O Estado do Pará 25 de Julho de 1935

RI0,24-lam-sº eomo eer•ta. a prisão do eoronel ewLon Bi• ,; , ,, 11.ll\ lli\_ tem e apresentou ao Depart&mentodo ~assoai tendo . 0 periodc das terias. Oreferido militar deverá ·esponder h~Js mesmo II m Inter 'OgatorJO a J" posn o de sua &dhesao ,o Ímegralis > rrf,,,_ OES • 1. I . 1' 11 1 ·., .· ·n .· . ,· -------- .. . Diiector-AFFO:-so .rUSTO CHERMONT \\~ ~ção, admi~ist~ ;: e-off ~cinas-T rav .Camp~;'s~III;~ 130 lll~actor-s~ r -tu-r=lo-S =, A-=-N.,,,=TA=N=N=A=M=A=n=Q=U=E=S= 1 RIO, 24 - No merendo <1o cambio livre a libra foi cotada hoje a 91$300, o dol– lar a 18$400, o franco 11 •• 1$222 e o marco a 7$420.-,, (A.B.) (ILI 1:1 1 1 1~ 17,11 BRASIL - ?ARA ' - BELEM - Qumtn·feira, 25 e J ulho ele l!J35 fqd, Telc1. UTA.'ABA M osc<:>u, ~4- -- Dois funccionarios ~~ umT.- Bane~,-qu! ~a .cer~a ~d~ trns annus· se a~o~erãra m de 400.000 rublas am es1a~e11c1men10 ollicial onde lra~alhavam, !oram condemnados norle, sendo n _enlem__exmim~ a h arns dmii d 1 iul ~ a mio.do process1. ( A - - - - Peor do que no Brasil... - o Rio Gr ande _:do -- No parlamento argeimt-no, Jmll e sena ores nnatairn.... briga J!npnll•il• t,u D a, min1 tro d A&ricnlt-rn Rl'F. ·º"· JHE:-< !!I -A1JÓ' tnvn nt;, :, se ão a ,iúlenta di•cu•!Üln no .·enado, u tio 1dcnte A rustin • n1ini..;tro d..1 Fnz a" > enudo , qu cncio 1 a ccnfl nr Ln forr emp,:nharam- ,, c•m palie I prOcedendo in- Jucta e rpürnl. •aç& mt' 1 a <I <' IJ r oa •ll!!•ino. IA 1:) \. r ios •nado r iccorr ram paro . purtal.os. Bl'E.·os AIRE., :?I - ,, . ·e,~ occn iiio, o indh·iduo 111ini U-o dn Abrriculturu, J!Ml\<'•1 \ 'ah! z ( ora al,·ejou o grupo. m nt<' ferido hontem por o ·a– matando o cnn<lor Bonleuehre .•ião do lnm,•ntn,· ui succl', o< <' ferindo o mini. tro da A):ricul- no :" nado. t ,·e trc~ e >. tl'ln 1 tur ,. <l deputado R.~phael ;\la- fractun d,1 r N'\lc I um ro r ni. i nu'lla da 111..1.r.. (,\. I! J -, 1 Dr Fi •·• Pmedo, mt11J1ttro d., Fa 1 zend\ l i /,ccão que .i ntriga -os-:= i,, rlamemares 1 1 1 1 \ E, cor:10 dizia ' 1 110 cartaz --------- Flores da Cunha, a reconstitucionãlis do Paiz e as actividades extremista POltTO ALEGnE, 24 - O ge11(•1al Flore~ da Cunha con– versa,·n numa roda d!! amigo , <1un11do \'eio Íl b11iln a recon ti– oM)OrtunL uclonnlização do palz_ ouvindo path u e ta fr11 •e de nlta personalidade u:-r ~ <lo Rio : • "\·,,cê está tão bem a im . lmportant,j ·'reunião da--Conselh-ô· Administrativo da · Santa Casa ·ove l' VAI ,csoo- M;;;;;.--::.::NT-0 ~· -, -- ' '""""'-' n O ,~PITAL DE llU:rRIConDIA f:'XPR "i!il!VA IJOM.L.~4'0Dl A ~EA,1 ORJA 00 O!l! AL-TTINO C'OllDDno E A).!Al< /WA'~ FlLIIO "l.. i ~ntt·,1 l ri1l • e • l)rn que• 11u ·r lizaçi\o 7 O p_.i de?. anno d di O general tou que por ell lado ''° rc-iP 1 1 li -r------- rão os liberaes nessa tare· fa de harmonização ou con· graçamento. Para a de Ec\u· cação e Ensino voltará o tr. -;;_-==-=-::-=- -=~=-~..;..:::3;;.;.; Lampeão mais uma vez v1ctorioso ltl<) " l,nm1 ao.. 1 p,'1 O C"rCO ur hanll • Pm .r.. r,rJ l') Ouvimos tambem que alt:\ peraonahdac\e desejaria que 1 , nesse entendimento se con globas:em os social clemo· 1 cratas, ele forma a que nen l huma corrente venha 1 ficar 1 á m:\rgem num congraca- ! men lo geral elas forç~s e\; o \ i,in iiío ·lo Estado. \ Tudo isto, é claro a<hau- 1 ' 1 tamos sob cscr va, De •!lW lia qualquer cousa no nr n i o J'cst., uuvid, pois 1 • l "m. d. pennas que ra ulti · rna campanh, ma•s se in· , \ íl, n m r m contr n in cr ! V lllOI ia Bar. l. veiu hon l m pplnuúinúo esse awcor· '1l0, o que nos autoriza a crer mr.nto ruídos circulantes u T'IZO, v 1 fu Hln - - ------- PAR".l'lDO SOCIAL DE– .. \. MOCRATA ALISTA.ME TO . ELEITOE.AL . ••-- .... - ... . • M~ li i enrunt r' ♦ "''' ' ! ♦ ra a• t ♦ .. :u rm dqt!1 .. ♦ r-i 1tor ou 111 • ♦ ,,-,fendo P•rt ulo. . ---~~- ------ :R.e:~res a ao Il'rasil o ul imo l f: xi !aclo mili tnr da rcvolu 1 cao de out,ubro 1 . . • u ~ 1 ----- . - a ea mm~a ~o s~~– Me~1co Parmse O Co •!J,,_ a lo nal do !:foca ,o • 11 nu1Jon .itto,i da l'aculdoie dt" \l• h ri. do P r ..

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