O Estado do Pará 31 de Julho de 1935
- - o e i nina = TECHNICA CA- UM POUCO DE ARTE ijUAL A CAUSA DA DOR DE 1 GABE~A CHRONlCA1 SAMENTEIRA t mcn- o. A sun lua ons– uc o ma mami– mng.r:olia. A 1,~nt~ m1nc.'I sabe o 11ut• oe,, mens d ·nm. Difficil, não é n,r,la,lc? Aquillat c:mi mu· > c:i.rinh, rn- qu nnu. Ollrlb'UC-o a os . Do contrnri > ellr - ccr.:itinuar.i fnzendo-a perd~r d-> tempo, mczes e mezes e nada ha ·m, tão arduo 1mra uma moça como d! irrc. olu– ndo e elle i<f m · a <nlou– de percorre• caminho tr!ltaria di dclirir- e. e terminar de qual odo. E com a experienci: e t.m u n· h iuria. Pareeer- tarú. rrivel o pcrdd-o ma i~ 1 -lhe e ·u um:i d r rapida, aguda, per iga ao passo que o namorado inrl~i– ivamen- o e tor:inr:í tima preoccupação 1 longa p '.ra. Do male· o me– escubra--eom nor. i de acaso- Eu lhe daria n entender que tem vari.a.s s a uma don:i da ca a pr.•ica e 1c n ache ca- c,..,az. ao m'?Smo tempo 'JUC uma flor delicadn. Trataria d não um ru:- ganhar-lhe nunza em jogos: per– do que mittiria que elle me <1 innsse um ho- todo a s111 maneira. ar- e Ddxnlo-ia fazer "emore e eu o e,cutarin. Ao air d~ c:i a elle não ut .6deca- diria: "'Qu" p.quena sen~ata! con\·enien- c·mo me e morchende !., i to:ia d Falar-lhe-ia e m cer.to inte- tem o res~e de cus amor-- anteri ore.,·. 0 !l la- emhora i. ja muito penoRo fa- t na ba- zel-<>.• ·unca falaria mal de ou- ar, o tras muih r . fosse oual fo,;,;e a , o qu:? é minha opl.tião pe~ ai. E istc custa mui tambem fazel- ue uas Dc3. a lllllneira eu "faria·· que mas que ellP m..- amasse. • <ILI" re- F.xperim(?Jlte a ve•'á se tenho zã n: AS DlFFERENTES ESCOLAS foram 91ntadca aobre taboaa upa !unda1~r, e cu1a1 ob1u &e encon DA PINTURA ITALIANA AI NI. Ticiano rol ouem prlJneiu pm tum pintadas uma.a eobre maneira e pintora• it&llanca divulem." em tre.. tou eobre t.éla. E bem depreaa to- outras eobre tél muito fina, eepe ze eocolu, d a qua a ~uir dam0'1 da■ a■ obr.u d ta ellCola !eram pm· cialmente preparad~. Muitos q,u,.droa ca nem : norentnu, rcmaiu, bolo uda■ ,obre panno. d& escola bolonh r.a !oram plntaàos nheu, nnt::i&iu, napolltan.a, alan.,. Pedro Pe1 ualno, 0 meatre de Ra .cbre cobre, madtira e, raamente, u, mibneza, cenov~. d. Parma, phul, t~i o cheíe da cola roma- <::bre panno. terrarua, de Toacana , de P dua e ce na a que o dilctpulo tanto dw Juatre, As eacolaa aianu,., mllaneu e !er- nebrina. e que reuniu u bellezaa que am rarez.a, !onn..das a.s tres da -ola Quem, nüo tem offrido uma\ lfo m '11' A elltola flor1nt11u ó II mas anti· d<>1 pincela de L oiurdo da Vinci e florentina, têm muita relação ent1e ,·cz ou outra <le dor d, cab<.-ça? b : ll• 1 .~ui ,,. du canhec!Jaa; dat• de 1260 de Bellinl. o, <:-.lros romanos a I ei. A escola na.;,olituu dá nasci F.ntr tanto. 6 m m1 quemµ • ~ ca: 1 in E a uifficuldade quando appareccu o primeiro quadü1 cham·•e mais bem conHrv&dos que menta á csccla 1enebrina. A eacola dece chrumeament; d · mal é I TO\l d r commum nte im- de Cim1bue Todas as obras que u- oe da, outru eso:,laa, por11ue foram 1<!o P•1ua, debil imitação da vene que p6dc Ul•m av har b ..rr •- •·, e) <l e '11 ·nnr qual a per. ta cela P•~duuu aclum. se pinta- pintado• sobro madeira e com uma. l z,ana, e que ~lr~ todos 01 seus pere°: ~1me:1to •1ue elle _e u a e a • • 1t.urooc;üo U n q a origina. 4aa 1c.bre madeira de cedro muito preparaçio inventada por Raphael . n2gtna da B1bha, dá nascimento 3 i.,JJ:;ao do ~ffnme~to que Quero ri rir-m~ li dor de cabe– -· Os qusdroa d primeira. e,.. Destas trea e1cous nHceu a eaco- ucol& de To5C&Il&, com a qual se con .::,óde ;proporcwnar. E realmcn- ça, qoe O franceu:s chamam de cola veneziana, creada por Bellim, la de Parma, de 4ue correulo foi o . funde a escola cenoveza. te espantos~ o num r, d' P · "migraine" e que tradutirem ____ ··_-_-_-_-_--- _ • _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ :,;OclS que ~oft, l•m - .l r d• c. :i.bc- por enxaquecn. E· uma V9rieda- ~~=::;::-:;::.-=-:.irrr,.... r---::i PALESTRA ~ Ui ,adu ::,ca rlcditinctadedordecabeçae r:::-i::-_ MJN/NA ~ "' \ Pouqui ima r.o todavia as parece ser a~haque de f~illa. , J .. • . . . d Embora a SCJencla nã'l h&Ja ain- vwt ,ma." <les. e m_commo O que da provadd a affirmatlv - pr~curam um !11º1(! d , , liu:r-1 ·1 do de cabeça é consi.,:;.. ALGU.lIA S ·· .\J ,\RGARI- \ · «. ai d ·.i. l _.,~ri>. E l!U a ,.,,mo uma deficiencia qualquei: D.4.S" .\',\ li /STOP.IA -Di::nr~- grande mawria ignora qu<! a henxrta, 08 poeta, q11 1• wi 11wl lt,•n·11 e a.~ ~ - causa da dor d• c:1beç:i dnve ~<r I na. "J:t;OL\.-~ ' ln1U ·1; do <-lIUO– milJn e lu,·e °" olho" t ,. por di.a.. F..,_ L •• -Se é loura e tem u pclie , • ( 1:4 ~ O &cguiut,• ll•Jta:11 ,. ,\' 1 lG 91l& tinir o quciu ulo d• llOI: pc1 a.,"'1\a "'Y' ,:a.:: <le 10 volumu.; uo ro-to; d,cpoi• ,!e ei~o ÍILt"l wuu ma ra. ~lu om balida ,·om gottns de lmuio, pn.s,;:e alh~lllild t.·enou.rna na mat·hin,\ dt• < 'U.nu. •, o Jnlt.lu-– re com um pouoo de leito e a dara de ovo. Deixsr no rosto de 10 20 minutos. Lavar clepoi• t'om ngua fr ,a ou g~ .. ; Lada.. L L.\J1IXH.\-Ei< aqui 11 ret.-.:Ít,L de um pó J>dra. t"(Jffibater a. tran.-..– pira~iio doa pés: Amido, 50 1 gN.; Talco de Yeneza., 25 gr~i lycopodio, 30 gN. ; Pyrethro, 10 gr,,. T .\D.\LCfXD.\r-Ei~ uqui" receita do cford> br. noo que me pediu ~ra pelle gorei"': Sul,;-mtrato de bismutho, 50 g,-s..; Glycori- l 1111 pum 50 gni.; Agua de ro– f .as, 25 gr.,.; .\ gua de flor do laranja 25 grs. .llisturur hmn e 1,•1mrdur hem tn.pndo o \'Ídro. C.L.G.-,a<ln tem que me ~mde– e(~. Eu é que fico muito <·ou.– tente pbr ter a minlu1 rc""cita ·er\'ido t.io bem. Conti1ruo n,i r sua.i or<len:if. '\"IRfHX.\ - (Pinheiro) 1- Vej,.-u r po1ta de Ci rinh.i. l'ó<lc u- ar a reee1tn C"Qntra & tran..<;pi– raçiío dr dcbai:<o do hra\;oa. ílore11 He a8sP111dlw111 .lluilas •=======;;;;;:~;::::====:::;~ µr ura<la C'm outra 11-r: dt O • ien '1,1;, i: :1ar alpm mulhere~ lr~Zl'm 1w11 w de flu-i~M~ c 'rJlOqucnüoncabeça t~mµ mc-x1 rim n 1 ar•q.. res; m11111ls J/nn•s tm;e 111 a gra- ~~ .__ , m. dor, ma der ,lente eccom. ra perigosa da., mulhere.,.:. ~mo rcg11a ;eral , a P . 1111 ""ra m.ett•-o um f, rti ima e petata. R l ' · 1 1 - . co1~a que o pacie,1te f.iz e tomar te t,. d de cabeÁl Ge-'--..+• osa11, lO ela.·. .4ttye icas, OOCf' CRU' DE (l.\ST.\.:-.IIM, DO d" "ad • ,. • •.......,....., Hortencia.,, Valias, Jiargari- P \R\,. Tomo n50 gT11rnm• .11• ,•._ -1 um rcmboc 10 que '1 cl eª1'11anunac1 do:> a \·ictima pÓ<b pr dizer çom ee- / · , · - - como m para e > r , - gurança , moment em que co- e a.~··· ta11J1n•, tire na clu"" cnseu•, "' 1"" b'ffi re:; de cal, ·a E' \"L•rda1r IJU~ meçará o acces. o... :Multaa ve- . Nome., ''.·'le,; <1ue _ qu::ndo ou- r urnu .., com meia dar., ,tr orn '' 8 • varfas drogas • dem alli\"iar a zes mesmo elle. obrevern a qual• 1·1m-os, m111/a 1·e= nao Rabcm·o., I .ur-ir nt(, ~•<h-r enrolnr. Faça J>O')Uen• •-- ali ; c11_1er csro....o emoc·1onal ou .....• • 1 · • • ,... . dor de caus:i.;a. m:i " ~ • 1v,o •,.. ~ ~em se sc_ rejerem cm f ore,, 011 .l>ola• a,•Ja~t.n,b , rollo<iue wn peda<•· t.em rario nf O importa cm cu- s1co, as m~lhe,e~: · · . .. • l ,:ho <le ca tanl"' em ciu>11 • l,·ve Ji. bo • ra do mal. D-~ve-.n investig r E dolo o a eníermhlalle Jfmlas ,na_rgur'.da.s . tem ca tio forno para ,ecear. qual a causa detenr.i nte da póde atacar tant ás cr...., passado pela. lhstona; i•e1a~ws dor de cabeça e pr•eurar remo- r, mo ao. adulto-. o mala Jo- pon _ni se o fizeram por flo nd os vel-a, pois s6 ai,sim se poderá ,·ens .pacientes sujeit a - caminhos... AR.\N'HAS DE COOO - E colha obter a c·ura definitiva do m~l ,oco polpu~o e frl"'Co, d~·n,qu.e con, m 1, e m'> tram geralmaite ln- MARGARIDA DA U S- ·u·,da,lo 'º'"" ,. ,•orle ••m filas finn• • quietOl', irrita, i • sensl'""8 e TFUA - Filha do imp dor ' , \q t -•'- Um signal de perigo. nen·oso . Ma e. e tem mata · ·1 · J · de de dmn. 1,ar.n heixo, e uau o u__, .lfa.r•11;1 1a110 " dE; 1\-faria .., 111 A clor de cab.-...a de-..-e rer g _ r,robabilidade de cura, deedeqae B 1 •J . , d compriJas melhore,. f..nrpri~gtW' a '""Y"'• • • • t tam to .L-t~ or{/011 ta, "argaru .. a, :uqueza ~m filrl!I ou tomo umn li <lWlli., torne ralmente interpretad, como o 'nlCI m um ra en - 1 de Saboia, foi rogente à'Js Pai- .si·gnal ou ,;vmptoma de alguma persistente. a ('ortnr como tios do barbnnte gros- ,- ., .ces Baixos. Nasceu em Bru.- 1 , des:rdem no organi.~m'.l. Sempr A crelll il',J\ pa hei de ama- xellas e,11 1480 e morreu em .11a- !I<' . que o organismo humano se de- queca.i deve brincar O maia pm,- lines, a cidade da.~ rendas pre- Deite cm ngua r ;,. p.1ra não murcha• ~arranja, .seja qual for a cau ·a, .sh·el uo ar liV1'l e ir aos~ ciosas, em 1530. l rem. . J surginí a der de Cll ça, como ~e acost umando li\ o sot Deve Tres anno.~ npena.s esteve ca-[ Com l kilo de n ucar cryi;,nlu:ado fn· 1 ,m dos ::,rimei· ym, oma . A tambem 1iepou.ar a)gumu Ili,. saci.a co1n o cluc;ue Philisberto de ça uma C'1ldn, retine com rlara de orn. cior de cnb~ occorrc na,, i ra~. A 1imentaç ão deve .., Saboia; ern•iul'Undo nwito moça e tome o ponto de assucar. bres. nas rrtolestia.· infecci , simpl , leve e sadia. Deve evi• ainda, não mai.~ qu;_: casar-se- Deite O ,·õco na ,•ol<lo. mi•tur ,·om NlS p<:rturhações dige stiva.~ e I tar os tempero fortes, a plma• teria achado boa ou má a expe- um gur!o, dcpoia vi, o.p,mll:m<lo "°' ho. na:i enfermidade, do ,nr.gu ~ 011 ta e o exc so de nl. riencia? - e foi encarreqada cados do ,•,ieo e v.i. <lcitand<> aos mon• do coração. E' de fact o µr · ent • pelo pae tle reger os Paizes Bai- linhos num tuboleiro L,-,·c no "°' pan a quasi toda· ª" mole tia que :tJS il-fus em. 1506 resignou o scccur. Pódc diluir -..w pouco do col".r- ,,odem atacar o e rpo humano. cargo passando-o ao seu sobri- tbs (cn<la. pacotinho contem 8 comp,i• nho Carlos V que se fizera midos. J::rislt• cm vcrmdho, "'"'• umn. ?ntzio1·. Tempos depois porém reli<,, lanrnju, wrdc C ,iolt-t,,. J>L,110lrn retoma Vtl as .~ws funcções das J comprimi,to om wcUt. ool1wr oCfo <+á ,)(' quaes /)1 ilhantemenle soube de- r,gua quooto c ,.,,prey;u.c. ,·;;o cores ve• sempenhar-se. Foi - como to- gctacs e diío ,cxecllcnt,es mrulta,Jo,. ·•r· da mulher - cons11mm<Lda di, ve para colork gla,·o. ou.piro-, bom· O ·1Cl I e m expe ta, aholir !\ car•.e d ua alimen– tn,;ão. h m com) allmentoa p{omata. Combateu a heresia, bons, .orrnt , gclalill3-S •· 111. • ,le bn. prote{J(Jll a.~ letras e as artes. lo. EmprCll(UC :cpcn,10 114 mprimi<lo MARGARIDA DA AL~ACI A pura cxperimcnt.nr , pois ,-cn<I muito) -Nasceu em 1145 e morreu em Colorir :-O!Q ou a,mareHo <' plntar o 119·1. ccntro!f..Pica mnis intere sant.e. A dor de cah2ça cm a frito e gcrd aro os. Babam nmi- frequcni.'.?.~ é um hrnal t.a agu.1 e I rocurí'm dormir pelo me e não deve . er neghg-e nieno~ oito hora por dia. Uma E' , erdadc que o ~ymptom I' ulta pe .i lica ao médico pa- de ser O ltado pa~ age d, ra um exame ,nhyslco completo um3, perturba<;ão temp•r ,·a. é aconselha el. .·ãoPedwetam– )Ia • ;se ~e torna frequente, i; ' bem e:;qu cr a Hdlde da cuidarbsa inve! tigaçii.o '!)ara sua I er o mttl pro.:1uzldo por ezeea. completa cura. sim el<f· r o 1 uai. M.\D.\.\IE X - F11t;a frie,;õ. de IL• g,ua doo M&J:o• que é \'er,Ja· deirurnl·ntc maruvilhom {"'()J1l1fL n oh ítlade e " rheiuruiti,11110: BOLO RBCHO::S".\L ~•(, ,hienr:•. <le M'lutnr, O gcmmn1 ~ 6 rlnrM, 1 f, c:hi• carn. do 1111Ln.teign, l .('hicarn. <fo ll•it,,... de côco, sem agun, ,nl um:t vitu<ln. 4 1 ~ thkarae Je mru sn. 'O.e caroço de jncn. Era filha de Thiery da Alsa– sia, conde ele Fla.ndreH. Casou– se com Raul, conde ele Vcnmrn– Al,•ool ramphora.<lo, 50 gro.; dois e depoiH da morte deste, .\lrool, 0 rle Ju,·,uirlr, 50 grs.; clespoH0ll Baldui110 V, tendo do Tintu"" de rO!lmanínho, 50 :,s; seg;mdo marido ,9ete filhoH, sen– AmoniB iíqu,ia, 5 gn,.; r,; . do o mai.9 notavel drllcs Bal- A jncn de,·o ""' mn-lum e~ d.n jo,n de gernn111m, 3 gn,.; ,: .. de duil,o IX que fJi imperador de duro Corinha.m·oe °" ,:,ro,:o. ntlo li<n· limii.o, 6 gr ; F, •·' de ritr<(" Con. taniinopla. rem molloo. .J<'tlcw,cnm_ '" nintla qucn· r nelln, 6 gn,.; ne bt•rga,no1'•, l,.JARGARID.. 1, DUQUEZA te psnam • ,•m pcneírn •I• innnc: d•· 10 rr . ; .AIPool, 850 gr.1~ DE J[A"/\"TUA. _ Foi celc/Jrc '"" fieur wna mM61\ fria . J\: 1 too 1 111 LU~\· - • ·un,·a tnen 011 de 15 ,lu1s. pelo seu espirilo e prla sua ra- '""· •, n,Mkioruu". BA 1-~ "'""'. "ª n• !-l:Z.\.·. ,\ - .\gum já !l)Ó<lo rmm- diosit bclleza. Na.sc,·11 11<1 anno de <ln se nin,lu, dopoi• o DMucnr, nos I'""· m,ç,rr. Dm·c 11bnndonnr n r•re· 1510 e morreu cnt 1565. ,•o,, oonlinnamlo n hatcr; d,•1,oí• jw,t • me. ZEPH.\-V~jn a rell!'O•t.n 1L F. L .. )f nntf'S clii mtutealrn pc<ler~ fa1Pr a ,·11r,orizn,;iio ro,n n rn· •~ita in<li,,n,Jn. HELE. ·.\ DU11.\RRY. . 11 ''li ~e ~ uumteign d('nrti,111. o l"ite dC' ('(; 1 1 Era filha. de Gw iermP , , marquez de !,fontferrat !' de An- " ª º'" Je jne:1. I.-.:,u e ª fo-no na ele Alençon. Foi esposa de ,1uonle • -" "'' ,1e,e tlrnr ,la filrmn de– Frerlerico Gonzaga, prinieiro 11ois Jo f<io. d11q11c de Mantua. A chlcnm para mt•didn. dt••·c Trcs ,ntllhcres com o n1eRm~.J gra.mmn 1 • n-0me, 1 rcs i•idas mais 011 11,.e- ---~---- A 1108 .,em,•llta,1te8 11011 ja11sto11 ri-. bella~Vtaliana cúrl,•8 rlirer8M. 1 Mns n llisloria n,,,, 111rra n BRINCOS para homens Soh u titulo •La liclla ,talinnA•, ridn intima clr.8,,aB Ires "'mrir- 11 c:xc llen.1 revisto milanezn c!k,- gn1icla8" e mio sr snlrn sr forw 1I_1 m •acaba,! pubh<t.n um aunq,::uo- só de f/orP.s IIB estrndaa que rri- J: ilt Ptd lUI a 1lllb a tua! da mcd& M \Oru ma ln nte ao .• /tarnm 011 8 ,: 1·,,rnm rxtr1111hn11 das mulltt,,, O deco p to &J)ltal d o m· alio, a<lmtruHlm nto up · 1 1 1 i-lDho á ncl~, o: la:pmmt.c ºchc::· tado 1,ro mc~t ili t.11.Hlo, tcn. 1nart1arirln1I u>m n.'J C81'i11hn.1 rins t-111 qu::,~n:~1en" ,un n: i Uma tnistu de e v na.are • nm L1 tlldo l10S -.~ da nOU.. • O corpinho é suarneddo, na fren• ta• e cdrapéP, CUtll l)OU!P, atria, com n6-, Irados, quadrado, ou em pau~ Me- d" o Lc:xLo orgnntr.aJo por 11,.rr,,.,,10 T08'18. p >rquc im tidn de torlns l'<lmo d cc1·011te iara t ri:auta nos dra~•d- que n ui•'-·-·••,, C'alz.101, O t tu " ns 111 lru,;ô< Off 111111/11 rrs, 111-rsmo (l11q11rl/aB Um cx~mplo ,!, ' • 1(. n 1,..,i,,.. rcme 'º u • • - v• "~ --yilf' •• I 1-~durLidn VI I Hct in1laru.JJud;i1. U e mna colherada do tlles, entretanto, o vindos pe (nli;um:u n,l11 m:,gro.!tea pnrnehu~ f/llC mio Rtin .. rosn., ta srn'.- r,., quo ~el11l11 ter .,.1 e ums de vlnai:re num cepo da1va to. movimento■ dos kcldoa q,ue, mul a , rnnJ<'nt1~ ron ..grn- prn, nru.~ 1 n 1111, lnnfns rs111- uu l11gll1tt_•n , 11 ·1d1 1 o'!t. lir111<: fln tas •ezn, enc rr&m. 0 ano doa bra--- ' ) ,ln b tlcft. feml'"' nhns!.v • l1n1r,ha 1-!lir.tthdh nu o., ,r ,l.n un , rm.tnando cm Klmcmo, capu• ua pu Je t • Cl~A Cll,/1\ ,-oroHtn.n. , no ftíl u 1111& ore1lJ. 1 chonê ou cflchfi. Ora:ides floru 1ut1r l t • ------- riu, i-ollm·11 lo no botd~ < eorôn. nrPara• "a'c'ºcru ge16Jl.fl co Ulcm ui.ai.A d" o 49C'te. nina ~ - - ~ Jrnp ial. ., lhe •o ru:e.l• • Q IDEALISMO uma colheradlnha de ucar. 11.0SEMAJl E lunnnno fl,r– l' atahati , a r ln Jl<lll1<olh, rr. 8 ,1 • ·1~1,.. io ,... r.rvi,t e Tlomw> r.on u· nlilado w. Ark, d iob em •nu variac• multipl,,c. conlemporaneo • ... Um ~onco de sueco de 11m o, IOObro uma 1J1d de fn!Ct-A~ íre u. rTJt tAJI percam a c6r. ... Pan. afucen dos meios Dlllb collocar ni:i pedaço de c~rda comida, R :&01:BEMO o u!U- ,._o da reT1 ta m 1 , Wall<JnU • do J<nny Plm<ntcl de Borba. Qlll 6 hoJ• •lhoru l'eTlrtu remJ. ., d tae&d.Ofl elemento. 1n~ , alem de toei as ae~ ba- fl
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