O Estado do Pará 22 de Agosto de 1935
O ESTADO en mm —ea mam o or qo ao sa ii dd ER a historia da came elia se qbella j jfrrasteira aos jardins pla ; | by, o abastecimento dos mercs q s do de Bueno Retiro, na Hespenha, quanto pode a agronomia appa 1a dé se escondi! cada á jurdisoculturo. exterior. e jugu ciosame | A plantação dos côcos, deve De q profenos. Desias tres flores, daut “| feito i janeiro a abril, e tam Edo Ckagetno emiauio aos ouvi! mhecidas com o nome barbaro| q acusto, uma vez que es chuvas dos o cume outra fior de Fran-| | de acocutli, surgiram pa is OC inão sejam muito fortes, podendo as Pen 6 uelln conus'a Jose phi n| canto dos jardins ERR aid o tiva doi dar arroios Dai cos Ls radeos | de Lesuhornais a noticia que na | dades de dahlias upar te roductoras. mas, sementeiras feitas terra do Cid ri iria enciausura- | Estas varie s. acham-se dvrante a estação chuvosa geralmen- dé uma nisravilho : segetal, cu olgrupadas em classes, das qu ação em, produzindo coqueiros ; dy! as mais bellas sem duvida E Chrysandehlias, tambem : ap; pp que traças 36; ''modos dahlias-cacius, de petola s s pequenos. A sementeira p era viveiro deve ser bem revirada a u ma profunilidade de crime err ser demast E Não sabemos de a esposa de Napo ção. mas (estreitas, por | vezes, gucurva-: 60 centimetros, removendo.se aleu az E acerto é que ent breve nos e jar das. , as raizes de wrvo res, etc, S lins de . Malmsison florescia Dahligs-cactus, - chrysendha- — Collocam-se os cõcos deita es- sólo, de modo que appareça sor uma parte que não exceda de cinco vma camelia, deunte de cuja al | lias, de petalas mais largas, pura escurecia a tez das rosas , | treitando-se nas pontas, tpm Dahlizs. hybridas, de pe'alas E foi assim. que nós outros Linteiramente largas, formando A : ! L S enos e os espaços forem exce fihos do. eccidente, tivemos a um grande disco mais ou m n s ias s eso cep np ventura de acariciar esta Flor i plano. Nesta classe distinguem- pira ; Enerivotvenãd Z des qlantudide «le raizes ravilha ; j inda «ss gigantes de grandes 4º , ma sa, até apitos pa ne ara sa “ae | poderão protegeras contra o. Nie. — atoa | Dahlics nymphaes, com flores Que se nota pela côr verde puaiido «a , Í 7 é a NTA RITA : semelhantes ás das mmphaes . “PALMA DE SAN Dahlias-mignon. plantas bai : |xas, flores com: v71º, serie de pe- “Dos palmas vulhosas florife- pa jes '€ 0 glúdiolo, ou palma do: | talas arredondada: a Rita, uma das mais npre-! centimetros; leve ser de cerca de 30 centimetros. AV Os e as folhas não o ]Sul, folha. Se os côcos forem plantados mui to juntos, os renovos se vlelgaçumn las raizes se emaranham, e quando mudas, as naizes se transplntam as se partem. É s euire nós. CAMPANULA | Para e a as formigas, é conve egeta em qualquer terreno j A niente appliasr uma pequena quan, | fresc nias prefere o kumido. A familia botanica das cam-| tidade de cinzas nas cóvas que se a ; O; pr se! | panulaceas comporta plantas vi-|brem para receber o côco. + Reproduz-se de bolbo que planta á flor do soloscobrir do-o | com. pouca terra. PA época da sementeira x: coma localidade, mas geralriez fe em julho é 0 melhor tem po. Devido á variaçã ditiras condições m O viveiro deve ser regado de tres em tres dias, segundo o tempo, man tendo-se a terra humida, pois se fi- car excessivamente humido, a qpodri, dão se desenvolverá, mas se ficar demusislo seceo, a humidade no inte- rior do côco se evapora, e o embrião germinativo seeca. Observando-se cuidadosamente es tas instrneções, consegue-se wa germi, nação dentro de seis mezes da data em que os cõôcos forem plantatios. vazes, bi-annuaes e annuaes, to- | das floriferas estimadas nos do- aria| minios da jardino-cultura. Enire as numerosas especies citaremos as seguintes, todas | vivazes: Pyramidalis alba, Car- ão do clima e, patica, C. olhe, Grandiflora, G. eteorolagicas| “alba, Rotundifolia . do nosso meio, ha vm methodo! Estas especies são de 9 proa excellonte de saber a época do effeito na confecção de cest gs E mlantto dos bulhos do gladiolo. |bordedures e vrestam-se ainda “Logo que sº note siqnaes Ea cultura em vaso. videntes de brotação, quer di. Semeiam-se em viveiro para mais turde serem transplanta- o parecer, deve-se exercer o maximo neados . cuidado afim de impedir que insectos ser que deveim ser se” : & Esta flor quando multiplica-| das mas podem ser semeadas ad rdonbda renicm DEDO, DOR: da pelos bolbos, reproduz eum) logar definitivo Março 7 para menor descuido impedirá o seu flesen- «temente as cores da variedado! é excellen'e época para taes 8€-| volvimento. cue se planta quando se empre- meiteiras. As plantinhas pode ser transplan, debian mim am VESES tadas em qualquer oceasião, entre o | ferecir to mez depois do cí sir Bd « miges do homem, foram domesticados |!" 0 eo sex Á tá, dos carnsiros na Eurcpa e na Asia e, nos tempos [co brotar. não tem a estru- primitivos era aproveitada sua lã nti- Wesima. Houvo muitos carneiros na x Ata dos pelos Palestina, conforme conta a Biblia. Oz romancs creavam carneiros para apro. vitarlhes a lã o tinham cuidado de, cobril-cs com panno para protegel a no animal. Desde os tempos primitivos o ho. mem tem usado a lã para vestir so e até hoje este tecido tem uma impor- tanciz enorme no vestuario da huma“ or nidade. ” a muitas pesicas que conc A lã melhor para servir em roupa: msmo 4. estudante. A seiencia, entro é a que é cado trabalhada em dif morno quato, responde diversamento. Exa | E especies de tecidos e dellafs : min: dose a lá e o pêlo e comparan' [ig já fazéra varias qualidades, umas de ao microscópio, vê-se que à lá. | txaís finas, de varias: tonalidades, de |. é um uma fibra mbiio mais núupios que Pa espessuras, mas sempre pro rt Ai da pad gal ra e tprias para cobertores, para fabrica, ad alo sopros dá pela O né do flanelas e para as lás de no , é uma, estructura fila | relo que tanto uso possuem no mun- aencea, io, bri mariitp pdo. j | Junior. dr. auditor, de c do “gt Des mp | A lá tem sido aproveitada na quer Ender *69 pa sa ministro do «aos de uma pazila po finado da sad ra como indispensavel. A suma quali, | zenda, para o moátepio definitivo alírcio bem na profundeza da pelle. | | dade hygienica e duravel é o que mais, Foram cond! lusos. no dr, au ae ar disto, não ha semelhança | | a recommenda para o vestvario dos nntos dos processos em quo si dos Raymundo Tamascono e entro a lá e o cabslio. O corpo do” | corados e até para fins de MUNIÇÃO | 4. rr, Roso Fio. O dr uid q “BE “EUA 15 DE. PRA elantos: «des escolares, quando go pelê para va atumno definir a lã, me caplica respondendo que é 9 pê. des catusixos. Será isto verdad ? , PCR as ge mom õ sé g) Expedi ente da dia 21 ds corrente pis conclusos 10 dr. avditor.0s a tos de habilitação do herdeire 4 dos * tenentes fetormados Pedro Ho ! ecramento e Constancio Per reFa how-os, Eqi E A inda audi o DA NOS CAME Tor gee pouco de floricultura A cultura dos Co mem e mem seram mm mem todas! o espaço entre Os cocos, | Logo alte o embrião principia a ap” | VOS DE GALINHAS DE RAÇA PLYMOUTI | “AVES PURAS IMPORTADAS Vende ustiça | Mir s| Foi absolvido o assassino de José Ala- var é tarde ibue po ps no hontem, h turde o Tribu INSTITUTO CARLOS GOMES innocentes ão abrivo da humida- im dC HéVa dos DES Ted. ÀS Joride Haverá, hoje. as soguint 31 de. fri» ou «ol fort:; evitar que | toi procedido jo sorteio dj : rei Ray Ê mos died ) 1 se molhem. | de Sentença, que ficon vs PAG A Peruzinh» molhado é peru” pdo: Agnelo Paixão e Silva, Candido 5.15. solfego, piumo-e vidlino. e, AE E idos Sant DO PARA' . Quinta-feira, 22 mo Agosto de 1935 gi emição queiro Ino de caça a Em toda a prisagem do norte dá Nas terras baixas, é pieicrivel Za | Collscalnçãe as E mk as novas nestas “aê; As tometia jar onica, de Lin. gom semenies d levido ao HI Brasil, vesde us pras uté o mma Hp o transpra press E , Era a cóvas fi CERA de mem É % E + Chino e no Ja-i meio, a mm m-se iypos inteira | sertanejo, o coqueiro ppres se C., RÃ tem um anno de rinde, o ! o solo ao redor do pé torna-se Na zona cacaucira bahiana à rãd EA uex, etiltivada su . A a Pa pa” | onataute serem mais ditficeis de ma-| de udo rico, a larva de um gorgu- | existencia de duas docas fun-| bido que fo fog. due Er ão, em teripos q e já não ha mento dificrentest E : servi To o seu Lrue » ali TA io, um grande verme com cabeça | £icas, a “podrida: parda” e a| põem fsra pode conter memoria, foi tros Za pora a Eu. ! ç Imento sos babi es | O beneficio em trausdanter plac | pardo avermelhada em pouco temipgo “pod.idão preta”, crusadas pela ros dos fungos, V Fora o seculo peida pelo add do DAAS É O seu fracto é conhecido por cô, tas mi elhas, é de obter uma pro: |penctra na raizes, e vae ter ao caule, | “Phytophtora Faberi” e “ Lasio- mer a re alemão José Conmeliius, ad 1 data prôntiva. ou me-tco da Babia, no entretanto, a quo” | dueção see, se estes sãs]c mesmo que a base do tronco se eu- | diphodia theobromae”. Griff e £ mersado em farta como: ne CIRO nado o . nie pe A Has ú í | duceão Jo côco no Estado da Bahia, tplanta ] rgens de rios, Ou | graudeça, o coule todo não se desen, Maubl, é um facto. sciencia amabilis | Meio prt É Minas Pnet qlé ab da pelo consumo lo! tem terra s colheitas serão | volve, a nova lamina de folha torna- Em geral em todas as nossas Na amavel e. fonte, compo- fo, ud .. he Ve ka is Ze é hi a exportação, cabendo a | maiores. se amarelado e em seu logar não plantações ellas arparcem prin náia do pad: re hotonizo colhe | Mn Ee À E O mo as gr Pe buco, Ceará, Sergipe e Piau *s plana que permanecem Per | aprarcce cutra, nem tão pouco se a esparsa com certa violencia, te longo no vivei ti- de bre « no fim de «ois ou tolha, é nº estação chuvosa, que vae de junho até agosto, de cada anno. é affectada e cae ao chão apodreci- | Essas chuvas, muitas vezes! da. | demasiadas, acontecendo chover Parece que é em virtude do damno | 22 dias seguidos, prolongadas, o causado por este insec sombreamento do solo, ete., con- : correm para a virulencia dessas doenças. Essa irfestação é ted vezes ,de tal grandeza, que mui-l de es tos fructos ficam perdidos, ha- ma me vendo plantações que' ap-esen- trabalho * depois são RR ar tres mezes, toda a copa do coqueiro cam sujeitas a ter o peciolo pó re, do que us folhas pendem, murebara e cam, e novas folhas só ajipare cem decorridos quatro e mais mezes. localidades baixas e húmidas, tazer que à mato, mnmenda o 1 cultura. 13 fclhas se abrem, isto é, se separam em tiras ,o que oe f corre tim do primeiro amo, devo | |] E mpo excessivames | dos cultivád res, f ido de cin a plantação durante a secca, e nas regiões monta- jnhosas « melhor época é a das chuvas. mas e xpostas ás em 5 Logo que us no | Todas às terras brisas no maritim as, | coqueir os, à lu igle,"se outras arvores f> [»ombras, ha tendencia lira inferior do coqueiro engros ruvte superior se adelgacar e ficar ta folhas com granles inter- vallos, proporcionando colheitia fra, ca, sempre corre o risco de damno pelo Arvores de cacau temcs varias O are: o ataque de seus inimigos. formigas. Temos as do gosero m Emquanto um gorgulho penetra na. o omyrmex” sp., que vive no folha tenra, e deposita seus ovos, pa- “910, Mas sobe as arvores pita b a" gerem inçubados em vermes que «Bdncis<y folhas, as flores e o dota penetram em todas as Wirecções, ou: CON ni os fruçtos, Nesse ge- tros fazem um fino redondo no pecio- Pa aid vais Ro nose terrível m mi la e ahi vivem; sratos sobem gelo co- PE ge r pics queiro acima,e aninham-se nos vasios d fa sus”, For). sendo ella des folhas se espalhando, e alimen- nb tao pi ou marro tando-se das partes tenras, ou do pib poderá ella car. miolo Boss” ; regar os espõros dessas duas do-| olo novo dos cócos, ai o tictvô cd à O animal que se conhece pelo no-| sas pera, Vo de 7 me de Pteropus rói a casca, e a par pre viajando pelas arvor:s de ei RSS tda e dahi a rapida dissemi- te inferior do endocarpo dos cõcos dos ch referido maduros, e atacam os côcos novos, | Ega dn Eb? ne sxrancando pedaços das partes tenras | Alem dessa formi outras, ds i Ea da capsula, enterrando a cabeça no epa OO. seja a téca char. côco. coberta | As brisas regulares são tambem + Pois o movimento cons tante das copas dos coqueiros ten- dem a fortalecer e avivar toda = plan” bene tifex”, or. var. “spiriti”, a crs-|« sa “cacarema”, que vive ás cus: Os rlipagaios e os periquitos, tam-| tas de alguns “coceideos, e que bem contribuem, atacando de prefe-| ca transpeomtendo de um lado são opt imas pará (se ufofar a terra, c applicar-se cinzas tam uma percentagem de 30 até ce « 148 [ de quando em vez. imo & de arvores com. cabaças cas do sol é de gran de beneti | As folhas seccas, côcos ou hastes | completamente inuntilizadas. de ; teto. pois gugmenta o num ero de fo- | floraes velhas e Tae despedacadas, | A disseminação desses fungos” que as e à colheita é maior, emquanto | devem ser retiradas em peridios cer, Pode ser originada pelos inver- FP narem | tos, ou cada vez que se faz w: colher: | tebrados. Assim as formigas, po- beri” v parte | ta dos côcos. » dem carregar massas de coni- cabec: sar e à) Em qualquer oscasião, o coqueiro dias desses referidos fungos Nas ni jta. a | A differença é notada compyrando- | se com aquelles que se acham em lo. | calidates abrigadas. | As eóvas para as quaes as plantas ic transpiantadas, devem ser fei- tas com 11 metros de distancia, afim de evitar que as copas se toquem, e | rapellindo-se procurem posição dia gonal, e facilmente serão derrubados pelo vento. + A plantação muito junta tambor temle a produzir coqueiros de tron, cos compridos e fracos. | As cóvas em terras planas e bai- renais fiaa para outro, atraz de alimento, -encas É | xas devem ter 70 centimetros de pro- Seis mezes da data da floração o| desse modo, facilmente, pode-| da) fundidade com 35 centimetros de dia- | Miolo do côco principie a solidificar. | rá dar logar á infcecão das cabar | tos A EI 156, e em um anno a frneta aftinge a | cas por essas “podridões”. | transm Se as cóvas 'não forem largas e: St completa maturidede, ás vezes | Existem outras formigas -9ssas | poros de : tnais cedo se a estação é secca e quen- | dos getrisros “Solsnonsis” e “Do- nocivos profundas, em pouco tempo as mai. 4 : zes amparecem á superficie, e não te lichoderus”, que se aii (DRI pegam bem ao sólo e as chuvas for! O rendimento do coqueiro em ple ATI tes e ventos rigorosos, em pouco tem- Ho vigor devidamente cuidado, propor. po derrubam os coqueiros. 'ciona uma boa colheita. ' As cóvas iWevem ser abertas um, Caleula-se que onde as raizes dos Vil Era | mez antes da transplantação, e pon: coqueiros encontram agua, e as ter e tempo antes de collocar as plantas us são ferteis, cada coqueiro produz 0) nba é uma ave de ; hs devem ser afofedas e cheias com boa cinco a oito cachos de cõcos. havendt | excellente' » “de uma o de: ici até cerca de 20 centimetros da | coqueiros enja media é de 150 'côcos respeitavel. E eee. em doze mezes, Devido á insiguifieania! pos; sido e aàs cuidados de que i é o nas primeiras scmanas « e EE estas aves alcançam bom -ego | bria nos mercados, Uma dim de asa, empre empenhada em receber fidalga- E mente seus hospedes e offera- li cer-lhes, nas grandes detadio: ya P mesticas, uma “boia” princines- | crific: ca, pode eriar, rum recanto T quintal, um modesto nuleeo de pt o: peru's de roda bôa. Devido aos seus habitos semi - | selvagens é menos sujeito a do-: encas que 'as civilizadas ali. ynhas. de: (0) segredo da criaçã” está Dê. ê ROCK (CARIJO'S E LEGHORN) NTONIO-MARTINS JU NIOR NOVEMBRO! 96. — tYaúdar da feiras TRIBUNAL DO JURY . dias É: Sob a prosidencia do dr. Cordovil Pinto, Maurició nas primeiras astnd Ei juiz de irsito da 5a resumo. os cuidados: man to. Dureste os 10 primeiros dias, só se soltam quando o sol esti-l” ver alto. An anoitezer recolhem- ÓBITOS — Foram notificados hon- | ses Quanta à comida, nenhuma Home ro Antonio ya Cardoso Jnlio Eu- ide Lima Maia, Olívio Fauna, (fo de Barros Alencar, Rets Curlos de M Alves Diniz « KEGISTO CIVIL ja ! Jusdor, José ns tanneiros é coberto de uma toran'a (| |tem sido aproveitada, pois com ella | pnchons marcando o din de hoje 9º | enio Oliveira | tem, os seguintes: Salustiano dos Fer- [até o 3.º dia. anenas água, x A , > abs ú er f cao ellos têm esta extranha cobertr- ise preparam balas, metralhadoras, | do ado ig goi peshes Fh una a ap Entrou em julgamento o réu Pedro | reira, parabybamo, pardo, 75 amos, viu vá umas verdurinhas., ' ava E agro | submarinos e machinismos de aoro: o nabios A petériioa "dean *- | Teixeira, promnciailo pelo crime do he | vo, lavrador; Rita do Couto Viógas pa Até o 3º din, ecmeca-se q dar. Fura : | RUIMEASO MO eng aii Aria | miei jo de que foi victims o estivador E e a - | edos e de tanks. dr id y raense branca, 75 annos casa da, domes- a Os carneiros :ão os mais antigos a! pianos, de torp Foram conclu-os rá ditor, oe intos | José Oladias, fasto, oecorrists no hair Has das dies Rn ring lhe ovo cozido, bem picado, mi. E processo do Ar jo José Pibetr x 7 y já; os -— dy proc por a, onio “Jo Co so da Pedreira. E ; parda, TO annos, viuva, domestica ; Fran- | galho às de não duro, areia gTOS- enbo ds 20 D Oecrupou a tribuna do Mjnistorio! cigeo Severo Cotraro, italiano, 4 sa, carvão fiva, R| i O dr auditor, officion pn cxmo. ar.| Pubúico, o dr. Oswaldo Almeida, 30166 “mia : ». AU LANO, "bránco, verduras “pica- for «do P * 9 | promotor publico | 20 anos, casado, sapateiro ; Raymundo das. ar da * Ro O réu que não tinha advogado, te-) leão, Starr, É ns e TS 8 Poda-sa dor tambem pão dor- % | entamento, solieitando ' Ive n dofendelo o conhecido camidico! o orando. dE eia ua ai “| mido molhado no l=ite e bem es- » dad | cobre o naradotos an residencia dorasem. | dr, Demoerity, Noronha. dor; Rar inads NEGRO ETA DE | premido. À acnléicados dentada Ee TT aa etata Tratos BH q F Pesa x sida por csselndvo-| + SS é , hã pa- y : afastar ATI O o me isa! 7 peipcetito Paget pia pts Pra Eai | raonse, pardo, 45 únnos solteiro, funi- Mais tarde, leito coalhada. À mauuiactors 4» Cais de linho alentrondo Cole de mantiba. ; , AA “ incipal da. absolvição Pedio Fernandes, maranhense, temnerado com nimenta em nó “gsm, Cnhos de algodão em todas as grosnras é Proprios pars A fer AUTO ENNIO ERRA, IM (a ] | » 40 nnnos, vinvo, laviedor; Dula a mig=lhas de não e constant de torêa Morin alestroado, Barbante em novelins patnter de [ME t lecranhon no dr. nuditor qm A e se pro ACRE Me E RARO Ferreira Rodrigues da Costa paraense mente H irósia od : v Cu. . p MA covelios, Pros de fodas as qualidades para costurar anecne 4 mm | munieanda ane ganelia Trilioonl CA o 3 à F Ke) a Tasendo sas! branca, Sá canoas cotada, Ps sb ts e bervas nicadas, j mi 6 8 mão Pias dr varias chres para mtaç embrulhos, com p e 4 mom « centenna abenlve da orime edad pão q E LDA a mad de a segitaro! Maria Barbosa da Silva parácise, bran Mantel-os sempre com um indo * los para fogntetro, e tedos os femals artizos pertencentes La já dA bh Pego e nivn nactoma!, | defesa emoregada polo aceusa to quan Er Ee am casada, arma ca; Anto- Pouco de fonte para que se exer- . retro EE ia Barre varaense, 3 a i -"0€ im” : E ron ENPECILRO PARA AAPATENROR E para condemnales rio grão misimo do do fesassinou Ae Vita 5 DS Parc Quiettiondo dE peito pmer Ce se citem em p oc urar ali rt o TM E D MAMENA; = Pora encoração de furinta enfardnmento Gr alandar referido artino, (O dr, auditor. romotton | | Ad Maça ay) a ceição Cardoso. Rafobida ira SO am CAMpo. Os ceruzirhos prosisâm |, q kg vi he rtadi 5h cpm et Aedo + pra earmabnha -+ Ê de RAE ANO PORTA + [Ba mtenen quo pr u q voredi-) nos, eolteira, dome aos Felizabeth Flo de exercicio. A nós 10 di 1. gi th bc qu ie Sl A uu ara | a , e mist mid ” [etum, absolvendo o méu por 7 voto rencia Nunes, paraense, preta, 14 amnos, te regimen alimentar: cotas : Bida x Ss eres ant na citada martwlastr Ter bai sá « “m a Intata : à fas “ eae VÁRIOS ac piigo- VINHAS PARA PESCA EM TONA At À Pornm cone o Es ndltoe : Avós a seinho, q Jonmtrito No-! solteira, domestica; Mano] Rodriguos Ministr r os alimantos' que 005 € ih EO dem E AL ODROO PO 0 NCIA cuja qualidade + do piro mn Dio mando | ronha, fot muito felicitado 1 di Rr o, parnenso, branca, 2 unnos, filho Usual dir gos pintos. Sugeriono Prata y pet pidiea rndo gs ot dentro muvend cxtrangetras Poar 1 Forminhas Por Nino: à Uhante do'esa que produzin de Francisco Rodrigues Manso; Remo do Subl.: Cap o amets a « po REAR sob oeiras muiito ALEATRDADO serv SE DRE CND Pereira Macambira, paraense, branco, 1 o ES vo dis'28 do aos — peren go Sipdir Eds já ing ; MP oeozesr anno e 2 mezes, filha de Germldo Pere a do | : marta 7 ha nene a elda - - » ao 1 E ” 1 - . E pars so. ramo ! OZor Nho de q ! < do Trato a ereito, mara pras | : E) gg É , «3 de 'G a BETE dl ti HAD ER &s o & 4 ia. TS si RES mr 0%» Paptista Poroira Rosita Come Raymundo Rosis de Oliveira, 'parnenso, rora, a Val.: de Belem 1º dia do o já = COLAS — Er, Postal, 211 — “mephino ma Devorá » Pe RÃ pa e E Ferreira, paraense, branca, 7 mezes, fi- branco, 25 die, fUho de - atonio Herun- umez de El de SABES ti: de po na. ini A 4 né Pen çé PM giga pla de Raymundo Go me Ferreira; João dio de Olivetra, e uma ecrcança do se: Cel, J0ãQ “pa mi inarde 7 intimo Bocs BRRI És mf : a UA CEPE a od | Lobato Nunes, paraense, branco, 9 me: xo feminino, panos da, 40 minuç om: aaas E du. Ed Rd 0.50 ASH a. ses, filha de Fedro Salesins > tos, filha de Maria de Rei Ignacia,
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