O Estado do Pará 12 de Setembro de 1935

eae emo mamae doar rot E asma acanscanaenm ese ato eat F 4 Iniciamos hoje AS lenção ge fêrência que, doisifigo ultimo, no Tsco ta de Agricultura, pros pon o esdo brilhante eoliaborador dr o: patds apena Teixeira, abrindo = tmaha do Insesto Nocivo”, motavel tra balho da ilustre professor de Agrono- Convidado pelos ilustres error fes da Sbc. dos Amigos de Alberto Tor, ves, pára focalizar a mrilidade ou a no eitivade dos fmsctos nos ireresses su dá Humidade, » outros col inborsilores de bon vóntudo e prestim tuteligensta, que me precelesam, cos ter já deseerrarem á percepção dum pre elodo Publico de docentes e discentes É ca pontos de vista varmulos demo int riudunte pasorama de utilitsrismo social lmoquivocamente tão, curioso quanto be - tó. “id mim generosamente resmuarvin esses porosus e diipios coopera ores à que wei ma alhudi, tratar das maneiras como o bomem hodlermo encara e processa a d tosa special dos interesses bumsnos ante » utilidade ou a nocividade dos inse ua agricultura, mais Ega semente e grita 'éBlsto digressão atravez desse do ms mesth minio da detesa cultural. são por tal forma por Po tintos, que me parece meri descondencia dos batidasos equi presentes, acom() atado tes, tdo “degatrabente explanação . “Frequentemente attribueo. à defesa culta! prevenir ou combater, unica, imônte,cas fornis de parasitismo a que dy plantas tteis e suas protueçõ espóras, devido apenas a insectos ou a ejtitass eryptogamicos. Na realidade, porém, taes plantas e produeções uteis, vivem frepuentemente ouvintes ora paciem - tão “producção de” Rides PAM *Admittiremos que as vacéas leiteiras devem incorpórar-se individualmente, em algum dos Séle grupos seguintes: poão, vaccas excelientes; 2o, “vaceas muito boas; Jo, vaccas “boas; do, vaccas medianas; do, vatcas mediocres; 60, vaccas ruins; 70, vaccas pessimas. Às “do lo grupo randem an- nualmente em leic cerca de dez vezes o peso total do seu cor- Fa; as do 20 grupo, oito vezes esse peso; as do 30 grupo, seis vezes ; as do do, cinco vezes; as indo-5o, quatro vezes; as do 60, | três vezes; as do To grupo, só duas vezes o peso tlo proprio “A difficuldade, porém, está! + em incluir uma vacca acertada-| mente no urúpo apropriado. De-! s, nos climas quentes e sec- a regra dada acima é muito vel, porque nesses cli as o! bora ento do leite é considera- Yeimente inferior ao que se apu- | “Ta nas vaccas dos climas frescos | deu ums. celebre z00 echnista fran- ires nd dá-nos outra regra “para chegarmos á avaliação ap- | a do rendimento me- dio, annual, do leie da vacca. Diz elle que esse rendimento é Kuala 800 vezes o quadrado | - perimetro do peito da rez, tido «m metros. atraz das es- ias e dos codilhos. Se esse etro mede, por exemplo, “Im,80, o rendimento do leite se- tá 2.592 litros, no decurso, de a lactação. “quem considere quatro pe- “Siodos em cada lac.ação da vac- ca: no lo periodo, que dura ape- . um mez, o rendimento dia- «Ho do leite é de 10 litros, dando pois o total de 300 litros; no 20 período, que dura noventa e cin- “So dias, o rendimento diario é de Jéiros, dando o total de 760 li- ; no do periodo, que é tam- bem de E erudes e er dias, o TA y À ) E) de: Bei Past Todo mondo sabe, São as sementes das uvas, Agora fala-se muito, lá pela Eu. ropa dê uvas desprovidas de se- mentes. Taeg uvas são excellen- tes para o fabrico de passas. “As mais notaveis castas sem sementes são à Swltaninha, a Corintho, a Moukaka, e w h y brida 75 óriunda da Pirovano. Não sabemos se aqui pdas nossas terras existem taes vi- des mas '0s autores são concor- des que as uvas sem grainhas prosperam magnificamente nas | regiões quentes e de grand» in- solação. .. logo aqui taes vidoi- ras viverão como num parai- so, + º Seja-me permíttida, como pre e roda dosanno? 1:108$000, ou Mbra 17. et B« td rss a feraaas umesçadas, tanto ps é pequenos, sem exe mem quando insoci vegeta inferio podem | repetirei tor cons Lzador, aquilo apenas « tados acima apont da, a defe 3 processos dest ru contra esses agent | turas; mas, sobretudo veito dos iu observ cum tunas aady ersos. Tal defesa con em prever a € “em saber sidades ta ou detendo sus e prevenindo ou reparando os tes ameaçadores ou iprejudiciaes. Os vallados, os tapumes, as armadilhas 3, om especial contra ani-| mães deproladores, maiores ou menores, (bandoleiros, herbivosos, roedores, si muos, aves, ete.), teriam sido, por cer, 0 se “poderá! “calcular a “uma Vacca na rendimento quotidiano é de 6 li- tros, dando o total de 570 li- tros; finalmente, o 40 periodo que é de oitenta dias, tem o ren- dimento diario de 4 litros e o to- tal de 320 litros. Sommados es- tes quatro periodos, temos ao to- do trezentos dias, com o total geral de 1.950 litros. Ha, porém, vaccas cuja lacta- ção fica muito abaixo daqueles trezentos dias. Em qualquer dos casos, se a rar para esta cerca de 300 li- ttros indispensaveis á sua ali- mentação como animal 'mamma. A ovelha nos primeiros vinte | (e cinco dias da lactação, produz em regra, diariamente, 1.500 | à 2.000 grammas de leite; de- pois não dá mais de 1.00% à 800 que | grammas. Excepcionakmenie, ino primeiro periodo, póde pro- |duzir quotidianamente 3 litros de leite. A cabra é, de todos os ani- maes pecuarios, aquelle que pro- duz mais proporcionalmente á | massa ou peso do seu corpo. E tá calculado que, em media, ovelha produz annualmente um peso de leite egual a 3,8 vezes O seu peso vivo; a vadca 5,6 ve- zes O seu; a cabra 13,2 vezes a sua massa. A lactação da vacca, como vi- mos, dura em media trezentos dias; a da cabra, 240; e a da o- velha apenas 130. Em todas estas femeas, o pri- meiro periodo da lactação é o | mais abundante em leite, dimi- nuindo depois este gradualmen- (te até seccar. À ' prenhez contri- | bue. muito para essa “secca”. | A individualidade influe po- | derosamente na duração e quan-. tidade da lactação. Uma vacca chegou a 3 tros durante um anno. ARS de 476 Ji- A: 0; ONG (Us! Em 1933, nora a nossa maior exportação de cacan. Attíngiu a . 98.687 toneladas, no valor de . “ 106.257 contos, equivalentes a 1.340.000 libras. Mas isso com refe rencia ao volame, pois nos preços veri- ficou-se grande queda. Em 1932. por 97.513 toneladas, ou sejam menos 1.174 toneladas, ou recebemos 113.251 con- tos, equivalentes a 1.650.000 libras, ou mais 7.494 contos, 218.000 libras Uma tonelada de cacar o valor medio de 1:075:00 ou libra 1932, o tevo cm 1933 13.11. emquanto que em mesma tonelada de cacau rendeu-nos essa A crise não é de consumo, pois o! cacan é o unico artigo de exportação brasileira, afóra as laranjas, cuja ex portação deixou accusar qualquor de crescímo, em quantidade, no quinquen nio, 1029-1939, is Madi s em usar | vacca tem uma cria, ha que Ê O ESTADO DO VIDA NOS ever to, os prix , k | quentes yr isso que, nos E. U. tiveres ncia 4 preer Eis o processo para o fabrico de vi- pagre de laranja, aconselhado pelo Laboratorio de Chimica do Ministerio de Agricultura dos Estallos Unidos. Às laranjas on tangerinas são es, primidas em qualquer hrensa é do sueco filtrado, junta-se meia duzia de comprimidos ordinarios de fermen- to de cerveja, amolecidos previamen, te em succo de laranjas, ou 570 grs. de fermentos liquido de cerveja para 5 litros de sueco de laranja. Dei- a-se O sueco com o fermento em re- ponso durante varios dias, em um barril com a bocca com um A) batoque. B) grade de madeira que fica abai, ! xo do batoque a 6 pollegadas, divi- dindo o barril em dois compartimen- tos: no de cima collocam-se os peda. ços de sabugo de milho. C) furos lateraes, feitos nos tam- pos, 3 em cada tampo. Se possivel fôr, mantenha-se a temperatura do sudco de laranja | entre 23 e 26” C., nestas condições a fermentação alcooliea deve estar | terminada de 3 para 5 dias. Quando a fermentação estiver ter. minada filtra-se novamente o liquido que fica assim prompto para ser pos- to no gerador ou seetificador. Para Vende RUA 15 pm CACTUS No tratamento dos nossos espinho- sos amiguinhos, os cactus, embora os mesmos sojam extremamente modes: tos, certos pontos não devem ser dei xados de ser levados em considera- ção, Afim de conseguir lindas plantas em vasos torna,se muito importante Baber em que condições a respectiva especie de cactus apparece na na- tureza. Antes de tudo, deve-se diffe renciar entre os cactus que apparecem em desertos quentes e seccos como: Cephalocereus (Mexico), Cereus (Me. xico até Brasil), Eschinocactus (Ca, nadá Sul até Argentina Norte), Echi no cereus (Estados Unidos do Sul até o Mexico), Echinopsis (Bolívia-Para guay Uruguay), Cym nocalcium (Bra, sil Sul até Argentina Norte), Mamil | laria (Mexico-Estados Unidos), Melo | cactus (Mexico.Brasil Central) e O | puntia (Canadá-Argentina), e aquel las qualidades que vegetam em loga | es humidos e sombrios. As primei ras contentam,se com quantidades mi nímas de agua, por passarem no sem | logar de origem periodos de absoln tas sectas. Opuntias e Cereus polem receber um tanto mais de agua, por pósenirem maiores faces de evapora ção (folhas) | Quanto á rega dos cactus de fór mas esphericas, é recommendada grande cantella por apparecerem es tos em regiões seccas e assim dispen, sarem a agua quasi totalmente. Em geral a rega do Opuntias e Co reus póde ser feita cada oitavo dia, emquanto as demais qualidades po | - dem gor aguadas do 15 em 16 dias. bertas d insecticidas, mais pode, rosos € € es. Aos grandes techni cos yunkees 00k, Riley, Hubbaro, Le Baron — deve-se assim os melhores q ; primeiros en s da em io de keroze ne e dos venenos onicacs, em razão da lueta incess tra os inscetos, 08 maiores inimigos da agricultura do povo | yankee, : | “A defesa “outra as doenças eryptoga- micas das plantas cultivadas, então esti, mulada “+ be mais recentes progressos O vinagr s, um gran na Eu tos forum feridas do ei dia redido mis ou os das re s que Comquanto ha jam | menos € icamen methodos de co mis de meio em p tempos, pro; am santos LAVE tino hores, mipre mm umodidades Considerando o « mit tida mjuncto defesa las praticas us na das culturas as sob tres aspectos - o modo “cultural” de lavras, sa- drouagem, irrigação, lhamentos, consociação, ampnte “ou autecipação das dimenduras amontoa, uso da varieda dos pr arniontos, poúsio ou alquei- ] aremos, essen- iquellas pratiégs agri- ao milhora- cart , odas colas dizendo re no mento das cond , Chimicus e biologicas do solo; recipro, ca das especies cultivadas, successivr ou consociadas no mesmo ambiente turico; ás mudunças de época, das se- meaduras, em corre à chronologia das vicissitudes biologicas ou abiologi- cas locaes; ete, Um dos meios mais an- Ltigos e sempre util é o da rotação e al, e de fazer um gerador serve um barril ecinmum vasio de alcool ou de vina: gre de que se atrouxam os aros, de modo que um tampo possa ser retira, do facilmente, Estando o barril aber | to deste modo, prepara-se uma gra- de de madeira que deve ser collocada ! dentro”do “barril no sentido de seu comprimento a seis pollegudas abaixo do batoque, formando assim um com. partimento que se enche com sabugos de milho em pedacos a (grade deve ser feita de modo a não deixar pas. sar os pedaços de sabugo de milho — um sabugo cortado em tres); depois de se ter colocado a! grade no logar, repõe-se o tampo, fechando assim o | barril. Fazem-se tres furos de uma pollegeida de diametro em cada tam- po, logo abaixo da grade e inclina. dos p ra dentro. Para construir a grade deve-se usar sómente cavilhas de madeira, nenhum prégo ou ontra qualquer peça de me- tal, póde ser usada. Antes de se nti- lizar o gerador deve ser este bém es. caldado, depois do que se derrama pe- lo burágo do batoiqne, uma quarta de bom vinagre de preferencia de cidra que não tenha sido pastenrizado (ou de laranja). O vinagre deve correr de modo a molhar os pedaços de sa- Dc e da] | ANT NOVEMBRO 6 96. As cactaceas que requerem mais a- gua são: e Cereus trepadeiras, Ephiphillum, Phylocactus, Pípsalis (America “Tro, pical), todas as qualidades que nas- cem nas arvores de florestas tropi caes, Estas qualidades amam tambem um logar sombrio e devem ser regadas com intervallo de 8 dias. Para a rega não se póde estabele cer uma régra geral; deve-se cousi, derar o logar, o estado da vegetação e o tamanho da planta. Por exemplo — O cactus está num logar exposto ao sol, esse quer mais aguz do que o que está dentro de casa. A planta estando em crescimento ( precisa de mais agua que outra que entrou em estacionamento. Plantas maiores, necessitam quantidades rela- | tivamente maiores de agua. | Para evitar o apodrecimento, não | rogue nunca demasiadamente, apenas , qxando a terra estiver secca, Sendo, assim, crescem e se desenvolvem. Di pve p Ginor Rugs os 4 Irmãos "Mills os 3 RADIOS REGUES num "* , fllm"assanhado para gente do amor o MILHÕES DE NAMORADAS AMANHA, no INDPEPENDENCIA em A cultura do tomate A cultura do tomate não apre- senta maiores difficuldades, principalmente se forer samente observadas ce oxi- gencias quanto á natureza, com- posição e preparo da terra. De “mAro uropa, ORTADAS | stos “tormancia criteriosa das culturas e 40 4; cultural, 60 modo * “biologico”, van. Í“ ajuntam a-selkceção electiva do o como conveniencia ecologica; as re- | luções de afinidades nas consociações de variedules vegetaes ou de sua successão uso adequado de fertilizantes, Us e estrumações, sem dimisiias insufficioncias nem improprios ou cultural; eurrest ou inopportunos, etc. io se póde desconhecer que à Linali- e suprema de taes praticas, vise, jus- assegurar um melhor conjuncto mente, de condições physiologicas e hygidas da cultura, para o maior exito de seus re- sultados economisticos, isto é agricolas e financeiros. i Si as lavras, por exemplo, relativo mento resultam no contribuir para maior ubundaucia e melhor qualidade dos pro- ductos realizados; tambem prestium va. liosa cuntribuição, ora expo do no al. | Cance do sunimass insectivoros, aves so- bretudo, as larvas dos insestos em evo, leção no solo, onde se oceultam e réudi- zam suas depredas »s contra as plantas cultivadas; ora, ainda, como no combate 4 broca do milho, pelo reririménto das leivas é enterramento dos restolhos infes- tados das larvas da praga; ete. Sachar ou caipinar, serve, como no ca- eo da praga dos trigaes por “ Harmolita « grandis” para manter um aceiro de por- tiúçio, entre os talhões, novos e os de res, tolho, impedindo que as gerações apteras do parasito possam transpor ap espa- ço amplo e limpo. O segundo aspecto Db isso de defe- ! nos suseitados por causas biologicas des, RARE Ss ei 7 Td em ereta mm mi I sueco de laranja que'já soffreu a fer. mentação alcoólica, Mer o furo do batoque com este e ros dos tam- pos com buchas de algodão (em ra- | ma). Varias vezes, por “dia, ou pelo menos uma vez, tira-se o algodão dos furos. dós tampos e fecham se bem com bataques de madeira, dão-se tres ou quatro voltas ao barril, de modo que o sueco de laranja, entre em con- tacto com os ipedaços de sabugos de milho que estavam na parte superior da grade, depois colloca-se ontra vez | VArmos em cd. a ap com o batogne para cima, tinâm.se os | Z0 decorrido entre as batoques dos furos dos tampos e re-| tatisticas, forga é bd lho a põem: se em seu logar as buchas “de al peratura mantendo-se entre 20 e 21º C. póde ser produzido excellente vi- nagre em 60 á 90 dias. Engárrafa se o vinagre, e collocam- se as garrafas, para pasteurizar o vi- nagre, em banhos de gua em que as | Se compunha de'cerca de garrafas ficam mergulhadas até 'o gargalo, elevando-se a temperatura | da agua, gradualmente até 72º C. de..| pois de uma hora retiram.se às garna- fas para. esfriar. <Mutatis mutan- dis>, o processo se emprega com as. demais frutas. Rm OVOS DEGALLINHAS DE RAÇA PLYMOUTH “ROCK (OARIJO'E E LEGHORN) - —= DE AVES PURAS Mp Es um modo geral prestam-se vem á cultura do tomaieiro os terre- nos argilosilicosos vu argio-cul. careos, que contenham humus. de carnauba E' a cera de carnahuba, no rol da generos de producção do territorio cearense, que exportamos para os ou tros Estados da União e para o cstran, gtiro, o producto que sempre vccupa | o segundo logar. Devido á sta excellente qualidade e muito procurado nos mercados mun- diaes como materia prima de primei, ra necessidade. -A cera! de carnahuba é utilizada co- mo isolante em electricidade, films, : discos de gramophone, no preparo de brilh aos tecidos. Uma nova applicação acaba de ser descoberta para o referido producto. Ha muito tempo se procurava tm pro cesso que impermeabilizasse o papel € o papelão destinados a involucros, re cipientes e utensílios de uso domesti co e industriaes, de modo a permittir o acondicionamento mais barato e mais hygienico de certos productos principalmente nas industrias do na- ta, manteiga, doces e sorvetes. Estndadas e experimentadas varias formúlas, verificou-se due o emprego da parafina nodia, não só ser reduri- do, como substituido pelas diversa resinas. Emprega-se a colofónia e ou tras resinas saponificadas pelo amo. niaco, de maneira a formar uma so Inção aquosa. A esta solução ajul aranjals fetal bugos de milho, “depois, ade ol Tres milhões de bovinos « cinco do-me bybridação ou solveção da planta; concurso de amimaies imsoctivorus de Pun- &os entomophosros, de virus » infeceiomos, de insectos ent tomaptagos, ete O terceiro uspeeto consiste no modo || “material”, recorreuto-se "a pulvoriza- sões humidas vu seccas; a É És acções imecunicas; aos coredlitailida ou envoltorios; ao aotibce gen á e neem; á deviruição de esconderájos ; à flambagem, ao oie é e ao escal,. ido dumento; ete, : que à A defesa cultural, olivinida Senda de e cireomstancias, será — “ fica de ita “iva”, si realizada con o” Doda ão da E , orentcalidades prejudiciaes, o ati ou “reparadora”, quando procura, bn (e eras meios adequados. remeliar os malefícios em pónsa e costam, verificados. ap Conforme a natureza e localização do mal e situação do agente perturbador a defesa cultural pode disiginao — Sh parte aérea” da planta; “ parte sub- terranea” de ta; emítim, “gos loganes?, fóra desta, órido é constatada ou habi, tual a presença dos inimigos e adyerai. Cudes enlturaes, Os recursos desses tratamentos variam não só considerando-se o agente causal do prejuizo ou ameaç , como ainda, a localização do nialeficio ou do agente na planta ou fóra della. Hyslop, afirmava ser possivel greve- vir ou reparar pelo menos 2/3 dos dam- “ca/ 08 me fim, piciosa, «s rebanhos paulistas, tm 1931, corisoante dagos da Secretaria da Agricultura. | Paulo possuia 2.083.256 res em pastos. No anno de 1933 foram registados | 62 645, seja um augmênto de mais de meio milhão de algt expansão das actividades pecua- rias, em nôsso meio,mesmo d=s- contada à percentagem de maior exactidão de registos cos hoje verificada em. trabalhos. o Em 1931, o rebanho p equinos, 2.300.000 b AR 250. 000 muares de trabalho, 'contar cerca de 3.000.000 “dk | suinkis de todas as idades. Como: Se verifica, (ão era | rebanho paulista. rem, de maneira tres ultimos ani | por exemplo, os equinos | vam quasi 600.000, os 3.000.000; 446.000 s m | de trabalho, além de 5000 4 de suinos. Em logar de .... 9.000.000 de aves, passamo | quasi 13.000. 1 pe E | samos a quasi 13.000 | produeção de ovos se 193.740.000. | Além dessa animadora expan e são, diz o “O Estado de São Pau Pau-| Sem + lo”-—as industrias derivadas da são 6: pecuária, como a de lacticinios se frbtassa prosperam a olhos vistos, Em levolução ns 1933, S. Paulo produzia 481, 501 | vasdo mm! kilos de meinteiga e 2.114.000 do se leva om SOMA kilos de queijo, O numero de moagem o trabalhadores agricolas regista- i dos era de 907.090, em 1981, su-| bindo, porém, a 1.216.000 “em 1983. tam-so algumas vezes, Pre cer ra. Eis a formula mais usada e que melhores resultados tem dado: Ê RANA o Caio: 5 ce EA PATATIES é à so 0. . 2% Cera de cammahuba dscuitos A Ensopa,se o papel, o Tiapelão e og). tecidos que se desejar impermeabili- zar e depois de seccos, são moldados dando-se-lhes diversas formas. E' a cera de carnahuba um produ cto exclusivo do Brasil; nenhum ou, tro paiz do mundo o possue e do Bra sil é o Ceará, hoje o maior productor, concorrente com mais de 45% da pro ducção nacional. Em 1928 o Brasil exportou . 6.980.762 kilos, no valor de . .... 28.624:8578000- sendo que o Ceará concorreu com 2 717.704 kilos, no va Jor de 10.930:080$000. A exportação cearense de cera do. fins mp “Sul, carnahuba no anno de 1929, attingiu | ducção de banha, em 193 a 2.985.666 kilogrammas no tulor Of. | qsvo iniciaiigo em 1 ficial do 8 077:465$360, sendo . . .. | cstimada em rir 2 701.942 kilogrammas no valor do Pra A 6.994:645$000 exnort-dos para o es= via é trangeiro e 283.79* 50 “para eu 4 d valor de 1.082:0:63350 para os tadrs da União. av | ração nos EE 2 . Resumindo vemos get e prenfltoa- ao a TN : portou de 1920 a 1928, 46.465.989 ki/iduplos ., +

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