O Estado do Pará 08 de Agosto de 1935

o " V A M te ll U V • de n :on– . nt.• , po. e) emph:,, o bran- 1'lrimarins ou se- da . O tom d co- r do penas e o branco puro podem ~r origem nas con– thç sob a qu fJram cria– dc- os pinto:!. ~ cr· deira Se u •~ nO\"ll~ se aglomeram num ~ant. 1 criad.lra ou do 1 - r I da criação durante a noiro, ao t rcm 0s r ango do~ a ;:; me– z de idade. com txl a gu– rança appareccrá mai tarde a cô1 b1 ;a n, aza, d~ lgun cmplar quando se acham l)ro··illlQ.l ao d . •nvolvimcnto e plcto. hto ex, >li - e J)(?la clrcum tancia de 11ue a transpi- l(Ü.C abundant da~ a,·es amon– to.Jai< th'l a vida da J>c:' a e prejudica seu colorido pcrfeit". E e defel o ">O:le occorrer tanto com ,as fran,l!'a.· como com f frar.gog. O criad·r experimentado que ,j eja prevenir e3te inc:>nveni– , terá o maior cuidado cm q e seu frangos n \11 idade não possam amontoar-.;e á noite r.o t'3nto do galinheiro QuMla d. os pint. e tão na criadeira. _. d Ago Lo ,1, 1935 ,; t =11 •ratu– ra e le.J- correi . d form, <1uc plnt e ·tejam obrigados a palhar e qu <'U <.-alorifico Jn 11ufficlent pnr 1 ~ \ i' r 11uc , aglo:11cr<·rn E l<' uetalh r ~ A PIUID ~gem 11 ~ Rhode-lsland-Re~l~t~i?li>~~~: tl 12 ~ral~:: ~i:L_~~+~J(~:e ~~:!Rh~~;;~ u u u &\" p~ra ex;posi,:io I t-0 nº 6 I" •• li lfl1"1Kl'Ill n .,... ap- J é corrente entre o ~riadoi~ da ~~:~:ic~~u~o ~ ~~:cTo quanto --- ----- Rhodc I 1::. :1 H d ruiol rnb mie m . da pç deaee- qu r peclal ttcnçiio dura \e noit fri do inverno '"'uant.J m 1~ -d o· frang do:-mi m no pol Iro melhor í-. porque a lm e\ itará a • •lo– me ..,.:.o e 11 !onn 1çlio de pena · 1,mrc na plumagem cau.sudos lo abuso que sof,, por 11nrl~ dus U\"e3 mai robu • ln cm;us\dha. J<t. ~ r– ,a m muitat< cri11c-t .• ,!J,tl \'CZ . , ve- e que l um I t, · • fran gos ha ex mpla.c deb.. c1uc ,or m jo u · ou ro" F • con r– vam no~ pokir-..,,, e n:''io ~e sH– "' n" .m devidarnl'nte, o 11ue, com toda n pr bubllidadc rep.r– cutirn na qualidade da pluma– gem Tem~ é po iv I que a bai– xa \italidade d a\e nma ej11 a c:1•1 a d:.1 rr nç:1 d'> branc.i na plumaJ,-em. Em 1 mrn a vitali– dad : duzid p ., ser um fn– ct<,r hercdi rio nas av • 1l0dc mi;iL,1 bem ~er a causa do npp'.l- r,-ciM•nto de penas d coradas Disto t'" dC'prehend, qUC' não ;. n:i p? ·rnagem po h·cl criar fra, ogo~ <le rliffc- üm dos e,c.mplo. mais d sa- r,,nt., idnd e d.$envnlvlmento !f'l~adores do apparl'Cimento do no mesmo g;ilinheiro. Tr.1t:111cl • bnmc, na~ Rho<le é quando . ~e. por i,-so, d~ grande.~ lotes (\ enc:.ntrit ,,1a côr no dr- "> do muit-, com"<' iellll' clasmfic:il-o frango a altura dos rin;. O br~- e subdi\' idil.os em lote.· menor., co ore.,ente nc~ta :eccão talvez de a,·e~ de igual de.sem·oh·imcn– seja a indicio mais e\;id;;nte da to physico, cmbo<in haja diffe– def1cicncia no trato e -r.a alimen- renra de idad 0 • tarão. Ob.>en·a-"e que e~te colo- _Quando ,;e tomou esta pr,ca11- rid > ii,de~ejavel a.'larec.-e nos rao o,; frangos cre,ceram ra– franl!'()S juEtament f1 ien a (e~ r-idarnenle receba"lclo sufficien– de alcanear n de~envnlvimento lernente alimento s · b a forma ilt• completo,' coincidindo com o dP- tJr,ia ração bem babncrada, all- e1wolvimct to .Pxual. Qu~ndo rr.ento \·erde e exercício, em ~ua os <lrgãos d macho estão p ·es- plumagem então. não a.pparece– te a alcançar se I maximo tL:- I i"á branco, se a corrcrrc do t>nvoldmento. íe o mom nto em s:mgue e i:ua vitalidade forem 11ue g-a.,1 1 muita vitalidade ar- ,· biias. m'lzenada no corp:i. Por isso O branco que appa- ,ecp sob <11.ant:o carec,-m de uma alirnE'".- estas condições não é neces;;aria– tal'i'io ccmpleta 'l>llr:~ tornar p0s- mente- um indicio de que ha de– ivel o desenvolvimento maxirno. hi!id&de rra corrente de san,:rue a natuuza.mootrar.-i o signal de e um exemplar que alem di~so pe i;i-o ob a forma lc ~nas ela- pos:-:ie corpo vigoro~o e bom co– rn--. lsb em ref..'ra geral, sismi- lorid, pode ser destinado ú re– fica que é preciso mais ,")rotei- productã> sem perigo de que> se M. mui o exercici) P alim('n[o lr:in~mitta a clehilidndt- na côr. •:erd<> para au.·iliar · frango no Outra secção ela Rh~'" oncle . eu cle.,cnvol\'imcnto phy~ico e pode .. p arccer o hranc~. quando na empluma$ão. a a·:e se app·oxima elo de~en- . , • das outra raça d n • E' n , d • • ciona no dorso, adlllMI fr1c.. p•Ia a\ a~ pnmeu-.35 lnle ,embora fal :lo a qu lida ro que na cic-po lção a . ·1 • r1n da a\e. Co·lf.Udo, col$ Ph:-.s':" d.. 11<>u ele cnvolvimznt . de dll d,r.. ·ou mo; p:-.lav a ~ um exemplar c->m sun piti.~~~e~ 't,rt;J , f ml'll , :u-ecem mos- o ' 1 l='°/ com,•rcm 11~ I> ., que JX)bre qualidudc etr.ndard em ,il, olulam nte e ntpl ta j 1 rnr m ·no tc;-J,.r.cia a desen- a mctu o ocorn nas 1n s nova., qunlquc--r f:.milia ele in-e é l.uo , i ,ohc:- IJ an o na plumagem qUe com . t•gurança t.. r:1 como ui- sasce,?ih I de produzir hran" . f: ioido q a • r brn 1cn 01 ll\l' ·h ~. 11 que pode. r de\i, taclo e • '1par..dm,.nto do branco. na base da cauda como 8 ci•r fo;~ •. 1 •• 1111 e mo < 1 " c'.>rl.'! e .ão u-1 d~ no fact d<' 1 '\o er,: 1 decaden- . Quanr, a~ aws norn , no pe- te e bõa em fod 00 itita n certo dl!,.1!0 na côr dn eia ph ·r'l d:-. vallinha no perio- r1odo da en:iplun:iac:.ão, se acham I o nr.arecimento de ~neo na •,!um gem ~ o nrranl'!mcnto de do d<- im11=hctivfdade tio agn1padas rna<..1.1vas ao rPdor do pluma.,em .,,, Rh l . • 1 j um.a ou tr-1 11 IY.'na n110 é ccr~,- • n-nnd,- 1 1 n'o :ido macho De Ir h · .,_,,_. ·, d " '"• oc e" 0 iugnn dcrado um e ·m ., · · • ga rn erro, e--..~.:•a mente u- 1 dado pch natureza par ot ' r, <', quan·,o ,, tra-' ma, a r.. mca a meudo sloJ)Ol- ~ante dia~ frescos e de muit_'> tar co1ct;a n nPgÚ~enci: ~~ cui= 1 t_a de _um ~xemplar que n o•1 r- ~ r t• em ~. llirhrir onde podem ,ento. costumam ent ter- ·e l,i- ruiclo e alimentaçã, d . 1 1 CS!le 1 tos e mu1lo bom. fazer ~e I ci.c cicio emquanto cando-fe mutuamente os e-a=: l\hhni, R\"CS, qut• !'m todo :;~~i- Ai111ln hn outra cç:;o 113 que os macho;i Cl',lCCiaes ~ iao– '!~s da.~ P<'.~'IB novas 1." ~ ntemen do eram perfeitos exempla rcs d, Ilh ·le l land Red cm que muito ! dM par. e\ ilar ª" brixu. Por 1. ap~rce1 08. "· p~1nh1:e_ntn na cxpc!liÇà'.> foram prPjudicai'I n rr •udo cn 11m11 , • ·r o , so, ~ _.ix_e qu<> l!'O'IIMII de llber, ,,l.l} 111 cauda. E po~. 1_\el que nelo appar cim nto de hr ico uranc.o em form:i per, !Pn•, e· Ja?. _1llim11.Alatnrão~011 Jll'O" •·· 1111 ise fo_n:ne um \·1~10 n· nn, pt :r.as principa~'I da e1 · la e qup é o pc coço. • •e.ta . çn a 1. 01l11JddC" d det~nvolver ~ me• llP per_n1Mo.•~• se nao .se !.~ ele pc>rtn ou da ba1,e d •lia. Quim- d~coloraçã> d,s pena.A é real- 11. a,•:çorad:i e braDCajl Da.,pla~ mnrern . n, eca_ 1 1çoc~ 11ecessan.1s <lo tacs e.·emplare.~ :; , carecem mC'nle um de , lhe capa 7 d<' d•. a- ntageni. J'ª~ª e ,m';cfir. dA t<'mp~ralura de viJ,;"or e d.sem :v· .11ento é nimar · mal de um criador, se E' •.:i.bid oue muit8'1 v9191 ;a?'.i r:: ª ª t:i e 'p.rolerna so_b provaH!l que o defeito não• s o mal \'Oltar a apparecer gera- 11 11 " ,.•• e tirada de um lo~ erfll– ~ or a. d; leited ou ~'lr1:f mor tran3111:tta á prole. C~ntud?, n çã.o atra~ de geração. Ha \"&ria ao :, ·ondições de completo li• .ª~ na ;aç,io dP-0 em ac, _men e cria,:ão cuidado:J não torr:" cau. a , entre n'I qt11e, r· oode l t>nl:i i,." lt'\·acb á ~~ d'; /.~cautªa ~;np m~ E' mune- aconselhavel o emprego de ave,. incluir a alimentai;.io dl'ficiente. de alci. 11 rar aa maia allias3 d'.~,~_--,en e e_~em-s:, ,mar me- que trazem um <'XC' ê.SM rle bra"'- L"m gallo "carnpeiio.. 1, -!e facil- nenl!.l • Pode ser que iao / _.,s ~ara ~\ •tar t~~alq~~r de- eo 11a côr de ~ua. plumagem. mente a presentar brr ..o no pes- li.' ào Jl ivik>gio que temaaq !cc.,ee"rct· 1 1 1 ªqtn,eesme : 0 ~ 1 ' 1 rdº QU!l· / As rlumazinhru:: b :anca. dis- coç~, quando é er.eerr:ido na J·au- J><,dcr 1..alal"t.:eaT sua pw:oprll..._ FH a1~ a e 1a sec~ao t . b · , I · · ~ .........._ d , 0 ·po d f . . d" 11 Ulúas [')e a~ d1fferentes p:ir- ) , sem go:ia os bont .lemeutOll ~ • ao mesmo te"DJ~:> qaeo -- t e 1 a ave qu-~ 01 pre1u 1- t d I d - · • · · /. d vid mn ,.....,.., t.d. 1 .· . 1 • • ef. _. 1, umag('rn a a\·c. se nao e o exP-rc1c10 a q,, estava acos- · r1c:1 · -· ~em U a, -rT ~ ~/r::!/r-~:~•o :r. r com;~ • ".l;; A~ o txc.es~ ivas, não são indicio• tumado. fa\·ora ·el 1 ""llra COl!Ael'Vtll' q s l f u Ia bper •·" e de 1,obreza da cJrr~nte de ~e•·- .A baixa \ital1'<l•·le A a cl e11ca 8\'E' e1.1 sua condiçiQ IMRDUII~! · 0 • ª ·aorm~ de e rance comf O ~ue: 1;odern ,er devidas a e~:. ~ i:~ra o bom des.nv ~ aa u111:;. t.n enc1a e que as aves o- t • - podem cau!lar o apparecimr, o 1 11am atacadas num momento as k ~oes cau><adas no corpo da de pena.~ bl1Jncas no pe.scoc;o de p umagem · muito importante d0 s:u desen- l\\"C, 0 que tr~uxe como result'I um b·m Rhodc , ~ exemplar~ · "ão se deve perder «\e, . do o apparec1mento de urna ou ..iue a plwnageqi ~--• olv1menlo. 11 ,-,is pen% d.scoradas. Standard de alta qualitladP ,;6 limpa, eãoc~.S.bGllft iras. rom di:i"ern,.-s antes. a Corno regra geral, na exp•:i- podem demonstrar sua bondade c-uidado. alimen~ 1 acertada a constituição fraca e a baixa vi- ,;ãc. o jurado sabe onde <>xarni- e pureza fJUa nd º sã: :ilimentaio;, do m.:xim d_ liberdade qae _.. ctalidad econstituem muih~ ve- nllr uara encelr1:rar o branco e e cuidados efficiC1~tcmeute. E' s:-11·t10 a., circum"1anciu ae i zes a liase para a ex,? ão o juiz experimentado com ~er-u- nas penas d:> pescoço ond.:! fre- dar ás a\·e•. BO&J linhu de rleste defeito na~ ave~ que ui ou- rança nota1·á "uantt1s ,').Cna · f - qu_ente~ente e ma~ife:<ta a ne- i.rue ~m qualquer raça, que tra man<>ira poderiam ter-se de- ram , :-raucad;i,; clt' um exem- g!Jgcnc1atro trato. Uma aYC que mostre d:ibilitameµto pJvBb gcnvol\rido pcrfeitame'.',te. piar, para d:ddir ele Feu rnerito: a outros rel11k;it05 é bõa. rara,· algum d~\·idn ácr1:çiiode,nula,. Aves i leFem·olvidas normal- JlO,-.t · que a ~I_imhaçã_o de penas \ e1e-; m".slrara. bra!1co_ no pt>:;c~•- 1 do consanguinea ou '9 aerml– rw:nte. ele ·forte constituição, ra- qui> desquahf1ram seJa um pro- ~º· cxcept:, de,~do a ahmentaçao dad podem ficar livree -de~ ras vezes m c-.-,trarão o branco cesso que ni.i() é approvad pPlos madequada e a falta de exerci- ru.s desc. radar ou brancas na como defeito da corrente de san- regulamenta-, da>' exposições. cio. plumagem. _ As aves mais dcbeis entre o~ volvimento compl to r a hase da fran:i:o· podem mostrar raq · cauda. E~ta é a ~ec,ão quedes– de brJnco em sua plumagem. te modo pode mostrar lesões ,;of- ------------------- ----------------------- --------mm Diarrhéa branca••••••••••••••••••••••••••••••••••••• OVOS DE6ALLINHASDE RAÇA dos Pl - ntos PL"i'.),WITT'H ROCK (ClJUJ()'S E LEGHORN) 5 Gado .' 'hollandez", "friahland'' 1 > ou ''ho)stein-friesian" DE "VEis PURA~ IMPORTADAS.":::__ A dtan•a branca bacilllr e uma lflllplomaa da doença nos primei.roe Vende A ,.....,.ONIO ... a 'D•1,NS JU mo• pecimena ··••ollul 1 .., .... .n.i., .L .u:ut-1>< A raça prínc!pal o maia uhJ do Aio aio apreciada■ 811M dCor!lÇI '111$. ca OI pÚlwt! nos tres diaa de n,aseidc' monendo alguna r._1 R u A~- 15 D E NOVEMBRO, 96 1 • a n d ar gado HQllandés é IL Frie11land, ou E º um ,211. por ,mel ou ciuuo primeuos dias de i-lade. ' na casca. . • l .... t-•·u Hollltein·Frieaian <.'Jmo é mala vu1 •-•- Gl-11111!!11 fi. llolmb 111111m.amente con&agiou, 1 Eatea piM;)I transmittem a doen· .. ,... ' _,.o apear da 1 qae ca11U cnndea atragoe entre oe 9'1 por con&agio directo .aos naoc1Jos ..................................... armente conh:id&. A cór é•~ mlli~ rica - 1orU,a, JUJtoa reeem na.."CidQ, attmgindo a no mesmo gallinheiro, procedentes de - m --- mente preta • ranc.a, em proporç to, preata·ae para a 11Jlll11.oll1t•1cll•lil,• ª d od o MILHO regularmente i&Uaea, porém, a pre leite para u c:Wdel. moitandade a c1íru a!lrmantea, ás gallinha1 ãa, em conseqnencla da ro, de tamanho grande, uan o pr u J B • d l é / lt ananelra e eque ferencla para uma prepanderancia Aa fórmH e apanaeb Yac torundc ae uma d,r•is&açio to contamlnação. ctos de lm.60 ate lm: V de a ura • oi 1 1 éa cor preta . Tambcm ba m tos e3 gado não dlepm ao -- tal. 1, f Jl'U !!.abetnos que a Escola de Veten Entre os criadores de bnnos pre -~""'! Caractertu·se por mu diarrea naria de Urugnay poune do 13 mctho valeee a 1déa ena.da de que na com Damos abaixo o nome com que são _ 1 çio deeejada pelu per\11:.Ji 116bnUQui •da que aclnti doa iura 1dent1ficar e1t.n aves por· pra do Jumento, a primeira cons1Je 1 .•• •• • • -++<• conhecida.a algumas das muitas va· ses, 110 utTCllúO, lia O mlerobio que a produz é trans· eliminar oa aeua ov011 da inC11baçã.o, 1 tanto, um Jumento bom, de ossos for c<H"tlllSl,,, Soi_rner, nw,~ace<:, o Brasil. cae 19 acha pleaamealt u ~ 5 em ~ruo d,. cloaca. l ladoua de nrna, o.;m O object,vo de ração e a grande altura; no entre l f A lfcvc:wza madagas- riedade3 de milho cultivadas em todo HILHO CATTETE BRANCO: na Gri·Bretanha, c:aJa ,h e t l / t Grãos branco.i, mindos e pouco ar pelo ,~•t'lto .:,f~~ .o. mlttlth plr cert ralllnlw que, ,em• unica maneira de combater promta· 11.eô e dt cor~io reforçado de lm.30 a onK, m n u , 1 • u_111a ~ra~ ez- .. ,.. d li d MILHO AMA.RELLO • rodondados, 83l'i&u grandes e sabn Britannia do ... -:1 0 ]I mostnrrm IYJllptcma da doen•a le mente uma das pragaa mais terríveis lm.35, produzirá. um burro mais ai· ra que 1wi; i·ew a z za e · .- ' 1 J iJ d g~ brinco. a prceuta lnclNa DM 6 um ct badllos no eea or,anlsmo. d~ dcJ gallinheiros. to e ma1S forte do que um Jumento , 11 avascar. De abundante producçã.o, a espi· \ li l b . 1 ,a é ligeiramente amar , os caro MILHO DE SABUGO ROXO : leiteiro. ~•m a n.ntapa prtferencla lculiudos 00 ov rio. Pau eaae !un preparam a •Polia· de l.m40 a lm.60, fa.ltando·lhe est.s l l'oslo f/!IC a industria hu- ella que O 1Jdo •A,rabln> 6 O• ovo,i pr~enws de·tai avrs tin,, producto que LDjectado na ba_r· quali!ade;;. mo 11a te < e.,c.J! ra mia os 11 . d tam uh l•vam a te-•,, e 01 pint<>o que ~ela de uma ave produz uma reacçao A côr do jumento Catalã. é parda prc~lim<JS, c11tr" IIÔS clla ':'.'.~arª,mparroepn~ovp,varaº• rode'IJ%il·oªa ºrnbrea·· Jm,rrntw maior po •.,. •- . Caroço~ avermelhatloa, de tamanh1 Utca, e de ser um 1..S. d•Uu 1111, m nm os primeiros local IWI infectadas, sendo inOC11a escura. qna!i preta, com o focinho e H~ITr a71e11a.~ de c1u:o11to regular, as ca;,ig:a.a ~andes e o ubn ! e ar':'llrenda ~u-. rara aa nes sã.a. partes inferiores cinzenta clara. aos jardins onde a vemo.q MILHO OATTETE A.MARELLO: go roxo. Cultivado em todo O Bra 1 o outro metbodo é o da aôro·a,ln· O Jwnento Andaluso é de= côr z·rr1etar com a ,q11a typica r.il. 1 Plf 1comh1tero~ 01·010· BS tina~o. para o qual os vicultores cinzenta, n~o bem fixada, o que sus: pl•11.qir,110111ia n1lr1• 1111/ma- As espig.aa são grandes e cheias, ------------·---•-•..!"!!!!!!' f OU IJ ::•~ ...:;:~: ácu~::ci~:a,i.:u!:º~: :,ia :::= 0 :.t ~sa':i"/~o;es~: rr,~:a1'.:~:: 1 ;~ei/\o>1~1u,ira 4 ;:ii~::\::::i::s~r:::d:- :::. MILHO DENTE DE ALHO: ü • cada ave, par& se e!Cectnar a ana· tali, e talvez_ faltando·lhe alguma ♦ de lequr, fl/1 'arrnrr do rin- ♦ ecis caneiras. ma !ife cn"IOsa o d to 1· d 1 Espigas pequena,. multo cbeiu de U UI,, DOS SlliflGS · ·, • ;- lp~st.u reacções são feitas rratnita e ';: Po~:Uo;'::º,er ~~omoes:,; j1;11t1·, como 10111/Jcm lhe : MILHO AMAR.ELLINHO: ,,~,;s ptqnencs, amsrellados e t.enn1 1 t • te d d c, 1 11m.am , lt-11.'>ra 71da.~ ::,11us : rui'.lo por uma pGnta semelhante a.e • , mente pela :&scob. á qual os lnt.erea· ppesaaradasraçao, ºroortepataa granules o foll1a" ,J,· lo11yo.º pec1"0/o.• a ... _ ...... , r ~ . ,, ,, Conaldendo como sub·varilldade do a.ho , de onde provem osta designa lados aolicl m !JU.trncções :llbre a , pem1& s e musc osas. 1 / . rnancin, de extrair O sangue para a ctm os os rcrularmente chatos: u 1 . anrosa 1111 1.qacca comcs'.•'Ci, Cattete, do qual differe peb, cor a· ção. 1 Entre as ai-e, '11" 11111,. barull,, fa:em em IIOSaGa m'lttas, esta o M~ i:na remessa ao labon.torio. ju.nt.aa tambem üo ..-andes: o corpo nws peln •ru ,i/1~ r.•p1q11r mareUo·claro dos caroços. Na época da Incubação, °" avicnl· peu,io com peito largo e as orelhas I tem 1".,. 11 de palmura • -·-· --· 1 To11w-. v um l:ifo de fu11,,, MILHO DENTE DE CAVALI.o: ro'". Noasos vizinllo, do em c11rd:.i, corta-se ~.,, pcdu– r, , e põc:m a ferr:er em doía. lilroa ®!fila, d1mmt !Jima mi, 11,'ot. tores devem ter O maxhno cnldac!l na do en~1mes • 1 Po,· e11ta duplicida<le rlt, rscolba dosº"°"• miando Incubar o· O co1po é todo cobcrt., por pelos a.pcc/ 11 8 a rnren.a/c,. 111en·cc vo• de procedencla duvidosa compridos e a altura rerula de lm.30 BP.mpr,.- dos amantes da w,- •té lm .-10. turrza 11111 olhar c-0,1/i'mpla- MILHO VERMELHO: A sua espiga é regular, 01 caio Variedade que se apreeent1 com I ros branco, e mal cont!ormadoa. 01 caroços avermelhados e 1randCll. • Variedade Ct!IUvada nos Eata:los do palha branca, bem como o aab~. Snl, pa,a alimcntlçJo dos ar.imaes Prata o ch4mam de •uro– teru". SIUI voz pare,u a– primi r f~ de vonfaü• poucas are11 ha que rn,,_ ♦ Applic11- r ,JJta agua µm· : ~••d<> de um. pmal largo, ♦ m-bcbe,1 ,, /Jc, a pclr.. Rr.- O JUMENTO ♦ petindo dua ou trr.s t·czc11, ♦ ,J ,;.'latn, i:m quatro dia11, Du raça de Jament.os, 11 de maL>r : l'milla111-ac r, piolhos t utilidada para a criação do burro. • ' 11 rJí.ia. " 11G a CaUll, Andal11 e Poitou, e ♦ l'ÍJl/u111fo 111 irufo,,a rr,m duw raças p6de obter com ateu ♦ P /rr,lto bndo dá bom r,. • ma facilidade UJ)eclmena com a alta ♦ aultadlJ, 11md,, &ndiapr1 a- ♦ ra de hn.30 a lm.40, e com mais dlC f nl prol, vrr oa an,mnca do i ílcnldade Oataláes e Anda.lusaa ,,,l •lurnnt um dia pelo Jm.50 até l.m60 me, . A raça CA&alã ~ a mab procurada, -♦•-•••••••-..:- , e a melhor para InJtituto de Protecção e Aaslatencia. á Infancia <lo Pará. (Ophir ele Loyola) TTO ll111 o jumento é um animal multo re I tiro. 11/un pela 81lll 1111cn1- sl1tcnte, aclimatando ae bem. e p.)U 1 _ dr,11rirr 11ul[fadll, 11 orvora > co aujeito a molestias, acred1tAndo ,e do riaja11tc parrrr wio l'r- i que a aua defesa or,anica aeja po al'lar t,r111 Brnttn pro.rimo 6~ derooiaslma. cmsfru, littom11cr111. omf,, a-• Quando e trados. tornam ae deu rmlf1>11r6cR do nwr. ,!tio-lhe ma mansidão inegualaYcl, mot.i'f'o PC ♦" 1 1[ 1,",;,, ,!, 101" 1 rld 1 ; 118 ,,. lo qual a, criança, aprov.it.am a aua 4 [li 1 •• n:ontaria, e, ainda memno açoitado,i, ·-♦♦---••••• alo lnca1ozcs de uma pcrfidJa. Em alguns E tarloa do norte, os Ju meu'°" alio os madeiros, levando u ma can,alha com doUI PC'lUcno~ bar ri, com o precio o ll1uido. F:a.zer um annuncio neate jor– nal 6 ter um lucro proximo e • !anta e11crgÍ(r. e c~ali. Cultivado no norte ão Bra1il . dome tícoc. Talvez p<Jr ~•o e por t,a. :cr a11 aza-1 arntadoa ú duas 11t113Uca ou paiaa, , MILHO ROXO· Nome que pro.-em da apresenta çã:i roxa de sua palha; os oaT090s a vermelbado5, e o sab1110 ca.stanho MILHO RAJADO: Variedade que se apresenta com os caroços rcdont!.oa, amarcUos, com n cos .-.rmelhoa, • "llLl oud. \1 roo o MILHO PEROLA: que '"""" lfid<I intíhllado ~ varieo t1c conhec:ida um "sargc111o·· (sc11, dstriclG bem por milho doa pintos, multo pre. prus!fia1w). Por aftla gri- cocc e dca inado á alunentaçáo das tos. roni que 71eraagu q1UIM • E,IP!las do tamanho rqnhr, 01 por i11imiuo cfos contraboa- •"la _ 1 rhamou ~ua atle11:Ç~, jNINd. grios pcqutnos, de cor amarello ela cií •a 8 • Di.:c-m qNe, 116 I/IUW- ro. '"'~ 1 m cl Art,.gM, traAiu m,,â. A 1u1 r1lha e multo 1> .:nrada pa ♦ tas , d~ ~an011 ... 1uduldao J .,., ......... t-m varl• boCe– u • 1.ta• - 1.• EPORTAGE ~~~ POl !CIAL ulao.-_..,. , • AZAa Da QUl'JPO -, MATTA. .., ..... indi,ricl- L16ulD --- \l· I n:-.DE r.STAr.A' • ' •• detld• 4twl• Mll'-!Ji.. .._ ( 011u,l~llo, -pcar••"'°I pardo, 4e • - • f:ui:enlo r ....- <1•\ ~~ 1 uo• d~ ..a.d" aoltoll<o, la....SOr, ..-1 lt_. IW.lnlno p 1 1 ,o oru 8anla 1.Nl>el, o Bomllllldo M • (l m., .~' "" ' n10 Roa•..., l"I"''ª , rudo, aoltebo, _. ho .rol.. lo 1 . h ,, 00 ••· .,..., .. o.. ~\t,a.. R1ú, 1 ,.,., Pu,h' ,_,...i.m (lel6 orlme 4e Ira, 11,nl o '""""''""'"' •'•"•· í!nra• •w, CM , ..... 4'1wa,damga~ !l!'l!I

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