O Estado do Pará 19 de Setembro de 1935

- E, ANNO AX Ee RE PAS E TA Ditector—AFFONSO JUSTO CHERMONT rj. Redacção, administração eofficinas Baixa Postal, 28 Entrevista que levanta ce O mm. comer vm aaa a, ad -se que o ministro da Guerra vae interpellar o a proposito das “declarações deste militar que o Brasil será fr agorosamente derr tado no primeiro” contli- cto em que se empenhar , RIO, 15 Ásseg [ro Ministerio da Guerra que , | urava-s o general João Gomes Ribel- O Fe vo Filho ia interpellar neral (Góes Monteiro sobre suas declarações ao “Diaric da Noite”, que tanta celeu- ma têm levantado em todos (AB) os meios. 0,18 — O sr. Benjamin Costalat, commentando no a decla-!8 fa “Jornai do Brasil” ração do general Góes Mon- General João Gomes, ministro da ' ! ' feiro de que a desorganiza- pão do nosso Exercito era de tal ordem que a menor na- aria, diz: “ | y poderia e de tal, até Mona- candidatar-se a ant wedicãozinha impe- lolista contra nós, teclaração do general do grande escandalo gunta-se qual foi a sna tuação no Ainisterio. Hortem, numa roda na Camara, dizia mm deputado norusta: “0 pe cem e N A entrevista hontem (ióes perdeu muito pelo major Barata ao O » % DO PARA, no 1 tempo em dar entrevistas ca queria cotumna, lim 42 . R ado nda bo “estitdo UA tólas aos. jornaes, por isso habil «mas “ignorant ada z das mesmo não teve tempo de Pp paixão partida o arranço da valdade humana nabil mas | cuidar da organização do E- “ignaramento” explorada pela paixão es i ? partitaria, etc * xereaito . ( A.B ) A situação politica do Pará Esla a “O Radical”, o sr. Alcides Gonlil RIO, 13 (Via aérea) —“O Ra-| 1º tem ocensião de duvir 2 nosso É é : do co) icides Gentil, que é u os dical” de hontem publica o se- vista qa ' ac jor Barata. suinte: ão nos util ; do recurso legal “A respeito dO caso parsense, agora e-nos s. 8.—com o só intuito Re de novo em fáto, dado o parecer do 5”. | exhavrir « defesa 5 ftos do nosso Coros Maximiliano, proc da | constituinte, Clhamos principalmente a Republica. que ha ias pu º-| moralidade que deve inspirar um regimen pe = de mandatos temporartos iguem igão Advogado do Diabo ra, al que sou vessontnente infenso ; s a esse regirin, pois a meu vez de toda s actividades do homem é exac RIO, 18 — <A Batalha» critica 0)? politica à que mats paSsoava , « | | dtacões no tire sertencia 4 «e, Lindolpho Collor, ehemandoco ad, |. a poa einio, bee arrado e as dado | assidua dedicação aos estuda vogado do diabo, o pum de costumes, condições b- erencencia; ora, tudo isso é Imposal em a política de carteira, com 4 vi O qe” meios meio em mr ” 7 ; suade da investidura e o direito de sms. Mas uma lução quase eu valdicve de haver mudado ns bases do procuso eleitoral, para tticar a as crlha dos seus guias vergonha dn tir au passasse das suas assembline muass pre numero à dict cinco bacharets « ' “rar Fº he dessarte o sy : do nela o r 1 da e y fee "ta ratura eloltoral? ONvO me parece r cipio, na jurisprten (Continna na 9a p azinay Lindoipho Voilor Diz que para servir ao governo, o sr. Collor jneluiu cousas absurdas lida é no manifesto das opposições fa h é Entretanto, os chefes da appo ição, % prevenidos a tempo, supprimirão e j mas cousas, (A,I H , uma commissão composta mama | dr. Ludovico Maué A rec icato I K mãa Eloy de ta balhádires do 1 jedoyJ ] Chebabi e Carl retcbemos o & rá | | as altas autoridades. civis mi) é app naas eclesia 1 assistirem rs com ta dibtotoria legal do Eyndicato dos," ações da “Festa da Ar Tratalh res do Livro d do Jornal t , As firmas Steiner e Comy e publico e q quem interessar, que não LO. | adora de Ferragen SIA E mará responsalzilidade nenhuma por e Rendeiro e Comp.,« ntr bui Foletins ou attslsos que não tenham qa. bignoLuas dO dous somponcntos” com objectos Ce sms É aumnissão dos festejos, “ « pecial 1 « Pica | p re Impressões do 2 Pa o 2 ED = o Cousas sem fundamento... *% RIO, 18 — O seztador Abelar- do Conduru” recebeu o seguin- te teleg amma do governador do P desmentindo uma noti- cia dada por alguns jormaes so- bre o deputado Fenelon Perdi- gão: “O juiz federal desmente a noticia. Nada ha em juiso con- tra o deputad; Fenelor Perdi- gão. (a) JOSE' MALCHER”. — (A. B.) ará, Foi absolvido pela Córte úue Appellação aa comme Em sessão de honte , Ha Corte de Appellação, sob a presidencia do desen. cão sul-americana nos derro- | vargador Maroja Netto toi reformada « sentença do dr. Maurício Pinto, juíz da 4 tara, que havia condemnado Armarçio Corrta Martins como auetor do deflora- mento de Aurora Na. th Franco. A Certo de Appellação deu provtnen to ao recurso absolvendo Armando Cor- ins lda accusação que lhe foi ! in, contra apenas o voto do des. erbargaco; Nogueira de Faria, tendo sido relator < desembargador Buarque de dir po Armando Corrêa Martins ee hoatem mesmo £5t posto em Hberiade teve como s“vogado o dr. Edgar Proença. 4) sr. dr. José Malcher, gover- “A imador do Fistado, offereceu a O ESTADO, um exemplar da mensagem que dirigiu á Asseri- bléa Lepiskativa com “as bases ara cs orçamentos da Receita e Despeza referentes ao exer- cicio de 1925. ii do e, Inaugurado 3 Commissariado Policial ca Cidade Velha O dr. xou mn, Eamuel Mac. ante-hontem -Dowell Filho a portaria seguinic: “Inaugurantto.se, hoje, nesta caplto), p Commisenriado Policial da Cidade Velha, creado pelo decreto n. 1.617, de 19 de março do corrente anno, cujo posto fica eltu Dale ido à rua São Boaventura n. 21, re designar o commissacio tenente Ami » Alvares Ataliba pira response der pelo expediente do referido commis, sarindo Egholve, tambem, rlesignar para servi rem naquele posto o escrivão Emmanuel Nunes: os agentes de segurança publioy Pergentino Carvalho, Genesto França e Raymiumdo Ferreira Borges; e seis guar. das para esse fim escalados pelo respe. ctivo commando. O agente Pergentino Carvalho funccire nará como escrivão, provisoriamente Cumpra-se. dé se sciencia e publique. ve.” "tm M c mp ceneral Dal tro Filho, commandante da 8º Re gião Militar, o «sr, dr. José Malcher, do Estado, visitará hoje, o canal do Yuna e as 0- nhia do srs o governador vela manhã, bras que se estão procedendo no U Eos criada o do cio ii nadinha ais s» tinga É Alegre, os festejos Er ivolução Farroupilha, , ERÃO início hoje, em Porto | comme-, morativos do Centenario da Re- — Trav.Gampos npos Salles, 130 Ti Keadncpoeiioie att RANA NR BRASIL — PARA' — BELEM — Quinta-feira, 19 de Setembro de 1935 ESTADO DO PAR NUM ARQUES 8.166 OPA SR AEE ) RIO, 180 ministro Odilon Brag conversa com o senador Medeiros - preserça de varios jornalistas, falando s * pretensões de certos senadores de fs r nado volver á sua importancia antiga, di ss com a sua autoridade de relator do capitulo! bre o Legislativo, na Constituinte, que op mento desta foi fazer do Senado um orgão de equilibrio entre os demais poder de collaboração com a: Camara, que exe: poder Legislativo. (A. B.) escores cos se. so0< “Netto, - O ESTADO Di Quem hoje percorrer as cidades mais importantes do Japão, sabendo que q o meisdo do s tava portos ulo XIX o palz ainda es» | sob o r me feudal e com seus fechados a todos os estrangele ros com excepção apenas dos chinezes e hollandezas que tl. nham d reito de commerciar em Nagas sakl, porto na ilha Kin Su, não póde deixar de ficar maravilhado com os pro, gressos que alcançou depois da revolu ção de 1868 e que o collocaram, no ese paço apenas de 67 no lado das 1s mundiaes. esmo assim só annos, mais fortes potes Keve Europa, no seculo XII, por Marco Palo e visitado em 1542 pe= los portuguezes que nelle deixaram mis. sionarios chefiados por 8. Francisco Xa, vier cujo resultou a im-. plantação do Christianismo entre os nippões, o Japão, dessa época, equipara. vel apenas á China, era um paiz ainda semi-barbaro, tanto que afogou no san= gue de sens proselytos a nova religião e expulsou todos os estrangeiros de seus portos, menos os chimezes e holiandezes, isolandese assim — voluntariamente do convívio das nações civilizadas, , de esforço A revolução vencedora, sacudiu o jogo dos “talkuns” ou chefes do palacio, dos minou senhores feudaes ou “dais mios”, deu feição mais leve ás fórmas governamentaes, mulol a capital da ci. dade canta de Kyoto para Yedo que pas. sou a chamar se Tokio e durante 45 ans nos de reinado do ultimo Imperador Meiji, o Japão tornon-ge, de nação in. cognita que era, uma das matores poten clas undiaes, os respeitada não só peia como pelo grau clviho “que che gou e que vevela um povo altamente originnl, inteligente, culto e forte. Para piesaçãe E progresso vertigisuso do Japão basta dizer-Se que depois da Allemanha é este o paiz que apresenta | de ção a Mensagem enviada á pelo dr. José Carneiro da Gama Male ) PARAM. pum li o em las, cerca de 1.000.000 o que repres ta uma percentagem de 99, 7 0/0, Sendo um paiz pobre materialmente, ostenta dois aspectos Juzuosos; sua organtia zação da Instrução e a organizado mise litar A sua esquadra é a mais efficlente do mundo e possue o maior numero de na. vlos modernos, O seu apparelhamento militar e naval custa ao Thesouro . 700.000.000 de yens nos orçamentos or. dinarios e extraordinarios. | Adaptandowse 4 civilização moderna no que tem ella de bom O Japonez repele liw da mesma tudo o que era nocivo mantendo a Mnesma espiritualidade que alimenta uma dynastia de 2.600 an= nos, Na manufactura de tecidos de algo, dão é o prêmeiro paiz do mundo, já havendo sobrepujado a propria Ingla- terra e na producção da seda animal e depols dos: Estados Unidos é maior productor de seda artificial. Mas o progresso 'do Japão se mostra sobretudo mu exparsão” “de seus jor= naes. O Tokio Nichwhe Osaka Mainich que é o malor diario do Império, tem uma tiragem superior a 1.500.090 fo- lhas' diarias, íneluindo todas as suas edições. Ê Embora possuindo grande numero de vulcões dos mais temuivels e sujeito a terremotos formidavelis que experimen.. tam, e provam a re sigtencia, a coragem e a fortaleza do péávo, o Japão é um paiz pittoresoo, de elima “emperado e ameno “em geral, mas | possuidor tambem de zonas torridas e de zonºs glaciaes que tornam o territorio op 19 a todas as cul turas t Palz rico de momanmas de ribeiros, de ilhas, de tagos, cascatas, de vales vg planuras de gar tas profindas, de (Continua nº - 4a pagina) mu > o —— os at ni Assemb Governador do Estado Srs, Jativa, Cuenprindo dispositivo de nossa Cons- tituicão, venho As- senllia a mropo orcamoento para oe Deputados à Assembléia Loegis- apresentar a do essa cício deVerific reis do balasceamento da ei it exigida para 0 mento dos ser comi a con- signada comopesa, regular funce cos pu- blicos, que o orçamento vos é apresen- tado com um “deficit” de Rs, «o - S74: 1118700, Ao tema geralmente adoptado de ]F alo er ganiza mm equilibrio entre os sous dois factores essenciacs, prderi, a ser insincoro, dizer-vos a verdade, pondo ante os olhos de legisladores esclareci dos e expsrimentados, o quadro res da situação financeira do E ra que com as vossas luzes uma visto à A esquerda, po Capim. Ao alto, o sr João Evangelist em baixo, o deputado Taymundo Car teresgsos daquella zona e ze ' artura qu 11 mas leo. « Ge fronto ds ta Camarão, restringindo. modifk “ando. revogando no que for necessa to da despesa, habi cão publica a realizgir obra proveitosa em beneficio da colicetividade, Facil sermeda, cem habil augmen- to nas divorsas verbas da' receita, reali- zar o equilibrio quo geralmente se re puta necessario, como meio de mitnter erodito Estado. Nada justifica, todavia. que este sesm antenha a custo de sacrifícios dos eler nentos contribai- o do tivos da Receita, prin cipalmente quan- do, como abido, o E stado nos ultimos tres unnos excedeu a iesiacidade tribu- mem meme E AZ hoje vm samo que se decla- F raram ef parede os funccik rios da Companhia de Eleetrici- dade Paraense, pleiteando augmento de salarios, cidade de São Dom'nnsos do prefeito daquele município; marão, que politicamento defende os in- destinos dela la pelos la Anto nsigent ntinua na 2.º pagi s.'M. &D. 0 Mo do seu as taria dessas fontes, perturbando a pro- ducção e cirenla da riqueza pobli- ca. Em um orçamento o que se deve exigir é clareza e precisão, de fórma à, resaltadas as possibilidades da Receita, imscrever com verdade absoluta as reas líidades da Despesa. Da Commissão do nomeci pa cão da peca mess tra da vida do Estado, recebi suggestões e offerta flr- de-auzmento de“impostos e taxas, para realização das despesas que pe: sam nó orçamento respectivo, algumas Comm reio, * que ra orgamniz economico imariseira me das quaes não podem ser eliminadas sem perturl de servicos já organi- rados «e desapparelhamento da & Ami- “A” boa vontade ao pr existia, sem embárgo Constitui nistracão fpublica auxilio patriotico of fererido manter o que diminuicções imp stas pel nos direitos de exportação dos nossos productos um dos mais valiosos ele da Receita, bem como pela eli- os cereses, me- comodo xas sobre di e repito nes v quer de noss socrguor o qm aque a e undá co mes- elimina Y r a de “ de edidas que NT La o e evasão das Tindas ou y f mdncio, algumas tos “dos project o equi- pud por » tempo da ndmi ar > ituição parAssem- mim tea auto % ma frente em que ra remessa da blém. sem do CR interme istento 1 póderia, por quiro lado ro- Pp militar, cnp an Barbosa | gr. MT ibibidaade. tuós a promu e de Amorlr José Malcher,* v dy Constituição do Estado, NY 9 mi-| govornador do Estado, vis hontem Iniedativa prosria, q ve ifi- | o deputado Antonino Zousa Castro, que | do “dd avaliado ara & e acha enfermo IRS? MP proximo exercicio, dada & uttribuição leu general” Gó s Montei BlE wSsHeD ED o co Uro. 1º maior Indice de fgrequencia nag esco- léa a Legislai : Oferecendo as bases para OS Orçamentos ca eo e Despeze referentes ao exercicio de 1936 que s6:8 comá Asseriniáio e extinguir empregos € regular a arrecadação e df dus rendas poblicas: ' Fa. senta é o quê de real exist minto 4- despesa fixada e m 1 tado, acerescida. apenas das oa Dasta fórma o que a pj Ntacenimo > 3 Sa RIO, 18 — Falando em sey namo q; dos srs. Armando Salles e! Juracy. galhãos, disso 0 sr. Benedicto Vallada- o ros nos representantes da i go “Nós somos governadores Bea ressados pela sorto administrativa . nossos Estados, da qual somente « os” der a dec'aração do govermador minai- ro tem sido objecto de com É vodas: politicas. VA JB.) A Prefeitura Municipal de mandar imprimir o livro do Senscmbenadoa ad:

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