O Estado do Pará 18 de Setembro de 1935
eme me am mem mm SEXTA PAGINA ... <: LREGORDANDO..1 De um decadente, Joa- dl quim Nabuco disse que “ia 4 pela “via sacra das pro- + osx a Diz Edgard C. Middleton, 2 cissões antigas”... 8! periodista e escriptor ameri- . a adiado cuorevir : ano, que cada mulher deve : "E “que o homem só é sincero r uma occupação; trans- mw 4 deânte do Amor e do Mor- revemos um de seus com- hr te”, =. w84?||mentarios, na certeza de que , À : erá proveitoso para nossas). o Ri É e dese 2 leitoras. ella diversa, se premida pela a o À o pe- t : , necessilade, tivesse que luctar - “rante o fim, sem a menor E" a mulher que não possue | para ganhar a vida? e o metaphysica, philo- occupação, uma ameaça para a btt a E sophicamente Renan dis- sociedade em que vive? Por ou- A ANSIEDADE PELAS A- e E tras palavras: póde-se desviar VENTURAS y * —“Eu sei que, uma vez a mulher que não quer adherir Demonstrar o que esta pro- morto, nada de mim ficará: 2/ao impulso para o trabalho, nos |Pria mulher, de caracter firme dei que não serei mais na- dias actuaes? poderia ter sido se a ociosida- da, nada, nada!” E" esta uma questão impor- pde não tivesse actuado em sua E tante. a 4 [vida como um imperativo, não 1 Menando deu um conse- Na minha obra theatral, tra- foi minha intenção ao escrever - lho divino: tei o caso de uma formosa e in-|& peça. Se'dás pão ao pobre telligente mulher, que tornava) No entanto, observando a com ares de insul'o, mis- desnecessário o trabalho e a ori- | Protagonoista como a um ser : furos fel ao mel de Hy- Ajentação para uma carreira; a humano (e um dramaturgo quo. « Se cobres sua wi- 4) frivolidade e o egoismo que nel- | deve observar as suas creações ultrajando-o, ainda o Pla existiam; deram logar á rui- |como sob todo ponto de vista tornas mais nu.” na de um homem honesto. La-|se se quer fazer delles perso- h a dy Aylesborough, a protagonis- E ad cet reaes que interessem aos São Francisco de Assis Ylta da peca, passava os dias nu- | espectadores) me encontrei de- olhava” a Vida com esse ma doce ociosidade. ante do facto de que a falta de uno mos labioss Representava 0 typo de mu- | Uma occupação foi a fatalidade Lotivado sejas, meu Se- lher que pensa apenas em di- da vida de Lady Aylesborough. nhor, com todas as tuas vertir-se e pôrcem pratica os| A ansiedade por aventuras € oreaturas.” menores caprichos. novellas, que experimentam to- Cl Agoraa droblema: feria sido!" raparigas foi neste caso od ts | dat ads a » PS Se CEEE ae aor d+ Er nte desenvol- sé + 4 | vida pela ociosidade. mus o E ia | Alguem affirmou que, até O “| crime é apenas q sentido da a- [nto levado por caminhos er- “lrados. |: Sem que isto diminua, de mo- do algum, nosso horror, para com os que offendem as leis Inaturaes e sociaes, temos que confessar que ha muito dê ver- “ dade nessas palavras. : Como estudioso das tenden- cias psychologicaãs “de hoj , te- nho podido observar que a ra- pariga moderna tem espirito de lucta e capacidade para dedi- car-se, de corpo e alma ao que a enthusiasma ou a que enpre- hende, e conserva a fé no trium- sm pho, nos casos em que mesmo a | a — nana Se E a A moda, às vezes, traz embaraços Eis porque o seu ar é bem femi- prt homem péxderia a cora Ea DR me orem à ng: A DI, E, mósteis + movie condições, Sai rs tadênvel a ÃO É cidos empregados collaboram |gue se revelam nella, bolha , a A rasga que de-| grandemente em sua immensa graça. problema repousa. — E * pós o gosto artístico faz desvane airpar T nado dio Vas - portante e urgente que essas é mos À moda para o dia leva um ar ju- | jás pontilhadas ou quadriculadas jer. dualigades, GL hr o venil é alegre como a mocidade, é ( ey etc. mo vitaes e de valor, encontrem O avtabragt o sd o bolero é uma das creações mais = napinaçar PEQUENAS dezha - - movimento e liberdade. . x g sa Tantas vezes é a tragedia o re- E eralilanro phantásia o aiílhus apreciadas preto, cintado, deixan- E ta toma um ar differente, no casaco NA appEticor aa ha ti psoces anta força mal orientada! - bon cingido ao corpo, pouco abaixo PIPRANCO je é Ê Ê da cintma, bem marcada. Paton creou os «tailleurs> classicos À táis em fótme de «cloche» ou | SP tecido «gris escuro», com bainhas em pregas, ás vezes plissadas. Chanel prefere a silhueta simples, |pordo de um mais profundo e , um modelo de Rochas, de lisa. Molyneux e Maggy Bouff dão hp «taffetás» preto, muito interessante o casaco cingido ao corpo, em teci, — tasáto ciúgido ao corpo com man dos quadriculados, mas em tons sua dia» gas bastante volumosas. Num con- pos de pasta” | de salvação de muitas mulhe- t bo e PEtntiaa, decorativo, umá bla.) ques e 27 a ti da gosto | ros. Eu creio firmemente (ain- ra Ésja «imprimée>. rega modo bem diferente. As blusas | qu que os occupados trabalha- z Flores, com 6 cf-rido semelhante | que acompanham os ctailleurs>, 6X | qoros não tenham tempo de en- ao lo tecido, far acabada essa linda cedem em variedade tudo o que se tem carar esse assumpto) que esse o 4 td Por efa RINENNAS Potim, crops desejo de trabalhar, tenha po O «tailleur> classico é classico co- | cmousseline>, «piquet”, ora no gene |. Rig ses RAD à d ideal, algo mais elevad mo nuncá. Surge cortado como um | Fº «lingerie», guarnecidas de «jabots” méro não e as meias-de seia ou a) «smockfig», com bandas, botões ? | SM leque de «ruches”, etc. E Pi da 5 A bolgos, não hávendo no emtanto se |" O gosto pelos coletes “leva uma PRE pio s veridade nesses detalhes. preferência accentuada. A ociosidade é como um pe- =» v so morto na dignidade da mu- aca e o —— ii a lher e O caminho onde encon- TO trará o desmantelar da energia ! ELTEEZAD | da capacidade de luctar e vi- E 64 E págs ver. O trabalho a que ella as- pu w? E 4 re pira, a afastará do pôssivel pe- | 9% Visa CADA MULHER COM SUA 14506 OCCUPAÇÃO a E Não quero dizer com isso que -— Peres “ET Ac =. | todas as mulheres que não tra- 1 “IGITY ram - balham devem, precisamente, nd q ON a E 4 ] | 1) A? 1 E] » dar logar á sua desgraça e de ” E seus proximos. . Seria | mons- D EK B! ER | E 1 É P. A peido eneralizar esse as- 5 =” A RA Re, SEMA dão sumpto de psychológia femini- SULAMITA Para impedir que as S.H. Eis aqui « receita da agua |Da, um dos topicos mais inte unhas dos pés fiquem muito | 4 Colonia simples ; ressantes do m mento . E tJevol .. 1000 wrs Em vista, porém, do desejo fe sciaccadi Leseneia de limão : que as mulheres manifesiadm, e a Oleo de umendoss doce . 15 gra Eron A de alfazema ! que e cada vez maior de trã- o Bráneo dé Espanha ., .... 30 grs Essencia de Bergamota 10 «rs |balhar breve chegará o ia Cêrmm virgem .. .. 20 grs ITALA RS a E as nar dores mis q Jnmundia .. .. o 150 grs TO dir id POEIO .DOBAVERO, SOM com desprezo pelos indivíduo o Derrete-se a cêra no banho mario PEA RETO E santos representantes de seu proprio juntando o resto em seguida. Depois Dó AR seXO . polvilha-=se com o seguinte pó: E' um assumpto serio! E' a ê ” WINNY — Experimente Cêra virgem [officina, e os negocios a unica Po TRRMARÃO «+ grs | 45 gre; Clara de ovo, 1: |solução? E o casamento? Mi- [2 de ponei é gro] oleo de amendos 5 vre pnha-opinião é que as condições Pé de piretro » . acne > dg futuro farão ds vei do x De MA, | muito mais do que é desejavel, Lembras-vos que O ESTADO rar rique as mulheres casadas te: va DO PARA” 6 actualmente o jor- Ea AULAS DE PIANO nham uma occupação fóra de ca- A nal do norte do Brasil mais cor |] SOLFEJO THEORIA MUSICAL, sa para ajudar os gastos do br nhscido em todo 5 Paiz. Annun- | Para alumnas adiantadas on princi- piantes. —— Ensina pela escola mo- , ciar mello 6 fazer O vosso pro. derma JOSEPHINA CORDEIRO ] ducto conhecido do Acro ao Elo Av. 8, Jeronymo, 471-—-Phone, 1883 , 4 A's 4.99 feiras Crando do Bul, ção. ES USC go202==—"——— ms É um perigo q mulher O ESTADO DO PARA' — Quarta-feira, 18 de Setemb » de 1935 —— as me sultado dessa energia'e dessa | 1 todos os dias ao nosso al: Quando uma Tapariga affir- | 45 grandes dedicações, a abne- ma de que necessita de algo pa- gação do nosso proprio bem-es- ra occupar-se, está tocando Oltar 4 felicidade alheia. .. pungente problema, do que po-|sas estão sempre incluidas ma dia parecer, à primeira vista. | vida de todosios dias. seja na fa- “Algo que fazer”, é a taboa jmilia, seja na sociedade. | é que ojque encaminha é tambem a bon- im- | dade —porque só a bondade é '+' r|ou rebaixar. E bem ou mal em o que O nós se re | po di Si E SA Si RT RE 2 DE, DI DO e mma. ———e—ese e — pa ea TS curta 280 “e a ce ra eee ee 0 Ra ro e ea « ,x e eminip di - : =. [LL W >—- —- [DDD TE == — A BONDADE o , a 1 , ty Uma leitora escreve-me per- eq 4 guntando-me em que consiste, % RE | afinal, “verdadeiramerte” a bon 3 ] 4 o x dade, pois que eu trai mais, no que disse, dos effeitos que a bon- dade produz na expressão do rosto, do que na applicação mo- ral e material dessa qualidade. Eu creio ter dito que a bonda- de é “delicadeza, doçura, simpli- cidade”, —mas para satisfazer a minha amavel corresp-s-dente vou citar-lhe algumas palavras duma illustre escriptora portu- gueza, cujos livros talvez conhe- ca, e que nas lettras usa O pseu- donimo de Luzia. Esta senhora, muito intelligente, muito culta e muito viajada, tem observado a vida com olhos perspicazes. Diz-nos ella a respeito da bontla- de: “A bondade consiste em tan- tas coisas—pequeninas e gran- nãos é DR. WITTROCK cultura, segui sa, infinita como o Amor... Mas parece-me que consiste, so- bretudo, em saber dizer sempre a palavra que consola e sempre saber calar a palavra que faz mal”, E' uma bella definição da bon- dade. e pe” cas, vomitos, que o leite materno nuca faz mal mente mulheres,—pdais os ho- mens, geralmente, nessas coisas são mais generosos—que preci ram sempre dizer a palavra q" = descons la e que contraria, que disilude e que entristece. E quasi sempre têm pare isso mil explicações e desculpas razoa- veis. Foi pa a avisar, para acon selhar, para evitar um equivoco, para desfazer um engano, e ou- tras coisas mais, que apagam à esperanca, que amortecem + sorriso, que entristecem o olhar que desconsolam a vida. E, “é por bem“ dizem em conclusão: Talvez seja... mas o resulta- do nunca é efficaz. Ha donas de casa que tornam as suas reumiões ericantadoras pelo systema contario. Sabem sição a ponto de causar qualquer damno ao lactante. O aleitamento materno redo- bra de importancia "ia creança enferma. Desmamar um petiz doente do apparelho digestivo affirmando-se que o leite ma- terro é prejudicial, é fazel-o correr risco de vida. Isto, con- vem ficar bem gravadq na me- movia de nossas leitoras, que de- t vem saber tambem, que, se nos “rasos graves de alterações ds apparelho digestivo (vomitos e diarrhéas) «: submette o lactan- te a dieta de 24 horas, durante a qual se administra . granide quantidade de chá fraco ou agua mineral, e, dapois deste periodo, se dessem pequenas quantidades sempre ser agredaveis, para de leite de peito, previamente aquelles que recebem,—inão só extrahido, ás colherzinhas, a mortalidade ficaria reduzida a um decimo. O que faz perecer as crearcinhas é a desorienta- ção, excesso de remedios, regi- mens e dietas mal applicadas. recebendo-os bem. o que é rela- tivamente facil, mas tendo sem- pre para cada um a valavra ama vel. que anima a expressão, e chama o sorriso e, sabendo o que agrada a este ou áquelle, procu- Ê “ups O petiz artificialmente alimen- ram conciliar a boa disnosição e tado é o mais sacrificado, pois, entre dez lactantes que morrem, nove tomam leite de vacca, leite em pó, farinha, etc. E” que este regimit, não póde ser seguido ao acaso a conselho de pessoas que se dizem entendidas, por que criaram muitos filhos. Não havendo leite de peito, são necessarios os conselhos de um especialista ou a orientação de um livro pratico como o rlosso “Guia das Mães”, onde se encon- tram regimens, technica de pre- paração destes e a maneira de fugir das doenças e de torrar a creança resistente. A popula- cão culta já não acredita mais nas suppostas doenças de denti- cão, para isto, bastaram os 1Pos- sos artigos durante quasi dez annos, que “Correio da Manhã”, levou aos lares mais afastados deste immenso Brasil. INSTRUCÇÕES E .CON- SELHOS o cortentamento de todos. Nisto não é só a boa educação que se preoccupa com a alegria alheia. A bondade, como diz Luzia, está tanto nas pequeninas como nas grandes coisas. Ora as grandes coisa não an- cancé—os grardes sacrifícios, Mas as pequeninas coisas, es- E nessas pequeninas coisas, sem importancia apparerte, po- de-se sem muito bôa cu muito má; pode-se ferir, ou ser cari- doso, animar ou deprimir, elevar flectem. Eu não creio que quem diz coisas desagrada- veis não crie um intimo mal-es- tar, que afflige e desconsola. — A inappetencia e anemia me- lhoram com os banhos de sol, à vida ao ar livre e a administrac- ção do preparados arsenicaes (Ferro-arsylose, por exemplo). —Para uma creança de u mez e 5 dias, que 'rão progride de MARIA DE CARVALHO . NOMES FEMENINOS re <: ratio ca mma ser++ EUFROSINA, como Eu- ventura, ; por insufficiencia de leit peito, aconselhamos no interval- das mamadas 100 grs. a 125 de Eledon. É rrasia, siqnifica b prazer, encanto; era o no- grs. de uma das Tres Gra- A impetigem cortagiosa, que mada de precipitado amarello. ças, dos cantos de Hesto- me do. EUGENITA, significa no- de pequenas bolhas semelhantes bre, bem nascida Nom ás de queimaduras, cura-se com 1 + ç L 9 ha ” “Ty : »e7 4 a E de imperatriz, aquella for- banhos em solução dUuida de mosa granadina ua foi permaganato de potassio AS cujo trós vezes rainha da Fran- G na belleza, no amor, Luvas on saquinhos nas mãos mo poder... é q? ; são rácom ondaveis IRENE — quer dizer tz A] , paz. Vem de “Pirenc a le ! pas, deve da ea ceança de ) meze ma Te- deusa da paz, o que se ap- E edad pad <A E feição constituida de 2 bananas prende no “Orestes magos Euripedes. SUZANA belleza immaculada do ly- exprime a se manifesta sob a forma de fe- ridas, quo resultam da reptutra A « são aconselhaveis. esmagadas com assucar. Caldo d> laranjas. A technica de pre- e paração dos alimentos, os regi- mens para as differentes edades | ncontram-se na 4,a edição do muia das Mães”. rio, à flor sumbolo de pu- + | 4 ,,e: Y ;, . + reza . HELENA leza fatal que mens, fatalizados pela mu- diz da bel. os ho- — À época da sahida dos den- tes não importa, Deritição retár- dada, não é indício d> doença Ambiente quieto, isolamento de adultose creanças é 0 que reces- sita um petiz nervoso. —Para tratamento da coque- luche, indicamos a vaccina es- c ga O lher que deu causa á guer- ra de Troya.T 0900040094 90909409< EE . lar. Por que iria isto em detri-/encontrou a saida mais satisfa- | pecifica, cs raios ultra-violeta, mento da felicidade do lar? “A |ctoria para essas novas « pode- |um preparado para diminuir os joven que cuida de seu lar e de [rosas qualidades que seus negocios — como soe acon- | ser perigosas se permenecessem | em | (cc q muitas actualmente — desoccupadas, “oriam | accessos (Codylose), ar livre e mudança de região. —Não havendo fructas e ver- 'A medida basica para a con-[ duras para a creança de 10 me- servação da saude do lactante|zes, ) consiste ro aleitamento mater-| conseguir banana, no exclusivo. Infelizmente, po-| parar uma papa, conforme en- rém, a mãe brasileira, em geral, | sinamos ra 4.a edição do livro, não tem a menor noção de pueri- | e dar almoço e jantar, constitui. do os conselhos | dos de puré de feijão ou de he» e preconceitos é rados qu apren | “ihas, com arroz bem cosido ou de de pessoas idosas, tias, enten- | “atata esmagada. Achamos que des coisas! A bondade é immem | didus, etc., c muitas v:zes, des- jem qua ? mamma um petiz alegando que | encontram, ainda que periodica- |4 o seu leite faz mil, prod'iz coli-| mente, laranjas, cujo caldo é in diarrhéas, febre, | dispensavel'aos 1 etc. A tudo isto, devem s dizer | dos 3 mezes. e que desvics no regimen alimen | ção nervosa (espasmo rythmico tar da mãe, aborrecimentos, re-| do diaphragma), que não tem ; ] À gras, gravidez, doenças mesmo | importancia; zestes casos, deve Há muitas pessoas—especial-! febris, não alteram a sua compó- | deixar o petiz ao ar livre. isola- DPorqueg adoecem creanças, é muito Jastimavel. Caso | dese pres Iquer parte do Brasil se actantes depois —O soluço é uma manifesta- do e afastado do ruido e não car. regar no collo. e O annuncio é uma edespess ge á a como o empregado e » tele” di phone. Annuncias cesta format, * Qui) o mafs lião em toda » Avarcilá ado. influe muito sobre o valor delles, por que cedem á agua em que ferveram |. todas suas propriedades. E” necessa. | | rio, pois, cozinhar os legumes em pe quena quantidade de agua, de modo que essa agua seja absorvida, evapo-| Ao forrar, rada completamente ao fim do cosi- molhe se mento. Este, pelo vapor, é esplendi valo ou de cosel:o. 1 do. O cosimento em panellas bem | do enxugar, ficará 1 á tampadas, quando os legumes são a. ; quosos, quer mesmo muito pouca a- Lembre,se que as gua. Mas em geral esses legumes pre ou de mesa qu cisam de ser escaldados antes, para | cadeiras devem que percam seu mão gosto. do para evitar que a sor bre o que se lê. - PARA COZINHAR FEIJÃO, LEN'| | e TILHAS, etc. — Ponha-se de molhe |. muitas horas antes de cozinhar. E PEIXE COM MOLHO TARTARO jro gemas de 0W0B! Vso 3508 colherialia “Trono, tempera 1 colher de menteis 4 Vira isa od á Dito" pruço um copo ds juntaese uma eolherinha tias finas; junta-se em seguida um | RIM DE CARNEIRO bási. ) DE TOMATES Cortam-se em quatro pedaços, . Curta-se em postas o peixe põe para cozinhar num mol 1 as Dem temperado; me ea na qual se refogam uma cebola picada e uma cenoura cortada em fa copo grande de vinho branso c à agua tor que searia; tempera-se com sal, pime (em grão), uma folha de louro e um «bongnel? de cheiros. Cobre-se a panela com vm papel untado com manteiga e põese para cozinhar no forno ou em fogo bran= do uns 15 minutos, por meio kilo de er or com wma eseumadeira as postas do peixe e arrumam-se na tras vinho branco; deixa-se juntar uma grande colher'de | de tomates (feita com tomates: cos), tempera-se e juntamese 100. àc manteiga; deixa-se ferver ufunitos, em seguida, despeja ex ring picados) POTE se Se cellinhas. BISCOITOS DE peixe. Tira-se vessa, Vá | MOLHO TARTAR 1 paso tas Passa-se por uma pencira fina qua- ASnIORAS
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