O Estado do Pará 11 Junho de 1935

il " li ... utm"lt:IJllJJJlllldiPiiiMlbil f 14'. li A.ano Som,._ l j kt:rlor e E .to 85.0CO 35$000 • s 11 ABA!GN.A~ " -.aw . E.11 ausa! n . . . . l8'000 ' . 13tl m •• •• • • •• 56$0011 SO'°® H :.; li. & nt.io - ..... :,..._:..•.. .:-.;,-:;:-::;.;:::•:.1::::::,a;:n:::.:.::::::l::1:.;~J ... Rai u iinalntente no Chaco Boreal urna alvorada de pa •do Sul para a Americ A desmobil~záção das. forças O ministro Macedo Soares colhe em paraguayo-bolivianas durará Buenos Aires os ·1o~ros do seu noventa dtas magnifico triumpho \ iou á irr.11r • ,\ comm· nic iJo. : Itr.mar, ty en– o~ ·r-gumtes •·o ·hnncdl r Mnrcdo So:.rcs. nJ 6s fe solu,fw illl qUt; ,lão "" Giult 1, re;:uu,í G" flra 1l a bordo d hCap .\rco ta·, e.Jit• u o no R 'l a l I u'.l corr!'n· te". i. Em ~uniuo •1 e ;•• realizou er: 8 •er,os .\ire, :i 8 ,lo corrrn• t-l'i {, 22 ho1·as " ttn,linoll elo· mln:to ,Ls tr· se '"~ia ela madru – gnd:i, f ;rrupo 111:'j:nclor n·1 (!'lt::?.> tão do Chaco ooti \ a approva- do seu coi eb"ll )lac..,do Soare.s. ção dos chancci!~rs clns paiz<'~ dizendo: .. Acabo de pre,cn bc!lígera.ute.~ para u fo•mul. t.:?:ir o seu triumpho. ·· rc.-s:ulo~ ;-;trú as._ignua.. , !~h o~ jornalista~ pn 1 !i\t:J1tes. - mediatamente :l Confrrencia da Paz. afim <l,• raUficur o accor– tlo firmado entre a Bolh·ia e u l'arnguay. (A. .8.) da paz jú ~ubmc1tida á r•~dorçi'to As pala\'rns do chanc,•I er ar final e que veios go\ar, . tL· ,gcniirlO emocionaram d\·twientc mora. (A . .8.) era tarde e o!! ('hanccilere.-i do Esst> :iuspicio.-o_redulL.'L ,, • · 1 BCE, ·os AIRES 10 -R•·u- Paral(uay ,. tla !Jolh·iu l'Xil(iam canç:.. lo l!'raças a _,·onJui:~ '.iwu- JC hoje 111i. sa ~olc11ne JJC' cada urn Jdid, g11rn11lias im .BUEXOS AIREti. 10 - J:'.i cios esforços cio$ pa,zes mru, 1 , 1 1 b • 1 C'h 1 m.,sin,i~ Po r isJo, o char.~el uor,•s junto aos boltigerant<CS. ª.~e.e rnç:111 , a paz no aco, ler Saawtlra L.1 1r.us l'l ,oln,u rnti·, ~.,i·=·,.,lrn••r,•.,, ,', ......treha off1cwd:t, 1x:s_~ualn1 0 en~t1 por nion .i· t 1 ,. '" ..." ... ... h S t ( I} pruJJOl' o Hul~lfh.:11 o l ~ .. u! _..;:; harmonia tle \'lsta dos clianccl SCn or an llllfü . ope u, are, - siio l•'r•--.· . r~. cc·'•> s·o,"-•s e Sa.·iv~ bispo desta c,,p1tal, ns~1st1da • •·' ·' u "' , .., ~ 1 1 J :\1 Entrct:rnto, u chancciler l\Ia• dra Lama~. é II expressão de u111 µe os sl';l . .t::'ênern 11 ''°· · act•• cedo Soart:>l, discursou Ploq •n· grandio~o triumpho diplomati- du SEoa:e,,Saavecllra Lama~,:ro- ·,·cmerite. faz,. 11 ,lu 11111 111,p 0 ll. a ma, 'ho, chuHcc•i er ela 8olivia , · - cu, fnicto da \·isita pn'•idencial e Luiz Riart, chancclitr do amuos para que acceitas,;<;r, a uo Prat.i, ao e.uai ficará glorio Paraguay. (A. B. J \ paz, ~Pndo attr•nui,lu e•11 rr.eio a sarnente ligado para semprt) o grande cmoc::\o ,los nri; ocü.do nom,, do Brasi-1, na~ µe:-soa~ do BUEXOS AIRES. 10 O res. (A. B ) JH't'sidentc ela Rl'pttbiicn e de chanceller Macedo Sc>ares, fa. ASSU:\IPÇÃO, 10 - • 'o 11,es, mo momento cm que cheg-.tva aqui a r.oticin da conclusiio do convenio eru Buenos Air!'s, uma communicac;ão official a11nun c:ia\·a a maior Yictoria das nos s..cs aru,as no Chaco. (A . H.) ASSU)!P<;ÃO, 10 - Infor r: .=.o não coníirrruitlns offi– dai me'lte. ar nunciam que o go.. , erno ddilJerou acceitar a pro• J o. a do nz:-c,,rdo ruisignado em Buenos Aires. (A. B.) BliE. To.:: Ali!ES, 10- O chan. ccllc,r .,faci:do Soares, deixando u palacio, onde durante dez ho ra~. se trabalhou sem ce,sar, fa !ando ao.q jornalistas disBe: ·•,Pacem habemus ·•. (A. B.) entre Bolivia ,. Parag-uay ainda seja desconhecido, acredita-;;e na exi~tencia das clausulas se, guintes: 'CC.'Rfio das hostilida defl. ficando OH exercitos nns po i<ições actuae.s, o armisticio du-– rnrú doze dia.<>, durante os quaes uma co;,1mis.iio neutra, rom re– presentant~s rlo. mediador(!l! e belligc,·antes,de,erminará as li nmis e posiçõ<>,s em que se dt· \·em manter os exercitos. guan. do expirar o prazo. O armisti cio que ~erá reno,·a\·el pelos me rliiidores ou pela Conferencia da Paz projcctada, comprehcnden– do mediadore~ e belligerantes. -(A . B.) S&a\'.edra La..a, _, mo. "'-l'!pula~.iio entregou-se 4 granile!. ·m1<nifestaçõe.; e rego• ~ijo. (A. I::.) SNt emin,~ttl' ministro das Rei:,- !ando a propnsito ~b paz 1,v çoe;;t ExLt'rinr~.• cuja acçiio Qhaco,. ll 1 J11Urou q11p fr:.1c.assa abnega la foi tão brilhante Í-am as ckzesett- confercr.cias 11ua11to focuncl:t . " (A. B.) havida~. Yiugando a decinta ui- BUENOS AIRES. lü - As ríl.timas hcm1s da tnadrui:;licln, Bl"E~OS AIRE8, 10 - O sr. na Chancellaria. \'i\',•ntm se 11,0 a:>v1:Jra Lamas, falando no3 ASSl'l\IPÇÃO, 10 - Foi an- 11unciado c,fficiftlmenle que o P:iraguay acceitou o accordo ni'goci,ado em Buenos Aires. BUENOS AIRES, 10 _ o L IMA , :o - Com dPslino a ca\';l. .But~ r.os Aire,:,:, onde ,·ae tom;,r O c hanccl 1 er hra~ileiro ac par e na'3 1 1 t•gi)Citu~:õe:; paru. i so·ução ,to runflicto e!() Chaco Boreal. enlrarcou <'m av[ão o n~ini-;tru ,!o Exterior ,10 Pt.:ru' ~r. Ca,los Concha. (A. B.) cei.uu um offerecimento do no ,qo govel'no, para um cruzh~ clor lernl o a l\Iontevidcu. onde as:;btirit e tornarú pal'te na dis , cussão do acconlo commercial uruguayo-brasileiro, regressan· BUE;,;os ~mE~. 10 - O do dalli ao Rio ele J aneiro no Lhancellcr Saa\'edra Lama,, ao paquete ··Cap ·Arcona". - deixar o palacio, apertou a mão (A . n.) mentos hístoricos. jornalid~s sourc o conflicto do d . 1 h Chaco, d1~sc: E' f'auicio que a des.u,obiliza· Circulo da lmprcnaa daqui e a ção eff,.,cbat-se.á dentro de A• B. I. do "Rio, re.ol ·cr3m ·to :,;atL:ei'" noveua dia~, na ~omnia de dn appellar ás suas congcnerea da ido n<',;tP. :i.c I co mli horr.ens J,ara cada exer. America do Sul, propondo pa;:~ 0 porú fim a I cito. • que !le empenhem junto 40II IP• Pot'.co _ epo1s ee e egarem as, ••Sint~me rr negociaçoes a termo8. o ·char,· por ter collab, colicr llfaceclo Suares ..reservoll cordo, qu~ esJ)( passag-crn n o paq111 >te Cap Ar cona ·•, que par1.il' Ú no proxio dia 14, acceitando o oifereci– mento para va1Ja1· daqui até :i',Ion(evideu num cruzador ar– gentino. (A. B.) o Paraguay e a Boli\'ia to·· vem os respectivos, afim de ob. mam o compromisso de honra t.er que o dia da aasignatura da de não ~e acreditarem no caso paz do Chaco. seja feriado em de fracassarem a,q "demar- toda a America. (A. B.) es,:111 guerra. Desejamos q e es~a g1wrra seja a ultima , ~ que foi ,hea· troo continen1r americano." - (A. B.) BUENOS AIRES, 10 - O LINIOA RIO, 10 - O cardeal dom ~ BUENOS AIRES. 10-Corr.- bastião Leme resolveu que no BUENOS AIRES, 10 -O ac cordo para o armísticio do Cha ro foi redigido pelo cmbaixadcn· do Peru', ~r. Carrera LaoR e JW che~" para a pa~ definitiva, de vendo ambois os paize.s, neste caso, recorrer ao Tribunal de Haya. (A . B.) accordo para solução pacifiCI& do confli-cto p&rll8'!18Y0-~1Ma• no comprebende 4 pontos prin• 1 municam de La Paz que o gover dia da assignat•.1ra da Paz no no bolh·iano. depois de reurida Chaco todos os sinos das egre, · 1 a Jnnta dos No,aveis. resolveu jas brasih:iras repiquem festi. LBE R vcceitar o accordo assignado I vos do 1?e10 dia á horas de ~ - 1 an•e hontem em Buenos Aires •gelus. tl1z~ndo s. s_. qlle ass1~ pelo grupo dos mediadores re I o~ ca:hol!cos bra~'.le1ros parti· ("'15fF DE rt. ·1c1o. c1at:Ro1c., D.\ s.,..TA CASA DE ,usERICORDIAJ 1 ~ol•·endo, outro5im. pedir . ao c1parao do regostJ0 geral. - Parto e operações .~ presidente Jug(o com·ocar lffi (A. B.) NO ºPEN lo director dos Assumpto~ Pc- ASSU~rPÇÃO, 10 - Desde liticos do Ministerio do Ex e· o momento em que foi conheci, rior da Argentina, Rr. Podes•a, da aqui, a noticia da conclusão -(A. B .) leio com·enio de Buenos Aires, para solução pacifica do confli BUENOS AIRES, 10 - Em cto do Chaco, a cidade está do hora o texto do accordo fír111ado miL'lda por grande enthusias- cipaes, a saber: tregua; acce:– tação de arbi~m; inicio sem protesto do estudo da questão, sob o ppnt.o de vista j uridico: adhesão a Conferencia da Paz. -(A. B.) cat1 ie óimíf êlij~fuêêfes[ãf pruêmfc1fnr~íeõfa1féaíf _____ E3 &E.(! ~;;--~(.;, m-;;-;,;,'~~-s'"'b- Itesldencta: Av. oen,~bao DN>- ' :udt.0'118 ll•OI W1 l hatm.1.da c,nttcil doro. 296 T 1~rhon ü.- torisuttorto, l'!l Telephont, 1435 o r1,3J"ustan:ento dos eivis 1".' popu'açã. pohr e. ,. Jornal" crl. A ~eguir. foi n !'U~~áo sulfPen~a ;por <lr;,: minut0'3, aiim de que a mesa se in• rorpora!'!SC> n rommis,üo dos leaderc3, No gabinet<-, reunidos: todo,, fnlou o p::ulre Arrutla rnmRra, que saudou o sr. Antonio f'arl,,~, que logo depois em l,reve!l r:11:'l\·rn!I ngrn.dcceu :l. gentileza dos ~eu~ coJ:c-;::::1.:1. O !'t?' . l;\nt!?nio Car• D ,erito ~os li os 1ntu1ifos Para pur;licnr o snnguc e manter sn. dio o organismo, os nossos rin$ dispõem de cerca de 10 miLhõr" ele tubos fjuis- Vae ser creado em São Paulo, o Theatro Escola S. PAULO, 10 - Estão adeantadu n, clem•1rchea parn a ('reaç,ã 0 do Th~– tro E51Coin, com a rollnhorn.ç5o ,de iro• fissiou.oos, enea~nndo o movi.meMo o Syndicato dos Tr.ahalh.'ld0rts do , .. _ lmiw;wa -. 1 taea asperami:-nte -. n.tt .tu•l do sr. ~a.. COiltinUa. llO cartaz 1 ,,orl Ribu n,ue raso. o qual ,t:z, ,i;..· dão sempre resultados po· sitivos no tratamento das doenças do estomago, figa· do e intestinos e suas innu- -1 r. ~-ta. reu- l fi'>C do t.er- ritorio nae:onal ecmo d ... um n•o 10 - .... ao "'" 1 "' • .. t.... :.1, ao li. ~eno cb I un<l:i, sob f"u:h .eu. T nnm!mdr, aque-lle ma~u.. lo:; Jirigf''"'~r á mesa, usumindo n pr 1·• sil•1C1"', rcJ•!esontando um comprime-nto Thootro, eoc.fand 0 <-om a. :tdbe:,ão do íi ; 1 • -ud:i d:, t t.Jbr .J. pesta cta t.no incita o povo a boycottar o ~~ ..1 ~ -:w,: f.o llixta. ncarrtg3,1'a do au J~lbin como r~rt"! h.h a á rt'go, cia.ta. - f.:d ...n,•ia. e do..,lara reaberta. a ses'lüo total de 30 km.ci. Esses tuhOffi são verda. gur:is de rekvo no theatr-0 poulist:t Xc-:i.~a, momento ouviram·,\{' rupplau~.J. dritos !!.tros e cJ.ovcm cfoixn.r pD!!Mr por i=;..1,bi . 30 que o pro!eito (. ·nvora,·t•l A., Ou. Barreto P('U:oto- J,cdiu :i. r,ala.,·rn cli:: de LOCO n 1..300 ,·cntímetros eubi· qn..f"'9tiio, e!tper.:indo o mMnorinl qu,, l:,ela ordem, parn saudar o parlre Arrudn coi- d2 liquido extrnhido do snngue. t,'L -i('ndo pr"p:nndo a rOflp('itn. , •• do f,m .m:i.!ismo ,ivil. (A,R) (A.B.) meras e quencias. perigosas conse- j,f'la sua. nt'lun~ifo no :p(•riOfL,., ('m que Quandr. se npre'lrntnm irrEgulnri<la· (A. B.) As decisões do S. T. J . E. O que houve na Camara t xttre..i a -presidenei~. de, d:1 bt.•xi~a, tomando-se, o liquido Ti~ p,,i!l 1 foi dada ~ ·pn,nvrn no er.• J. etcu::;~<· ou demasiudo fref]u~ntP, quci- (3a pag.-X. ~ ___ ......_... ,.. .. •. scahrn, que criti1•n. n arlmini,itra~ão mante ]J{I[ excesso de acifht., (, ~ign,11 d+ Mello Vianna não [!TO, lO - Fun• ... nnu hn,,, :l r;,ma- fio p:i1z. (A. B.) que os ffrho8 -prcci211111 tle !l'r 1:1.,·.ldOl'I. é candidato rD IQb ri pr i1Uu1ri3 fh p,:a1ltl.! ,\ rru,h t::,~e signal do alurmo poda tl('notnr 1 C.:imarn tLmcnça de dores Jomburcs, et•t:d il·.a, .BEL:".º IlORIZOXTl:, 1n O ~r · ·,Ão us-ID!S lHUIAIIEMTE POR NIUtAII~ r,e PESS0'5 Li,b .•. uell, !aln.i o itr l{~,::11 .lsar" Para soccorrer o Lloyd lumh:1go, c~nsai.'!<), inthaçiio llll!I miio~. \ll'llo ' 1a.nn~ rPgri:""Ss:mdo do Riu, necr:t "'"· rpçrtJnJ<:,~ f' ª'' di.-teUT-$0 rlo r. - d 'J t .. l 1 Quer realizar o programm& 1 ~ ... rno 110 Brawil .-r. Bt11dt'ira d.- l 'o , . . F d 1 nO:i P.r-1:1 o n soh O!I fJ]ho~, dotC!l qlcutna· :l ifiun ran 1 :i ura p:trn nunis to , l • t , l<:f'rit011 a lDUIÍlo de •nfN ntar '- Oou• ~\rt.:1úr l:if rn:uu "' 1-'ilbu, 1i:ir:1 pur ('ffl e era rr ti1·:1-:, 11(' rturh.ii; ür,<1 vieuacR, tontc1rat1, C.:c',rle Suprema. Diue, ,,u..., ('.!JI, ,. no Ri nazis a -r cvi,I orla '-ll1 :t}'Jtt 410 u T.(lugruhN n. nc~ociot p:uticnlarC'1', ,lffinnnmlo ~ !nt'DeiA Tnt~iOD:11 do TtahlTbn ti PiU,o. -Ll". t:nn.hcm que niio 1~n a ftlll r~grt HDr 61 n1-;n1...nr, lJ-~ e11lrt"\~i,h1 con. ~ eo.tnonir·s dn Ttabe bo E1tc ,11.,f'T3 ,1111• ror~,m mco o~ riu•. R:o, 10 O roini,itro ,h 1-azpn,ta t-.e n~ filtro11 uiio fort'm d 901J9truido11 4d1v1il::ide r iliU1'l, ( \, n) N'did.1, a.o ('t.(·tlptor J-:rJ.a.n,\ FA:hilnd, o •..,,~um ( ,ntr;i o' '11•1,, il " l l,1 d•nan· m111un;tnu "" ,h \'ía.c;ão h:l\f'r :iu· 1 "º"' a ,lr-vid:l 1-·rcstE.J" . .'l, tcrc·mos sn pen rmnlstro do la:.tr or r. ll'i k fu. dC- acs ~PTOI do.s t 19 eo' - l o fi:OV 11(1 1\ a,hiugton L JÍ.r., 1111,· 11· ,, ,r .ritlv o Banc·a ,lo H-:-as:1 a pór {1 ,li "' ~a. S'Vhl e a ('ahcc;a. u arn~i;:t t~rr1'\"(') do11 17ictimado pela fadiga t 1arai:õu no trrr Do J3 poliliN interna :flO!I notsdamente do« iJN"p.. do O ttr. J,Jgo Il: "fo", 1, 0 , 110 J•retid ·nit l', ,i,:ã11 1la ,:ompq;1Ji~a ,1,, ~a\·t>g:i.,;Jo t·aku10~ r n:,c_,111 il:1 Jlch'itr, do! ntrlq11,·t1 :alt("mâ, aecentuan,Jo • f~ ,·onladt!! _ (A. n.) ,la, l°Jtn!I "• <:<., nt,.1 n:i pi.~io ,le trc! Lif)jd t.:a ilí•iM '!''1r ,•nu~u do ,111(' '1 rl,· urPmi o~ 110. hitlruiJ.iaia, d.1 vnda tle- al• LOXDRES, 10 .hm nm ponto .. e,. ,~o go,·e'!'Jlo reefur 0 pro,iramma do 11 J ;..tido u úrn•l•>r lcbatt•u n :u::,i~·r-· vido V(.'1 t:ni:in .1 r a (.!nprl'.r ,, 1111 Y.:i• 1,uuu:1:1. pho!tphato, ·< te. :ido ao nort.t., do Sudão f·>N!.m e, :m.. J>arti,lo ):a<!.ional laUt ~lahe.lect.. IJ.O aflJtrwlDG.\1 que fnr4 no I r(1id, ntr lor ~lc 2 ~Oi:IIOOt-lfHl C"Ontc, 1' 1.ra k.. A-. p;Ji,u1s do Ff':tf-N, rt(' n!bmm:im, l :tdo11 05 cudll"Ç"C'?C, u qu:ttro frni'le..· ('Or por Jlitltr «n 19~0. ~A .B~) ·\·A situação italo·abyssinio nu1 JlDPntn ,lv • Gur.1tr-,, ,lo '"T'"'rcB li11q,~r11 , a<'t.h~am :1'111 rin11 1 11e1ulo hn rnortoe ,1,, frul, m. •rrotn ,1 "fi:n. lãl~llbh•l ,tolir.-tn.rpt,,vi,IC'rh't:np~r:i. "HauJ "-iJ:.trl" ·•, ".\l'rU{J(''l" 0 fnri 1r,• •iid, ,J,, ·"º srnno.-1" remeclio Jltff rido , s11nr1'oscoloni:l,~ \111'· 1• l·~ulrc ~fa · t• te <1.r t ' , I , t i· ' ,m, , - ' ,. ,.. . . . • Ramon Navarro voltara· con mua. nsa '' ea, 'Or4 11 ''' 1 10 •~,.: 11 • 11i\i+1:1" t \, fi ) !' ,, 1 ., ·" bn:"r 11!'1 1hJí'11ç:u rcnar,. ( \ n ) '"''"' 'º ,i, L,... ,,1,. ,.•,. hsso ,, ~"" • t n ! Georgoau, . á America. do Sul .\fi"t~ .\l].f~, 10 ~ 0a h ía111 tiilr, ,,,~1UJ11, JmM mrr..trar "º "e:> -lf. t '< ,.... r,,... l,Jen1e ,ra-binjtrm 'Ili~ ~C'Q i1t•~o1 •~ o ·uma ra...-.a .H.Or e nrl!~OS .\JRLS, 10 <g2i e iu,. Ju•t ,u l')?i:&I .\ 11rgu1r, ~ ,., fnrm.:t(Íl"I Jo« elrt"ulos thc 1raC"e daqui. na fr•u1' l~, tlJl i•ro · kar, ~ 11\" ram n oHieial. .. ~c,t11 , oa r.Uyuioo &6 pond 1:1 nd'1 1 '>1 11 "J, 1 nrti .~ Ra J)Oln };o-rarto 1ará no rlr: da no roe-% ilf' 'lUtuLret n:!T'A "tourbN?'' O g v,rno qu r saber o riu · l.a l 1 Lloy d \ma d,µ f;ul. (.\.D ) r ido d , lnr•nn• _.,rol,.. to tormu.ln li>uo. ( • li.) • f'l<J: f,:ti101"11forln u aat lAlt,-..Utt.i UartMI IJ.1 •• .- 1• ,nrtt, J 137 11 1or. ·r I'\: - .;1, ?' liu.ur• th n.• •~•: Mtonr, ua,s.. 8.• pac.-3.'• • o....... ~ 2.• ON Quer fixar o preço do milho lll"i,."O!< ,\!Rf.:t;, 10 - O Cougr r,µ dr T'rvd "1ot•"I rrunhlo na ddadr âf' 1",nt:i Ft-, d hb rcu 1otiel•nr ao JtOTtrno " t·u ~o do .pr('(n h:,_"l n ao mi 10. tm "UII: p<'«('l!II• rlirigi11dn ttm 1i-lr-gra.m 1 m1 up i1n do a 1UD1pto "º 1 1 rr1Mtr.f(' .T 'º <·' n. > D Vae repretentar o Brasil na Conferencia Internacio– T nl do Trabalho OE. · r.nn \, !O - O dr~ado oo r:•• Os engenheirandoa pa.1Jlistas vio visitar 1 o *ordeste i ---- 1110, 10 - O ~iol<t rio dn Tiac:io es dfo proYid nd.!l!IJ rara qt1"' o ,. d~•te■ da la Pol.t<",i a d"" 8 _ Pau- 1(11 ,.,. ....m ,. altar o 1· ·a d4' Ob ~ ..rr1lt" 11.tc- , a se lnan~'l'at brer n nt •julr onin, c-omo ft'■ltum unia t-rt p,.. 1 r- :an l!a adn di, :\t.atto CTro !lf"I • ,.,~' r– r?-1" ·i>roe!~ do Ilralll ( \ IJ

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