O Estado do Pará 08 de Setembro de 1935

BELEM festejou, hontem, o com gr Como decorreram as homenagens pu e mais expressiva na vida nacional No palanque da Praça da Republica. o tropa Constituiram eloquente affir- mação d: civismo e culto pela grandeza do noss> passado, as .commemorações hontem realiza- das, nesta capital, por iniciativa do illust.e general Daltro Filho, commandante da 8.2 Região Mi- litar, em cotperação com as au- toridades estaduaes, em home- nagum ao Dia da Patria. Desde o amanhecer, a cida- de apresentava um aspecto ala- cre e festivo, com as salvas e toque de alvorada, os edifícios publicos ostentando o pavilhão brasileiro e casas particulares embel deiradas com as cores na- ciontes., mes | ur Todas as classes sociaes, num movimento unisono de convic- ção patriotica, emprestaram sua collaboração enthusiastica á rea- lização dos festejos, cujo pro- gramma foi executado irtegral-., mente attingindo a um brilho| « magnifico e incommum. nte O desfilar das trópas, na Praça da Republica, um grupo de cy clistag do collegio N. 8. de Nazareth e, e Director -AFFONSO JUSTO CHERMONT Macedo « pix Caixeiral, Fonseca e Boaventura Cunha Redacção, BRASIL — sr. governador do Estado e o general 5, em companhia das mais altas autori Felicitamos sinceramente o! sr. general Daltro- Filho pelo brilho dessas homenagens de tão grande alcance para a edu- cação do sentimento civico do povo. A formatura Em ecommemoração ao “Dia da fria”, formou um Destacamento de ças do Exercito, Marinha e xiliarese Pa- for- Forças Au é cui O destacamento que estava sob o com mando do tenente coronel Luiz Silvestre de Nazareth, com « direita apoiada na rua Dr. Moraes, estando assim constituido: Fuzileiros Navaes, “- Gomes Coelho, formou na avenida Apprendizes Mari arinha Mercante * 26º. Policia Militar, Bombeiros Muni- s, Tiro de Guerra 14 E. I. M. be P., colegios Prog.esso Para- Instituto N. S. de Nazareth, D. nasio Paraense, Phe- x 4 Pratica do Com- a Federação Paraense de Es- o dos srs. Alvaro e Josta, olz mereio e oteiros, sob a dirc “special para O ESTADO DO PARA” Espiões e espiãs capturados “ mw No livro “Espiohagem e contra espio. nag f11”, organizado com os darios forne. cidos pelos archivos militares do REICH, encintram-se informações preciosas so bre a “espionagem angio franceza, na Belgica informações estas por onde se PALAVRA tabu”, com tos do o sew cortejo de in. tangibilidades, vem, seu gunds os diecionaristas, “Encyciopédia Britannica” ' & frente, da Polynesia, Ou ceania. Tradaz o sentido grosseiro de pínticas religinsas engendradas sem da, vida pelos chefes de tribus, sacerdotes, teicicniros, gloriosos Moisés daquellas bandas, Sagra e torna invulneravel pa. ra a adoração o monte, a arma, o bicho, a planta e o propria homem. Ha o tabu” erographico, o taba' guerreiro, o tabu” fmunístico, o tabu” potanico, e o tabu” anthropomorpho, Nefles não se toca sob pena da divindade fulminar o sacrilego Os navegantes, sobretudo os inglêses, ve= lhos exploradores de ilhas e archipelagos perdidos no mar, trouxeram. vocabulo e attributos, dentro dessas linhas tenebros sas, cante, tem alguma cousa de sibyilino é by pothético Na Amazonia o taba” evidentemente decania da sua força aterrorizante — que o fechava no segredo lihargico de uma especie de magia negra — para o sentido menos abstracto de totelsmo, que, por sua vez, se no animismo do preto e no catholicismo do branco Torna se, emfim, um curioso amaigama pagão de varios cultos. Para a these de que não existe aqui o homem amtóctone, o tab, de essencia alhcia à natureza | || erga definição, metaphysica e ron. poderá meiiir os cuidados necessarios que deverão ser postos em pratica, quando se occupa um territorio pertencente ao inímigo, “a. po Sei, cap população civil desse occupado, foge a quacsquer A resistencia passiva, propria territorio medidas que amazonica, representa um poderoso au. xHio, “test” logico e admiravel, não assignala apenas a crendice antipos da, ma prafica da lithurgia e tranha idolo advyenticto egresso da outra banda porque do planeta, mas o proprio estrangeiro, malaio, mongol, chim, hindu” ou sapo, nês, adaptado à terra americana no per fit do ameríndio, Este capítulo porém está longe de ser ethnographico. anthro pologico ou anthropogeographico. Não se estuda nelle a proventencta do homem sim a proventencia da crença trazida por esse homem, Na planície amazonica, com a Invasão do branco e do preto, e pois do catholis fetichismo dendo, se é que posnta pecto polynestes mysterto Hlheu amolleceu ao contacto do cismo e do o tabu” fot per o sem feror ss A ferrea exaltação do ariano e do “afro”, « através agua benta e da berundanga, cortaram o cir culto magnetico do ferrabraz divino tabu” é hoje aqui apenas um espantalho diluido na fé christá do mameluna mandinga barulhenta do negro, nº Nice serapht reonto, no pan de dois bicos religioso do mulato. Paquelta irra. asas » terrivel do tabu”, que feria jm= «< Superior Tribunal Eleitoral a exp ta d> machinas para votar. + Foi nomes da uma cofranseeio Naa Ph ra dar parecer sobre as mesmas, e o governo as encommende., À Affirma-se que as machinas perto tado da eleição em todo o paiz ao praso dias. (A. B.) hair rº ;8,1 > administração e officinas—Trav.Campos Salles, 130 c ,130 |) res acvorsecretario -SANTANNA MÁ. AnquEs e PARA' — BELEM — Domingo, 8 de Setembro de 1935 ué Has - ETAPA iDia da Pa ande enthusiasmo cívico . E a O EuESE: blicas em memoria dessa data, a maio O ESTADO circulará amanhã | RS que 7 > Fala o dr. Aldebaro Klautau Antes do desfile da tropa falou á mul o conhecido emusídico, deputado que priueiças uma tidão, Aldebaro Klautau, oração patrioticãs. uti so baba | | Significativa Homenagem é Uma homenagem significativa e de les levado patriotismo foi a prestada pela commissão promotora das festas a todos Estados do Brasil imelusivó o ' Territo- rio do Acre, dá ae ffiae.. “ Essa linda homenagem, constou da for- matura em frente ao coreto, onde se chayam as autoridades para assistirem o desfile, de 22 senhoritas de mossa sócie- dade, trajadas de branco «e tendo no busto uma faixa verde-amaredlo, com os momes de todos os Estados do Brasil e que eram as seguintes; — Wanda Arau- jo, Beatriz iFrayha, Ivette Brasil, Poesia Gonçalves Campos, Maria Conceição Mattos, Maria Guiomar Matta, Gabriel- la Nelson Ribeiro, Elisa Lopes-Dieres, Maria 'Machado da Silva, Maria de Lour; des Peres, Edunée Barros, Olga Barreto, Elza V. aseoncellos, Edelvira Cabral, Nas a- Daltro Filho assistindo o desfile das Ed dades rectores da Biblióthcea apresentado o dr, Genesio Cavaleante, orador official. "A seguir, usgu “da palavra ao miero-| * phone o nosso brilhante companheiro dr, trantasticos e nos: Genesio Cavaleante, escolhido orador of. , A inaugursição da Exposi- cão de Bellas Artes na Bi- bliotheca Revista ás tropas A's“8,30 da manhã, o er. dr. José Malcher, governador do Estado e'o sr. general Daltro Filho, commándante da Região no automovel governamental, pas- saram em revista ás tropas,que estavam formadas da avenida Nazareth até á ave- nida Independencia, : 4 ms ms mad ala E] O desfile 75 ua mars qSipós à revista o Destacamento na or- dem em que estava formado, desfilou em-columua por tres, em continencia ás autoridades que ve achavam no pavilhão armado á praça da Republica, : ia zareth Rocha, Maria Preitas, Maria be vareta, Meryan Zagury, [Elza Barreiros, Nelly Demosthenes. Honoria Atbias e Esmeralda Vasconcellos, f Autoridades que assistiram 23 o desfile «, Dentre o grande numero de autorida- des que assistiram o desfile do coreto na praça da Republica, notamos as seguim- tes: dr, José Malcher, governador do Estado, acompanhado der sua casa civil Exposição de Bellas Artes, na Bibliothe- ca e Archivo Publico,onde está congre- gaêo o que o Pará possue, nos seus ele- mentos mais representativos. Idéa do dr. Oswaldo Vianna, director da Bibliotheca “que vem imprimindo u- ma expressão cultural nesse departamen- to, a Exposição de Bellas Artes consti- tuiu uma pagina de cultura para os mos: sos meivs artisticos, To E sAssim; é que, ás 10,10 da manhã, ho- ra aprasada para a inauguração o dr. José Malcher, governador «do Estado, a- Dentre o programma dos festejos com. memorativos ao Dia da Patria, resalta a ficial do acto, road! as 4% O discurso do ilustre intellectual foi uma joia lifteraria do mais subido valor Com a eloquencia e a vibração que to- dos lhes reconhecem, o orador disse da alta significação daquele, certamen -ar- tistico em tão boa hora' emprebentdido.; Discorreu brilhantemente sobre as coi- éas do espirito, os problemas culturaes, que soube abordar com muita felicidade e rara penetração, 1 da: zonica, a região iínculta e barbara, O mundo maraviihosa que destimbrou Eu- elides, pe Poe RL O maçã Ahi não foi uma simples evocação, a tuuassu” Nunes, | Leonel que fez Genesio Cavalcante, mas uma «Continua na 4a, Todas as tropas ao entrarem na pra- ca da Republica eram ovacionadissimas pela grande massa popular que alli es- tacionava 4 Pd Ea | Merece registo especial, o garbo có! que se apresentou o Corpo Municipal de Bombeiros, que formou na parada, com todos os seus carros de serviço e Os esco- teiros da direeção dos srs. Boaventura Cunha e Alvaro Fonseca. ul. e militar; general Dar Filho, comman- À companhado do patrol dante da 8º Região e seu Estado-Maior; ra da Eyes ZA predio nd er. Alcindo Cacella; prefeito municipal | seus Forpectávos ajudantds de-orbmss dr. de Belem; dr. Benedicto Frade, juiz | Aleindo Oucólia; bréteiiódo Soler db federal; desembargadores Maroja Netto, seu ajudante orders, dão 'entrada esse Cursino Silva, Dantas Cavalcante e estabelecimento, sendo recebido “pelo di- Buarque de Lila; commandante Gomes | rector dr. Oswaldo Vianna: pllóo "tod: Carneiro, inspector do Arsenal de Mari-,| » nha; dr. Samuel Mac-Dowell, presiden- te da Camara dos Deputados; deputados Aldebaro Klautau, Sousa Castro e Aben- Athar; drs. Edgar Proença, Norões Sou- za, Alfredo Chaves, Camillo Salgado, Raymundo Vianna, Flavio Guamá, Raul Braga; srs. Gurgel do Amaral, Francis- co Cardoso, dr. Abelardo Carvalho, offi- ciaes do Q/G., 26º BJC., Marinha, Poli- cia Miltar e Bombeiros e varias senho- ras e senhoritas de nossa alta sociedade. E dr. Antonino Mello, presidente da Commissão da Constituição e Justiça da Camara designou O dr. Octavio Meira para servir de rela- tor do parecer da referida Commissão sobre o flagrante lavrado contra o dr. Bianor Penalber, deputado estadual, Para ouvir a leitura do parecer ela- f ; ke , borado pelo dr. Octavio Meira, reuni- ) a ae ; é é f rá, a Commissão na Assembléa Legisla- , E tiva amanhã, ás 2 horas da tarde. sm ccionarios, intellectuaes e os exposito- EP res. - Ha Após uma ligeira visita pelas depen- dencias onde estavam expostos os traba lhos, o director dr. Oswaldo Vitnna, com vida o dr. José Malcher, o general Dal- tro Filho, dr, Aleindo Ca auto ci- dades e os assistentes, para dar início a inauguração da Exposição, ligeiras palavras, inaugurado os retr: (ARA ào dr. Josó Joaquim Machado Portella, a “ga , é = ea ada y fundador da Bibliotheca, como presiden- A-emb ix acalemica tis STE jornal receben, hon presidente da embaix: da né mica «Dr. Camilo Salgados, ] gramma seguinte; | «São Luiz, 7 Sus 1 Cantora Lucinda Soeiro. No vapor “Affonso Penna” viaja para Manaus, onde vae realizar varios concer, tos, a notável cantora patrícia senhora Lucinda Soeiro, cuja voz tem sião viom toriada nas mais cultos centros artísticos OS | do mundo, GOMES CARNEIRO * se queira executar, no sentido de atas.) fugiram ao dever patriotico de se re- tala. Assim, apezar de todas as preoccu.| belarem contra os conquistadores do ter. pações tomadas pelos allemães, na Bel.) ritorio belga. Nestas conkdições, o cardeal tendo, gica, os espiões encontraram campa lar-| Mercier concitou, em pastoral, toda a] te da Provincia," em 25 de março de O snnuncio é uma «despesa ge-. | Salgado? sauda por in go e franco, dado á protecção de toda a | população belga a offerecer resistencia | 1871; do primeiro director, Domingos ral» como o empregado e o teler jornal o nosso grande povo, população civil. passiva aos usurpadores. S. Ferreira Penna e do dr. Arthur Oc-| phone. Annuncias neste: jornal, | cendo as manifestações, Vi fores di dr RR — —— tavio Nobre dos o mais lido em toda a Amazonia, Nem os mesribros ga egreja catholica (Continua na 2a pagina) anna, um ma Especial para o O ESTADO DO PARA' “Xabiuis crifica a porá. pigs e algum rosas sapotilhas. Mentalidade rustica ainda & Pie do amphitheatro amazonico, teta preceito de Menotti del Picchia 1 Iuções Nacionaes”: “Quanto n Inidos os agrupamentos sociaes, £o o patrimonio da sua reli + um peru” no pomar a fructeira e no ter= com a maior simplicidade, esta resposta; “Essa é do santo”. A gallinha é de &. Pedro, o pato Benedicto, « laranja de Nossa nhora de Nazareth, J Foram dádivas feitas aos celicolas em 0€.. um tôco, e para isso retro o xerimbabo, oúve, '.amazonicos de 8, De RAYMUNDO MORAES o côco de 5 necdotico, comico mesmo pelas margens , deravel, já pelocunho militar do passo , cadores sclentíficos As inscripções rum caslões de aperto, ndo os bichos jam na infancia mais ou menos long fluviaes na figura totemica dos bichos e | reuno, e ainda pela voz onomaté pestres, theoria de mil calungas rtee devorados pelas mucuras, jacarés | nifesta pelas fórmulas grosseiras : das a vores. A sua resplandescente auto. | do canto, e que transmittiam idéia de | na pedra pe mão tôsca do abo igene, | ou sucuriju's. Ao gro porém do ant teismo e do fetichismo”. De ridade solar, ao transferir o poder para | que o selvagem agradava um genlo ira= | sem vôo im ativo, apenas documen. | mal estarrecido de medo, a dona, entre | 9 totem sob o flo do. Equador DR estes novos domínios, ainda no tempo Edo. dificil de conter e acalmar — dituk | cam o Intelio tístico do lavrante, a tem a perda immediata € mediata, sem ar. | não se limita go campo lthurgie em que os animaes falavam e se entene ram se nos dansarás obrigados a ladal. ftativa prim » indecisa dum retratis. | riscar nada além do que já estava perdia? de o domestico, alastra-se, por diam com os homens a respeito da mes, | nhas tiradas num latim do Congo, Cer. | ta de anões e aleijados, Falta mesmo nas | go, dedica o xerimbabo a um represen, | tico mimetismo com o bicho: pa mi tinta defensiva e prophyláctica, que | tos lagos quiétos, de aguas azu»s € vers | Jinhas deformad daquelles homunre) tante da córte celeste, na indumentaria da cunhã, cuja os havia de Identificar na côr das pen. | des, de pralas mysticas e florestas drul, | entos toscaneg + O sopro quente do Quanto aos fructos, que não se mér é vermelha como o guará, ora nas e das vestes, criando o totem ami. | dicas, como por exemplo o do Espelho | inspirado, o espirito dum futuro fazedor | cam porque tambem “são do santo”, 0! o papagaio. ora azul como o. £o — muúrchou na offerenda votiva do | ga Lua, no Nhamundá, onde as icamia. | ge carlátides que carre sem às costgs | caso provém geralmente das alagações a- | chamalotada como a gibola. bas guerreiras modelavam O mutraquitá, mezes em que as y deus fatídico. Os eclipses, sobretudo os christão, normaes da planície, 4 do crente nos mi= mum na Amazonia, da mulher ; na prome na dádiva risonha dum florilegto | amuleto da felicidade, deixaram de ser | ga lua, tabu's astronomicos envoltos re, | arvores delicadas, prestes a morr r COM? res vivas, principalmente acto, colhido na esperança de todos 08 | abu's pela Indifferença realista do po pentinamente no somno ethereo, e qUe | 4, sronco Invndado, salvam. se do naufras sumo do urmcu! e do erajuru* bens terrestres. Dahi a modificação no | vo dagora. Collinas de véus chiorophyi= | «ram acordados ao som dos gritos, do ba . | «yo pela atitude da dona, que as offere. | algumas tribus se tatuam dep trespasse do culto, as alterações emfim | dos na verdura sagrada, em cujos CL. | er de latas velhas, de palmas, de tir ce em recolhida prece à divindade catho-| nerges, - resguardandose por o rythmo do flagelio mortal. O susto | mos privados sublam os chefes selvagens | noje interessam apenas pela escuridão | ça, Immediatamente as aguas baixam, À maus espiritos = elle documen des propiciatorias, perderam derramasm. maravilhoso e Infal. as oraçó momentanea que «urge a terra fecunda e virente, escapana E co. nota Icognoscível de abstracto superstiçioso pavor. Neste rapid remóto pelo tabu” livel, ser prohibida 4 canhãps a força mysteriosa, o encanto hypnótis u* rom a ponto de Em summa, depois que » a ctetra pelo pau do cant a por do fro Pp F pledosamente 0 ser porventura duvidoso da sema tyrannia, resta apenas um grande silencio O tabu" de hoje, do, depois de remexído, e vasculhado symbolo desmoralizas toca o, palpado tornou,se pittoresco e as o convivio com os arcos e as frechas das | co dos altares cabalísticos peu o manto radioso ao choque de uma eno a dona Teve | co como se vê, 0 tabu” vela q tribos, sobretudo com os dos mandari= Inscripções lapidares na face dos mon= | cante sceptica como a nossa, velt, pour | ente da planta ná sorisa à venda dos pincaros sagrados. com -escak cu's, fechados num departamento pro= | tas batidos de Iuz, no panno sombrio das | o, a pouco, numa decahida mystica, pomos, ninguem es toca, a não Se | pet totelsmo, até o rubro-das vi prio, passou com a Indole branda do | angusturas fluviaes, na ita oattara Meio | condjr.se no totem, já por sua vez mes= | quando o sr. vigario em desobriga da Pas | jergbram, por associação de tim mestiço no valie afogada nos barrancos, no flanço rocho- | cjado ao catholicismo. A divindade pazã | cochia ou o sr. arcebispo em pásarass à voreie o propiciatorios. slgumas dansas tabu's, igualmente | (o das cachoeiras — tabu's que foram | ajiogese no santo para o milagre, As | evangelicas, desejem uma cabidela mais “cExempto “do “Ampitheatro Ama co”, Mivro Inédito do escriptor Rergaaa: | Raymundo Apre) ú sá pelos mos | pelas narrativas reveladoras do genio 0€. “sítios” Amazonas e — só têm presentemente o valor ca sim, em varios do seus tributarios, quando alguem preten de comprar uma gallinha, um pato, uma vedadas ao olho feminino, espiritoal ou uma sobremesa mais para, o roeeiro, sa envolviam | culto arçheologico que lhes emprestam os vimentos ombra olymplos da divindade impon. coreographicos que | Alsiaca, casos unicos em que p entre a gruz e a caldetrinha, cedo e

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