O Estado do Pará 03 de Setembro de 1935
57 roer deve estar do aguas limitrophes em do Pará. Cocre ao ii: heira vez representou Estado em torneios es- por pófdgonistas do qual Dina e audaz, dui-o está satisfeito ant> 0 ] lee seus filhos. sa, a do patrio- tecou reunir isenhum sol- faltou ao cumprimento do dessr e partiu levando nas ma- las c symbolo da terra querids tuido pela camisa de es- consciente e mo peito 9 desejo de bem servir o “quando no mastro do gra- jo de Paramaribo subiu, e t drapejando aos afagos de tos estranhos o auri-verde dão ao som do hymno vatrio, de nossa gente fremiu, 4 einoeiotou-se e teve a expansão to esforço e na intelligen. que enfrentou, compe- luctcu e não se deixou ven- . por que alli já não estava a nem se ercontrava o Re- mas o Brasil. que não podia er Vencido, E não foi. Suive Brasil! = Hipp-hurrah! mocidade heroi- ca. ... -Ahi vae minha primeira correspon- “deneia. Façoa já de Paramaribo, de- pois das primeiras e magnificas im- pressões da “cidade-brinquedo” que £ à ma espital da Guyana Hoilandeza, É qria nestes dias, Pelo anniversa- * mo matalicio de 8. M. a Rainha Gui- lhermina. Vae aqui, enfitetanto, o relato de tu- do b que eomnoseo vem oceorrendo, de todas emoções, desde o mo- o “Oyopock”, garboso, ou do nosso caes, fa- ao Targo, emquanto, a bordo, “o ju 3 Bombeiros exeeutava a“Meu “amoo”, marchinha quo é um verdadei- ro desacato. dad ms sentimos, nessa hora, a emoção enorme com que Francisco Vas- “ques dos falou, O anseio patriotico que ia nas ex maes com que elle nos deu - neta vota de boa viagem e de feliei- dades, Todo sou amor ao Brasil que “elle elegeu como sua segunda patria e queda méria grandiom de seus filhos, falou nese momento. Depois. o nosso », adeus, pela palavra entimsiastica de plendias presidente Mario Guimarães. —-s horas da via- gema, deixada (ora traz a Guajará, tão festiva nesea menhã luminosa de rega- As cortada, minuto a minuto, pelas “ qilhas das soles e das “out-riggers” do Remo, da Tuna e às Recreativa, dei- -xada para trgz, tambem. a bahia do fr |" Bol, o int, começou a ficar brabo... começaram os os “eapótes”, os tidora. sexo e deliciosos “expótes". E en fui E e primeiros. Depois, o Deolindo. 0º Abilio, quasi a turma toda. De pó. fir- "-% mas, Tnabiláveis, insensivois fa inele- —Ménieias do mar, avenas o Amaral, “ Barradas, o Evandro, o Bittencourt, o » Octavio, o Pelado, o Moderato e uns oueos mais. “A túrma do jazz copotada, tnbémi: E. cadê, entivssiasmo?. a. A DESILLUSÃO DO CAPI Logo que o mar começou a “embra- a becer”. o Capi veio a mim. Queriá que — Sorbgroyretehprredadom o joven dr. Ignacio Moura Filho, 5 vem sendo um dos bons companhei- Foo nogaos, dedicado e solicito com à turma toda, OCapi ansiava por essa apresenta- cãosabem vocês por quet-—para se defender na hora solemne do enjão. Pizlho a vontade e não queiram saber « da desillusão do Capi quando o dr. Monra Pilho lhe confessou que enjoava, “ umbem 4o p, , NA HORA DO MAR MANSO.. 4 oi uma noite só cam mar brabo, hmumos um vento tremendo pela = prõa, mas o “Oyapock” vencas tudo, - Lelimmente, é, já no dia seguinte, quan- » O mar amanaou, a turma estava toda rme, aguardando as badaladas solem- - nes do “avança aos pirões”, Uma das figuras mais queridas de 2» borho 6 sem duvida. o immediato João altos, rito interessanto c folga- o immodiato, tem sempre para cada um de nós uma pilhoria amavel e cheia Econ 4 Houve, já. aqui, quem o Imutediato Mattos sp rage era preciso im “ EE qava a sentir as delícias do mar man- [390 immediato nos sppareceu a pedir o nome de cada um de nós, idade, esta do eivil, ete, para fornecer ás autori- dades de Paramaribo. E conctuiu. quan do já de posse da lista completa: —Deixa estar, pessoal, vou logo denunciar ás meninas de Para- maribo quaes são os ” da embaixada e quaes os desimpedidos. Foi um protesto geral contra tama- nha desiguakiade, Isto é, geral, parque o Mario Guimarães, o Amaral o Ribas. o Bittencourt, o Deolindo e eu, que nos prezamos de ser uns cidadãos munito sórios e exemplares, nada pro testamos. Por nós. estava tudo certo... Eu com isto “amarrados não. O 77 FALANDO INGLEZ Estamos a meio caminho, ou melhor já mais para Paramaribo. Comnosco viaja. a bordo, um hollan- dez de Paramaribo que, como quasi to- do bom filho da Guyanna fala, tambem, o inglez. Assim, a toda hora são pales- tras em inglez entre elle, o Ribas, o Amaral e q Mario. Hoje apparecey uma novidade a bor- do. O 77. que é um dos bons elementos da embaixada, pela sua disciplina e pela sua modestia. acordou falando in- glez. Foi um successo. Estavamos todos no convez quando elle nos chegou, já alinhado, e seitdou o Ribas: —iood morning. doetor Ribas! Foi um suecesso. E" que o 77 já está treinando para daqui a dois dias. MISTER RAFT Outro que já está britanico,—o Pela- do. Hoje, o valente zagueiro tunante communicou que já não é mais o Pelado que dahi sahiu. Foi quando o Octavio o chamou, não sei para que coisa. O que é facto & que ao Oetavio gritar “Pela- do”, elle respondeu, de prompto: —No, sir. mr. Raft. Vae mais essa para o Vasques ver os progressos da turma. O REPRESENTANTE DO GOVERNO E DO COMMERCIO Com a nossa embaixada vae como representante do governo e do commer- cio o sr. Antonio Amaral, uma figura que se impõe. Cavalheiresco, insinuan- te, distineto, o representante do go- verno é de uma solicitude sem par para com a turma toda. E tudo resolve, tudo soluciona, dentro de uma linha de ele- ganeia moral que o faz gra jante e querido e admirado. SIGNAL DE TERRA Quarta-feira. Começamos a tor as pri- meiros signaes de terra, depois que dei- xamos para traz o rochedo de Couneta- ble—obra maravilhosa da Natureza como um ponto vermelho em pleno oceano,—e dapois que Cayenna, lá lon- ge. nos ficou, tambem, para traz. Vie- ram-nos elles pelas primeiras gaivotas, signaes de terra proxima. E” Parama- ribo que se approxima. A COMPETENCIA DO COMMAN- DANTE AUTRAN o commandante Antran, que vae le- vando a bom termo o ulirapock”, com uma perícia a toda prova, communicou- nos-—e isso mesmo já disséra em Bé Jem, que estaríamos do pharol que as- signada a entrada do rio Surinam. cami. nho pará Paramaribo, ao meio dia de hoje, quilirta-feira. E assim está acontecendo. São 10 horas e a bares pharol do Su- tinam já o avistaram as longe o coms mandante Autran e b praticante ra nésehy. Ag meio dia, pobeo mais ou menos, estarémos diante della para Teceber o pratico, “A PRIMEIRA VISITA HOLLAN- DEZA Meio dia e pouco, Estamos diante da barea pharol, quasi 4 entrada do rio Surinam, Um motor de pópa já alli vem ao nosso encontro, trazendo o pra- tico. E' a primeira visita que nos vem de terra, A bordo, o pratico nos avisou que o governador da Guyana nos espera ás 4 horas e que a cidade está em festas pa- ra nos receber, Como ainda é meio dia e ponco e da bocea do rio a Para- maribo dista apenas duas horas. vamos fundear um poeo para fozer hora, A's duas horas, largaremos. PARAMARIBO! UM PARAENSE EM TERRA:—O FRAZÃOZINHO Em marcha já. vamos chegando 3 Paramaribo. O caca de desembarque está ropletissimo. Tá longe diviza-sd e movimento festivo da cidade. Bicy- eletas e automoveis cruzam as ruas, em grande nimero. e em todas as direcções e uma banda de musica passa rumo ao caos, A bordo, os preparativos todos para o desembarque já foram feitos e ensai das as sandações, Binóculos são assenta os em tados às sentidos até que se divisa na ponte de desembarque, 4 nossa espera, um con- terraneo, o joven Lísiz Frazão, filho do benemerito RAR azulino cor- rector Frazão, que a Paramaribo che- gou hontem, de avião, para nos esperar o assistir os jogos, O Frazãozinho foi uma das nossas preoceupações a bordo, durante o dia de hontem, De minuto a minuto « gen- te olhava para o alto, á procrra de descobrir o rião que o con a á Guyunna. Anseio de ver viajando por edos extranhos um patrício amigo. Paramaribo está realmente em festas para nos receber O dia de hoje foi fe- riado e toda a cidade, accorreu ao caes. Cerea de dez mil pessõas nos esperam, num enthusiasmo como nunca previra- mos, Uma coisa extraordinaria, louca, que se não desoreve. BRASIL! BRASIL! Está bem em frente Paramaribo, A” fachada de uma casa o “auri-verde pendão de nossa terra se balança impa- vido e altaneiro, á brisa da Guyanna. E quando, olhos fitos na nossa bandei- rã o pensamento nos voava, numa pre- O ESTADO DO PARA" — Terça-feira, 3 de Setembro de 1935 De regresso á terra natal, cu hontaram nos prelios intern viaja neste momento a emb Pará, glorificado não só pela technica mas pelo apuro social dos seus embaixadores, os espera de braços a- Labs “p, “Parque” que é onde se reune iodade de a mais alta guei Paramaribo. UM CONFRADE PARAMARIBENSE Logo à nossa chegada foi-me apre sentado um confrade varamaribonse O jornalista Edgur Krócs, que me cer cou à mim e sos meus companheiros das maiores attençõ Dono de um autom 1 alinizadissimo Edgar levou-me a mim. o Frazão e o Deolindo para um passeio pela cidade, E todo dia tem sido isso. À toda hora lá vos vem elle buscar para magnifie passeios. AS GENTILEZAS DOS PARAMARI BENSES E* quasi iniereditavel a gentileza 4 com que os parsmaribenses nos tra- tam. O “O ypock” vive cheio toda hora. E nós ma rua quasi que não po- demos andar. O povo nos cerca, nos sau a, apertu nos q milo, abraça-nos. Os chauffeurs páram seus carros pa ce, á patria distante, a banda de musi- ea de Paramaribo executou o hymno brasileiro. Brasil! Brasil! Como mais nos falou à alma o enthusiasmo de nosso patrio- tismo, agora que estamos distante de ti. Brasil! Brasil! Nós aqui já não somos só a Tuna e o Remo que, num grande abraço de con- fratornização, o Pará mandou 4 Guyan- na Holkandeza. Nós aqui somos muito mais. Somos Brasil, De terra, é assim que o povo nos sauda: —Brasilian 'al O DESEMBARQUE E A RECEPÇÃO Ninguem ahi póde ter idéa, nem nós mesmos, por mais optimistas que fos- semos, poderiamos imaginar que Pa- ramaribo nos foss: receber da fórma por que o fez. Foi um deslumbramen- to nossa recepção. Decretado feriado q dia, pelo governo, o commercio todo fechado, Paramariby inteira accorreu ao caes para trazer-nos sous votos de bõas vindas.: Foi uma coisa assombrosa, pode-so assim dizer. - Paramaribo não possue bondes vem omnibis. O meio de transporte aqui é o autemovel ou a bicyeleta. Pois centenas de automoveis, e mais de seis mil bicycletas trouxeram á rampa a população, num enthusiasmo como pou- cas vezes temos visto. Mais de dez mil pessoas se amontoa- vam no cáes, rompendo, mesmo, os ecrdões de isolamento da Policia. E olhe-se que a Policia aqui 6 uma coisa muito seria. Ninguem brinca, porque o casse-tête canta de rijo no costado. Na rampa, o representante do gover- nador o todas as demais altas autori- dades da terra, og dirigentes da Su- rinam Football Association, jornalis- tas, o delegado esportivo da Venezuel- la, o representante da Fifa e perto de cincoenta fotographos, todos cercan- do de attenções o Prazãozinho, nos re- ceberam com as mais effusivas demons- trações de carinho. Dosembareados, depois que o nosso jazz executou o hymno hollandez, to- mamos os antomoveis. Pois o povo em- purrou nossos carros até & séde da Su- rina , empurrando-se, brigando por nos apertar » mão, a gritar numa jeire louca: —Brasil! Brasilian's! Allô, Brasi lian's. Na séde da Surinam, depois dos dis- cursos, foi-nos servida champagne, cer- veja e limonada, esta, uma das bebidas mais apreciadas na terra, Depois da recepção na sédo da Su- rinam, dansas e um passeio de automo- vel pela cidade.. A “CARIOCA” A musica mais em voga aqui em Pa- ramarib, 6 a rumba “Curióca”, do film “Voando para o Rio”, de Rou Hen”, Todo mundo a canta ou assobia. Para todo lado que a gente se volte 6 só Have you seen the carioca 9 is it à fox or a polka, *t had so bleu some girls like , 4 , you I love them two...” Nossa turma adheriu logo e o jazz dos Bombeiros executou logo a sumba gostosa de Roulien. Foi a conta, um delírio. E os mpssos compareceram . “Eu sou carioca da gemma”... Um delírio, uma lJouenra. E o jazz, teve que tocala cinco vezes seguidas. FESTAS PARA A EMBAIXADA A” noite estivemos, nós todos, o Fra- Zhy, que passou a ser membro da em- baixada, cw directores da Surinam o va- rios jornalistas, no cinema Royal, de vimos “Amame esta noito”, Chevalior o Jeanetto Mie-Donald, mais uma parto especial de aspoctos de jogo entre Hollanda é Alemanha Prança o Allomanha. França o Italia, eto« 1 ' pa Dopois do cinema. uma festa” on- de tno, | todo canto, mas da 1 ra nol.os offerecer. Os eyelistas descem As moças com cm... com affectuosa sinceridade, Os" photographos pedem-nos poses + u o A bordo neu; podemos repousar. Por cada um quer quer abraçar-nos, testemunhar seu en E assim vamos vivendo, fruindo da mais gentil r O PRIMEIRO JOGO contra a equipe da Surinam Foot-ball cez “Antilles”, Fomos recebel-os no Barradas e Evandro; Baptista, Pelado de suas bycieletas e noltas offerecem nos offerecem retratos. rom que invadem o vapor e thusiasmo pelo Brasil, hospitalidade do povo 4 Association. muelano, enja equipe chegou hoje mes- caes e com; todos os membros da em- baixada estivemos em palestra. e 77; Pernambuco, Saboya, Moderato Capi e Mattos, / para que passcemos. dam-mos festivamente, ter p ra comnosco palavras amigas, Tudo aqui é Brasil, conhecemos. Hoje, dia 29, o primeiro jogo nosso O juiz emtã o centro medio vene mo pela manhã, a bosdo do vaipor fram Nossa turma, hoje, é esta: Ribas, O campo está repletissimo e o povo aguarda ansióso nossa exhibição, Estão alinhados os quadros. " Imiciada a peleja, a lucta se movi menta logo. wap, Os locaes têm um padrão de jogo dififerente do nosso. Seu jogo é largo, aberto, de passes distenididos para as extremas. Comtudo, são rapidos, de uma agilidade admiravel o têm um tiro fortissimo. Abi em Belem não se fazia, e os que ahi ficaram não fazem. estamos certos a menor idéa do futebol que aqui se joga, muito superior ao que imagina. vamos. Nossa actuação enthusiasmou Pará inteiro, com os Tunantes em par- ticular devem acclamar o maior de nos: sos homens em campo — Pelado — que aqui demonstrou ser, indiscutivelmente o maior centro-medio do Pará. Outros jogadores: que enthusiasmaram granide- e Paramaribo foram eo mente o povo di Ribas, Barradas e Evandro. cuja actua ção foi soberba. Evandro ainda é o grande mareahal de nossas canchas. Empatamos de 1 À 1, devendo ama- nhã enfrentar os venezuelanos. BARRADAS O goneral arradas é q mais popu- Jar da turma, Toda Paramaribo pro- m cura conbecelo ec abragalo. Todo mundo aqui, meninos, rapazes, mioças e até respeitabilissimas matropas lhe » a toda hora e em fórma mais inte pronunciam o nome ressanto possivel. Aqui, elle não é Barradas e sim 'o Barradás. para uns, e o Barrabás para outros .. E! bs “ATER -Barradás! Barrabás! Ondo quer que passe qualquer um à nós 6 infallivel a saudação e à per gontas PA RTLITA —PBrasilian st » —Barradás? Barrabás? EM FRENTE AOS VENTZJELA- Nos Nosso jogo, hoje, 6 contra os vene- + j , OE PARAENSES EM PARAMARI-, Os pai BO — Fela correspondencia recebida | thusiasmo da hontem pelo presidente da Tuna, con-| rosa e selecta, dizida pessoalmente pelo sr. Luiz Ffa-| Malestia em zão, que assistiu aos dois primeiros! impediu-nos jogos feitos pcios nossos athletas em| ruzão porque Paramaribo, vieram notícias detalha- cripção das | das do friumpho alcançado pela nôssa embaixada, A recepção foi effectiva- mente formidavel, vendo-so na oto-| rano e Li graphia recebida muitos milha de| 58000. pessoas que se apinhavam no caes de 2a. desembarque. Oprimeiro jogo, em vir- o tude do atrazo do vapor que conduzia gund Poule, a embaixada de Venezuela, foi entre a Cd em lo Piranha; em ú jas tradições esportivas acionaes de Paramaribo, aixada Remo e Tuna, e o , zuclinos ec a turma é costa: Licisdo; Abilio, Pelado e Ba- Cimo e Evandro; o nosso quadro e o de Paramaribo. Pe- ptista; Antenogenes, Dóco, Saboya, Pi-| lado, assombrou messo encontro. sendo Poule, 234000. tota e Mattos. que conseguimos empatar no ultimo mi- 4a àFrancisco Va nuto de jogo ia * Hontem, nosso “onze” jogou com à ae be tis Tito; Hola Ga metros; em primeiro rato, collocada de cabeça. A assistencia correctissima. applau- diu os dois quadros. O nosso entrou no gramado conduzindo a bandeira da Li- ga de Surinam emquanto que q team Jocal conduzia a bandeira brasileira. Aspecto: imponentissimo, chegando ao P motivo acima delirio, foi o momento em qe os nos- Bo, EN sos homems saudaram a Hollanda. O ar- mos foi possivel iniciar a bitro mantoveisa impareísl, desempe- rara do que, cremos, ost: camisa da Tuna e hoje jogará com a camisa do Remo. tros; em primeiro Sem Igual gundo Tuchaua. - Poule, ip ; ——O movimento geral de apostas clevouso á.somma de 4:1254000. O arbitro é de Paramaribo e toda cidade por nós. O dia todo “Oyapoek” esteve cheio de gente que a torce o nos vinha incentivar para a lueta. E de facto vezaemos por 1 a O, ponto ridas os mumes das Fontoura Filho, que Moderato, que substituiu Saboya) nhando bem o seu papel. A esquadra no emtanto por um no final, conquistou. paraense entrou em campo com 6 novo de um aanigo Nosso “onze” teve hoje uma actna- uniforme eruzmaltino. A banda de tar entro as da Ea musica, nessa oecasião, tocou q hymno são que maravilhou toda Paramaribo. hrasileiro e o hniigadds No: die parda Gonçalves; dr. E não erro nem exaggero affir-| diato formamos contra Venezncla com | Cisco Vasques, Francisco Simões, mando que, ahi no Pará, nunca 1º-| > Seguinto quadro: Lopes, João Andrade, Alvaro | b nhum de nossos quadros teve una Licínio; Barradas e 0: neo; Bavtista, E Oiaemár Martfilho, and ! Peludo e 77; Mattos, Deco, Moderato lete. 57 4 actuação tão soberba quanto a de ho- Saboya e MinasAs e R CLUB DO !'s. CLUB — Remo, rc be To, convi vos di Je. do factor preponderante desse Jogamos o verdadeiro futebol, ser] O resultado do jogo foi 1 x 0a nosso exito a Es EO) doélia de Caract,s é formida- dai cas didi é vel formando no mesmo varios profis- linha media. Abilio, o velho Abilio, sionaes. O goal paraense foi feito por surprehendeu-me, Pelado foi um] Moderato. “cr ck” e Baptista, o mesmo diabolico| | À assistencia loca? toreta francamen- te nelos brasileiros. à , Sab a Ed bado jogaram Paramariba e Ve-| athletas, O Depois delle. Evandro, epronbigaçes nezuela sob a arbitragem de Octavio | horas em ponto. e Pitota. Almeida, resultando emmate de O x 0. x UM BAILE DE MASCARAS Antewntem. jogamos novamente REUNIÕES com a Venezuela, com o resultado fi- Em sua sóde- nal do O x 0, E horas da moite, a Hontem, fizemos q ultimo jogo com A” te , e ba 'Domingos. E ta ado pa ticas ip ta Paramaribo, «Sjo result do ainda não! + carnavalesca, um baile de máscaras, no conhecemos. O vamor “Ovamoek” dei- Parque. » | xará Paramaribo hoje, 4s 7 horas da P id a Toei di fina, fi-| nóite, denois do bancuete que a embai- ES RD sa dera ? xada offerece a bordo ás auctoridades dalza, Tá estava com as m is originaes e & Liga de Surinam. e ricas phantasias. O jazz-band do Corpo de Bombeiros A turma dansou de verdade e veio| foi incontestavelmente um trinmpho Pi para na nossa musica, A população de no ih andando MO OS À po ramaribo ficou encantada com a mes- contractaram-se noivados e só não] ma, repetindo a seguir os siumbinhas e houve casamantos porque a madrugada marchas mais em voca. As antoridades chegou logo e bateu, cedo, a hora de de Paramaribo: estão immernamente agradecidas no sr. prefeito de Belem recolher. “| pela exeellento opportunidade offore- cida por s. exc. de conhecerem a nossa musica. Até domingo q nosso quadro contava, 3 empates e uma victoria. O quadro Dia 31. E? hoje o anniversariç nata-| de Paramaribo dois empates e o de uilhermi Venezuela uma derrot? e dois emma ae ba na O a Todos os membros da embaixada es- tão gratissimos 4 exbraordinaria menti- Pãramaribo acordou teda engalana | loza das aitoridades o povo pet Pa- ramaribo, Nida es e em torno da, as ruas aheias de puvo, automo- beira a “ ntão o OS veis e bicycletas correndo em todas as tistas locaes a enchel-os de atten- direcções. f | la vi ca, Em; frente ao palacio do, governo Luiz Frazão e pa dm Marectal ) cahiram na evmpa! os locaes, Montes AORO bed Rea Ra DR NO alguns jeans d jogadores conto revista pel, governador. Uma festa ci- Pelado e Moderato. An poneral Barra- vica brilhante e nossa embaixada teve) das appellidaram de “Barrahás?. A se logar de destaque para assistil-a. puir enviaremos os demais detalhes da Depois da parada, uma regata, a mais aqeleis a, interessante das regatas a que já as- BOXE sistimos. Barcos a dez, doze e quatorze remos, nos quaes até q patrão. rema. MONSTRAÇÃO A seguir, diversões ma feira, no) AO “O ESTADO” — “Coney island”, assim uma especie dlo| se movimenta para £ LEBLON 8. auup — A, ás Bh cial, AS GRANDES FESTAS DE PARA. MARIBO amanhã, mo arraial de Nazareth. mal noitada luvas, sms Rap em. Belem, os A SURPRESA QUE O EVANDRO consagrados e murradores nacioiaes Max Arruda e Sabino Gomes. : f Com esse encontro, terão Med affeiçoa- Aqui tambem ha o “dia da marga idos da nobre arte ensejo ver nova- vida”, Logo pela mi, umas loirae] DEno po fo PET GR q deliciosas e umas morenas (mais deli-| pressões do pugilismo brasileiro, per- ciosas ainda ixvadiram-nos o vapor pa | tencentes á categoria de meios-pesados ra nos “espetar nos paletós us Llori ; € portadores da gloriosa carreira pugi- nhas, em troca dos nossos “florins” | listica. silas! : Ha dois annos, mais ou no que em pról de um dos hospitaes da ter-| sino mutria pafes Es defrontar” Max Ei Ta, Pe Arruda, quando este, es ap e em pe . ; a Paulo, “derrotava os famosos De bordo, ellas assistiram Toimnosco den do iva Lncrão: a regata e fumaram dos cigarros bra- ai + é Aeniada & cin sileiros que tanto se aprecia aqui, sa-| siderado o homem invencivê), como de ag boreando-os prazeirosamente. Um pa facto o era até eutão, rg rentesis:—Aqui, as moças da mais fi Entretanto, aquelle tempo Sabino as & E E veio para o Pará, ficando dessa forma va estirpe accendem cigarros nas ruas prejuditiio ERC a o nos salões como qualquer de nós €| se redlizará, graças a uma circunistan- nós !próprios nos tomamos da liberdade | cia fortuita, - j com grande prazer dellas, de les of Actualmente acham-se os parimes. Fi ferec “ Astorias” Mo quinta-feira em rigorosa forma, A e Ed a já haviamos constatado em Arruda nossos “Hollywood”. o Etta e ante-hontem, em Sabino, às- ds Por falar em pequenas, uma porção » sistindo-lhe a seu convite um treino no das daqui já s be dizer direitinho: Arsenal de Marinha com Kid Chocolate, orago E to d ê seu “sparing”. de mossa ; E pedi a ga O grande boxeador naval surprehen-y virada para o di —Men querido. deu-nos pela admiravel perfomance em | setembro, quando o Em compensação. ha aqui uma por-| que se acha e perfeitamente demonstra- pro vao reimaugurar ão de nós que diz direitinho, mum| da em 10 “rounds” de Jucty cerrada. E REA 7 Eng k E* technico, opportuno e de uma resis- Pe um desabrochar de RA - tencia extraordinaria. Está em porfei-| iicintiva magestosa, que —Ik heb je liofl to equilibrio com jArruda, sendo de) Club vas apresentar —Je bent mooi. prever uma pugna desputadissima . na tarde de 22 de sete — Gu? me cen zoeu. O bello “ring” em que se effectuou | Dauguração da. Bar 1 ; test ;| o ensaio foi construido a capricho por | tores fria Evandro está apaixonadissimo, aqui, Eid” Oncodiato e ata ;adilaça-DA NE Remo En a not por uma morena p'ra lá de bidr e que] ponto Ahans, que abandonou o box no Sua flammula, da ymibo 0 se chama “Agnes”. Ella quer ir para] auge de sua carreira no Rio de Janei- | gestosas cores, seus ti ç nesse dia É Belem e o nosso marechal (é o Evandro.) To. « 4) irão ED pegas do pres Guilherme Costa, nome “geralmente emmebriar a e selecta, k estimado entre mós, gen se pues sua | que nesse dia dará o Concurso VAE FAZER 1x0 g 8 terno o marechal) não confundaim Deolindo) quer leval-a w bordo. So conhecer nossa terra uma morena o commandante consestir... Jáf Arte mp pr Chocolate, facto que numerosos admiradores. Desde hoje, começarão a ser vendi dos os bilhetes para quinta-feira, na Confeitaria Central, Emporio Musical e Casa Franco, afim de evitar atropelos | pela obra que vao de ultima hora. publico, onde se destacam E QUEM SERA" O JUIZ DA PUGNA| de Maximiano Coelho Teixeira el Barradas e o Abilio mo esperam para) pRINCIPAL? — Fomos informados | Sampaio e tantos outros que irmos á festa, vo Parque. Vae leval-a| que até hontem não havia sido escolhi- feito para o brilho desse neto ' g E lo o juiz do embate Max Arruda e Sa- Liberto . Eras com as mossas saudades, o a re teuimome: qua ja a estrol- Ss Os indicados não agradaram aos con- 1a dourada detas plagas da Mandato irá do c&o daqui de Paramaribo, ..s Este Linal estou escrevendo ás 9.30 da noite, am de correspondencia eu quanto, o Frazãozinho, o Deolindo, o para Belem, Frazão que parte, no avião de amanhã, com grande pezar nqsso pela camarada-| tundores, que desejam uma pessor do do teu glorioso gem boa de que vamos ficar priva reconhecida idoneidade para dirigir a 4 dos até noma chegada ahi. contenda. E com cllos, estamos nós, o MEZ DE a > 3 j de novo com os pois, do juiz depende o exito de uma, TIVO PARA Ep SRT MANDE, JOFREHOS, U6 à A lncta de peças responsabilidades ct A mocidade < yaramaribenses. mo essa. 1 com o RE O Deolindo Marechal, que ton sid | TTITRF Cube, fará mo mes que inicia-se hoje, um devotado, um camaradão para to | TEVE GRANDE FXITO A REU-| mez de festas, o que bom demonstra dos nós, já exvottou seu repertorio d | NIXO TURFICTA DE ANTE-HON- | esforços de soa pos Sim MEM — Com grends entusiasmo e e-| mento nas | xito realizou-se no prado da Tuma, do-| Teixeira, Ri | mingo passado, a s-tima corrida da, ac-| rães, tres ab Ícual temporada. o ia gliláo o tem anedoctas e reclama minha ida ao Par quo Na Bôa noite. paracsses! é À RO
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