O Estado do Pará 02 de Agosto de 1935
F.10. 1_ Ao presídante do Tribunal de Contas_conEult~ _Q_ '!.linistro -.~é! F~e~da Jobr~-ª- l~galida_de,. da-ª?ªi~ura do _credito de~linado a pagamento das gratificações addicíonaes que deixaram de _ser pagas em v,rtudR dos decretos do Gove~no, Prov1sor10 .~º reajustamento dos ve _ cimentos dos militaras, sendo 12.818:868$189 dos addicionaes e 11LOOO:o9osooo dp_ augmento dos _y_enc,me~t~s d □ S_!!lll~ta~. (~B) AXXOXX\' r■ r,,.- 1 ■ ·;:;~:~~~d:t~~,:~,"~ i vre as seguintes cotações: libra 23$500, dollar l 8$900, tranco 1$250, lira 1$545 e marco 7$640. (A.B.) D11lclw-AFFON'SO JUSTO CHERMONT ~li Redacção, administraç}o e officinas-rrav.eampos Salln, l3o::Jlf Redactor-aecretari~ANT.ANNA MARQUES ~=..:..--------.::.:.:.....----~-:-:----:==-::::-- ~ ..... IJI.• ■ ,.■ .ILJ..;.llil f I: BRASIL - P A' - BELEM - Sexta·feira, 2 de Af:osto de 1935 E•~ Tdeg. EJTAPARA R/1 , 1-1: •s1 ,0 11dc11cto·u 1..1n1n t ·onsulta do Der )ariã.-;;~ento dc' l '01·tos, o titular da pasta da , ...iarão~decla róll CJLIC a lic<.-11< ·a-pren.1.io instiLLlid: L em]ben fil'ÍO dos Ju11cc ionarios l>Ublicos nüop(>de ser Jonte deno vos.onus ou enc a1·uos:par a:o Tl1.eso_u1·0 , ~aJ >endu ~ ellcs p1·op1·ios re,Tesarern ... se nas substituiçõe's. (.A .. BJ D A reconstitucionaliza ão ' ••••••••••••• ··········•~:~::!:::=.::::::::~::::::::■••····················· penultima seSsão A re:n.u:o...cia do dep-u.tado Be:nedicto-Frade___ _ a do Estad da--Assembiéa Constituinte Y~\.1:·s1•:R CI _~\-OCADO O 1·:~ oPPLENTE l,fBERALfCO;,.[:.\lENDAOOR"~\_. ºTOi. TI() FA.Cl(JI A'-·- Vão:seT.. ~~g_!!!~l!tados_ P~!ª _ 3~ooo$ooo~a ajuda de-custo e os subsidios~dos deputados A promulgação, hoje, da Constituição do\ ·Estado Como será celebrado nesía capital esse acío de grande significação para a nossa vida política DEPUTAI:O8 ELEITOS PELA FRENTE UNICA PARAENSE: ~'d pi;• , - J . J. Abtn Atbar, Borges Le•l. Jolo Botelho, Aldebaro Klan tau e Antonio Magno . BBNTADOS· - Antonino Mello. Sou~a. Ca"itrc. S"a.muel Mac Dowc!1 e DlJ&.a Ju nio'r. Realizou-se, hi>ntem , a penul– tim.a sessão da Assembléa Cons– tituinte do Estac,Jo. Como as que ultimamente alli se eft'ectuaram. a de hontem foi interessante, tendo sido a– presentada a renuncia irrevo– gavel do sr. Benedicto Frade deputado eleito sob a legand; Partido Liberal do .Patá, mas que não assumiu o cargo. Além desse· facto, outro não e . menos interessarite te,·e lo– l, 1 gar na sessão de honten,. Foi a indkação ap sentada pela Commissão Ex tiva para au– t gmento da ajud de custo e .4 1 subsídios mensae~ dos srs. de– JlUtados, q uc perceberão, assim, de ajuda, 3 contos de réis e 3 contos mensaes, sendo que do subsidio duas partes são fixas e a terça é para desconto das fal– tas. Com a sessão solenne de hoje, ficarão encerrados os trabalhos da Constituinte, que será trans– formada em Assembléa Legisla- DEPUTADOS E1FITOS PELO PA ltTIDO LIBERAL EM PE': - Jol!o Anast..,clo de Queiroz, Pires Camargo Thomu: carvalló Franco MArtyrea Annlbal Du o Silva. DJa_ln» l'IL•th3d_o. R1ymundo Cama.rio. SynvaJ' Contlnbo, AlandJo Palllda e Alberto 'llurtlroo. arte, :leia ---· - ·- - - __ '!!!!!!!!!!!!!!!!!!'!!!!!!!!!!_!!!'_!!!....!!!!'!!!!!!!!!_"!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!'!!!!!!!!!!!!!!!!! A SESSÃO 18 ENTADalCS. - João s,,. Eurico Romarlz, Nunes Rodrigues, AJ7)l!o l\todrado Ernc.,ttno Son•a Flllto Blanor -··• rnr, Arn~ do l\1:\tta e Oct.ivio Oliva ' • ~-- SOIIlereee piedade pelo lam1toso exemplo seu ea- r) t' o~ue ~il_ ~o. ~r.. ~rmu H~rn!r~e~ e ;re~rneíl[e ~! ReBU~lica Pr--'1dcntt Oetallo Vare !l U:<!1f'<íal da U.J B. para O ESTADO DO PARA) As razões pt1ysinlogicas ~o sonho O apparelho para medir os sonhos do professor ch3l'ci - Haverá nos sonhos um sentido dr· ,nnatorio am da ignoto ? Ri • ········- .....o • ....,,... p, 111,11rntr lm:1i1n.1 11111"' p ,,,. h.1,rr um, r.tr. ,\,1 1•1r unh.tr. ••• Ir , i\ mil rrmnto 81111 11Jd1d••· 11 Jllf1h0'1 r11r ,,, IHII lrlll"f'l11l•1 IIIIJlt.' 11,10,1 m nlr ~ 111,ta ho h,t ,nUlt ■ ,i:rntr- hua 11111• 11111 ull, o "l.l\.r11 1111 "'º uh •, 10111rndd,1 dr ,,..,, ~ h•1ha,:.•·11 Ili a, r•tmul 111.1 1;p11fl1 1n1 ti 111:wna ,of 1-.,r oulro I rio mUIIIM .tihlfl<II llm ~I l•I 1•ln 11<11 unho. r,h fl pottlu llf' ,, ma t,rm pouco 1,m 1ltMlh ulo n ullrnç , ~ ,u.1 11t11 too IMlf' ,,.11111 ,le n~"º ..,u1hn lrm nrlJ:rm noun f'•lo ,_..,.rhr~ flU ""'' f" dornn" ''""''" fORC'l111tt,1 1 ......., n ,- 1 fJ f lffllll:h ,11 '"· li •I 1· pt11\ l\tl qn,• ....,nhrn1 1rm r, PJ)( o tníl• o norm 11 , qllf' uhrd '- '"'º ,11 l'.1 11nnh~ ttf' ttMln'I o• nrr't r 1,.u,~. IM"l.1" n:n ll1• -,ue pt•nM11m pn,1.. 111 """ t u:n ir11n,1 rnalr•. 1 nr f"\rml'lo, n llOn'11, I :11) 1>111 !llt •I,. 'I''",... t mll'I ,namltJ nnm v,1n!lr f"'IJt.-1'"0 1111, hl111ln "11r.m r1rrtlplcfu ,rrllalnm,o,I run ■nrcf r,ornn1-nr o H'• J1II llo.. ( 1 m Uin:1 ltf'lloffll 'Jllfl ~,r 1 ,tu tor:.i o ~mrlh 1 fr 1u1 lo , 011~ 1u1•1H l,1 ,,,..m,, 1111 •11lh11 .,ir ,1_.,,.1 li'°''""' lrr rn lntluf'111 l,t nhr,• 1, 1un11, 111 \ nu j fr:1 f"llll ,,,,,. 1offrn1 pr11,lnllf 011hn o r,hn~ , r1111h1• ln nlllo 110 ,,11 ,1,,. ,n11l1.1tl1 111,io,.1N'r11l 11 f"IU 110!:•lu lflfJ141 111n..t lll1Hl.111f I hru r I f! l t;.U un hrf ,t,.. ltMJNt1f,ir,1. \f,U f'm i;rrd rmhor11 no• rlrrm 11tm11rr,t11 ,tr q,1,. (11r1rn l•Hlllll lmn .-,t,,. OJdlO<t fltJtlm ll>t"lt:l 1 1111 ,,-.:1111,Ju, 1 1 111,nArwflnlr, ,,m nnt.·,nf'f 11nl'llJnlfJlll nq,lr Mttl1 .uu,, o prnf(':1ll.Clf' IH f hllrtl ilH f1!,~n 11n1 •J•P llf'lh' 11 ''º" 1111"11 O non,e ,,.. "'f'ullrr.111h " Jl,lf I rf' rlf.1r 01 111Jnho'1 0 mf'dl,.111,t! r, I' 'VIiar ti, rur.111,, 1.-i'" 111111,rrlho, r.-frr Mólmf'nlr -..n hll"I, rf'li lr:1 o r,Jhlftfl 11,) Cnf.l("' ,111r.1nlfl o 11onllHl r '":1n ,,.m '""'l':l !IO ,,.r11l1r, ,t11r.1111"' "•rimn11 tr n,p111t" m1t1 " hlo ;ittrr•r.'" Mn htl ,1,- 11,- rrt1 .- J•f' 1 111ha , " 1 ........ ·········'J ··-············... ----~ .... - A' hora regimental o sr. Pi– res Camargo assume a presi– dencia, tend•> a secretarial-o os srs. Sousa Filho e Franco Mar: tyres. (Copyright da U. J. B. para o O ESTADO DO PARA') O POEMA DO MOMtM· Feita a chamada, se acha\'am presentes. além daquclles. os srs. Reis e Silva, Alberto Barreiros, Djalma Machado. Magno Ca– marão, Mac Dowell. Sousa (Ccmtinu.• .;.a 4a pagin&) GR Q UANLO cu li Oução aos Mo– ços , do sabio R,uy, de ha muito sabia que o traball,o é uma Oraçã.o a Deus. sueeessos e111 Chaves 111 f 1111t1111 t 11 t Telegramms . dali ar.nunclam hauer sido deooslo; 1 .o prefeim municlpal, caronel flrllntlo Cncelln • ~A8. j> 1 •mr i dei 1c; i â:--; cL < i )01 i ·i U:- li ,,1111·111 .. i' ,, 1 ;.1 11,:i.1,h.t, 1 do ,·. 1l!11lol 1,h11 1 'lt1•r111111t1 . r·,,1.,.,n,11,JJJ.J,f1lllt1 nn•1r•1;1 .,\ \, 1 1·t,, 11h1·1•ot1.,iU5nt•· ,J • ll/1\"l'l. ;i,·1111[1 C'lli" 'I 111I- 1·.1111, 1•1111111 11(111 p11di11111 ,lpj•• q11PI' ,·011 ;1 dt• , u·:,ort. 11. 1 ar d, . 1'.1, • ,if ru:1.i dP 1·11• f-n' 1 ~:: .. ~ maiores consagrações. Pelo trabalho e polo sacrificio do cada hora do cada minuto, o homem se appro:dma de Deus. ---• .1... >·e .!: ,. 1 O homem é espírito e é .111,>,teria O upmto é luz; a materi& é treva, O e,.prnto. sendo lw:, é impereci\'ol, eterno; a. matoria., por ser treva, não ultrapaou. á J>Odridã.o em que se en· volve no ventre ~ terra fri& nem a.os vermes quo a devo1.lm ... Assim, no ultimo instante, no mi– nuto sopremo da sua liber~io do carcero material. o espírito - a ai• ma - d&aférc seu vôo sublime para Cima, cmquanh a materia se confun. de, cá embaixo. com o nada. M~s o trabalho, tudo o quo de grande o homem edificou sobre a ter ra, pela lw: do seu espírito ,ou pela força doa gcus braço!, fica oublimo por entro reflexos de luz O:aravilbo · sa, dignifícando·lho o nome engran. doeen<lo lhe º" antep=c'~•. como uma. herança gloriosa aos porvindou. rcs! O hcmcm que trabalh1. qno eot.i em constante communhão com q1l&l1uer r.lm .., do actí•idado humana csti cm Ora ção a Deus . ' E por,1110 trabalha o catá cm Ora ção ao Crcatlor. •Í um homem digno: )º( 1"111 i lll ( 'ha \'1• . , Pllt 1·a,la • Trabalha, reis. oh' homem Sem .\lai t~inl,•. • :il,i.iin 11 I , 1. \ • 11 ÍI , • 1 pre lnco-n velmrnte.Esforça-t.oscm. .J I t; r ~llll l Jllll'il ,i- JJTO J,or ttahalharcs, par• quo n~ o &r'. 1111tw1a!{ pari i1•11l;11·,•,t q11,. •Jlll'll.i J,.l',1 1d,11l1• 11111 l,;i1·,·o jas mcno• do quo O uno quo labuta J11•la 111111lr11gada, :111 '1111 pa· 11111Jor, dl Jll'PJ•l'll d11,J,, ,1., r. 1!0 ,oi a sol. o asno quo ó cwna vor: ;idão R. Barccllot1 taliza, é o f->ema mala bello •• fel dado ao homem ellCrevor, a =ta bel. a Oração ao Senhor. (.i > ·e . •. Desta fórma, aendo o trab&lho o maia bello poana do homem e a m&ia bell& oraçlo qoe elle fu a Deus, i o hcmem que trabalha nm cread,or ele poema, di,•.1101 chtloa d- Úlelll&• lavei ••oi m,ystlco da vida eterM> d1 Qnc nos fala OamUln. O cioso já nâo é ?isto atr&T811 11•· &e mesmo prisma. · (C'o1u 1n1a o.a. 2a P&Vns) .. - --!l Mais uma vez, Lampeão escapou lntnJlC'll.n n•1·1·, lf't·i:i hH\'ld11 11111 11111,·i- \11l,.11i11 .\l ,1rl i11;; ,l1111ior, da leira llla~c lado ao lado do homem 11w11t11 alli d r- 1p1,. r, 11111,11 'I.JlldUz111d" 1111111 f 11 r,·a de ocioso,, no conceito rcil.l do Charles l'l' d1•1><•· I" o p1·,·t'eit11 11111- \'Í1d, pr;1c:11 , olJ a ordi·11 • ,'Va.gner. 11i,·ipal r•o!'fllH'I . \rlllldo <'a- ,111 d,·. <laidÍl,o .\ra11jo, l't.. ""' )º( < 1•11;1, q111 l'I' l1•1·ia n·,•1,lhi ·•111 "" d, lq~ado auxilia.,-..' A oclo idido deprimo, •nnl<1uiUa e de graça o ind1vu!uo. Fa;: do tT ba do dPJ10Í ;Í f.1ZPfld •1 , :111Tt1 IIH' 111;, ,•111h;1n•.;1<:tio i11 o,.,,.. lho O poUJll a.dmtravel ela tua Vt ( 'ai h,,rina, d1• p1· 11 ['l'IL'cl,1d,· 11 11 1 Le!l,1 11 ( ',H·t lia. Quo o trabalho tccundo quo immor- RIO. 1 - O: jornae!\ dcsta– crun II noticia de que no\· ml!•l• k La tlIJl'UO rompeu o c~rco. 11c~c 1tllfll'l1do que a população l'•·rm1111bucnna estiL di 't.l a t,,mar a si s ua propria d fc~a, n,·1nat1l !o.se o seguindo em gr• .. 1 '" ,, n pPr l'guiç o do bandolci- 1·0, (A, B )
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