O Estado do Pará 12 de Agosto de 1935
LAVOURA E PECUARIA — Em- esto dos Com erentos du Cargas c De padoros-—Syndicato dom Agricuito- cargas; Syndicato dos Nestros e Mar EA SA230 paheiros de Belem; Synai Ps É go IDUSTEIA — Exrpregadotes -— soa) da Barra de Belo q dos Esmsticiadotes dy Ce- e o a, ND Pot EPE TO Ted PS DR o. DO ESTADO ado ed para pesfissicnars do Estado do á, Negheciãos prio Ministerio do Do, Tadustria o Commereto até -41 promulgaç? o da Constitoição a inte: Í Mort e Bémentos Olvagi- Bipregidos — Syndisato dos aDadot os do Livroe Jornal; Syn dos Operarios Beys ticiadores: do Byulcato dos Bensfidladores Mudicato dos Operarios Gynd <a'o dos Opsrariós 04; Eyudicato dos Operasios de ; Arudigato E Cotralatas; Syudicato dos Méca- os iurgicos; Syndieato dos QAO BENEFICENTE “amsecTOs SUPERFLUOS, o pão, o 1) TP Astetacios de metal, madesra estão convidados r ás re- s — TAvguéto - Bexsos Rodrigues, Armando “aiivo io Pinto do Carvalho. A. Penta Atbronhosa Rodrigues. Amalia “Ortiz, Agostinho CG: Barbosa, q Cruz Silva. adíuta da Silva, A Angêsto, Adelta Mendonça, Pereira às Costa, Antonio às Sitva, Antonio Pereira Pílbo, Bezerra dg Silva, Anarlets Ne- Arsontetta B. O. da Paz, Almiro Monteiro, Alina Amorim Ama- cantónio Ferreiza Costa, guida E. arm Antonia Pereira de Mattos. Al- Prado, Alvaro Diniz Cordeiro, Aire £'tes Barradas, Adalgisa Montei- mst da Siva, Anna Conceicão Pinto, Ar- mind Pinto da Bilva, Aldiva Barros, diedo -da Costa Barbosa, Antonia Ternea Sonza, Amociação da Imprer- 48 do Pará, António Rodrisnes, F. Abel Kunes Fiqueiredo, Benta Ferreira Al vas. Brígida Mattos de Sonza. Bella N. ima. Carlota Castro Martins, Cla- Rival, Corrda da Cost e Cis.. Car Jos" Pereira de Carvalho. Clotilde Ca- so, Carlos Raemendo, Dteides Mi- da Junior Doleinga Tima, Disima Delfim Dinta Vorrra, Daniel oa, Enmohta ds Cantanna, E. b Motisnam. Peenstata da Giom Raia, a Gradãa Ar Sheon PAnat Cor Patao Pam ima AO Vnata Gone Elsa de Tim+ Diniz Etimenia do DE mos “ da Mianam Pres connnima, PAM Taasonentos bars. Franeteos Ana Anios Martins igpinada) Pora O anta Promeiáro Fimantã Frometeno A emato fem. Fettoa= tn Pásnemo Totta Por- Po. Peenstio FO Mmaton Fio- ” nohos MVima, PO Tres ds O E Ca. Cofs'As Palmeira Oravo- emoncefios. (Niro Rndetemon. não Costa Fomem. Fefetaa Pon: Oy, Henstáro Martins, Hanrtons S n o do Mimezos. Sereulana Felix dr Tásfia Dias, Ixaira Bonza. Toma- ta de Arranjo: Ironne Es- 5 Jos Ho-vinue de Aranfo, Jamos úles Peróira Meirelles, José feixes Joaquim Soura, José rt Folha, Joss Bodrianos Ma- :êos Santos Pinto, Jósó ho; João Climaco Pereira, rita o Mesquita. Josêuim F.| dote Mattos, Jr'ta Monteiro, Nado, Julix Folianda, dd Siva] Siva o Cla. Parente Junior Joá da COLUM Na TRABA LHIST ÃO DOS BYNDICATOS PRO ção Chyil; Unidos cento dos Altaiates, todas de Belem A Sgecrtaria od Tribunal vaa1! Empregadores. do Estado do Pará, po pu! madores e Agentes de Companhias de conhecimento! Navegação (Belem), internados. que a relação dos portadores (Belem) Syudicato dos Empregadas » Restaurantes, ! Fem); res do Comércio de belem; dos Estivadores feiros rei E é yz rios em Força, Bonde o Lus (5 União dos Cysrarios E tivadores d | lema; Uniã, dos Chaufícurs cc Beck: de Mareineiros «| Gremio dós Machinistas (Belem). | PROFISSÃO LIBERAL — syndica- e Trabaliadores'em Corstrhi-| t dos Musicos de Boigam, ndicalista E A! FE COMMERCIO +; pe ne? PORT Syudicaso de A Synd Empra Bars “ União Beneficente dos 5 & Borracha, Syad | | ra, das Cane Garidado D VIC NTE D Rá E PAULO DO PABaA* | É| oa dos objectos” :superfiuos Doi cas ME Mainavidio VM não cc Untoide, borracha, ete, Jarros, registros, revistas, jorusus, papel, eto, Termos, vestidos, sapatos, cLapéos, ste, Moveis, machinarias, iocumoveis, Ste, a Dem sim frascos, copos, sta, mostruarios, quebrados que, cescrvss o para o Chra dg São Vicente de Paus tecto, a atphabetisação e a instrucção relígior E rom cívica e pruftssioual dos nossos irmãosinhos desfavorecidos da | ) e e. ros Loued 3. Augusto de Aran-| fds Eantes. Took Martina Joventito de Otrrtea, Inão Dio ABRA. Sonnma Pó-to de Al- à Cn Da Taca As Contr alla tm Amnntora do MpAnicos Ironha Pr ie “rabo Ro Bonsttol, TAN a Mem Ghortoiro Loão Manter Matoso Emef Vianna do Oss Toi M. do GS, Lomdinha MAR Mrs Tabato Plndatos Later Ma- na fame dg Miranda Rimetro, 97 63 Miva a Lacreáos A; La pés AO SERVICO PLRTTORAL: de Na “Pavia A CXs Mathengto TES, bd, 8 12. 4ã Sha Bénehor Marcel Barata, a bom “hens interestos oq seguintes elda.| triz. da 5, To D horas; E Ecandro da Conta Sozinho, Ma- " Lonfãos Bafretros Damasceno, | 6Amtena da Costa, Waldemar Pit. eotrt Teterra. Thereza Cardoso Pa- Dot Jers Paiva do Carmo, Arthur Comes do Mveira, Armando Lima, Nina Eshreiro firma Sobrinho, Thávasa Dee A An Siva, Zrletda Gomes da Bil- nfório Jos6 44 Gflva, Tamra AS à dr Conter Antônia AmANA Mom | Aos, dn 6 e sta, PRihdioo Pratetcoa Johova de Souza. Diga "mer Ge Fotris Mario da 8. a Erbridiano Maráss Blbetro. FARTA DA DIREOTOPTA a tA A PAZENDA — Babino 61 bágal dores e Comp, Carlos Barbosa « Pibeto Aran!» bos alo e intodos vef( MO urgencia, qro metem | poi Roupa de sso pes-oal, Madeiras, met: os, ete, é pag—alt,—até 2.º ara. o Ea 4 SECRETARIA DOS CORREIOS! E TELEGRAPHOS, deste Estado, das| 12'ás 18 horas; a bem de seus inteóres- | ses os srs. Sebastião Ribeiro Cruz, Pe lagio “Avelino e Gotulis Miratda de Al O director da “Agricultura quer cumprimento da, lei O dr Leopoldo. Penná Teixeira, di rector da Agrivuiltura. no intuito lou vavel de se fazer respeitar os desretas fedetaos que regulamentam as profis- sões de agronomo e veterinario, va or 20 dr. governador do Estado, o stemento das pessoas quo exercem logaimente ag referidas funeções, chamando para oceupar esses logares somente diplomados. Ismbem, o director descs importan- to De astamento proporá q afastamento dos medicos, com menos de 10 annos vigos, que leccionam o curso de me: úico veterinario. Só applansos merecerá, por tanto, dr. Perna Teixeira porque irá ao encontro de uma aspiração dos pro fissionaes de agriromia e veterinaria | e tevsa forma enmorirá os decretos do gev-rno federal, VIDA RELEGTOSA SANTOS. — Hoje, Santa Clars; amanhã, Sant, Hrppotito; quarta-fei- ra, N. S. da Poa Morto; quinta ci Senhora; ça Rocque; sabbado, | feira. 8, 8. melo. IOREJA DE s. ALEXANDRE Todos on dias: Aberta hu 5,30 havend comodidade para confissão dos ficie As 6 tnomos-10, eommnnhão, 4s 6 hos | ras. meditação em commum com os R- minaristys; 8 20, miss com communhão ds Associação da Boa Morte e em se taida sermão. Nos domi gos e dias santificados, fr 6,30, missa com brove explicação da F- | vangelho; és 4 horas. canto das Vespo ras, Explicação Apologetica o Benção com 08.8. Sacramento. No 16. domingo ds cada mezs fa 4 horas; hora santa meditada, Oraçãos do Exercicio da Bos Morto. No dia 3 de cada mer, missa no altar do anta TRerézinha » bonsão das ro- ama, ha 0,30. Nó 20. domiigo da Associação da Bos guldo sermão. 3» «nãaMar missa | |] mezr toe em se BORÁRIO DAR MISBAS aos dontr tos e dias Santos: Paroebia da 86 = Cathedral fo 7º | Dabido) «9 (convantual); & Tot Gaptista, 68 5 1/2 8 7 1/2: Carmo, 112 e 8; Bom Pastor. s 6 1/2 Parochia da Bánt'Avaa Matt ta 700 horas: Merc, fx 5 1/2; Sant Antonio, &s 6 1/2; Ordem Terceira, As Parochia da 8.8. Trindado , e Santa De, ta LR A | és 5/6 124 8 horas; Santa Cas, a RT º Paróchia de São José de Queins Matriz, ds 7 1% horas; Enstuaria 4 | 8, Frendisco, 6s 5 1208 ho o: Paroenia de Nazaroth — Basi %4,7,8€ 10 horas; Teiriato” uid Bittenconrt, fa 6 ba.; Oollagio ne! Catharina, 4º O 22; copolls de Lour Parschia de Santa Oruz — do Engrado Coração do Jesus: Car misas 19 6 VDs ha 9 hor (parachial) to de Mendicidnão, ha 6 hoisa Paroebia de Santa 7) tm Apetite 55 Pre riasa -.. (Car le N.& bu Conceição de ASonte fg 4 hora. a! ogro), misesl o entro os srs firmo que estos dois grandes Estados tique formam « Amazonia, e o Estado de Goyaz. pelas suas possibilidades, + mor. to coronel Marcial Terra, em visita a''O Antonio Martins e Adriino Santos, nheiros | CONCLUSAO — DA 1º PAGINA tr cram a este t 3 do nossy Bra Já conhecia o Par » Amazonas és de leituras. O que excedeu 4 minha espectativ Tudo aqui é gragilicso. e sem ter medo de errar, aê serão a salvação do Brasil, pois são grandes as fontes do riqueza que pos- suem a explorar, Precisamos é traba- thar, mas trabalhar com patriotis- mo. — A incumbencia que me trouxe ao vorte foi me attribuida pela Federa- ção day Associações Ruraes do Rio): Grande do Sul o pelo Syndicato dos Xarqueadores, Vim estudar as possi- Vilidades do consumo de xarrue e O problema do sal; que é paro “. o pon- to capital. Sigo amanhã pura o Cea rá o Rio Gr e do Norte, afim de es- tudar o assumpto in-loco, para o que vou entrevistar-me com os governado- res dos dois Estados. O Bio Grande do Sul, que consome, annualmente, 125.000 toneladas de sal, ou seja mais do que a quinta parto de consumo do Brasil, importava sal hespanhol, de « Zz e sal italiano, Iimais especialmeste sal bespanhol, e as vezes da Argentina. O sal estrangeiro lficava-nos por 180$000 a tonelada e q nacional à 1508009, mais apezar dessa differença que o nosso producto nos offer pre- feriamos o estrangeiro, por quo dá me- lhor resnitado, por que é um sal curado. Emquanto o sal hespanhol tinha 14 annós de salinas, o nosso não attingia a um anno. Ultimamente, o governo da União, vo louvavel intuito de protecção á in- dustria nacional, ereou um imposto s0- bre o sal estrangeiro, tornasido prohibi tiva a importação. E mal posto em execução o decreto, o sal nacional pas sou a custar 3804000 ou seja uma dif- fotença. para mais, de 2308000 em to- n l da. Ora, como depende do sal a qualida de do producto. e estando os salinci- ros a fornecer-nos via, producto cheio de impurezas, um sal de seis mezes a- penas, de preparo, era natural que 304 e movimentassomos dependendo o nosso movimento que representa, annual- men 2 milhões de contos, e defen- dedo ao mesmo tempo, o bom nome do Brasil. No meu regresso, é bom possivel, que o governo da Republica. permitta a importaçã, de sal estrangeiro, pelo nie- nos durante um anno, afim a que sam os nossos salineiros fazer “stork”, o de futuro fornecer-nos um producto curado. Foi no Tapaná, onde a gentileza d, sr. Adriano Santos, levou um nosso companheiro, que este foi encontrar hontem, Pela manhã, o eoronel Mar cial Terra. em companhia do faze deir> paraense sr. Antonio Martins Ju- Tinham chegado. havia vonco do Ma- rajó, onde passaram dois dias, no Te: botador “Wanda”, de prefiricdade do PA CEI TCA | HOJE- OLYMPIA. HOJE UMA COMEI COME DT A PHANTASTICA! Para provocar as mais gostysus q% aventuras sisbral dente s do Os seis ioga do. ar ps para desopilar o figado , MARY BOLA Um film CHARLIE RUGG LES GRACIE Al, L aan him Deanville j —— a 00 am CEEE ooo um a ||| || m Fr pe há om CLAD bm E K OL DE ET | SERBE MARSHALL Complementos: , 1--Paramount Bound — News 2-Ohuva o tempestade | Entrada- TUDO SE « A CHRIST COMPRA TINA or=—e-mate [74 Co um am ooo neaparaiana mom O - HIP! HIP! HURRAHI=a a comedia formidavel de BERT WHEELER « Com MAX ROBSON e JEAN PARKEB. maravilha de GRETA GARBO e JOHN GILpER'T Segunda feira, 12 de Agos to de 1935 li palestra com O enviado, DOS, Karquendoras + JaNÇhOS rados os campos de engorda do gado, o com a xurqueada deve ser creada 4 iu- dustria do frio para aproveitamento ra- cional dos obraniatáoa. Cada boi po- de dar, em media, 604000, nestas condi- 4 4h; A matança deve ser feita no verão. Lá no meu Estado abate-se gado duran- te 6 mezes. , Hei mis PARA”, AMAZONAS E GOYAZ, SE- BÃO OS SALV ADORES DO BRASIL — Tres Estados estão predestinados a salvar o Brasil: Pará, Amazonas € Goyaz, pela fertilidade das suas terras, € grandes riquezas naturaes a explorar. Ha tudo nesses grandes pedaços de ter ras brasileiras; inclusivo vias naturaes de comunicações, que só isso represeu ta um grande factor economico e po sição geagraphica. Estão mais perto da Europa e da America do que o Rio Gran- de do Sul. Para que esses Estados venham 4 ser, dentro de poucos uunos, o que ligo, bastam, unicamente, medidas completas e difinitivas e honestas dos poderes pu- blicos. Feito isso, com 0 cabedal abus dante e facil que offerecem á nação es ses tres Estados, dentro do Brasil, são sufficientes para saldar todos os DOS sos compromissos. — Mas o Rio Grande do Sul não é o vanguardeiro do Brasil? mail ESTADO, deixou-se pbotographar e tres dos nossos compa- sr. Adriano Santos, post o à disposi- Acho que eim; que é um dos van- ção do pic + criador. guardeiros do paiz, mas aos tres Es- O nosso companheir, pediu-lhe as tados cabo entrar para a vanguarda. Têm meios de commaunicações privile- giados pela natureza; dispondo de ma- terias primas e riquezas naturaes que o Rio Grande do Sul. Goyaz, por exem- plo, é dos Estados centraes o de maior possibilidade ce producção, mas infeliz- mente vivo a epoca de antanho. AS IMPRESSÕES DO SR. TERRA SOBRE O PARA” E O AMAZONAS suas impressões para O ESTADO, ten- do ficado o encontro miircado para o Grande Hotel. Autoridade em pecuária. era neces- sario, pois, a palavra autorizada do grande tochnuico gaucho. Depois de visitar xarqueada do Taipanã, o nosso ilustre hospedo veio para a cidade, em automovel da Pre feitura de Beldm, posto á disposição de 8. s. pelo prefeit, dr. Alcindo Ca- cella., Marcado o encontro para o Grande Hotel, lá esteve“, nosso o ços á hora aprazada. Seria interessante transportar para o j rnal tud, o que o, coronel Terra disse, documentado com cifras. Atra- vó de sua conversa facil, o enviado dos xuirqueadores gauchos, externou- nos, com rara franqueza, as suas im- pressões . Sendo um dos maiores esténcieisos do (Rio Grande do Sul, tendo coutribui- do, este anno, com45.000 rezes, no fa- brico total de xarque abatidas nas suas xarqueadas de Itaqui, na fronteira, Tu- paceretan, ao morte do Estado, seria importante ouvir a sua oPinião sobre o Tapanã: Ri O —Até certo ponto, é de se admirar o que está alli empregado; porém para uma xarqueada ainda falta fazer muito niais| Tapanã podia ser aprovei- tada, com vantagem, para una fabrica d lacticinios. Houve gastos com coisas dispensaveis, —Que falta então para que o Tapanã seja xarqueada? inquirimios. —iMais uma caldeira, para um” ma- tança diaria, de 200 bois; 77 Juas a tres tinas digiridoras; wa arrpla sala para pilha volta, e tomadas “a- ra pôr q xarque em condições <> va- ral ou em pilha de espera. Faltam, ainda, a sala e vilh tas pa- ra a salga de couros, sendo preciso, tambem anginientar a mais do dobro as que tem para à salgn do zarque. Pre- cisa varnes para estender O producto ao ar lívre, e muitas ontras coisas de suma, importancia. Que lá não exie- tem. Emfim, não se póde dizer que, seja uma xarqueada. — Já conhece o fim da minha missão ; será inutil portanto repetil-o. Regresso encantado com a hospitalida- de que encontrei nesta parte do Brasil. Nós, os gauchos temos famas de hospi- taleiros, mas eu posso dizer, agora, e o farei entre os meus conterraneos, que à hospit e da gente da Amazonia é insupperavel. A? minha passagem para Manaus, encontrei-me cercado de ami- gos, commercianites e fazendeiros. An- tes de pedir quaesquer informações, ti- ve-as. Não tenho de memoria, os nomes de todos que me cercaram de attenções, u que jamais esquecerei, Recordo-me dos srs. Adriano Santos, Pinto de Almeida, Antonio Martins Junior, Raul Enge- lhard e B, Soeiro. O sr, prefeito de Belem poz 4 minha disposição um automovel. Por esse acolhimento,” v logo, quão facil seria a minha missão Em Manaus, receberam-me o sr. J. G. de Araujo, o grande animador do A- mazonas, o sr. Severiano Garcia e ou- tras pessoas. O tempo que Já estive a- proveitei-o bem. Estive no Careiro, na Escola de Agronomia, no Paredão, assis ti à pesca c á salga do pirarueu”, eres Trouxe bastante material para O meu relatorio. Aqui chegado, de zogresso da espifal amazonense, na quinta-feira ulti ti- ve a mesma a slhida da minha em para o Amazonas. ] A viagóm de avião proporcionou-me a maior e a mais feliz opportunidade da minha ida: ver do ar, a angiad mar, e a opulencia das te por elle. Na ida viajamos muito ao: Mas no regresso, graças á gontiloz da Panair e do piloto do avião, viajamos quasi tocando a terra para que eu pu- Além disso, devia ter sido l vantada desse apreciar e fazer o meu julgumen- mais no centro do terreno e não nal +o. pasto RR margem do rio, afim de evitar quanto) - Aqui chegado, á dardo de eh -feira, possivel a humidade. sahi 4 mnoito para o Marajó, acompa- Depois, o terreno onde o edificio es-| mmado dos srs; Antonio Martins e Raul tá levantado deve ceder bastante, e Engelhard, no rebocador do sr. Adria- po qu eg ir o aquela! o santos, em visita fs Er do gr. custosa caixa daigua, vez a unica no genero no Brasil, em estabelecimentos Engelhard. y E + Audi tudustriaes, venha a ifiltrar, se não foi] | Não sei como agradecer à po sa revestida, fortemente. heiros tantas gentilezas. -— Onde devem ficar os matadouros; Regressei bem impressionado com q vas cidades u nos campos, coronel? que vi. Notei que o fazendeiro paracn- A essa nossa pergunta, o sr, Marcial | se trabalha, melhorando creações e ldo- Terra respondeu: | 414,3) tando as suas fazendas do tudo o que é — (0 ideal seria que se podesso fazer aconselhado na pecuaria de todos os pai- uma xarqueala pa a cada fazendeiro. | Z08. Impressionei- me com O vaqueiro, Mas as xarqueadas devem ser Jevanta- | Verdadeiro amigo do patrão. idas nos centros produetores. E” mais IA, ilha do Marajó, é uma das primei. facil o conveniente transportar o pro- | ras reglões do Brasil, tanto para erea- dueto que os bois. ção como para engorda do gado bovino. Tem possibilidado para elevar, dentro Devo ainda accrescentar que antes do levantar a xarqueada devem ser one de pouco, a sua população bovina, ua é as gar galhadas—a PARAMOUNT presenta, numa viagem a de ollywood, 1 MUITA VERVE, ND, W. C. FIELDS, pelos notaveis comediames: ALLISON SKIPWORTH, GEORGE BURNS e Sonho do uma noite de A's 8 ue O horas, as, Desenhos. Entrada-—Bé: Natural, 2 — inverno comedia que. faz rir de ver a ii romance sem egnAl, com: ambos nas sel dade vas de Malasia, onde a mulher branca é desconhecida Sorte 908 marinheiro E: mca mes Uma catadupa de emoções Tortos, a de gargalhad s. ssimo “narigudo” co SAMMY COHEN, o muis |com CHARLES LAUGHTON JAMES DUNN e SALLY e CAROLE LOMBARD, ç EILLERS =” Complementos: Complemento: I-“Fox Movictone —- News, PARAMOUNT SOUND NEWS |2-Tudo rir —. Desenhos. Entrada-—1$100. Entrada--4800. oo aJOLSEY. Emir es wc oc smp Ea mesa ROTAS: SOS Pcscaesmerçe a sr. Reymar dual em Breves é sua é: Assigrula a data de hoje o anniver meiina Oliveira, sario natalício da dístincta senhora Au Ê À na Trindade Frazão, digna esposa dº nosso amigo corretor Carlos Frazão. Senhora de altas virtudos moraes, madame Carlos Frazão não hão de faltar, sem duvida, pelo muspíciiso € vento, os testemunhos de apreço em que é merecidamente tida na sorsedade desta terra. * DAS SENH O sr. Jacau-na Cabn, auxiliar da Fa- Alzira Tapodo! bries Bôa Fama. e sua esposa dona | Adolpho Dom by. € Adalzira Cahn, comemoram, uujs, O .. Pereira - natalício de seu filhinho Adolpho. . Joaquim Caetano * aid. em % A «phemeride de hoje nesignala a data natalícia do joven Humberto Fi- gueiredo Azevedo. filho do sr. Lud- géro Bernardo. Azovedo, Uunecwnars o Companhia de Elcctricidade Paruers Ê IE Pho Ferreira. at ta, da villa do P “o uataliciante que tambem capre- ga a sua proficus atividade naquel- la companhia, ba de ver ratificadas us sympathias em que é tido no vasto eir- culo de suas aaa Transcorre, voa a data natalicia da senhorita Léa Castro, gentil filha do pharmaceutico Nchemias Baptista de Castro. : * Completa annos hoje o sr. Gordon Pickerell, chefe da finmia Pickerell e Comp., desta ma Decorre hoje, o aniversario natalicio wpplicado dão menino Roberval, alumno do Instituto de N. S. Nazareth e filho em ia ui ' E: de 700.000 cabeças para 3 milhões. Notei que no Marajó, é isso deveu contecer em toda a Amazonia, que 0 transporte e o embarque do gado é aim» àa rudimentar. Nesse sentido, fallei aos fazendeiros, mostrando-lhes o quanto Ie crarão, abandonando a rotina. ia 9, O sr. Marcial Terra, que tinha vindo |, da Associação Commercial, onde £oi ré- Enpead lo presidente dessa agré ias Paes, com quem estivera em pá dito ah tinha de visitar 0 er, go vernador do Estado, dr. José Malcher, * prefeito de Belem, dr. Alcindo, Cah cella, aos'quaes pedira uma audiencia, para tratar do assumpto que o trouxeca ao norte. . Nesses encoútrus com o cuafo do Es tado e do Municipio foram tratados as sumptos e trocadas iléas, que futura mente, resultarão bensfielos reciprocos para o Pará e Rio Grande do Sul. + Para nãp lhe tomar mais tempo, fu: gindo ao assumpto da nossa re ba O atiramos a e. s. esta pergunta: —— Como deixouo seu Estado? — Meu Estado está entrando muma phase de prevecupações do bem collde tivo. Os interesses individuaes e politi- cos foram postos á parte. Haja vista, o que occorro na Assem- blea Estadoal, para a qual fui eleito pela Frente Uuica, cujo mandato remun- ciei, Os d putados situacionistas e oppo- sicionistas só tratam de assumptos eco- nomicos e socines, em perfeita harmo- nia de vistas, pondo de parte a política. O povo, por sua vez, tambem está se guindo o mesmo exemplo. : Meu desejo 6 que todos os Estudos brasileiros imitem o meu, afim de que possa o Brasil entrar em um regimen constituido, que é a aspiração de todos os brasileiros. A! noite, o grande estancieiro gaucho deu-nos o prazer da sua visita fazendo- se acompanhar dos srs. Antonio Mar- tins Junior e Adriano Santos. S. e. veio agradecer-nos as merecidas noticias com que registamos « sua vin- da ao Pará. Pediu-nos para tornarmos estensivos os seus agradecimentos a to- das as pessoas que o distinguiram com a eua amizado ce saudando por interme: dio das columnas do O ESTADO o gran- de povo do Norte promettendo-sios que, ki, no seu Estado, tornará publico a nossa hospitalidade, que o captivou. dedica meio o SUPER. IKONT ZEISS e me A e ii O ministro da Via- ção excursiona E Vas re So E F q sr. Nobre de Mello — LISBOA, 11 — de Mello-yoltará ao Brasil assim térmis no o periodo das ferias. (A Bo). Rio, n Está marcada para a proxima sexta-feira a partida do mis nistro ds Viação para jus; vcsiunar ferrovia B. Paulo-Rio Grande, S. exc. porcorrerá a estrada Paya- ná-Santa Catharina, desembarcando | Fazer um anmuncio. rasto joio wxta-teira em Paranaguá, dondo possi- k velmento seguirá até Ourityba, levando nal ó de um aê diminuta eita. (A, RE Do: a te. a
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