O Estado do Pará 26 Junho de 1935

l:lF T\ I' rll ~ --=- s ç o Pcci'T'" no no P 11 ~ .., • ã o 11)"5 - e ininina __....;,,~======r====;=--=~-=====-=-=== ~- A UM· MARIDO ~a Q A " · dnH li t!S:\ de> f r -,•m- :S:lio pt,ns,•, 11d!a (, 11uando e com methodo. Hauitua-u a ns- pa-~ umada. :\!t~dit.t ru ~l\? ",t•m- 1 n ci~~s du. talaplaRmu µa a a :- -ent.ar ai.. del,.•pt.•-.ins w::...=..:::.~-- pr,•" antes d· cii-ur. ln 011quitc. De vez em quando nfferecc-lh~ • . . . Pe 11sa. d<: , n t•m quando. em uma ~uperfluidaJe que seja util: :--iíu IJ'" fn~~ ti.um .·' •~u~,I- 4ualquer coi,., <ili" Ih.• dani pra- um cha~u. um co1ar, um fri,s- me11te. 1, de fe 1r-k u 1,c,x:hcL. ze,·. co de pe1·fume. li' • Estas ninharias teem muitl) Em :101\·I) sorris c~m o.s seus Sê bem homem, nüo te deixes mais , ai"· se Yiercm de ti, do caprichos. Achas ~aça e "aclJ- dominar. que se forem comprada.a com o ra, .. I' roue motivo transfor- E (afjui <>m segredo que toda.s dinheiro de ca.sa . ma-; d..-poi; tudo isso em dt 1 fei- n()~ ouvt>m) uma J-)equenina l>ru- +. tns ~ talidade a tempJ nunca f,z ma Se infringires o t,il pecmn,ino- • ninguem... ~-o mandamenb, nega sempre. ('llnconlo que sejas ciument '· • A mulher "contanto que o não O amor precisa d· piment:.t Porque tens tunl.') medo della? saiba", vive f.:,liz. Para que, um.a [ilffi]~~ -l!J*'[!J'''___ @]_ r;::;iÍ/Nlii.llii.lfirulãJf"õlfcl :'.las 1uío lhP faças scenas ri- · ,, 1 r· - Ih · a ~~~ @ _@11..., ___ a_ 8C2.11:2Jl:2J~l=:=Jl!!J~_I diculu,: ,,uando II mulhe, clcixa Achas que•'., "rnotn·o que.,rro- c~n 1~sao_ qu?e e envenenara ____ ~ voca ""'" modo o compensa. nda mte1ra. dP t mar o mnrirto a ,ério co- Porque, embora p<'rdoe, nunca e•o~~ que aprrs111t11_" 11rodu . 1 1 •udu.s (s 'ados. Ao principio é que custa mais. 'f AS SANDALJAS CffEIRODE • 'vÊTALlIES ::_ ,.\ ..,,, ••' "'' KIRQMANTJSM~ m<•ça <J barco n mrt<'r agua JJ<>r li'. mai, e.~quece. j< PARA TIRA para"• trtJ.jr.s de i·c.trr i,u,·,c, f:- G~QSSErtfA • Depois d<' Ih<' conheceres bem O SP as rnssas zangas ni,o tPr- t d J atr '110 71ri11u,1ro 114/JIIU 111,, ,.,, sa - · 'iio sejas ni'm Yt1ltiio nem l'.rnio limas as arest.as com fac,- minam jú numa dôce r concilia- de mpe Q C e-, queremos livmr-llOB do d,, complcrül111l1, 1111u e l, ra- - H;~;·, ~ uia-,-~a E ,:o.,üa, = c:i. ·· ii·,•l>t• ;(' )feio l· rmo lidlde. çâl), <J mt'lhor é evitai-as. Haverá CC>lJI& m&i. ser.:a d 6 q~e a ezccssit-amn,tt 1 F: niío lht> d~., d!'ma,iadn mi- Trata-a metade com, mulher s · 1 l t mo.1 em cm.ta 'I'"' ' a "" ~,,,,, •am nto qne des11ertou cunosnu,le t . . . Ell 1 1 ·t e ame a ara iam, por ,:,n r" origem d'8 aeroa? Quantoa theori.. mod'1 Ntlorga" llire•,, de r,ul- m' ao pr1nc11,10. , a l' JI ua- i• mPladP rnmo criança. bPiios " lagrimas podes provo- p1utendetn explicar o myvl,Ori.>? Qun. "'T O 1 ,.,,,, ,1-,,lo mar,,,,,,. ,ws !<1, p0r .::so. assist.ido por muita gon- '"· .. e d,r,is custa-llw tanto cal-a~ até dP vez <'m quando ,~ u,-· ~• 1 1 J "elsh a rrassar ,em ellc ! • · _;_ · ta.s clontrinu se Julgam aenhoraa do ,.,,•los p"s•~-•• ,,. 111 u.• ,,,, 1111 u_B te A noiva e ,,mav,_.e ane ~ · 0 . 1 ff n -., ..... ~ .. ..;,r,ull'~ l.V ,., • 1 s ClUlY't-!!$ éX~lgl~r:.u o~ \. e • . 1egredo? q1u mais a.~se11l1·m. t, mos ,.,,1,,., Nlo tinh1 fortun1, nem nJme. Ape :S:á a to_rn,•s responsa\'~·I pP- dem-na mas a confi:tn~a denrn- Quando v,e:~~ rlP forn traze- Uma opinilo cnriosa ,ust.ifica a ~stabrlui,t,, que o µrnl,1, "'" 1• ;:os en uma rcm1ntica, crantlemente las contrar1edad s qu1• a nela te si:ula taml.,.:m. 1h " «empre uma l_eml;rança, ,. l ,x;,;tencia doa 1t:rea por acuo. t •a e,a 11i /111'81110 li sulumu Ili ••.. ,-~•-'o•.· Ar.>'von•1•·-·• •ra·_•nt•·· ·1,rn•lúl"t"iOl\'l. li' Me.smo que seJa e mr,rnda C,t. o foi u fe a aele.... lo - w.u • ~~ • • • • ' · 1· - Os momento,. de ul,•"ria que caso q 8 • .... • lllor. r ( :.ras confi:i-lhe e ella t, d:i- Tw11:t a.s <•xp 1cHÇ<>es em que> " l E ~ estiveeem n:ent• pelo noivo • dese,ava-o, como 1. h I d U bom :he dá~ é capital acumulado. ra precao que os ~tr A rtgra dos delti//11•. 11d,111irc, rú alento. e uspam pun n ª as. m '!' cm certa e determm•d. 1!t1açlil, pa. po r esfll ra:úo. uma imporln,iría qntm desej:, apropria felicidade. • 1 amuo que S<' rlc•sfai em lagrima~ '". --,-1h 1-~ meta• na11 coisas miu- ra •nbsistir. A principio, os aero., / B,•m sPi que ninl!,u<'m tem cu - <· bc>ijos vale> muito mais. '' , ~ ' ri1ioidar, sobr, a qu~ 11 "·' u.:e- o noivo era C1,lyle, o celetrc bis * ,laq ria C'.l..qa. vivos reuniam membros de home111 • · • pa ,h, d,·ixar dp amar. .- mos algum""ª'' ec-iµaçuPs. •cr:3dor ínrlez q ·e não tmh~ :úntl1 ~las j.i qtte queres fingir- Não te quPixP, n,•m ao teu Deixa-a ger rainha no seu pr- membros de animaea. POW1ui.lm tam· MA.\"GAS E F.4.IX. \S - .l ncni fortuna ntm nome Ma•, em finge i>Em. tndhor ,mig• . D,•pois em·e• !N- quen· d•,minio. hem os doía sexos. En. evidente que, ,,rnistl'71te ri mfl3 ruurrt'r uzeitr de ffll>S t•a r-BI' reptt" cnmµhorado m,,,tarda dil te. O e tirito ,11as ao menos tenridade db mediant.e da de sulfaúJ maior preoccupar,io ,toa mo,:i.:- \ 1rh:is-te ou porque foste brutal • auim teriam de perecer ias co,1centra-.,; actua/111 ,,t,, compul.'l,çlo, tl!lh> ulento e um ge• Se e>lla rupr,'end~r alxum dos ·li porque capitu:aste. Convenc.·-a a não amuar. De- O dessemelhante separou se: 1io- - - , 113 11 .nn!}Wls e ,.., 1110 co1ts,q11,,,. 010 ,r 13 civel. atrevido. grosseiro, le. P•'QU(•nos, approv!I. + monis.tra-lhe que o ~eu amuo mens de um !&do, anímaetl de r,utro. , .i disto lia 11 ma e.rtraonli,iar:u j n.m, e msun..nt;1,•.tl Embora dtpois. a sós, lhe cli- Deixa1µ·1ssar o, pl'quenos mo- ti-ans1';rma. 0 dia em noite. A unidade 3"Ctlsou-ae, o semelhante quantidade de ,wviJtulr. l'nt . g-a,, qual é n tu:1 maneira de pe11- ti\'os de zanga. E' preci~o aproveitar a luz: se congregou. E formaram•,ie algu- - As 1 nh - v,~er com "as ~µrovn 1't•i o• grandeº bem b:ista qu:mdo a ,·icla ,J;, a m~ orga.n••aço-ea. qua-"o 8 • - dos thf"IIUIS pri11ti,,ar'f •1 lf se 1 "· J3ne, ; ,lOiVC.. 80 a1. • $a.'. ·" . •• ~ . a a - - - nu ,. ,,_ senrolam é a oppariç,i,. ,!,• t.-/11s tllo uou v.da de carinhos, como seu • ncss.:t altura podes inchar de im- lreva. ., Esaas sncceaivu transforma,çõea e11pecia1111811U 0~ · 1 Ps Se a tua m,1lho ~ te disser, portancfa e empr,gar p31avras Se~ •~ti no,·va<lo fo·, um trncho contin111m depois da. morte, cn.ças ..1....;,..;. e c,;res th11do mary, ,,, li'" a .- toração •mbicionava Mas muito ~e· -Niic> tenho nnrla que vestir!' gnm<li N}llrnte,· alguma~ em- """ ' 1g - nduzem º' nam-si, gordttro,a,, e"~ saMt~ ro111bi 11 o(iit's 1/Uf " 8 11 ! 1 '.- •res,~ " ana desillusio fulminou a. n- t s a t · L · t d . ..,_ 1 • d s na musie>al devor~rlo de sol, a h12 ª transm raço 09 que co el I l>Td 1 ., , ,,t ,, • a'l e P P n es. nem vas a rir prcs a n~ a saud or1a a. - inicisl há-r' illuminar-te a vi- serem a. um est&d.o superior, ff2.JI. lh~TI' 'º 1 ' r>sa 1'"'' 1 · - Nunc1 Car!yle tivera p3ra com ella o guarda-facto que está chci•J. 1 ções, sp n tua não chegar. l\fas d exemplo á. ca.teg,rir. dos :ar no rcmo1·u,i:tlllo doi !r'J''H Xada adiantas com isso: perdes! 11 m]a <le -exa"cros: é preciso QUe da infuira. o-se, por ' n1 d 1 • res \ssw ns ,.m.1 p,bvra ~Jce, uma expressão de ,.. JI\· pensa". t• n'l ri ,,·.ça qun. rn- poetas, dos semi-deueas e, por ti• e annt>s 1111 ff'll> • •· •, • palavr:i.~ e gesto~ - coisa algu- 11 ~ oic3. a,q tu:is 1ecriminações ~ ' " •· 1 • s, '"' t-•111ur1, uni gesto de mei-·""e Ape• 11resent•..··\ Pste r111allro ·. tu ele mo, dos deuses. mar.gcs rc• quo,· Q., Ili' - - gw. ma a dissuadir:'! cb querer um " m um certo ar de humildade e w " _ ,, - - • ,. 1 es J • y cabello.• branco.• e um pouco dt· Toda.s essas transformaçoes, sao nunft, oriy,',ic •• e 1w,irm H • • ar diaso, ee11033 exerupllr, one i•- vestido novo. nf,ro com um sorriso. ª ., 1 l 1a rabugice, ella de linda cabeça n e- presididas pela lucta. de dois princi- p ec:ulmP, 1 J>f'. i• nr.~~ 103 1 1 ' - e1:1i1 ce nueiJ.ou, senclo mc<lelar n3 • S:l ri estás pPrdido. ,.~__... · / / 1 ·• F.' ld J J' '~ ' valia e muita ternura. ambos ro- J>loa antagonicos :o am>r e ª ......,, das. (1,11.;__, ,rme i-a,u, m 1· r:, '""' conúncta •, cmc a< e e 11.Pre.~-, lP que , * 1 1 . orvaiidlJ, g, 11 ~rllP ,,,, '. n p, .,.,, Fulana é bonita. Perdo\lrlhe -:ig pequenos d1>fci- deados pe a a egna de boccas dia. 1 A -os li - t - pequeninas a =itarem: O autor de tal theoria er& grego • ch.ina. ... ,,.,, , ll u ,.er/., 11<re1n e Mas wu dia tuuo mudou . . . . na . er que e anuo go~- 'tcs--e co1>tenta- e '])Or nao se- ,_, te de ti e, então, considera-se a ,-em grandes. "Avô! Avó! Avô! Avó!" já chamava••• em vida Empedoclea. Foi Um aw,:,so uo co, ... ç4 matou~, re- mais li nela de !.odas. 1 * pensaste? philosopbo, m11J1ico, pceta, medico, Para li~, ue.. /ft»f: submergidas mnú • .-.»;-..; r<!Beflltl-~·,.,...~ vam,-se CMII 1117114 Pl"'l ~~ com ag.,.,a. qtM! eotlUllk tia t... cimo de addo e~~ 111ente, la~m-ae aifllla ~ pura e põe-se ao 101•~• RFS,POSTAS ... •····· ·--· l Como é sab.<lo. •• íeat,jos ..do cas.amenlO de Mu·-' AnW nletta com O futoro Luiz XVI cu!t.1nm á. córte fr,;u'.l,:•:71 sc.ru mas fabnlosas. DeJN;is dA ce– rimonia, Lni1 XV perguntou Í ao abbade Teruy cru1» hav:a ♦ achado .. festas. ♦ - Senhor • re,<ptn<len o ♦ encnregado geral das Cinan• ·♦ çn - pareceram ·me n1tun • ,.,.,nti, e mnapYei&- . -···· ··••'-••·••· <lll'• h tunaJ:uu 1 a J>irt"I q1p n5o. S;. r-:,-wi ~im. não .... v f O P"ll<> .,.•" dM- f, lf r:iJm 11t· ttditarMu ou & ln u. ftp í'pn1 <'rttnr (cm nt ,~ o 1'•1 rhnrut, ,1., r"'llo, r ri 1,o•,1nr ronlinh rio,,, qU i"lgrl-dit'n1<"~ Jnihf'Ll , on 1~ .r'I a • o•, e~t .mui n,l 1 , '"tula.. ,, tlô '1!11!1,U ,. •1 fllfff' t,- 11 ,l.-. f1 'Ir, hn• Uv1•5(" o 1""'5 .:nrnt" 11'1 J>(-11,, J;or r:';fl 9<,u1('n,la in,HrHt. ('.orno a l:inotir: e ~ tt,im: a.i.pro; :n "'" repentinamente, quando ma:Jr era a fama. que aureob.vJ o nem.e de Car. lylc. O escriptor teve ent.io , de úa.r tle: • tino aos objedos e roupas que per· ttnciam á cgp,osa. E entre ~ prl meín;:; cncontrau um dia.rio intimo. cnde J.me i3 1cgistra..ndo os seus dis.. rabcre3 de C::\pt:..1 incomprehcndala, ,s s113.s desillusões de enamorada do marido, os hcrrores tle 8113. enfermi– clade moral Só entio Carlyle peno,u na deli·· cadez~ de wn conção de mnlher. Só 1 então verificou 1111e Jane tinha. sido ' infelia, porque elle não soube da.r lhe a felicidade qne eUa ambicionava. ,- Carlyle sobreviven a espora dezci_ to a.nnos m.1is nunca. mai.5 ae libe~• ton ,,, remorso que tal revelação lhe desportara. E ,-;veu torturado até a.o memento final. Fazer um ann1111clo nono Jor– nal e ter am lucro 'jlroxilno • cert.~•.;..·_________ DEUSAS~E "' MULHERES LAODICE Laodice era filha. de Priamo e de Recuba, e !oi celebre pela 1111- bal lcza.. Casou-se suc.:ess·1amcnte com Tole1•ho q':le a a.ba.n,lonon, com Be-– licaen. que foi morto e com Dome ;;h6nte A sua morte ó narrada do di· veisas m:tnein.s. Cc .nt.im Ull.':l que cl la desa.ppareceu mysteriosam,nte num abysmo; outros, qne se matou ao . aber da morte do filho. mordido por i.m1 serpente; dizem outr011 que p.., ra n.3o ficar pri,loneiu·. prec.J:71tan • •• em Troya, do alto de wn rochedo EVELINA MANCINl Era. cll.a. uma "oetisa 11..li.ina f'lllel e <.: evi, !:Ob o p!eurlonymo de con • 1 dcssi. Lara. lf!Cen 11:n1 Canne.1, no anno de 1Ej3 Teve por pae nm inglez ~no v1 P 1rque a mulher apaixonada I Porque é~ tão egoísta? Então. equilibra-te, ama e r.m grande sabio, emfim. julga-se incapaz de agradar e * acompanha: faz tudo para lá Ma■ um dia, Emped,.x:lea teve uma prender. Dá-lhe t' dinheiro necessario chegares. grande desillUJláo sobre a su& aibe. doria. l'oi deante da era.tera do Etna. • • • • • • --------------~ Um signal importante do pro- que o pavkt commum, para for- um modo especial, que, dizem, gresso actual, com relação ao a- rar paredes. E' muito flexivel é tres vezes mais du.-o do qu.e o justamo11to economico que ha e •não ca11<>. aço. Desse ~do, a resistencia por toda a parte, é, par excml)Jlo, Trata-.-ie de um folheado tle do soalho é enorme, asseguran– o numero de que.~tio,zcrios e de metal qu~ não mancha e se ap, cbo-se uma duração quMi illimi– indagações sob,e a construccão plica sobt,-e o papel kraft, com o tada. de casas que é dirigido aos ~a- cimento, 1 e o qual se obtem já Nos soalhos de concreto i ne– rios departamentos de encarre- feito, ena rolo de 17 polegtiilas cessaria. uma. camada para im– garlos disso. Eni no.gsa corre.~- e 32 de rtargura. pedir que se destrua o alkali' do po1ulencia lrnws .gempre ca.rtas O .~oi ,,o das casas pode ser ci111ento. Nos superfícies que d~ 111 :'tita.• familia.• que planejam, forrado/ ~nteiramente com este furam pintadas antes, podemos rea!tzar o.g u11., .qonhos de cem.•- materioli, e a casa fica assim encontrar esta cobertura em li– tru,r ,,m lar. E".~ta.~ cartas refe- mai., frle.,ca e muito menos dis- jolos vernic/kos, prctu8, pard(M, n III on pia 110.,, iuda_qam sobre 08 pn1dio.da para aquecer no in11er- claros e einzento-escu1·os. Se a preço.~, ns aprrirelho., d1Yme.•ti- no. Nat• con.,tr11.cções novas, es- nova casa. está col/ocada um w., a serem. mo11/nrlo,,, sohre O \ te meti ~riol de revestimento é pouco para. dentro, no terri,,10, e rstylo_que drt'e,,, Ir,· r.,.~a., cons- applicrrdo principalmente para se a porta ele entrada fica hem trncroe.•. lJ,,_.tc modo, apro1•ei- forrar I os .qoal/w.i, a.q vigas de- á .qonibra. do porlico, tM pe.•,wo.• lonw., •o en.,ejo para e11umrr111 ij'n trcln e as taboaR lle que ahi chegarem, clcpoiJJ do aqui l'flru,., in.•fatlaçnr.q que po- /m;.,.,,, f ,t., por1io. noite cair, terão difficuldade.• drm Nf'r dr interr.,.,r d"" co111,. llo i e cm ditt vae-.se compre- cm ockar esta porta. niclor,•.• 1•m per.,p,.rli,·a, ,, q,u, hrnr/e;~do O importancia dc.•le Por esta forma, i1n·cntou~se rlr.St-jfln,. prr•p11rar II nva no1•11 rrre,/t'mrnlo na cmrntrucção agora. i/111111-ilmr o., numcros da.• ca.,r, rnm fodfl.: a., Cflnt/iç,;e,q ri,• das rrt:n.q m.ntlcrmrn. ca.•o.s. de modo a indicar ao i-i- h1mir111· ,, c"nforln. • • • .qilo11te o cominho rapido e eer- Prim, · "• trcilrmn.s da que.•- Ha 'poz,.~o r/e.qcobriu-.•e uma to que elle deseja. O cu.qto, cm l,io imp"rta11fe ,fo r,•rr.•fi111ruln uora cobert.,,ra para concrcl'o médifl, para. esta corrente de ü– i,'.f,,mo. f'so-sr lwj,, 11111 m11fc-1 dos ,qr,f~lho.~ dr mar/rira. E' [ri-, /1,mina,;cio é, na Amrrica, mu1os ,w/ ,,,,,. ,,,;,, ,· ,,,,,;,, ''-'Jl"-'·•11 d" ln dr 'pigmrnfo, 1,rrparado dr qlfr, um tlollor por mmo. DOENÇA !' Vícios e Virludes da denlição ..... 1 _ :~am.. que 0 ::::~•1· rr ;1nr1 ttnfi,.rn l· 'l. df' que f'XÍ~: ITi\ }>C8i~io de grande_ desta_ f•·n! n _.,1 J ia~ lirada« ao llppa- q e-o na. corte de Na.polea.o. cen· l' c1mr•ntn rf nrimf'iro~ dPn- s ,rava em preaença de Taylle Elle, que tão facilmente explicara ,• De I04II U a origem dos seres, sent1\Mle ames amor , .. • quinha.do , por i,ão comprehender o du mala vulcã<> famoso. to a 1118 o o.a E antes que os seus contempora- , na f• f. neos o chama.asem para lhes dar uma Pldln,ille explicação daquelle mysterio, Empe• ..,._ o dccles precipitou.-•• pela crater& a a filia& dentro, sorrateiramente, IIOm ~ n, o m1mhas, para. fazer crer que h1L1•.& retoma.do ao céo. como um de111, sem deixar de seu corpo o menor vestl gio. Mas... na opinião cb. lenda até mesmo 09 vulcões são m,.lici-. O Etna com a sua alma perfida de fo· go, depois de dovotv, o 'Çhl}olopho, vomitcu·lhe, intacta&, as aan4aliu... E o povo da Sicllla sabendo que o ubio que pretendera explicar a ort" gem dos seres e que não expli<l>u o se~e<lo do Etna, não paaa'V& de 1llll 1'(bre de espírito quaJquer, que a ln– significaneia de ,,.,. par de sanda.lias de et1uro. trahira !1-flmente . llll!o se naaoa •li cerca de dol• mil e onínhentoa &1111oe. E a humanMade ainda cont'nua a i:rocurar, inntrlmente. comnrehender " "X'rlir1rr "- orltrtm d08 seres. Ih • • feito tut"ar, pus bm-■e•llt .. 111 ft9t ,11ogad9 .., poDto !cn-or IUl1 lllD 'P'"' o aooe tm e ptIDfl.l DE "1l o risn não é pro• Põe,-.., • fmrr •"'- , d l<'<lm uma 111,ra de ono Q m11lher dm mç,,• d, artos; [tdnccza r tÍT'eT b<'ffl ,..ido, ajd de manldp • MI.&&... Se o riso -acrove MaTCel. Ellpiau, num jornal de Paria é proprio do homem, p>rece que Podemos aff!r mar, desde a.lgum tempo, que elle nã.o é proprio d&a mulherea. Com offeito, um intereaa.nte .nquerlto da da Liga daa Mulheres Francezaa a.· cab:r. de demonstrar que 7.654 res poat.as se pronun.ci.ara.m em favor do livro triate e que apena■ ó.251 con• fesaaram preferencu.s por obras dí• vertid.lt . E' a prova. continua E!!Jliau- ,., be,1.11, muldo 11ml -Nlqll..... que er mi tura NIID. o leitt; qnatro o,-o,, inlélf'O', elaeo mi tura•J<) b<m~ T.--1e - l~ qo.e.., uni.o •om maat.ip: d~ ... \a, .. mca..., pio Nlado; ......... • f6rma v:ora •lr o e><tedate a. •14 0 eobro •I deita• mlàtDH, ,_... .., a fôrma perto do tOf(O, <elltla"°4 t<11l um• tamp:l ell<la de b..-. ,._ <Múio de "" IIUffl, delta-w a feni4 cem prato ~ _... frio O& <fl't•lo• ,1 1 \ 1,a em Fl~ençi. f! por mãe umi ru,· J, 3 O c:n:un,.nto com Manr ni ,1.nrnu 1,ouco: houve nm.1 a ,·ntnr t te . as .-1,amad,is "do,·nra.~ dP + rrlnd o abuso do fumo, podin– drn1ir;ir," J-:ntrPtanlo. affir- 1 ,! " lhe ,,ne empreg1Rse todos m, OI SI muli,· :\ q11p f•~<ta cren- e ,, c ·fon:01 p1r:1 romb.1tcr tal ra n.,u "- Ll TÍPnt~fil':ini ntP ~ 'leio. ba\Íln í• n:ituralm<"ntc cl,·,·ida :i dcntinho qu,• surg<', d1·v1•-i<r- hr dar n1ai~ in1portnncin, proru• rnndo ,·onhccC'r asna. vPrdud,•i.-., rausta. de que o elemento feminino per■iJte em buscar eu prazer livresco noa contos santimentaea, 11&11 historial onde a. inj11J1tiça do con.ção (doe bo– r.ieD!, naturalmente) faz dennatões: e a vrova ta.mbem de que <l!l!a el,• mento feminino con "d'IOU sua ~en,L bUitlade O 8('U gosto pel.31 < :OI.ui ai& C aut<Tmovol, o doaporto, o • O!rt•, a indepcndoncia .a educa.çi <, ansJl• cana, a inclinaçã,, pa.ra •• carreir!-9 libera••• oo di~itos ,litko• n:>0 111bverteram. pois tudo o qne ha,•:.a da fino • enc,ntador f"Dl Eva. BOLO JTEIIP.ANITOL - :8&.___, ati !ltJlr bmnto. una Nil•an. a. -• t<l,rs ,om dou elil••ra• de .-eu, Ja< t■m•~ t:ree remota■ ""batem•~ r ~ h11.ti.J.!III tm ne!",·ti ,. tl'8 dlleMIIII 14 r1,l,í ,Je nrro:r; ,·ae no forno• fotmal u,,taJ d• manteiga. : 1 um e r:an,hlt> e o rtlvor io A 1111'\ ""° ~ cn· fnt ma nma t.emü ~ .. tau,.._ e t."T\ Ul'l" tnorrh rn, R."'lma, fn: ' pelo 1:intor Pfcrantr.ni. LARA fo-:in~ na'-'''" n-a Lan, filh:.. d,., 1 '..-: A lm'>n FOl clb qnl!ffl rr.vrlr,11 J 1' no ? au,r,• de JlllJitcr ~r .T11 ""' 1 r • "· r11r• ~,, Tnv1t"'r manrtnn ,.,..,... •..•lr.aH~f!'rleurmlema cs· 1 , '"' """ ,. l1!"'9"1•" 11 ran. " ínf"""'"' ,. r,n, ':io l)t)r~m," flU••h :a.r,,1h:n• noa •• p I ri lonelra • ,1,,,..,,. amrr ,.. U>eff2ffl do., Ctln80I qa• lllo romru·11\;1da ou d1•ninn!lltr·tda. Fnmar e tCtm9r rapé rr.r <''lmn n pr-rindo d;1 prim<'Ír l 11t n,ten o mini-1tro aão rea·• d~11tiçã e prt,lon~:\, n0rmal- n1cntc friCHI vid~ qnP estou mcnt,:, rl<1 1'" 21. mer, rl • vi,b ~j•ro ln a rombater. ~as an- ,Li rrean•·n, ,~ facil Mínci,lir uma tu de ,,ualqner inlcfat.iva. pe· JlCI t11rh~;;ã ']llalq11H rom n i ç, Jhe qne mn Indique rlnu - 1pontar ◄Jf• um d,·ntinho na$'(.cn- vfrtnclc~ qnr. deem todo:i M an· i r; n rrcut.tla . . n, 1-. ao tliu~nro ns rnnto e \fin"' F' _. :1 1 nri,rflm da e enç.a "m tr4 m:Jhrien d, francos qne o ltr,r .•Lo r.nr rerto phP• íil'11o rl\ ao E1 ado. < ~" lJltrfl(' mt•rnr,i- "''4--•:............,..........,.............. . r 1 ,.,,.,, j,1 1iík1··1a p0r rioh, nfl 1c1 nnp trP- , r1 :1 • ,-"~11ltand'l dr ,1l~~"11ic1oq li rcpt1- rnm I liVf'ÍPn(' infantil, prinri– llflPr- 1 r.a1rnr• 1t "'º nnn diz n pf•ito no Mh- · rt"•Írr 1 :ilimcntar. J Em vr ct,, rncolh, • n. h l)p PJ!'ll:tl manrira. (, pr riS-O p<'tB:>r, de. ,1,, redo. na hvgirnc elos dente~ ria crinnça. Evit1r q11p ~jam dí" ruido.-1 pda ç.arl11. Hnhituur n ga otn a ~cu trata– mento. Primeiro. c.:.m um pe 1 l.·– rn ,1~ alr;odito c•mbcbirlo <•m li· l{UR. Qnnmlo a i,lacle o rcrm1ttir, Mm 11 ,.. co,·:i. Cn·mcs d,•ninP de pr,.pnrn l<Cirntifico r 1Je K"R– tn dí~c-rC'to. Riio o::i ,na.i:1 nc- nJõt • lhnvris. llahitun,la 1t rrianra Íl hvgic– nr b11cca 1. evitar -üo futurn• 1•11Í rml,lad . 1•!1fa.q, 1m rc:.1- O conrão tem mpre as 1u11 n,• r.ões. E· \ne um retulta1o trmqnt1· !i,a.dor no ponto de vt <los costu• mt..9 e ~ ums tn<lica,.!lo p:n. os faze• dores de JinOfl, Ma• iKt<i, é claro pusa em Fran a .. O ant1nnrfn f. um• ..-d~.., .,., "'ªb como o mri1" ,•"o -. " hl,_. pbn•. Ãllllnnctu n- lànlal, OM'ELETTE OOY TO.'\CATIII PI• ,n '-TIIES - 'I' li• .., qo "' ~ ÜN htm meduroo, pondo•oe 11111 ,.... ol,re • ehnpo queute • ""~ tnt ;:ulda ~m -«"ª Ms., ~- 111m tirar A pt"lle. 1 1 õe-tte nurn11 ~--arole ,.. 4"0lbff c\e Dl■Dtric-1 OU a... ... ,r'h<>Ja ,ort~da •m rodu "- flaut juntam uu d~l• tl>lll&tea .,.._.. • "' f'll'"''· «>rtad•• tm ~ 'Ullal ~nmn n5 "i,.mtnt'" e- nm poaeq la,.. fina !lrln ro1ioou ....SO, ~– ,io-H •fo , .1 t"fflqaando oo,m a.a.eoD.tal d l. Vb,tura .. os o..-,.......... , t., ligdr•-le 'batia... Aeall&...i <HIO'i"M41~ ........

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