mais voltou à Por-| 8 grammas. Cerato simples, 1. por F! Rei nosso Serhor,— [ti enl..é soui viveu sempre o 25 gramas. Branco debaleia | da qnin Ansmonta existe uma | miõr 1 -cerendo de respeito é 26 gramas. copia authentica, passada nor | corstderacão a que tinha jús sm, Procurarei a Feceita NR Pina Alimouêrato era | tos Dicoldes: or usteliêndo pi responderei va proxima «quai em da Torno de Albuquerque to nosso poeta Bent tafeiro. Jowma de Pnlhãos, neta pelo | Teilveir tão virtnosa quanto a; Mo ; | lado vaterno da João de Albi ama que gosava. serundo O na-, ANNY — Ses mma pelle já está ba, | quorano. o d, Learor Lone | Are Nobrega -de Brites-do Abu bifwada pódo dobrir as doses. nel» materno, de Affonso | ar Hetis viu ainda netos tiiuo com o creme, Eseres do rd d João Ule 4 a q todos | ma dentro de oito dias. Goncalves, tod nei an di ara mais | ] +s prineinaes familias da 1 1 tor contemporas, ta HELENA DUBABRY za portugueza. fr + do Salvador”, 1 id Icolhimento RR 5 a a cm ma (TUE WEIDPDI RES EE o QI a r1 das tapeçarias reinava em 1880; biandes é pequenos b.onzes, purtei- 'ianas, jaréineiras, vasos e bei Apos [soro as Ibc848, MO vs é Psdlivo, Fa | 12 atravessar-se um salão sem o ditiicuiaaae era preciso bordejar ca- trê os enieites, mesas pouco seguras fauteuuis, causas, jampaúas com a” bat-jours gigantescos. Os tecidos das cadenas sevestiamtampem os vaos | das jamelias e tambem grandes corti- nas corrediças. Ainda-não se havia, enventads o aspirador eiectrico e as limpezas eram minnciosas e compli- cadas, a poeira se aninháva em tudo. A circulação era difficii no meio da confusão le coisas bonitas e frageis. a casa. Simplificamos nossas resi- “dencias etambem a decoração. Mais | aste, mai! pureza de gosto, se notam na disposição dos objéctos. O perfil Ido bibelat «só» ganha valor pelo seu |icolamento e a ordem existente na * Cisposição dos moveis menos numiero- sos. Bão simples e podem, em caso de necessidade, adaptar-se no quadro . das elegancias mortas. As delicadas “obras de marcenaria og seculos pas: . sados, em de fundo ao mobiliario | mederno; o conjuncto fica harmonio- so e sobfio, realizado com intelligen- pcia perféita entre as semolhanças creadas entre os diversos éstylos pe- E exactidão das proporções. As parédes “eram algúmas vezes a colchoadas como os assentos das ca, deiras e nhs quaes só apertavam Pei junto unsidos outros, quadros sabia: mento desiourados. Na sala de jan- "tar, sala espera, sala de fumar, | sé ge viam pratos pregados, armadu- Yús commlítas de armas cruzadas e presas sobre as fazendas... Aprendámos a não reduzir mais o espaso, tão escassâmento medido. O | mobiliario tornou-se mais pratico que | rico,as corkinas 6 reposteiros não têm mais capegéiia à flâmehga ao rema- to á italiana, mas corgem por méio de anneis ienfiados em ivaras de me- 4al ou madeira. ' Nossas cápas se AL sob acolhe- doras e bõas, abundantemente, mas discretamente iluminadas; suppri- mimcs indo quo não é essencial ao conforto; são arejadas e de circnla- ção livre. Nada do redantos e peças reservadas e fechadas para as recep- | ções raras. Og quartos com seus lei- tos-divans, podem servir para os pe: quenos salões: ja enta dó jantar tor nou-se «studios, Os mnltíplos desti- nos de cada peça, devilo o tamanho dos apartamentos, não tiram, em na: lda o encanto da intimidade. | Eliminamos tuto qre é confusão le nessa casa recobemos nossas gas 2 analoner hora. A casa clara e plogre, facil de so conservar em ordem, ami bo narsten da familia vendo o trabalho se torna um | Sim, mas em 1 rondicão do de mata mma ne | prazer. ahi nermanecer por D não deixar entrar 4 vasio das tararolindt à à aritação fo enohiamo, A conditão de nella nos conservar, nas horas dp reponeo e re indimemaageta 4 aetivi- como los indifforentes: | Anda comeca ou rrodnctora, io. progrisso de nossa vida. NT RE Tie SOLFEJO THEORIA MUSICAL Para alumnas adiartedas ow princi- na 150 A hygitne moderna e as condições ! Partindo Duarte Goelho. pri- | quando casou com Duarte Coe-' da vida não permittem mais atopetar : lho, cujo consorcio teve lugar HIEI DR us | FERNANDA Engomme'o colarinho e os |? hos da camisa mas « tira on- do estão as casas dos botões de- ve ser engommada sómente até « metade, para evitar que a ca- misa se dobre sob o paletot. soura no tapete da sala de jan- tar depois de cade refeição. Desta fórma não sv se retiram as migalhas comv tambem se descobre qualquer méneha que tenha caido nelle, antes de aa mnificar o tapete. E - o “0... Eva Antes de pelar os tomates gundos sobre a chamma do fo- 'gão. O calor amollece q casca, que AA se Púde tirar façilo A menie, pps MRBIN , de aonnnao RSA A Ra Ed se. E" conveniente vassar a vas- mantenham-nos durante uns ge-| MULH, od ' Drica | Bailarina com 64 | = ' * - . | dm e a ESCRIPTORAS| annos de. idade ! gere Rr perene 1º Quasi sempro » rosto de uma mu Perguntaram a Jacyntho B Símrl dial frio . Pirrqpadirem Hm ntho Be- rles, cordial e nervosa, a po- 4 msi iher 6 grave. Está sob a intruancia navento de aid | ul ge! E a de Uma inquietude, de um amor, de já tinha reparado na | Valar e famocs Pauleta Pamies é um % um pesar algumas vezes tambem de “quantidade de mulhe res que, ul- . 408 elementos de maior destaque do ã cotar e preotcupações correntes da vida, Co- | timamente, se dedicavam á lit. Grande Thestro Lyceu do Barcelona. | : mo Não comprenender quando vemos | teratura. IR Tem hoje 81 anncs, tendo para el- | Ra todas essas creatnras corajosas que | e entrado ha 73, isto é, com 11 de m |] 34 —presponti R Cpo ' - - iuetam, que trabalham pára ajudar |, had ponte o grande idade. Apeza” de cdosa, continua ná | o nas despesas do casa! MIRA no — e considero is- sua profissão de proféssora de din- ' = Nota-se que as trabalhadoras pare no a a romeno muito lamen- nem per Ro lecciona ha 50 an cem mais satisieitas que as que nã« ver. Augmenta-se o numero'do Pos, sendo talvez, a mais velha do 4 tem com que matar sua ociosidade. , “SUS livros e... diminue-se o rem É - a Estas arrastam vwm aborrecimento mulheres interessantes... |» Ao compictar agora 81 annos rece. £ que quasi sempre jeva ás mais lamen | eu grandes provas de carinho das ' Caí taveis loucuras. Que fazer para ma. | > - - Varias gerações artísticas que prepa- tar o tempo, uma vez que não se re: cia deploravel. E é dahí que vem sua 'rou. ceba mais, que não se sae, que os dan: melancolia, Porque a ociosidade ma- | Sua devoção e enthusiasmo pela cings se esvasiam” Fala-se sempre do ta O exito. ! dansa fizeram que ella se dedicassc e 1 E Numa reunião em honra de -ram o Brasil e outros Estados americanos, um curioso pergun- tou aos viajantes, que facto, per- sonagem, ou expressão culural na America do Sul achavam mais surprehendente e impres- sionante. Responderam, uniso- no: “a Brasileira!”. Poucos idias depois veiu outra nranifes- tação reforçar a sentença dos escripitores: uma mensagem do Congresso Internacional de Al- lianças Femininas em Stamboul, começando a introducção das suas communicações officiaes com as seguintes palavras: “Es- te Congresso Internacional de 1935 celebra duas grandes vi- ciorias do progresso; saudamos o Brasil, a*maior idas Republi- cas sul-americanas, nação que acaba de estabelecer a justa e- quidade de direitos entre os fi- lhos e as filhas da sua terra; e agradecemos á Republica da Turquia nova, que nos offere- ce tão esplendido acolhimento! e coroou a sua obra de surto cul- tural, conferindo á Mulher os, direitos e privilegios da plena | Cidadania”. Difficil seria ne-| gar que uma affirmação procla-! mada simultaneamente de dois lados 'ão differentes, deve ter um bom fundo de realidade; e mesmo duma realidade que to-! 'ca tambem o murdo da civil-! zação fóra do paiz. Um proverbio inglez diz, que (a atitude para com a mulher 'indica o grau de cultura duma inaçe ão. escriptores europeus que visita-! brasileira, Não precisava sira- RA. te de um deputado neste climas é de vozes: “um dos 's nossos prezados amigos de 'a- e lém-mar, consulte, os seus: col. legas e faça um discurso sobre de. a Brasileira”. Applausos; um! momento de consultação enirel e Os escriptores estrangeiros; levantou-se um deiles: ( i- mimos a introducção da pales- tra, que se referiu ao bio inglez já ci ado) “...a Bra- sileira Emile ti ok E o sr. F., “porque é tão rente do typo phantastico e im» possivel que nos foi deseripto em certas regiões da Europ quaes a febre politica sujeita é à mesmo à vida da mulher ás Teis | do ferro. À a et depor” da fresca energia d uma nação em surto ei e E ida ambem duma cellente deeso Vira entrou no campo das. actividades da grande vida colectiva, no mo- mento em que o mundo come-| con a comprebender que a pha- se da civilização mousrma e da Cultura humana, exigiu impe-!. jriosameme O reajusumen o, 6: uma boa acapiação do nivel in-|. tellec'us!-culturai entre as duas | fo metades da humandlaúe. À vessar todas as estações de transição que difficultaram & marcha das progressistas femi-) ninas na Europa; nem incorreu nos erros c nas exaggerações A que se dizem ins eparaveis' do? primeiro impeto em todas as revoluções. A brasileira entrou, sabendo que a culura physica, intelectual e moral não impode” rança de ex). Continuou-se na reunião men- mas favorece e pede a cultura ciorada, a discussão em torno da ide boas fórmas exteriores; sa- “inião unanime dos escript ores!bendo tambem que o trabalho trangeiros : * util olhar para o no no espelho do disse uma senhorita (brasileira), de talvez 17 ou 18 edade; “não queriam s senhores dizer-nos quaes das noscas qualidades lhes parecem tão impressionântes?” Ás vezes proprio vizinho” ret annos de todas as re- comecaram itando nentares, Desrespe gras par!: todos ao mesmo tempo a Trespon- der, explicar, e commentar: “A brasileira é tão genal” — “a mais efficaz e util para o indi- viduo e para a colectividade é a actividade que melhor corres- 3rasileira, — concluiu — por- que ella, conscia do. seu valor como personalidade, entrou na arena das grandes realizações, apresentando ao mundo, na sua propria individualidade, a justa synthese das melhores qualila- des femininas, e dum rigoroso ptantes, Ensira mola e poe é derma JOSBPHIN? CORMETRO brasileira. senhora de admira- Av. 8. Jeronymo, 471 Phong 1853 | vel cultura « ape gar disso tão A ta 4.nm Brir elezante a brasileira tão À acitva e tão feminina... —“a eo DS o pio MA Dr iprásiloira! que admitavel dona Fazer um anunncio gor. tor de cas: “encontrei uma dou- tora de medicina, vestida pr nal é ter um lucro proximo e |tamt | elegancia. corto. «4 Silen- | Iejo!" irrompeu a voz re quul me Asuca — “AS à JORMASS Fo e 8 CLECTICA o Dosombes 13 Pee ponde aos talentos, ás inclina- | À ; cões disciplinares, e à capaci- depois das: dade da spastiva persongk- | fatias de to) dade. Presíamos homenagem á los p onnaise”, bancar id
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