O Estado do Pará 11 de Setembro de 1935
:da da epiderme .. Mister Haghes Bunbury, ing 22 ri cô-u-umt-tanto maniaco, nunca deu meg seu genro, Alíred Vi Grande parte da defesa do nosso organismo está confiada á epiderme. De grande re ia em que nada via de |tencia e elasticidade, a pelle dis- ) nEnia, assm, por um|põe para es - carinhos femini- * pestimento pilloso, de m como de que sua filha Lydia lho f olandulas ie | ras. À Pao, em 1824, que se deu | ncontro de Vigny com a sua futo- jtra os agentes externos e : “fsposa . Obrigado pelos deveres ttra toda a acção nociva do meio suportar a vida insipida tambiente. E" Eae pelle que o nosso or- | gare 1 se [4 livia mer. ne "or aa de perita | subdemtios já Je poeta. -«Profunda foi a sua emoção q pá à familia ingleza Bun «qual faziam parte duas jo para convalescer sob o sereno céo da região. E' que « mais velha dás irmãs, Lydia, com a sua placidez » fim, do seu re- sebaceas e sudoripa- A pelle é uma defesa con- Cun- inn desnecessarias, e algumas vezes mesmo já pre- ndo | judiciaes . E" o que acontece com as glandulas sudoriparas e se- baceas. Uma pessoa normal dei- za escapar diariamente pela su- perficie cutanea - cerca de mil grammas de suor, quantia que a'é dois mil em caso de a” levemente melancolica, cons* . tituia o typo com que Vigny sonha tas-mulher - sonhadora, delicada e prá = 7 sun depois, em 1825, um pas “Ortes unia Lydia e Alfred, a Decano britannica de sobe a'é transpiração abundante mineda pelo calor ou excess actividade physica. Tanto a emoção abundante como a normal, que se faz qua- si insensivelmente, tambem uma aeção reguladora. Cessada deter- so de possue m thera e ta, 0 impassível inglez, “da passagem, por Florença, eacontra, sfescem-Lamartine e lho diz que a sua Silha quais velha se cssara com um 'rancez, de cujo nome não how 10- €s- á &, múmirado com o extra s ento, enumerou varios da Segunia ordem, pois não Crer que se não soubesse o no- mede um grande, Já cansado de ci- ? Era poetas, Lamartine, po E, disse.o nome de Vigny. E croco shi mister Hughos Bunbury moveu soon dabics e, com espanto immenso do = autor das «Contemplações», disse: “=> Aoh! Yes! E" este o meu gem, moci- accu- sas secreções accumuladas [superficie corrompem-se e fer- mentam, dando logar a substan- E mal cheirosas, acres, vas mesmo. Além disso mulam-se sobre elles dc'rictos vindos do exterior e que acabem obstruindo os póros € impedin- d « respiração cutancea . A simples acção da agua nem sempre é sufficiente para lim- par completamente a epiderme. E" preciso um sabonete que dis- — AUGUSTO Grão solva as gorduras á superficie, e emma | Je maneira a desempedir por in- teiro os poros. Muita gente a- É |cha que, pelo facto louvavel de | tomar o seu banho todos 9s tias, não precisa jazer, uso constunte do sabonete. E" um engano. O que é preciso é saber escolhel. o, fazendo uso exclusivamente de um sabonete de puro e neutr não sómente limpa e hugieniza a pelle. E" tambem um estimu- tante agradavel e benrfico. Umas compésas “et a tada NS outra ypecita-á que gmento moi grs. ds axo- a : ? + tegue bem los e faça mas o ou as suas or- s. k AULU'— Faça depois des vaporiza- dp aber sm (raqnascara com zema de ovo, Me q Pc pe pingos de limão, gt JP micatos dêpois lave bem fo E redio - passe a loção. E. WIRTA. = A insomnia é a maior | | inte ou da belleza. Devo cbolir os * exéito tes e tomar mia hora antes de * fe guiro 4 cama im 4 de raíz de a!- face. Quanto as rugas póde continuar como-trstamento que é bom. DOBBINA =— Faça apolie ões locaer “agia salgado n umas gottas de E sdonGIe — Póde substituir a a- [o de rosas fola agua de flor de l Hoclens Dubarry. «| AS VANTAGENS DA calo pó. Fervida no leite é um remedio esplendido para «grippe”. A canella é tonica, por iso é aconselhawsl não “4 falto pulverizada nos cremes, min- sãos, coalhadas. ——0 CRAVO DA INDIA - E um exceliente tempero, quando em- pregado com parcimonia — nunca mais de dois para um prato. Para evitar o desagradavel de trincar um cravo, a cozinheira deve espetal-o em uma cebola ou num alho «poireau”, mesmo num dente de alho, porque, com esses ingrodiontes, na hora de servir, não escapa de ser retirado. nessa = X FEBRE TYPHOIDE E' É UMA “MOBESTIA EVI- 4 TAVEL Não faz muito tempo eu me achava almoçando num restau- ra especialista em servir bons ret rr iguarias do mar, giiamos começar a refei- b, meu amigo que me acompa- va advertiu-me que justa- mente. iéra essa manhã sobre »ima-irrupção de febre typhoide de resultados nocivos para a saude, ! tal como em geral é empregado: sob eee ri e mi re em mm | reu B' horrivel!... c ONSE ELHOS — “UTEIS RPE TI PRE LA — E: melhor em podaços, que em: O ESTADO DO PARA'-.. Frescura e belleza! Sarah BoRSR SO que é um Certo dia a grande tragica que foi Sarah Bernhard recebe a visita de Talbolt, seu collega e que era da Cos medie Française. Apenas elle entra Sarah se preci pita para elle, toma lhe as mãos: Talbot! E* Talbot que vejo!... Oh! meu querido e grante camarada, como me sinto feliz!... E su “ilha, como está! Mas, madame Sarah, a min". filha m rreu... Gritos, soluços. A eminente tra gica attinge immediatamente o paro xysmo da dor. Morta!... A filha de Talbot mor Morta! Que dor para um pae! Meu grande, meu que | rido Talbot, quando recebeu esse gol pe? Talbot, profundamente desconcer, tado, balbucia: Mas, madame Sarah!... foi ha! vint annos. Queda brusca de potencial. ab grande tragica passa para outro esb tado e tranquillamente conversa so bre outro assumpto. eis E mm metem ge Eugenio Lauthier, fallecido ha pouco tempo, era um jornalista de primeira ordem e um chro- nista apaixclado pelo seu of- ficio. Todos os que o frequen- tavam sabiam que Adrien He- brard o ajudara consideravel- mente, quando era director do “Temps” deu, uma Hebrard vez, uma defiriiçã jornalis —(O jornalista lle—-resume engenhosa d verfeito—disse tes tres pon- tos: 1.º saber; 2º saber fazer; 3.º fazer saber Eugenio Lauthie: completou! | formula assim: — Antigamente, sabiam; mas nã r saber. Hoje gia pg raramente, sabem. os| jornalis- sabiam fa- fazem saber a and Te — par * ra feira, 11 de Setembro de 1935. a a a rc “|PROTAC CTINA, selchama o amor póde produzir simples. e Lhat todos emminencias das uni- versidades americanas, deram conta dos seus largos annos de estudos € conclusão na convenção recente da | chíimica, qroa, maternal O maximo da realidade e da fic. ção na historia da humanidade se com uma injecção Os doutores Riúdle, Dates u exporiencias que os levaram à esta Scciclade Americana para o Progres. so, reunido em 28 de dezembro em Pittsburgh. Encontraram que O à” mor maternal produz uma substancia a prolactina, parecida á hormona que é a secreção da glandu- la pituitaria. Experimentaram com gallos que se puzeram a incubar € cloqueiar, e em cutros animaes se cb sgrvaram immediatamente instinc. .s maternaes. Até conseguiram prcdu- zir secreções lacteas em aves, ou se= Gi que teremos a trans“ a de di em mamiferos no futu.o. Uma açõ de «prolactina» fará id ha para as actrizes que têm que re: | pao É aplopro ape p eis de aço gts e sete. Cheittenham, era seu talento, como uma promes- sa esplendida, obtendo premios sobre algumas suas collnborações, trabalhando já peta aperfeiçoamen o dv seu estylo. mou tudo que produziu, fazen- phantasia. || Mulheres Magda a Ha tempos um dos ligentes jornalistas, recebeu numa tarde criptora ingleza. Nasceu em South Kewg-on, m mil oitocentos e noventa e Seus paes, um irlandez € mma escosseza. Na escolr de olhada pelo tempo elle resolvza, com os. legas, proceder o inte estuc!> de psychologia, od Esse estudo consistiu no oe guinte. a coa pre Desde menina, publicaram premios .revi tas lidades que conhecesse para communicar que descobria a Aos quinze annos quei- tava disposto a se suicidar do uma interrogação sobre sua | conselho. Amando o estudo, foi pura à Unitersidade de Oxford. O seu primeiro trabalho his- torico sobre a guerra, melhor se diria escripto sobre a paz. Em “A Century of, revolu- tion”—( 1789-1920), seu traba- tho artistico é o desfile dos acon- tecimentos europeus, do seculo. Dotadu de grande observação, assombram: 08, seus. conhecimen- tos dos seres humdhos. E" tinta artista de grande sensibi. idade, utilizando-a para tornar a reas sa do bébé AUGUSTO GIÃO primeiro anno de vida Ad o primeiro trimes- tre) é o trecho mais delicado da vida do petiz. Impressiona ver como no cabeçalho de nosso ob- tuario infantil figuram sempre oteancinhas de tenra edade e quasi todas victimadas por des- ordens do apparelho intestinal. Bebés com dieta mal conduzida são muito sensiveis a doenças e a ellas pouco resistentes. Mo- No dia a hecatomibe causas com- plexas: taras dos genitores, molestias contagiosas (tuber- culose, sifilis), accidentes no de- curso da prenhez, estafa ma- terna nesse melindroso periodo ferimentos do bebé por defor- ação dos orgãos genitaes da mulher, impericia de parteiras bisonhas, etc. Alcresce que in- «como tempero apreciavel, gostoso é a conselhavel o grão inteiro. 'Por exe plo — ferve-se o tempero que se vaa usar, vinagre ou vinho branco, com alguns grãos de pimenta. Do mesme modo se póde uzar a outra, a nossa rimenta. A" “ ——A N9Z MOSCADA -=s Deve ser usada, tambem, com muita mo- deração, em pequenas quantidades, para os alimentos. -——DA ALIMENTAÇÃO INFAN TIL — Não se deve permittir (o qua é tão commum) dar ás crianças ba: las e bon-bons de, chocolate no inter- | vallo das suzs quatro refeições, pelo, [que perturbam a digestão. O leite E a PIMENTA DO REINO — | deve ser o alimento da primeira refei, E" um tempero apreciadissimo, mas | ção eo da terceira (lunch). Os ovos, que são indicados e contra indicados, | | são um excellente alimento, sem a a fórma de pó, pois irrita a mucosa | buso, de dois em dois dias é muito stão desagradavel. Uma família residente nas vi- sinhanças do mar apprehendera a molestia ao ingerir esses mexi- lhões apodrecidos e propagara a «fermidad: de uma maneira assustadora. Na area compre- - hendida pela casa dessa familia, “0 Departamento de Saude Pu. “bica prohibiu a pesca de pei- “mas, a despeito disso, a po- o exterminada pr nara o compietamente com as medidas que se empregam 1t pilação continuou a apanhar | combate, actualment a, mexilhões, principalmente, e a! Os dois melhores meios de de E SE dogs Rn alastpu-se em pouco fesa são a purificação da ag 1 tempo, victimando innumeras | o cuidado com todos os alimen ' spc o ad cia | O 8, priccipalmente cs legumes «Ás E PP enviaram en-! que são manuseados pelos « É tão, inspectores para zelnrem | dedorea PM vela venda dos peixes vos mor. d tee per ash mio febre + cados, e foi assim. que consegui-| uma continua ameaça ram debeilar o terrivel mal. a A febre typhoide é, porem,! vimos falar de uma epidemia de RR AA COMiNÕOS maratos pr uma molestia perfeitamente evi- | vaccina anti-typhica tavel, e será em futuro proximo h phylaticas | a! povo, mas hoje só raramente ou-| muito observada e “proveniente de peixes deteriora- do est mago e intestinos. Portanto, | frescos. s.. dog e hesitoa em solicitar o seu] - guga an oi pm LpRato favorito, cs mexilhões de DL TO 8 ———..— à Pre que o noticia fazia referencia Sexta-feira no e mal e quairdo ella apparece INDEPENDENCIA | sabe-se de antemão que foi m sanitarias, Alem dos me aconselhadas e dos alimei tos, tambem se pod evitar a molestia por meio , conhecids por--vaceina triplica. | cina previne cortra phoide idas a febre ty Foi mui! “4 Y medid obtendo-se surprehendentes e é acon- a todos que viajam er a e cidades pos da a febre | endemica e onde na vrinha co to prevencao tados elhad | paiz não pode sor insys cc ton: 1- és. | disciplina, crendices ada por incuria das autorida- hygienicas a limpeza da agua da Esta vac- o typho e o para-typho, que são outras formas dessa mo- empr egada no Exer- a resul- a pureza da a- para ol gua e dos legumes Dr, Martinho da Rocha e precon- ceitos favorecem as molestias. Mingáus mal preparado, inge- rindo em dóse e composições de- feituosas são responsaveis pela grande frequencia das desor- dens intestinaes em men 5 criados na mamadeira. Devo sa- hentar: os desastres são aqui [menos inerentes 4 alimentação artificial em si do que fructo da infracção de preceitos fun- damentaes no preparo e conser- vação dos mingáus, Pimpolhos eternamente: aferrolhados den- tro do quarto, cevados a gema de cereaes sem leite agua-de ar- roz, de cantgica etc. ), bebés que nunca provaram succo de fru- ctas, nunca tomaram um banho de sol acabam victimas de tan- tos erros acumulados. São, co- mo vêem, antes falhas de te- chnica em criar o petiz do que o proprio leite de vacca o motivo do desastre na alimentação por mamadeira. Analfabetismo e indigencia aggravam muito o obtuario das classes pobres. A” prosperidade economica do lar está presa a sorte dos filhos; quanto menor o salario do pae maior a cifra letal na familia. Dinheiro si- gnifica boa alimentação, boa ca- sa, recurso médico adequado : in- digencia é egual á alimentação impropria, habilitação collecti- va, assistencia precaria. Cumpre, pois, amparar a mãe desvalida desde o início da pre- nhez, facilitando-lhe assistencia medica adequada, orientando-: como alimentar seu filho. Para os illegitimos toldos os | nossos gremios de assistencia sucia deveriam voltar os olhos. Para a mãe proletaria, parallelas ao antigo serviço de hygiene infan- til, a Prefeitura do Rio de Ja- neiro vem, com acerto, fundando polielinicas, onde ao lado de as- sistencia 4 creança doente, iui- nistram-se conselhos sobre pue- ricultura. Ahi, além te noções praticas de culinaria, recobem «as mães sem fortuna leite é me- dicamentos. Sabidamente eita humano é o mais seguro penhor para o desenvolvimento normal do pimpolho. Nenhum outro a- limento lhe confere maior resis- tencia ás molestias que even- tualmente adquire (grippe, et .). Pelo menos no primeiro trimestre de vida alimentem, pois, seu filho ao seio. Se tal não fôr possivel, recorram á ali- mentação mixta, ou mesmo á ar- tificial, mas sempre amparadas por quem entenda do assum- pto. ng Desde o banho do gury á con- fecção das roupinhas, tudo de- verá ser praticamente appren- dido. O ideal seria que enfer- meiras visitadoras procurassem a gestante, a puerpera, a mãe dando-lhe conselhos sobre o mo- do de tratar os olhos, o umbigo da ereancinha, evitando erros alimentares, canalizando a fre- da mãe desamparada hygiene in- A's classes 4 quencia hoy os postos de fantil e políclinica . pobres preguem ellas com habi- rr pr pr rr | “ITHESONDRO" | DOS LES O ASSUCAR DE CAKOBA— Existe uma arvore de tamanho lidade: habitos. os de asseio, «vida, methodica ao ar livre, amor aos banhos de sol, á praia, aos des- portos e veremos diminuir a ci- fra letal no primeiro anno de vi- da, indice de desleixo pela crer ança e zelo pela puericultura entre nós. Lanicem as minhas leitoras ra- pida vista d'olhos sobre os: daz dos estatisticos que a Saude Pu- blica ás vezes, publica nes jor- naes e se convencerão da-phan- tastica mortalidade infantil en- tre nós. Pondo de lado a perda material a que, desse modo, fi- camos sujeitos, quanto desenga- no, quanta magua. traz á mãe brasileira o incessante mortici- nio. Isto, entre outros facto- res, justifica a tristeza prover- bial das classes pobres . em nos- sa terra. BANHO-MARIA -— Agua a ferver num recipiente no qual se colloca” o vaso contendo a substancia que se deseja aquecer a uma temperatura não excedente a 95 gráos. BEIGNETS — Preparação compos- ta de uma substancia alimentar, que se envolve primeinamente em massa para frigir e que se faz passar depois por uma fritura quente de manteiga ou azeite, | BRANQUE FoioE O REE A duran, te poucos instantes ou alimento em agua a ferver, antes de o cozer, de finitivamente, para o desembaraçar de impurezas, ou, se se trata de um legume, de um excesso | aventual de amargor. N EA CANAPE'S — Fatias de mioló de pão torrado, que se cobrem com cer tas preparaç ões. E xempio canapé de manteiga de enchovas, CARAMELIZAR (una fôrma) :— Deitar numa fôrma de tamanho res gular algumas pedras de assucar nlizado, juntar-lhes mm ponco de O as gua e levar a fôrma ao lume. PrOSA,; mo Os pequenos « “detalhes, sem- | lidade uma huemoniia em sua Seu livro “The cons'ant nin- ph”, ultrapassou os limites dos puizes anglo-sasões, pettido pas ra alemãge. 0 dinero com egito em toda: Eu Fong. : Esse: famoso . Pi For ] transportado pará à cinema, ro-| * produzido quasificlmente do o-| riginal, pelo director de filns Basilio Dean, respeitando mos- pre .significativo “nos livros es-|. criptos por mulheres, A historia abórda o vel o a- mor, tocada toda de emoção e ternura. E com esse livro, mais que com outro, Magda K alcançou cum suecesso, uma po pularidade, semelhante ao de| Florence Barcalay com o. Ei sucar derreter-se & tornando-se '68cu ro. Revolver então à fôrma nas eg od - PENAS DE, r inclinando-a em todos Us sentidos, a E te fim de que o liquido se espalhe egual. mente pelas paredes do recipiente, co. brindo-as de uma ligeira camada vis cosa. CHAMUSCAR, (orh ave) — — Par sala ligeiramente por uma chama q inverno érigoro que deverá er de espirito de vinho; verno tambem &-pre a chamma obtida com papel suja 2 | las comam e então c carne da ave. os insectos são. ii . DADOS (cortar em) — Talhar 1 que se alimentem de à ma carne, um peixe, um legume em | comam grãos; para fórma de cubos, de não mais de dois galerias subte “aneas fe centimetros de lado geralmente. erra es) p | DECLEAR — Obter um môlho, dei. melos e é essa a base tando um pouco de liquido (agua & alimentação de inverno. * ferver, caldo, vinho branco, ete. ), Existem e ço num recipiente onde se firigin uma | ptam a servir, elas “de peca: de came ou um peixe, € fazen. | guarda comidas 1 ES do dissolver nesse liquido a gordura | comp iras € só essa 0€+ | ne =; É cu o suceo que ficou da operação. cupação, beso DESENGORDURAR Tirar a Como as dialhás é as gordura de um sueco de carne, de um | necumulam uma reserva caldo, de nm môlho geralmente por | tar liquida que elas meio de uma escumadeira, gorgitar, pri principalmente rs alimentar as lay: É RE regul r cuja madeira vermelha é empregada para “'marquete- rie” ou “inbutido” As flores produzent uma fava chata de cor castanha. Na Algeria as creanças di- vertem-se a mastar esta fava que deixa na bocra um gosto 28- sucarado, y Com effeito a caroba contem do seu eso em assucar quer dizer quie tem mais assucar do que a canma e a beterraba. L o vou-se muito tempo para descobrir “or que processo se poderia extrahir dessa dava o issucar nella contido, por isso é | que não fazendo cerco delle a [abandonavam aos gulosinhos da terra que abusavam da fal fava. A" força de proc io og chimi- j cos acabaram por « e bri" rm meio de extrahir o succo dy'su- VAIS PSPSS DRE PSI 1 [Sexta-feira no As formigas porem INDEPENDENCIA | eai o oia e onto do Hagrradas cs migas depositam omel nas taes | formigas que aguardam.o liqui do recolhido pelas nro O papo se. enche e toma carado e condensal-o, ' por: esse | porções de uma hola de motivo hoje colhem com cuidado | e assim a formigi» pa as favas porque o assucar é es- | odre vivo, porem miyi plendido para a alimentação . outras enchem e esv; di FORMIGAS DE MEL—Não | forma nrecisam. to só as tabelhas que sugam o E' assim que a o: ral das plaíritas, alguma” femi- | pueiro 1 ns paizes de inv lias de formigas fazem o mes-| goroso, - Assim que volta osbo mo, somente com + "riantes que | tempo, volta tambem o instinc ao ponto de vista dos gulosos) carnivoro e a formiga torna a edificam inteiramente o resul-| ser caçgadora implacaval, pf tado final. do ás vezes insectos maior —O que é que <= formigas -co-| ella, DS mem afinal. No ent nto à formiga não po- Em geral er :n jrsectos. de nunca gub - Isso é bom + Pura os sets tio dustriosa e DO A DR e DA E tuir a abel - Quia
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