O Estado do Pará 04 de Setembro de 1935

Mntação dos trajes moder- “são, apenas, um deta- oa, a graça e belleza cano. fixaram a atten- cão nesse ponto, e nesta pogina v o cuidado de modificar sê dás mangas até agora “quasi sempre sob moldes com- muns do japonez ás cavas. “Esta nova tendencia vem em- prestar outra silhueta aos ma- nequins femininos e ensinar no- Ego ta technica aos cortes é ás cos- parati oe uéros. A ultima palavra em mangas ordena que sejam ur- plas. Observando bem veremos me são elas que nrdificam O úlleilo desses vestidos simples. stes modificações foram ins- pirades em modelos mil oitocen- fog e oitenta. Algumas evocem a manga “gigot”, outras “pog- tillon” ou “Sophie de Trécoeur” “EBhtretanto, na verdade elas nunca se assemelham demasia- do.. Há sempre a nota caracte- ristior da remareada personaii- dáde do seu desenhista. Mesmo o termo innocente “manga ba- lão” soffre ligeiras modifica- ções, mas o bastante para crear- lhes cífeitos novos. AVORES [x — TRAGICOS -Em . Vincennes mostram as fossas onde, em 12 de março de 1804, foi fuzilado, por ordem de Napoleão, o dugue de Engh ie e e e ET e aee setas -o piada |* Os vestidos mnogros para a noite continuam a rigor. Quasi sempre em tecidos lisos e espes- sos, s ia bem ampla terminan- do em cauda, têm pera realce das suas linhas e para alegria do conjuncto, pplicações “lamé” prateado, ora em E bots”, ora interessantes folta. com cortes bizarros ow impsm, lapellas, sempre pespontadas. Foi Jeanne Lanvin quem a- busou de tal tecido e poderemos mais uma vez, observar «hi D seu gosto “raffiné” . Os adornos de plumas e pennas vão sos pou cos, desapparecendo, o que para nós, nesta estação quente, é bem agredavel. Com o “lamé” confeccionamÁ se, tambem, casaquinhos ou sai das de baile, para noites quen- tes. Para durante o dia ou pa r a tarde o “hlamé” é, ainda, improprio, pois o seu tecido seintillantes requer salões, am- biente de elegancia. Todavia, não ficariamos admirados se, amanha Lanvin, Patou, Chan- nel decretassem o “lamé” para o dia. ; qe e eee eee eee em deal, esperando o feliz momen- to em que o velho principe de Condé se decidisse a approvar o casamento com o seu neto. o que não fazia por intransigentes idéas, que o tornavam hostil aos Rohan. Perante essa dolorosa situação, os dois apaixonados ten, filho do duque de Bourbon e geto do principe de Condé. E recordamo-nos do seu idylio de comprehenderam que era neces- saria uma separação por algum tempo, e» duque partiu para a amor.No granducado de Baden, em Fitenheim, numa pequena à vivia o cardial de Rohan “sobrinha, a princeza 4 - Era encantadora e ; sa, mas não era feliz. Seu N va no Exercito, sua mãe na prisão e seu irmão Jules, de- de ter combatido nas filei Es - reçublicanas. tinha sido - P guilhotinado. Em 1801 chegou “a Altenheim o duque de En- Eve, que tinha então 30 an “nos, As hos iliiades então cessado. Bonaparte dita- “vasas suas vontades á Europa. Fiél ao seu rei. o duque de En- “ghien ficou no exílio. Em Et. : “apaixonou-se por Car- de Rohan, que não mais com 5 secre os. Mas a política não 0, preoceupava . tinham) Suissa. Adoeceu gravemente o car- deal de Rohan e morreu em 1 de fevereiro de 1802, Enghien, imaginando a dor de Carlota, correu a Ettenheim. À prince- za, que como emigrada não po- dia regularizar a herança de seu tio, teve de abandonar o palacio e foi habitar uma mo- desta cazinha, ao lado da do seu apaixonado. O logar era soce- gado e os dois levam uma vida idylica. Chegou a primavera de 1804. Embalado pela deliciosa mono- tonia da sua existencia, ignora- va o furação que de todos os lados ameaçava Paris. O pri- meiro consul estava decidido a 4 jalundonar. Casaram se-| gufender-se, “Os Bourbons que- + «O duque não cons-| um matar-me como um cão — ira mas recebia uma pensão dizia elle aos ministros — mas da Inglaterra e tinha. por conse-! |. emos de ver” “quencia, relações com agentes) q duque de Enghien não via 9 perigo e seu pae, Henri de Bourbon, entendeu que uma eh- “Bile vivia tranquillamente, | trevista com o primeiro consul sob'o olhar induigente do car-| dissiparia todos os erros. Em 18 OTIS A carpete ão Coisas OMMETTER uma «gaffe * verificar que ninguem se aper- cebeu o UM incendio ver apparecer u.| já so esta 2r ma escala quando va disposto a pular de ceiro andar ... s ABER que sua sogra, visita era esperada, não vir. decidiu ECEBER applausos, quando vem a vontade de tossir ou as. soar-se. “8 wma AZER uma conferencia ou um sermão e observar que ninguem dormiu. 4: 4 ... ER interrompido em seu dis- curso no momento mesmo em qne não se sabia acabar tos. ENDER por 108000 o que nos custou 18000. Cro ESA numa revolução em, | 4 | E||4 Miss Dunre, estrella da RKO- Radio que veremos brilhar, com sua belheza excepeional no fil “Roberta”, assistiu jo ida giga a As mulheres mai: gus fascinantes do mundo para; Quaes serão as dez mulheres mais fascirtantes do mundo? Maurício Chevallier assim res- pondgu a essa pergunta: Em primeiro logar, a condessa de Maigret, arado 4 aristo- cracia franceza. ra Brokaw, escriptora é Roe Mm ctora de um semanario novayor- kino. Vem depois a artista de cinema Kay Francis seguida de Marlene Dietrich, Merle 'Obe- ron, Greta Garbo, Anna Sten, Clara Bow, Loretta Young € Annabella, joven artista france- za do cinema. Maurício Chevalier sente u grande enthusiasmo pelos en- cantos da Condessa de Maigret, | spsoluto de sua mulher, que, segundo declara, é a mulher mais encantadora que já encon-| ge escravos acorrentados, o homem trou em sua vida. Alta e delga-| s valia da força para sua mui da, radiante de corpo € intelli- gencia, a condessa de Maigret, ge se encorporasse ao elenco de Hollywood. seria a mais bri- lhante das estrellas. - Loretta Young é sempre, segu” do sua particular maneira de julgar, a mulher mais feiticeira da nova geração. “ Não foi apenas agra- ciada em belleza, como tambem cm talento” -—=seerescentou elle. Chevalier é ingrato. O ESTADO DO RARA. : |nutos. Uma vista do Capitolio RA! —QA arta-feira, 4 de Setembro do 1935 emana mi cy emma esta mea mana caso 19020 a quina 4 6 4 A maias Fe mi STAR, certo que perdeu sua car ER cair a chuva copiosamente, Tr “E teita na rua e encontral a no V quando uma circumstancia nos bolso de uma roupa velha forçou a ficar em casa abandonando vm passeio com os amigos... que, es UVIR o medico dizer que se |tarão certamente todos molhados. | está fórai de perigo, quando ja ... se estava dolorosamente resignago a N ÃO saber uma palavra da lição | morrer bi é e o professor deixar para o dia seguinte as perguntas a fazer. ... LHAR num espelho (uma mu lher, está claro) e sentir-se ho, TE | E STAR com muita fome e º mesa cheia de pratos prefer dos .“.. STAR certo de ter perdido o trem e saber va estação que es te trem está atrazado de vinte mi victa ba | nita. E STAR quasi se afogando e ser levado para terra. ... ODER tirar os sapatos quando nos apertam. ODER conservar-se sentado tc do tempo da viagem sem com” metter impolidez. RA AVE ND ... ER desejo de ir ao cinema, quando se está sem dinheiro, mas descobrir, de repente, uma no. ta de vinte mil reis no fundo da car. toixa, 44; 7 m Cuba B | || | | | Hollywood. Mas as luctas não eram em absoluto tão bem fei- de Hoevana—capital de “Cuba todos os horrores de uma revo- jução. Seu automovel fei'detido continvame as ruas por rt, tas em Havana como nós as fa- trulhas arma >» gua vida es- | zemos nos films!. teve, muitas vezes, em grave perl RITO PS NERA ARIA rigo. F E embart cou para Nova York. e lá foi recebida;por E i s, MANEIRAS que a feram-esperar no caes. —Que mos diz da «evolução? todos queriam saber. “menos custam, E” difficil quel' + « GENTIS co am aqu aa cr a 2 nm SAE o, Sd empregado para batem-se os co filtrar a agua purifica melhor seiros Ed ah do que os filtros de carvão ou | de areia. Detem os germens ve- PE Pedi getaes e animaes que possa con- cão das disposições ter e torna a agua livre de im-! asseio individual e purezas. O algodão se renovará tico e tamb em tantas vezes quantas fór neces- mente pelo aria, , er to das sivas Para der brilho aos moveis: séy- muito boa uma mistura compos- ta de duas pertes de azeite d ricino e uma parte de rinagro. O as bem os moveis e lhes dá mm b lho d radouro. Com uma escova molhada agua e sal limpam-se uito Nos moveis de vime. O sal evil que se torne amarelo, o vim e he dá brilho. Passa-se depois um panno Era Abrem-de as camas, sacode la, se e crpõem-se no ar as: fai? zol das Rd? que ALA A” etc um homem ou uma mulher, de za maneiras gentis, se coloquem: na vida em situação inferior. | O exito, a fama de um medi- , muitas vezes dependem do || modo por que trata os enfermos. à Miss Dunne respondeu qu ti- um fogo cerrado de perguntas que lhe atiraram os reporteres Maurício, é hevalier vera muita difficuldade em tra- sal-o . — Porque ad que “Fulana” vence assim? Porque será que tem tanta sorte? “Não ha mysterio ao “por que”: A seguir, Cl di m sas velhas que o annei symbolo de “Fulana” é recebida com pra- zer, aqui e alli, ganhando amiza- des, attenções, carinhos, apenas porque tem sempile, maneiras gentis... Porque é affavel, atten- ta, delicada, talito com uns, co- mo com outros, porque suas ma- neiras gentis não fazem diffe- rença de classes... Uma muiner, mteiligente que seja, pelo engenho de que se sir- va alegariando vontades, terá tudo perdido se os seus modos são asperos. imperiosos. A cortezia é uma força. Uma —Mas ia revolução? —Ah: A revolução foi mais ou menos... Foi quasi tão inte- ressante quanto um dia de bas- zer os seus chapéos sem amas- tante trabalho mum studio de SDS DS LE a permeni O ANEL DECASAMENTO Ninguem lhe conhece a verdade da origem. Dizem pesquizadores de coi- noivado e casamento vem. daquelles tempos em que o homem era senhor E explicam que naquelles tompos tambem escravisando,a. Depois mais humano, deixou de lhe pór 'um an- nel em volta do colo ou da cintura, mas imiventou ontra coisa que a não martyrizasso e essa foi, dizem elles, o annel de nupcias para dízer a to- dos que a mulher tinha dono... Como se sabe, as francezas não obtiveram, ainda o direito de voto, mas, nas ultimas eleições munici- paes em Dax, as mulheres dessa ci- dade foram chamadas a eleger seis conselheiras municipaes adjunctas, que lhe leviatara o pedestal. No ie o o commercian- te affav l chega ao exit . EK na: vida social, na grande socieda- Ge, as maneiras gentis se im- põem; exalta-se quem as possue e uma sympathia e um encanto | envolvem a mulher afortunada esses dons. De muito pouco. valem à inss) trucção, a distineção e o ro, se Tão se possue pesa qr ae moral, refinado, que sabe evita) uma palavra a tempo, uma phra- se pesada, de mau gosto, uma pergunta indiscreta, uma ordem dada imperiosamente, uma ses posta dura. : Esse trato gentil, que “atas mais conquistas que a Ê que sabe sorrir carinhosamente, que dá um cordial aperto de mão, que se interessa pclo in- teresse alheio, que presta atten- ção delicada a quanto se diz, que se cala cortez quando outro faia, que tem sempre uma voz mansa e suave, gentil de manei-. itas com todos, esse trato gentil é a viétoria, é a sorte da “Fu- lana” e o Esque- CA ASAMENTO - POSTHUMO| O costume entre os habitantes da ão nte. encarregadas de secundar a munici- palidade “na applicação drs leis de assistencia e hygiene social, protec, ção á infancia e educação. Compa receram 41.882 eleitoras e as eleitas ceu Jeanrette Mac Don: ad, sua companheira fascinante de “Al-| Mongolia ou Tartaria independente, ivorada do mor”. Foi a ella que | na Asia, quando uma rapariga 6 um elie devem o seu renome e a gua rapaz de differentes famílias mor não | rem sem ter contrahido alliança con- foram uma parteira, uma antiga di: , rectora de escola maternal, uma dire Ictora de collegio, uma enfermeira e q EDE YOLANDA - Eis aqui a receita do um bom creme para oito gorda: B EÍL Lug A o o o vo ELE A=T nada nas pestamas:; Ha 1d so todas & reina Amido de trigo .. 19 gro. ” | Mgua de roma. o ra.) Oxido de zinco a Glyeerina Ps E tot gra. | Vaselina 2 ár e time. de tempo > ps Ca Cela de vinco .. s0 grs MADAAÊY OLARCK A x é CENTA = Cole pela fraca e passo | reneiaa tintura às Belda Potoe) a Er eo da axigenada unter URAVINÁ ni ed a Po KB. eliccoita do leite virginal: | SAGC0s neste enso + usa ! mer dé bonjoim pod ds dis) por: a 'rine. du Panama he grs : FE ENA LINA Já experimentou « E DORA gundo co pró: de nitrato vt) culphurosost Trem veses por romana 2 Ass + * o bistintho, s praseípio dopois espacando sos ZAZA! — Simm, pode maar ambas al-| 204 Horandpataçto r dis HELENA DUBA RIO popu: aridade mundial. Se existisse Jenrmette Mac Donald não existíria Maurice Che valier. E tanto isso é ve rdade que, pois da ” alvorada do Amor "el vunca mais conseguiu exito pa recido. E Eile foi dar os vom primeiro logares la duas creaturas ninguem Perro não podendo por isso ajuizar da justiça seu voto Por isso mesmo, esse voto é uspeito. Maurico . Chev alier deixou Jeannette Mac Donald de vor convicção, nem es mas por despeito e despeito, ella e lado, 1 quecim nto, taria, lista dma, ão não foss pela corta, y popular artista do cine —— — meme mea meme a mt ] iu com filh Talléyrand ir e marco part Ps seu para ris, ma “fluindo na decisão de Bonaparte resolveu o negro drama que cus- Htou a vida ao joven duque. Car-i lota não tornou a ter uma hora ide alegria na sua vida, d - que | “a c encabecando 4 by presidente da União Nacional “pelo Voto das Mulheres. Curioso é que os jornaes não commentaram quasi a jugal, fazem os paes o seu casamen, to depois da morte dos inuptos. Re duz-se então a escripto o contracto, que é queimado juntamente com os |, é inovação. vestidos, com uma certa moeda de E a ” + O exemplo, porém, ficou e varias papel, e com tudo aquilo, que lhes | servia na vida, e ontras victimas | outras municipalidades se dispõem a , comoçando a iniciação que usam consagrar nos funeraes. | imitar Dax Todos estes bens, dizem cs Mongoes, | ia vida politica femin na A passam por meio de fumo ao outro | mundo, e servem ds satisfazer ás no- sidades daquelles, a quem elles são idos E) os casameriia no cém rotíficados, : 3 | bras e aesistencia social e educação, iem que as senhoras se vêm especia. lizando gradativamente, Basta citar o facto de ser uma franceza. Mada no Malaterro Sellier quem suscitou, perante a Liga das Nações, em pri ! h inti amente po persad que pois derna JOSEPHINA CORDEIRO / meiro logar, o combate & criminali- | cearamor dinda infantil pelo afastamento dos AULAS DF PIANO menores anormaes, “O aaLrnIo PREDRIX MUNDAL || Attelitasios nus » compunha AS HE] Para alumnas adiant da ou princi | tapa encedora em toda parte, prantes. — Ensina pela escola mo- PARIS por dominar o conservatória, | PP TARTARUGA DE NOZES — Paz RR agune se q massa com 250 gramuna de fari; | mais qmeucar, nha EA trigo. T wolher de manteiga *€ sal. Amasse t outra de banha, agua € tudo e deixe repousar por 1 hora mo Depois abre fina, corte ro levanto um |) apertando mini mo dellas de 5 centimetros. pouco as bordas para cima. ada ) contimetro. Cole com cara de ovo 4 patinhas, a cabeça o o rabinho das tartacngns, tado da masea. E? mui o fac0. Arrume num faboleiro, ro cheio e Jova a assar no foro, recheio com 200 grammas 200 grammas de as 4 clacas em nero € use np de nozes moídas, smenr, 4 gemmnas, et Bocha na caseas dos tarterngas, pros urando dar-lhes à forma abaninãa dlaa riarug a engrossar so fogo. Love hash no fogo” ttrito aum Escrrá do, dali eóm A AMANDINES grama smendons, de 10! podcos olà Av. 8. Jeronymo, 47L-Phono, 1883 mo francez e dar Ás francezas um di rn n nada RR 1 alas x; Ata 4 reito, que a sta intelligencia e acti- erfamo com haunilha-ou dgua de vidade justificam plenamente 2" Amasse todo v curólo como Svo Eae oc mar AR ER mundo modermo, que tanto espera da | [ão ral» como o erspregad: to | contribuição feminina na solução dos | Molho cada am nal, magnos e inquictantes problemas da (se em cmendonsa qi phone, Annuncias nest: o mais lido em toda à Amazonia. hora actual, "EA PSD por 2 hora

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