O Estado do Pará 14 de Setembro de 1935
——stão sendo procedidos os estu aecusado de | dos do traçado da nova estrada de Lor- Brasil com | vão a Chelo. facto esse que causou o mais vivo regosijo á população dessas localidades. imilar “pesso “pais, - ol igão e embellesamento ini- - D chef» do Estado recébeu em + novo encarregado dos nego França aqui, o qual fez entrogo exe, das suas crodencises. o , sageiros portuguezes. Ecorror da ceremonia. (A, B.) O ad O —No paquete “Madrid”, ember caram para os portos do Brasil 95 pas- ——Em Duas Egrejas, Manucl Gomes Afaujo, quando auxiliava alguns ope- rarios numa pedreira, soffrea um acei- | dente, d qual lho resultou ficar com amistosos diseurãos | og dedos do uma das mãos fractarados . WsE” “O Relatorio do sr. Ramos, - prefeito de Macabá Escrevosilas O deputado João eras pois visto dos mis negocios cuir Anastacio de Quei.oz: mpg dus Gu dos desbravadores é colo “lilmo sr. director do Q ESTADO! vigasisci, — DO Fáauá — For numis genuzia ué | + UM dmigo, foi-me dAG cuutjo vo du oa, | 46 relatar é supasólues, | já impeosso, apoescaLado aU vamo. si. O Eovithador dy Estado polo sr, stancis so Raais cotual picicto de Maraba. Ddnsvaco Wu sluidua é wii quls canicu to CUL QuiLUD, O QULLLAGATIO Um Vabiueuo Ly Comsbitaisiis, beliuo ba4U + CUUjInçãO Wblichio LONIOSA púld ULuik, GU SE. GL, LXVULIÇ UU aituutição a UU] denMiLih, BOL |MDCO db MLS gia ul quanuui dVCLCaith O, UUS QUO asia Não ise daria ao trabalho as tomar asya-vUcis suuicuro LA Opuca uis ad eombecimento desse emontondo de sam | 1.05, o Quo não Clupicgáis uaquony Liu dicos escriptas pelo consorcio Ramos € | NiG«piu um real dUs JUGO Luvusvous que E arg so DO mesmo não fosse foca- | auiwicia, a gdo meu humilde nome. (A minha interterência nos arrenda- ho mentos concedidos pára à safra que E Dirt om der -ag opala . “se fizesse justiça concedendo cas- se, a pessoas que, de facto e do E faziam ju's a serem contêm E com terras devolutas do Estado : múnicípio, para a industria ) extractiva de castanha. Domiciiado é resdento b longos &nnos naqueiia z0n4, é pagando sempre em dis os meus compromissos, quer commereizes quer particulares, natural, 4 era, pois. que me fossem consignados AM diversos lotes de castanhaes. E Neil o Esiado nem a prefeitura de ud MUtos ANHOS, gramenvos, uma vez que os E Mia iv que of impostos Pagos, Todes aq que ma consignaram | Marabá % castanhas rovolbcram q valor Ge suas a | consgnações, Não sei ae aconteceu o | confis. = MéPmo aos que consignaram essas amen- Oo doa ao sr. Borginho a k o E dor do Estado, Consta-me que alguns ain AUPOrAs , como protector po: receber. bi da estão | maximo do povo, arranjar um meio fa- S. exe, o sr. governador do Estado, mas entrelinhas do referido relatorio, qe a bilis sobre meu nome | te leitor e admirador. Casa) Potulas d'JArte —— rando in- | Wuauto 40 exodo que se vem notando DOS guias, O Que cotê uácMisuuo U smuids CORO CUNQ dO LOrU verda- dc) € guia LaO sOmcuia di naAbiáumais BLSSÃO ll 40 Lia DOTA COLINA AU SI- itália O MilvVA, PIO cuiag UUvU mo Leo r Vis UA L O, PusS GOSC SIT HUM Uiis TeZ scuag Ucsusguuscar O comiviciu UC. O cápuser vosius urrcuuscáciOs quo uili se acuavam jocâuisados desu A ra:ão ua proposta feita pelo sr. Aveius jrárá que LOUOS OS Cusbiduiios us zouaa ve liupiranga o B. Joao, sejam [uados à Patrumonio ae que os casta nnaes da zona de itupiranga é 5. JOGO, Sejam daúos a Patrimonio, percebe-se pe perfeilamente, pois não obstaue à alie- Poderiam Eação do sr. borgunho de que os casta- usos eram Giviudos de secorio com Os iuteremes posti saiia sos oluos, legalmente | mesmo «os mais da isados, que outro nao é O intoresse do actual mentor de O povo quando vê muita esmola des- Está, pois, nas mãos do exmo. sr. dd o sr. Borginho fazer bôa safra e dei os extractores homem eulto, naturalmente saberá ler. | definidament pelo saldo das vendas Agradecido, fimo-me de v. s. constan- nada mais é que à inveja do sr. Bor- | TACIO DE QUEEROZO.. o SAS |. SEDOSOL Afim de traçar os rumos certos de sua actividade, os directores do Departamen- to de Arte do Cinbe do Remo, recem, ereado, professoras Helena Coelho e He- lena Sousa e poeta De Campos Ribeiro e terão uma reunião, hoje, às 5 horas d' 'antar-concerto, discos cscy- | tarde, na sóde azulina, em conjuncto com 7 «| à directoria do clubo. Justiça Militar Reunin, hontem, o Conselho Especial de Justiça do Exercito, para prosegui- mento do processo do cap. Sergio Mai- ra de Castro. 3 Foram conclusos ao dr. Auditor 03 autos dos processos em que são necusa, dos, Abelardo de Deus Rosa Filho, eol- êado-do 24º B.0., Antonio José Ribei- rc 2” cabo do 24º B. O., Aurelio For reira Modesto dos Santos Marques, 2º sargento do 26º B.0,, José Borges de o “east” infantil. Almeida e Antonio Alves Bezerra, sol Clube recebeu hootem o | dados do 25º B.0. e José Correa, sol- ta talegramima referente ao pro- | dado do 26º B.0. “Onsa das tres Helena”. a irmãos nara no Magisterio Primario Foram assignados, hontem, pelo go- vernador do Estado, decretos transfo- rindo o professor da escola amxiliar maseuina do logar Tem-tem, munseipio 4 da Cametá, sr. Jacyntho Garcia, para â — GESTAO RR pm lado -» mibsicad, destinado aos muri- Regatão, órgani- Guiãos de Barrós e Wandick o concurso das senhori- Mafinho. Neyde Obvei- jo, D. Mandica e Ab- Eduardo Mas-Dowell. das 10.30 ás 11,30 será ttido o programma “Depois da A - » esctla de igual cathegoria da vilia de E Em “do noso amigo, sr. | Lim-esro. no mesmo municipio; a pedi í Franelseo deu nos, , Ot do a professora da escola isolada mista DR o de uma visita o sr. Henrique Bel- | da poscação 8. Luiz, municipio de João lasaimia, do Tostítuta Bios, de Nistheroy. | Pessõa, d. Maria Izaura Lobo de Mo- ad som oq nossos redactores, | raos. para a escola ds igual cathogoria , nos offertou varios productos dos | lo rogar Thomé-assw, municipio do Aca- | - Laboratorios Dios, s.s. explicou eucefn- | vó; a pedido, a professora da cacala O tátento o que 6 essa organização, explo, | uxiliar mista da povoação 8. Luiz, tando 4 diversidade de medicamentos ma, | municipio de João Pessoa, d, Olinda nípulados alli, todos do- sados 6 particulares a ri molestia, Em ir cmg cos dd bass dos produ- E etos |, —s fquello cavalheiro discor, mento E acção vietoriosa dos medicamen- tos em mt bascados. Informa nos mais oe. ra que o repreeentanto dos Nas Bios, nesta praça, 6 0 sr. Fran, ' P A Vasques. re rsepmorça | 1! 1] DR fa A mulher”: Btetan Jetg- > “288 E Amor”; Stan Zweta O PPRSGA”; Gastão Cruls -2A Amazonia *Mynterima”, romance: Carmstro-"Rotal. MA ro AM Mao so 1 “Mincrrtacão da E rdrionea: tuto Bab2A mão”. e ms <a e revista 6 avgrientada, Que a — "Impretia nó Brasi! e do Pam. qa iaenara mertaam — "Pur, 9 Ao das fentse Arns turteson Tal, Do mino des 9"; Alexandre Kumrin— Vama”,,O Borts!; Aftonso de Carva. Sho yiagem pelo Brasil”: Oswaldo Ort. Pr-“Lmagona do flo de Janeiro”. eathegoria do logar Rio Poquens, m- nisipto do Acará; o a profemora das eserisa reunidas àa villa de Marissba, d. Ei rmilla Mendes Poreira. para a os ota isclada mista da povoação 8, Lniz, municição de Jos Pessoa. ) Conservar-se fo abertas domingo, as equintes pharmacias que constituem o 1º grupo: a Cesar Santos, rua Banto Antor Povo, ma João Alfredo, Baptista Cam- pos, avenida Padre Eutychio; Avenids, venida Conselheiro Furtado, canto da 2 de Maio; Kós, ma 25 da Setembro; 8 Jão, avenida São Joho; 8. José, avent- 4 “a Thcodomiro Martina, O Lobo de Moraes, para a escolm de igral ' *ONSERVE os dentes fortes, claros e bonitos com o uso do Creme Dental EUCALOL s E A exemplo do que se fez na <f tenço a um partido mas 2 N ses medias. esta pemeca burguezia «s Ei estava ao lado dos proletarios pari 1 NY 1 mar a Bastilha, que proclamou a sua TUBO GRANDE amizade pelo proletariado e nunsa O Não se assuste. sr. Victor. Leia com | respons trahto”. to do tomarem posição todos aquelles que querem a democracia na sua, ace- Entre nós. chegou tambem o momen- atenção o cplgia fygamicaa AA | outro. O sr. provocou-me, insultou-me, | m quiz me levar ao pelourinho da diffa- mação. Revidei como homem de trio, pção da asseguradora das lberdades quiz mostrar-lhe apenas que não 9 pa xar 08 casos levados diariamente ava Tribunaes, sobretudo os que dizem res- França, constitue-se uma peito aos militares. A Constituição as- Frente Democrata para combater o Fascismo e a | “Fascistização dos pode- res publicos” baia, CUNCLUBAO DA ie PAGINA” medidas coercítivas postas cem pratica ultimamente contra manifestações do pensamento é ideologicas. O manifesto a que nos referimos está concebido nos termos seguinte: “O Brasil não poderá sujcitar-se por mais tempo á sitnação creada pelos int. mig s do povo. Cruzar os braços ante o espectaculo dessa untversal degra- dação — crise economica, oppressão politica, insegurança social — é con- sentir que a Patria descambe para um longo estadio de barbaria. Vae para cínco annos, Inctamos por desvencilhar-nos dessa politica de in- conerencias, mystificações o felonias. Ella visa encobrir, todos o srbemos. alguma coisa mais do que a incuria ad- ministrativa, Sendo a cortina de fuma- ça para despistamento da opinião pu blica, pretenderia subtrahir ag controlo dos brasileiros esse desregramento ad- m nistrativo que propícia cancessões, esse monstruoso descaso pelos interes- ses nacionaés, preteridos sempre quan do em joga. o dos exploradores, nacio naes e estrangeiros, de nossas riquezas naturaes e de nossas energias. As multidões haviam descido á rua, empolgadas pelo ideal de uma renova- ção promettida. Era o secular anhelo de Hberdads, a aspiração de justiça. a pratica. afinal, descortinada do rigime i que inspirou todos os grandes movi- mentos da nossa historia. Anteviamos o obasis para onde se dirigem sempre, hontem como hoje, no deserto de ho- mens sem fó o do idéas pulvidas, as nossas esperanças. Por isso mesmo não foi sem protestos immediatos e cffecti- vos que se consummaram as trahições. Nem faltaram as luctas sangrentas com que o paiz reagiu contra os usurpado- re . Não ha de ser, tambem, na apa- thia do calumniado Jeca-Tatu” — na- quella attitude que Euclydes da Cunha definiria já como de méra e engan9sa apparencia, na psychologia de todo um povo animado pela energia potencial do sertanejo — não será no desalento dos vencidos que a nação assistirá ao seu proprio fim. Já uma vez a di- ctadura ostensiva se viu coagida a Te- troceder, dando por terminados 6s Po- deres discricionartos, até então por tempo indefinido. Muito cedo, porém, os capituladores revelaram, a falsa fé, em relação não. mais apenas à correli. gionarios, companheiros e amigos, mas ao proprio regimê que diziam en! cons- trucção antes mesmo dos pronuncia- mentos em que se derramou o sangue da mocidade brasileira; no sul, no norte, nas montanhas mineiras, nos campos de Matto Grosso, culminando na insurrei- ção paulista. e Apenas promulgada a nova carta po- Htica, vimos sem solução de continui- dade a pratica Wberticida. Nas unhas dos carrascos do policialismo, à Cons- titnição de Julho seria o objecto de es- carneo dos negadores da democracia. “Querieis d imperio da lei? -— per- gumtariam. — “Pois ahi tendes no throno um ph: ". E a suprema lei, letra morta da pom- pa das mais irrísorias democracias se- ria o supremo capricho dos +yrannos. Lei suprema..; Bmprema ignomínia! Liberdade do reunião? — Os comicios ! populares são dissolvidos a bala, à Ea '2es toxicos, à granadas de mão. F” pi pInstrativo o episodio, destes ultimos dias. quando & capital da Republica presencion o barbaro acontecimento de sicarios contra o comício de estudan- ites da Universidade e dos cursos se- ' comdarios, rapazes, mocas, creancas ainda, quando reivindicavam abati- Imento nas passagens dos mefos de con- dudtão. Asstm trncidam nossos filhos, nossos irmãos. dentro das fronteiras do Brasil. as armas mo theoricamente não asqrediriam. lá fóra, ninguem. no Tes- ! peito no nosso consagrado humanis- mo. |- Direito de associação? — Os syndi- | catos, embora sujeitos & regulomenta- cão tmposta por quem, nas promessas da candidatura. annunctara a Nherda- ide e a autonomia syndical irrestrictas. são diariamente assaltados e depreda- dos. A Confederacão &yndical Unita- ria do Brnail, fundada por vm congrasso pastonal de mundicator & Inz da loca- Vdade, com presenca dos Jornnes e, por corto, da volicia, teve sena roprosen- tantes presos e ma assembléa dissol- vida, quando apreciava a questão do reatratamento dos salarios. Liberdado de imprensa? — Por toda parte os orgãos popnlares são appre- hendidos, seus editores processados, os redactores presos e perseguidos. E não sómente mos bnrgos mais distantes. rem contra apenas os períodicos ditos “ectremistas”. No Bio, na Panlicia. onde mandam os constitucionalts tas, nd Ceará, no Pará, são considera dos carbonarios ot elementos do parti o | revolucionario. | Liberdade do organização? — O »r | bitrio polícial impede a associação do | Homens livres e pacíficos. Sem o “nl. | hil obstat” dos beleguins, morrem no nascedouro os gremios políticos, bene- ficentes e culturass, bastando a pre- mumpção, sem fundamento em qualquer facto concreto, da não so bitolarem Dor um padrão qne o governo não diz, qual seja, | Tem a maior elasticidado tasas mé | dloval policia-política preventiva. Por | «| netem tão recentes os casos da Allan- ça Nacional Tábertadora o da União Feminina do Brasil, não precisaremos demorar no asemmpto. Direitos individuses? — E" só fl. segura-lh es seg es direitos de cidadania, os pastores, sacerdotes de quaesquer regulamentos estabelecem a norma das classificações. das matriculas nos cur» sos de apetfeiçoamento, da licença-pre- mio; nem a lei, nem os codigos, nem os regulamentos, acutilando com evi- det dente parcialidade os partidarios da de- mocracia, os defensores das liberdades | €t publicas, visadas em certos casos, por motivos de antipathias conquistadas ao serviço de uma revolução que pa- recia ter sido victoriosa em 1930. na sua essencia de regime exercido pels. | dos os contrarios ao regime de com- vontade do povo, liberal é effectivo Com tal objectivo é que se organiza a FRENTE DEMOCRATICA. Para ella chamamos todos os cidadãos pa- tríotas, todos os políticos, sclentistas escríptores, literatos, publicistas, pro- fessores, estudantes, trabalhadores ma- ritimos, ferroviarios. pequenos com- antes, pequenos lavradores pPo- bres, cultos, espíritas, 1ivre-pensadores. to- pressão das Hberdades: os brasileiros odas as condições e cathegorias que sens irmãos o qua queiram “u- Brasil.” prez m os ar por um futuro digno do Para Creanças Na Grande Feira de Livros da Livra- Se dom rag rca aa da Classica encontram-se maravilho- ga, n a tolerancia, mas o estimulo, ” EE A o apoto moral e material, a garantia sos livros dos mais famosos au , policial ás actívidades dos chamados “extremistas da direita”, que podem reunir-se, sabindo já do terreno da critica para o das ameaças ás insti- tuições, com praso marcado para à subversão do regime. O govemo, pois. olhos vistos, acumplicia-se em declara ções solennes e um partido que tem por escopo & pi quidação do todas as liberdades, à su pressão dos direitos fascistizando-se a em actos publicos, com do homem, o afo- contendo contos de fadas, historias phantasticas de principe e rainhas, a- venturas, caçadas e luctas de animaes, e mil diabruras para meninos e meni- nas. Be Primorosos volumes encadernados, que eram de 5$000 a 83000 vendem-se na CLASSICA a 4$000. Rua Conselheiro João Alfredo, 61. ei A eee a temo “m qualgeer-terreno. “a , O sr. poderá continnar na soíha ds infamia, do villipendio, da diffamação, do desaforo de baixo calão. Eu não! Continuarei na senda a que me propuz de provar ao povo honrado desta terra, com úccumentos seguros e verdadeiras, <om a decencia que sempro me tem c*- racterisado e com a attitude definida de mens actos, qual de nós dois é o men- tiroso, o hypocrita e o ingrato. y Comecemos. Não se assuste. Vai falar, o sr. Victor Engelhard. que não é “men- tiroso”. Trecho de sua lenga-lenga: CAS gamento da democracia em sangue, pa- ra a manutenção do caos já provado em nosso paiz com os plenos poderes con- foridos a um individuo, para o retroces- so á barbaria, contra o qual se movi- mentam os povos mais cultos da civi- Lização occidental. k Não vemos que urge uma iniciativa heroica, no congraçamento de todos 08 brasileiros, contra à insupportavel si- tuação de arrocho illegal de nossos dias e para que so dissipem as ameaças fas- cistas? Que fazer? Como arrancar O Brasil do sorvedeiro que O Va? Const mindo? Fraccionar as forças democrati- cas e líberaes, para abrir à paagasem a crueis inimigos Chegou a vez de repetir o appeilo de Daladier, o esclarecido chefe dos radi- caes francezes, no formidavel movimen- to de acção comimum pelas Hberdades democraticas, a 14 de julho ultimo: — “Passou ahora das controversias, pas- “A SEMANA” Apparecendo de semana em semana sahirá, hoje, ás primeiras horas vesper- tinas, mais um múmiero ansiosamente es- perado dy conhecido hebdomadario “A Semana”, que se tem imposto no Mosso mundanismo, como a revista “leader” das plagas guajarinas: ni Traz em suas paginas colaboração de intelicetuaes de pról das letras de alúm Estado. A par da nitida feitura e o esmero 208 assumptos, attinentes 4s revista do genero, contem farta Fre- portagem dos ultimos acontecimentos sociaes de nossa terra que. antecedem ao dia de sua circulação. Ilustrando as suas paginas (publica clichês” de pessoas de destaque social. E" de pre- ver e marcar mais um triumpho o aps parecimento, hoje» dessa revista semar naria. . ) 4 4 aa “Governo do Estado 6 Prefeitura Municipal | de Belem e pç q a 1 1 DESPAGHOS/PROPERIDOS PELO; ( - —Philomena Marinho Rayol — “De ERNADOR DO ESTADO - || ferido”. o A mad ei ea —Goralia B telho de Freitas — “A” Direetoria da Fazenda para informar”. DIRECTORIA GERAL DA AGRI- — Raymundo Collares da Silva — “Ao QULTURA E FECUARIA DO PARA? não sou ev, porque. cte.... 6 0 sr. dr T que para nós merece tudo na vida, por que é um moço integro, Ê ra quem é o hypocrita, mentiroso tomador. Ah! sr. Victor, reparo há parece que opinião publica está | Negocios Municipaes”. (capeando a petição de Arthuo Botelho de Freitas) — “Faça-se & momeação pa- ra o cargo do sr. Antonio Amorim € Sousa, que não tem concurso”. CGRNTEN DO NAISCIMEN- To DE O GOMES (Campinas) — “Agradecer e communicar que O Pa- rá se asscoiará é comemoração projej ctada. — Dêse-sciencia -deste. oxticio ao lustituto Carlos Gomes, enviando-se copia do mesmo áquelie estabelecimen- to, bem como"ao Synilicato dos Mai 7 cos”, 4 cs AAA SANTA CASA DD ursiicoNntá — “A? vista da exposição, minuciosa é cabal que faz a Provedoria da Santa Casa de Miscricordia da situação de suas arrecadações, e tento em vista que hon, ve effcetivamente erro de caleulo na ins- cripção no orçamento da verba proveni- ente dos 2/5 dos ad icionaes que eram destinados, como auxílio, Pia Institui ção, dando logar ás difticuldades verifi, cadas e demonstracas neste officio, de- firo o pedido para mandar adoptar 0 alvitre suggerido pelo sr. director da Fazenda do Estilo em seu parecer, de fis. 8 do processo appenso no presente. Em consequencia officie-so á Recebedo- ria de Rendas, mandando recolher ao Thesouro as importancias provenientes dos 215 dos addicionaes ao impost de exportação destinados ao referido auxi, Ho é inicie-so a entrega á Santa C sa a partir de 1º desto mez. PREFEITURA MUNIGIPAL DE SANTARBM (capeando a petição de m. 3440, do engenheiro Bruno Savary) — “Ao sr. director do Departamento Cos Negocios Municipaes, para informar”. DIRECTORIA DE OBRAS PUBLI- CAS, TERRAS E VIAÇÃO (capeando a petição n. 3692, do sr. Bonnerges Car- doso) — “A” Directoria da Fazenda para informar”. SANTA CASA DE MISERICORDIA — “Junte ao processo anterior que deu logar a sta resposta e volte a despa- cho”. Raymundo Esteves Farias — “O be ao requorente com justiça a>reparação que pede. O ur. director do Serviço deve readmittil-o som prejuizo, todavia, do direito de terceiros”, —Iniz Borges Lobato (caipenda pe, lo officio n. 424, da Recebedoria de Rendas do Estado) — “A? Dirootoria da Fazenda, para imformação e pare cor”, Antonio Tavares do Pinho — forme a directoria do Departamento de “Ca- “Tn. Adolpho Poreira de Barros “Como requer”, . : —Heraclito Pinheiro do d prefeito por intermodio do Depar, tamento”, — Agripino da Penha Rodrignes — “NHo póde ser atterdido”. —Raymundo Nonmato de Bonsa “iÃo er. chefe de Policia para mandar infor: mar”, E Jos& da Bilva Lima . Inform à Directoria do Ensino”. TS se ié é e-Astonto Andrado Jos Eantõd es TUR? Diroctoria da Saude para Tizot. WIN] “Sejá ouvi TADO pagará, hoje, das 8,30 sr. Cirector da Agricultura para infor mar”. : 254 per PA Manoel Tholbro Pereira — “In, forme a Secretaria Geral”. — Antonio Laureano Diniz — “Faça- se a nomeação”. “ —Joamna Ferreira d Paiva | Joaquim Marques Velloso — “As Directoria da Saude para informar”. Antonio Pereira Guedes (capeada pe- lo officio n. 263, da Côrte de Apella- ção do Estado do Pará): — “A? vista da informação do sr. presidente da Côr, te de Appellação não ha o que deferir”. — Carlos Walraven Muller (capeada pelos officios ns 1960, do Departamen- to dos Negocios Mumicipaes e 17, da Sub-Prefeitura, Municipal de Barcaro na) — “Officie se ao sr. prefeito ni sentido de ser fornecida n certidão pe- dida pelo requerente, si não preferir pa- gar Cesde logo o debito”, — João Baptista Lobato Filho — “Re- metta se no sr. desembargador procura- dor geral do Estado para providenciar. —Franeisco da Silva Aguiar — “A” Directoria da Fazenda para ser attendido |' opportunamente, em termos”. DEPARTAMENTO DOS NEGOCTOS MUNICIPAES — “Telegraphe-se urge, te concedendo o abatimento para o que “e baixará o respectivo acto fazendo-se as devidas communicaçõos 4 Collectoria e q Recebedoria de Rendas”. PAGAMENTOS NO THE- SOURO O THE OURO DO ES- ás 11,30 aos Grupos Escola- res da capital: Ruy Barbosa, Benjamin Constant, Floria- no Peixoto, José Verissimo e Barão do Rio Branco; cus» telos semanaes e pensionis- tas de Montepio, portadores dos cartões de ns. 151 a 200. ... DESPACHOS PROFERIDOS PIO SR, PREFEITO Assembléa Parnenso — Indeferido; Luiz Vicente Lopes: —— A? vista da in, formação, indeferido. DESPACHOS PROFERIDOS PELO SR, SECRETARIO Severino Ribeiro da Silva — A* 1º Directoria; Maria Clemencia de Soisa: — A? 2º Directoria; Antonio V. Olivei. za! — A” 2º Directoria; Oliveira Si mões e Comp.: — A? 5a Directoria; Sebastiana Rosa de Menezes — A! & Direstoria: Augusto Octaviado Pinto A? 6º Direstoria, , PAGAMENTO A' JAZZ BAND QUE FOI A PARAMARIBO 10 er. prefeito de Belem baixou & se Euinto portaria? ! . "O prefeito tminicipal Tetérínios & pa RR [eeee cem eme d unia po per 2 Hollanda : — “Sim, quando houver vaga”. Edifique-se, sr. Victor, nesta carta e consulte sen foro intimo, e si puder fallar diga ao povo de Soure, especiai- meuto ás pessoas a quem pede votos, si o sr. não é um mentiroso. Somente nesto piso o sr. Victor gas- tou rs. 61:268$075. , Vou ainda provar que não fujo às —— Comtadoria que processe e a Thesouraria pague a quantia de trezentos e cinc on- ta mil réis que acompanhon a embaixada esportiva À soleiião missa em qué tocará un pe a Paramaribo, importancia essa que se- pt xá distribuida em partes igunes a endn um dos seus componentes. Cumpra-se”. OsSyndicato dos Musicos de Belem no Centenario de Carlos Gomes O Syndicato dos Musicos do Belem, associando-so 4s manifestações que ee vão promover, em rremoria do irandão lb toda & nome brasileiro de Carlos Gomes, cójo 2 Pagu, Gu, . à Daiad —. “Si ainda occupo a casa da Pre- feitura, o sr. Severino bem sabe que o faço com o consentimento do prefeito de Soure, porquanto ao temente occupa um predio de mi nha propriedode, do qual não rodo promptamente Sahir por estar fa- zendo reparos numa casa que com- prou e ondo. vai residir, “o sr. actual prefeito de Soure dec'arou perar”. E diga que não é Quem lhe vai responder, sr. Victor, “mentiroso”, tro Contínho, Carta do dr. Ramiro Coutinho: “Respondendo á vossa carta des- ta data, communico-vos que, tra- da casa do tua, pel cor ná dita casa. Em conversa que | j JUL ATOSNo firmei isso. So por acaso ello con | is e mean ro. o que lamento não pader uma casas nesta cidade. Sem mais creia- os inmt Ny mo amigo attencioso e crdo (a) Publico q Por Jupiter, sr. Victor, digam» ago “inaindo outra ordem, como seja a ponte de ponder em seguida. O piso da pon- te reforida ainda (3/7/1935). Durante sua gestão dt profoito, vieram 150 saccas de ci |. da seguinte maneira: ai 5 saccos para Monsarás, Joannes e Condeixa; 4 1/2 ditos no Grupo novo; 20 ditos no curro novo; 11 nos tubos destinados para revestir | as vigas. no augmento da vonte velha; 12 ditos na confecção de valas da 14. travessa em constrqo cão; 2 ditos no paredão da rampa; | M 1 1/2 dito nas vigas para atracar postes de luz, o “94 ditos na Lase de cimento da ponte nova”, “ Para terminar o piso da referida ponto, precisa-se calculadamente, ainda, de 25 a 30 saccos de cimento”, (a) F. HUNDERDTMARK”, União Porular do ultima morada a ui ecntenario se vae commer o segund -feira, - . (3504000), 4 “jazzdhand” | no, Basilica de Nazareth, nesse orchestra, gããs — Tambem á noite, é das pelo guvemo “a parte, ab: e com a > profescores, dO “0: Hymno Nacional, . A) cs das feriados, publico aos domingos e “endo Ber 1
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