O Estado do Pará 05 de maio de 1935
1,l I' r' e, r O ES'lADO DO PARA' Domlu o, fi de M.110 do 1!135 COL,UMNA POR.T ITG- O EZA Colleg,o Progresso Pa– raense 1 c 11. :~1,----_ ===::::::::; ~;~; r:d •n ont ú ra:' Plantao ~e Vharmacias: :\li l Ih pra.. --0 jonmli tn Ar 1.1nclo ,\. 1t1iinr, •·m indo Mpec• l do ·· Uia- und..n.. r 1,) d,-. • icin ·· no ,~irt"Jito fin usatklO r..i-.·n. p rtirii tmra , nra•il a bordo do ·•r ,vt,á '', .c\qll I jor– nal d id II ofi r" r um., ta,.l ro,no nr~11 ·n :1"1 conc-'>rr"'nte qup <·ffcctuar vo· a mai. rapitla do cirr.ji( o. --,\ ,lriano ro ~, ,•ahiu mar roc-n fl'm T'inhei n It ..tixo 111orr n 1 ' Jt do afol('ado ... o grupo: reth 'edto l ;.ui \ t r. 111' , c:1 da tf t 1 1 •••·11· ; :--. o d P u. , a~ l:L fi ymo ide M 1r.., • 1~ermo11t da 1' 11 l''lra.-P.:::M", Lº r,l,la :!8 ,1 Sc-h·mbro; I :,ro. rua l•> 111 :\falo; San llr::u, 1 r I rnt1n.n.o J',·1 to. Sociaes 1--------------............... ,1 - • G R A VETO!S it! M~N80UR í'I. XBR.FrtN - - - - - - - - - - - - - - - - '11 ~. Un. eh " • em:Olltr1:"1...tno com o n,_,·u J0v"n migo Dtony1,10 •~ Bent de CJrvalho Eu NJ)era, o b ande Elle checou Cbe~•ram. , 1 ~ mtem,. da..u aa.rot.a,. aguard.&lldo o e.!ectrtco. na i;ar.ada Começaram ~ enf cdrar o J;Ji.ra o l&do delle Uma dell.u. a ma ardeu•e o viva. como diz o J>oeta, m.Jrando a ba.:~ na.da face e oa lab1os pü~l 01 do 1ou &e no "li Lui.ho de ua bol11&. murmurou. dt f&!'Ç'&dainentc-, para eJJe ouv1r: 1 nl.o conbece a 1ente, .. c.11.ai.io e" lnrr.to! D1ony o ficou amuado Vuou a1IMU maia a, coat:u para ~ ffll':. n1n& t,LUe !.d.ava.. coovidoU-lllo a aeCU!,r a ~. rua a fõra. dt-t.iando •· ctueU-, corai,.-lo ftm.J.!'lrno 1.ancoo 1 do pela. d~illud.o e pelo d peuo A garota era um boccado muno a ppetec1veJ, de 11,one que extra• nliei aqueUa .. b t!ra" dor r Se a o menos ella foue d en:nLl– da • E diae.J.he, 1,;ondo a uunha dextra o ro o ,seu hombro: -Tu" 6e um arua Entào .:\ ur.o .. pedaço" d&Quellea tu com dcsdem? trat.a!I --Ola.ro. Jwita!ll~nu,, por caw;; de .. ped&çoa" 6 que ttnbo tL perimtntado bona pedaços --Cont.1.•me as coll s por inteiro ►• • -Ertou noivo E e t.a 6, nalm ente, a primeira TU que cu tou noiYo de verll.1de Deve11 lembrar-te que, m.Jpe,ccado, Jl me no.ti. dwna feat3, no dever de pubU car nos Joni.au que eu era M>l• ttiro E alh ram 1 1ue eu esiava caaa do Que eu unha at6 Wll beb1- ro11e-o, ruonbo e gorduch.ito .•• Tudo wo porque riue-m conta um cona to augmenta um pauto. Eu ,goatava. d uma pequena chamada Beb6 Da.hi a conIUJl.lo, o fuchico~ daa ou tras, e daht diz.crem que eu me cuAra. E ta certo. Cwn o qua. tiveste um.a. 1Seb6? - S.tm . rua.a com o neces.,.nrto C!IC larecimento: tive uma. Be- li --1'-- rtDIL/rt ili . XE.RF?tN participam aos ,u., 1,arcut & r a, lJ' r, 110 cimen– to '.!, .,,., filho lJUfllA,\, orC'or-ricio ant,- h<mlem, na .ilotrrnidad, dn Santo Ca n, t; ,,.rtn 11: 1"• í',•rta4Jo :, 1.tnlda Ond090, coa .YMldOII tomo Pereira n,.,_ .11,... para,,,mpbol ... Joio eouu., ratlfl,-.. lliui.o oaall6. M; opor parte ~ l(1111lel Culo, SMnpalo o .... p. pu. nla,.._,1_. lra, r lo.telt– "lf'Crlpllo • a• lula F'nrtlr& l bá, um namoro, chamego, passa temp o ou li como quiz.erem cba~ mar lt"4HZ01.•- ll •'dfl DIVBll&Aa rnbrçlo n pto– J)almaftn1 1)11ta. u<lio d.a netieta. •toll,l-0 rrldo E. cu a e:'!Cn Gr o Dionysto, lã Per cerremo" 1\ pt\ varias ruas e, Por onde o rapaz p;l!i..'l&Va, - r-arccla a Pro posito ou encommenda - sur– giam bonccu mimosa~ a per.;eguirem- n ·o M.1-1 o Diony~o. atli, •·no firme ", nem olhava ra.ra . tru AJ)e– ll!IA, cow e.,tupenda. fé no poder divi no, levantava os olhos pora. o céo e dizia com a. voz ungida de dolen eia: " Deus meu! aJudae_me aro– ai!,tir. NA.o me deixeis cahir cm tenta çlo meiJa 11 1unl:1l do ·'"'"' ~ •la'O f\l'I """'ª ,o.-,.rni ..1 "NOVIDADES" .xpo•içãn ln- --C-ommemorancln o :mni. l ação Ql:l• •P VPT·.,rio rln rlr,C"'Jhcr·~ d Drn- Referta do collaboraçào selecclonnda " quinze cli> ·1 _ '> r !.>aix3dor Gu:1rra Du\·al e <>f racto!I occorrtdos IUl sem.'Ul& ru. f)ft,•n _< NI lllll ba.nqU('h•. :w qu.;i 1 1 d.l focando em reportagem exhuben.. n Dionysinho nlo cabiu em tonta çã.o, ma.,, de tanto olhar 11ara. o alto, cahJn nnm.i. valia. ã rua. Jero nymo Pimentel, provocando rL sota.ci de tres nonnalfsta!I que caminb1. vam de conserva a nós tl:>i!:, e tentn.ndo o meu amtg 0 com sorri.qos fa coiros e felizes . Despedfmo-nos como bom, camara. das, que sempre fomos . Sahl com a impress.5.o ind tructivel de qu e o UionYsinho estâ. atado, pa_ ra o rosto da vida, 11 uma diVina "c n1Z" REPORTAGEM 3 ~, ,u~tlTDo POL I e I A , BROCIIE PERDIDO , um broehe 1 ru, hohtt"bl, ~W o d 0 OoYer lcbram o an. r..q ~ tiram o K •n<·ral < ur,,1ona ~rta do Bra mini ·tro do F:xtrangeirr,s•. ·un– ,.l,oa.. nsa- eh A, of.io !ir • e111baixa,} r da ario u-:n r.11- In11,· ff'rra, mini tro rh R h!ica. . o ot ;l collabo- nr-• ir!Pnte da m11nici alidacl• e te, circulará bojo nu.iB ,un numero da conhecida rovi"lta "Novidades", dirf:.:1• da pelo ir. JWdebrando Rodrigues. Vale ser compulsa.do e'l-;c J111mero errn Du,·al e Tci• .Ac~ 11 ia d Sci1-ncia. , yo\·C'I n:i do bem ela.borndo "magnzine", .-, cuja . e,obaix~Hior e :r. rlol' ?ni'itnr de Li-.bon. ~r. Tci leitura. quinzenal Já. se hnMtuou :\ ro• rre•,, • da ♦'mh,iixn,la elo Brasil. X!'ir:! ~.ar~ f' R11Pno Prado se. ~ula\llo ledora belemense P,r l 'orr"a tl O'h·c,ira. nrldi.. cr •t 1· n 1 a 11,haixacla do Rrtt- dc e mereial do Br il, :sr za•t I il ( B ) .... , .. - Obra das Damas de Caridade r>E VICENTE DE P-'ULO UIIITITl1IÇAO BENETICB.'T'J AJ!OIDDIOCl:SA"lA DO PABA n ·DE BOOIAL•-'Bn•i'lc., de N . 8 de N&.zuetli Drli.i:CÇAO·- Dr. Mora°", !!7 •n:r.ilP!iONl:, fllG ~- ------- ---------------------- Collecta dos objectos superfluos os.ro .,-ros BIJPB1!.l"LUOS, em butn .. ,~ao do cocuurrnçlo oa nt.o, Mtoa on l'lll•bndoa riae,, reaen&doa l> 1.ra a Olln de São Vicente de Pau, lo•, C'nn&tl:t:,ein o pio, o tecto. • &lpb1betl.nçlo e a irAtnK:4-ão re):fg"lo– ~. moriü. d•-iea • Pf'O-fiaion&l do■ UoYOs irm.Aoli'.lboA deaf&vorecJdos d_s an. e• Ar ,ofac-"'..oe d• ..,ial. m.a4eJn. ce lnlotde, borracha, .,•. IJY?OII, n~. rovtotaa, Jor 1>c,, P•~el, - torno,. YUtldoa, 1&patoa, cb•i,401, etc. .. .h'Vai&. m.ach1narta. loco moveta, no. VldrOII, larrafu, ln,c oa. copoo, - lkl&Jlaoa, mOl'traarJo.,,, et4r. &oopa do 1110 puao&I, 11&4etru, motaoa, - i·R·A··oi'··oi 1 1 1 1 1 1 1 1 1 t 1 1 1 1 1 1' 1 t t 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 • .• : 1- \l HAJ>I<> \l ~\HA\ . 11,ll()~<J 1111111 Ph.1- · 1l.- r.,. rhronk ,.., "'– rrt,rwaort ■11111 a qu,. dtmo o liruk, dr -o ho~,n t'OII lllt1.Hl•J ,,,mo Um n.:. d/o l'Nf'plM 1 INSTITUTO D . MACEDO COSTA AVISO AOS ALUMNOS lJ,, ordem do cx1110. sr . n,ajor intetTentor, fica transferida, para <lia que será cpportuna In<ente annunciaclo. a reaberlur:i d. s aulas e consequente entrada do,• educando~ de:;te I 11stituto, e111 virtude da 1·emoclelac;fto que I º" va~ pr_ocecler na sua actual Orfl'8tllZ.lÇ>IO. Sec·,eiari:i cio In~lilul u "D. i\.Incedo Co. ta", S de janeiro dP l!J3:;. - DR. FLAVIO BEZER– RA, ~ecrelario. 1 2.' p.,g. ~té 2.• ord. 1 Retretas militares A kin,h ,111 mu..-i1•·1 <lo 2..J.<t BIC (::iri'l j r,-1 rí'l;i hnjf\, dominl{o, {L praç:t .Hrnsil, d •• 1!1 Ú.'1 :!l hnrn<11, ("l")lll o f+l"glli ntr pro~ j.!'r,ouma: l ' J• \ HTT-;.-( fh'4 :!O !-'!'t ~0/JO h•.) \ Ir,~:, -."\fard1 • ::!- .\Jh,,Ji;i • \·:11- 11:i. 3- -T'íra ,.,. mini~ lcltrn -P,1x. 4 - 'rrm, t"m p'r11. gnnl1:1.r v"i.nlcm )forrhi nha, ll' T !, !?.' f'.H1T~;- (1 ~~ l.10 li.,!?~ h!i,) Tnn')r,,_:a7:on ,1,1 J:1111.r~ny-Fin.11 ,ln ·t.., Adn. ,.. .Jr 1}~; 1it k ("'.n'rotr. 1 \ •111 a r til nrM':in,)11 Hnmhtt •1 -Hr·"" na1,.,.n~l\-nohr.1rlo. ... O dr Edi.'iOn Bonaparte. ad.vo~ a do o flUtCCJonarto federal, eate– vo a. tralJ:t.lhadissimo lJ&ríl. poci.Jr explicar, rasoavelmente, a uma sua "pec,uena" a J.nd.LqcrJção de uma JJUUlCha. de rouge, divisada por ella, na lapollo. de ~ou jaquetão Eoube cu ciuo a causadora. daquelle " delictc," foi uma " g:lrl " saJ_ tit.mte que dansou com clle numa toa ta, ba poucos dJ:is, A. avenida de S . M.atheus. Não conheço outros pormenores . Toda.via o destemido Bona.parte, notavel nos combates do amor, resolveu acabar com os dOl.b nêrtes, i:,rc1crtndo fazer a córtc a umn. rcspei tavel velhota. que tamb~m de– seja casar, seja. como for, conferindo ao dr Edison a. administra.çlo de seus avn.ntaja.dos bens, desde <1ue é para bem dos dota . Para bens, digo cu. A out.onnl beldade, ao que dJZem, JJ09llle palacetes, bungalows, etc... E a. praça forte vae ronder-se a Bonap:irtel ... A profissao do Jorn.alist.:l, tem seus maus Loccados. Pertenço a es.i;a. nobre o malsinada. classe. E' esse um dos legítimos orgullios de minha vida . E, por isso. afronto os m.All!I boccados da. profi.Mlo, muito embora. preferisse comer os ''bons Uoccados" que aa 1indaa mãos do sinhA.s-moças fazem. . . Por ser JomAJJ.st.a. experimentei do– ming0 uns instantes de eX}) lica.ve is apprebensõcs, embora, nAo ~nd0 valente, eu não seja <los ma.is medrosos. Precisava. assátir a e– leição do novo governador. Dizia-se a bocca pequena, que seria. ar• riscado penetrnr nv edilicio da. Assem biéa Constituinte Mw1. L.me de licença especial, e lá mé <tiSPUZ n tu do . Ali medidas de ~recauçlo &– ran1, de tacto rigorosas o neccssa.rias .Soldado a ufa. . Mostrei, no Primeiro sector commandndo pe!o galhardo tenente T!rOta, a minha C:a.rteira do identidade. Eu era. de p a.z... Assim. rom.pi, aos poucos, o cam inho e cheguei A. Assembl6a . Assisti á. eleição do eminente dr. J"o sé Malchcr, bobt bom café, que mo offereceu o dr. MarJo Da.ntas Cavalcante, director da Cam .a.ra . dos Deputados, o sa.hi do Pala.cio Azul são e salvo, sem ser conido 1,elas balas, do que havia, promessas ... E a respeito de balas. tar_ tei•mo dellas logo após no Café Brasil, ao lado de Tótó P inho e dr. Ccsar Plnhciro . :Balas de confeiteiro, deliciosas... No dia seguinte, falando ao mc.u n.migo Waldomar Linhares, este invejou minha sorte. AChotwnc um homem corajoso, com enfibratu– ra. do hcróo. OontOU-me como se Viu castiga do em ser curioso . Sabendo que era prohibldo o ingresso no ediftclo d a Oamara, salvo 4a pe...,.., »réviamento convidadas., foi, mnn11i\. cedo de domingo, para UD1 ,tr– mazem quo demora. no largo de Pala cio . Era a nnica pessoa alli dentro . As """"" todlll! naqu,lla1 lmmcd1nç6eil OBt&vam lmPedidas de abrir até as Janellaa. J.J.nha rcs tirou o palctot e, deL tado no assoalho, começou a 11sprcitnr o que occorria 1' lóra. Por uma fr6sta. muito tonuo quo clle con scpiu im.ProVisa.r entre aa fo– Jho.s duma venta.na , é que os ao,ia olh os aoffregos varejavam um pe. queno ambito da praça., lobrtgo..ntlo a penas, do l0D&'e ao longe, a. paa.. &'t.gcm rapida do um ou outro eold:tdo de tuz:U em punho . Iuo punha.-. o em sobresaltos fazendo ' 1 frio bor ror lhe cõu pelos membr08 . . " Não almoça.ra, pois, ao quorcr sah.ir, Ji a ordem de não pa.sea.r n1n.. guo~-era dada. Verdadeira supplicio. Verdadeiro inferno. Pul.gaa es.. faimadas tamnrrun-lbe do uaalto o corpo . Accommottcu- 0 um tarrL tko pavor. Como que sentia o rumor irTcaJ. de almas ~1mda1, ccrcan.. do-o lovlssimamcnto . Do vez cm quando, galopadaa, é ptCBs do ratazanas no tccto. ao~ gtúnchos Parecia aQ.uillo uma casa mal assombrada.! ErlUD ra.tos e_ normes, quo ta.zi1UJ1 o "!ootill4r" nos altos, depois de Te&alados de feljAo, milho, arroz o o maJ.a quo ab arrotava o nrmaEem Sõ.mentc As 7 boraa da noite, Q.U ando tudo estava. soccgado, é que o Linharea p,jdo sallir o respirar. Foi o ultimo, querendo ser um d os prlmoirOfl, a. saber do reKUlta.. do d;;~:~:lç!;\una. alma tlo afflicta. mente arrependJda. como a delle, quo perdeu O tempo e o latim, foi " Rpma o nlo viu o Papa... MlRACY ANNIVERBARlOB DOS SENHORES: Xo inH•nor ,], 1, r ,k • I.> , r,v.- nida !-:n1, d: Jl,1 < , .., r...;11•c.. •· , h1J1,l!"ln ,·rLB ,lt or lr111 ,1,• t1Ur torao1 1,romlJt ,rt•, .r,~i ,\,Uutu .J ~il'l"t>:n., }Jftr:lt'n!U', p!l,rolo, ,1-(-t :?O nrr: df' ~dai..i . J ,-,.tuda.:itP. -r- J.,1tti- k n11 H af'.hu. lo, !j!j 1 •• 1 a\.nton10 l(il.... :i.ro d ...iha. l t n,,t•, J'-"r fo, 90Jteiru, d,.. l""' 21:nno xillltr d,· c·umnM'"r•·i•1, rl' i,it>We- Central •-... daco lhrc&I, P11ri11u 11 111. Ad3uto, J•urquae Uil,Mru ~h· mor. r.:i :io pãrtidQ qu vi, h· 1, J•0r 6Utu1..:.ão d:1" 111 :,,nifc ta,·~ ,)e hun•, m, a.,..-.grf'tlia a et!t·, :i 80<"~<-~, rn~lrt'n.. h 1,'1 .-te :un boP. ,-m lt1t:ta 1·orpor:1I. R~ ultou ,1:a !lJ'"t!J. Wdr n :rrim('iTf1 C'0m J•equr,o (erinwntu no ,tt"(tu da mtio éequ••r1la 1,r.,du7id 0 p11t f'it~ 11, M 5, de qut> ,. tn,·a :..rm:i,l 1 iHO11·iro, ,. ~ t.-, rom .prh\1110 } 1o rn lo ~ .-abc~u ,. flf<IUt"llo fffl"irnro:.+o 1111 1h•1l,, fD.f"fli" ~ mito JirPita., proJu7i.d11 J>+·1a :1.-a. QUEB.IA OBRIOAB O OUTRO DA:& VlVAS AO MAJOR ........... rá "· IT, Ih, re11d-. l• 1, • TIi A •.,affN& le CI0(11Dlle qHI, O.sv. d• 81/11elra . .......... K:riahnamurt1., chamado o •· Illumin&do". na. na esb&ut.lY& .. ~ nh ê polo mundo, tambem drct diu falar ao BruU. O phllooopho falou ao pov< carioca, qu•, 841)& dllo ela p--, • um povo profundamente pbiloJO pMco, embora nlo affelto a i4eololfal escholutlcu ou a 1ectarúnno!i p n.- JStabelecldot. O carioca JI l1&IOe ihUosopbo o é alegre e de6opreo ccu~ado por prona■.lo. N ão conheço o n. ltriahnamu rtl, embora aeja um aeu antilo a4mltl,.. dor c.sflrltual, por lMQ que n~o 1<! que e, pklo do Ulumlnaçlo 6 & que tanto o destaca. dcee m&e commum d<>'I dcmala mortaes• .Mu o taet.o .• 6 quo o penl'&dor oriental dru mosb R!I tnctsivaft de um UIUmi· nado, pa te.ntcando conhec('r derolA do tomar a palavra. povo que o ouVia, cinco mJ11 ·•o 1 Q cana.1 " Ynna> ,. ti franqueado ac1 turi:1ta.a todOff os dia1; ao publico aos domingos e feri:\clos, po– fhm:!o ser J)4'rcorrido rlr atttomovel cm toda. a. sn:i cxtcnaã.o. O i,r. R.1vmun,lo ) font iro Lop, ltbrn nf)M.a 0 dnl:l o t1uni..-<'rsario Dt1'11V l"JrJ ,)" 1u:1 !dh!I, ee:nharit.a Dally _.... ;r, al11m11a do Collf'l(in Ra11t.:1 0:1tharina }'rnn, i,ro Xa, >r Jf• Olivt"ira. -Wnld,.mor Jo Oliveira. - R~) mundo ~Iíra-nda Torr, t DAS MENINAS: Lydin, fill1a. do ftr. DurvAl Oom~. -Z,) ~. !1l1r.i ,lo r, Lour Iro Ro. AD:lru, l'J:11!UH1o e.lle dill•f" ,. • aqu1 nlo vejo rM11. Mlvar n• ruem. o que n&o cri poua o ho mem ter um rrn11awent.o pr"ptio alll&4o 11,, ,1,r1r111,,n~ "i.. 11r11 JHHl1•r .111111w11,,. l llol" D•I L• uma rrn rrtntr rlit ou•n. -l uma anwllfh iilor O , 1111 • 11 ,. &r 11111 ,, rH landa ,t,. 1 1,.L P"" 1 m,, ~•I •ni.1, •~ 1 ('•lr,.TI A .tu tom 111, ·'"'""'" 11111trol 111!1 P"Ula Ir alurnlnl,, f•)I p•~ la no Pf'•to., JM'l.'I i l":',,.. 0 :api1.tr, .lht1 I 11 ,. lnru.Hl.i (O rnrnmrlr , n,, lrM 11 lltHlf .,.. pifk HP ' llr um fU-t«l ,1,. lftni, o \(,.lr,iu,n,- 1;i, n ,miro IJIJNHflho 11 hn, f'ffll)IUnlo urna lr.ifl. 1l•ll" 1111" 11n rahrl 110,_ 11111.,lml'ulr m fflf'ltlm, :1 nu,ra 1 " 110 lrm, 11-1m ,to11 a(W'rft'ltfit1nf11tn 1lc, "'' l, u,n IIUI•• ,...par;I) 11 "" 1lr,"1.1l1r1 llf"'Jh,.1lrr11d1m 1oin1 li til t mpo, a ,,_,.,pt.,, !!"ntlu 11111• w11 ' •• •Ir ,1w, on•la ,.. r111r1,:rm ,1,. "-'rn, r,1 :;..11:m:: 0~ :ª r·.:. '~.. 1\:\~:' ,,: 1 1111,l,1 ,Ir e rg 1 ,. ru\111 1 ll'IIIIU 11m Jlf"'41 "ftnffnr, ~ li 1 ,llmhUI O -.fl,IIOJ", 0 , 111 .,. ln 1 1 ,r una •li po llun mUlfo '""(' ...I! Jlf")ttrkJr ftf) rurbro um u lo 1 11 1 li ilt, pnn"br11 rint r:.i'11n~ftN hr1u. 1 1111 ("",., nnfluJ a•l I t:omn :. on•I ,1,1 rn.:1r I f:J, rtrt.au ,m o r rn 1,m ,t hr 11.1,lor ,. r rontnu, •nt.:.,,11 in• 1,1 •nr,-nn,1r t 1hr -. 1 ~•: h::i:.~o ,;;;,n~:h;•~. 11 1:,:;'•;- 11:" 1 \ n,..,.,n,J11 U 111:1. u1el, lb \ ,.nff'tmtlr i 1 "' 11 fr n m..-'4?ra atflrmnu 1111" t11 1 li1 tr;a,, r.. ':'" 1 d•:;_" 1h1 "'P.- 11• "'l"" rn , ti~ pr ..n,no 'º 1 ,' ;~ 1 d• dr ,. ' h1111-I 1flrhUI• dr P,OIIJ' ,., ,,. IIU I allfe ' pt rn ,li 1101 Tlfll o- 0 1 d:-.th11 1t rttdlo 1 11rl ... ,f•lr1 ,1·~ 1 il,io r., "I' :, ,, '1.1,m.1,il ,, u •• ..,, b .PDu1'i t "ª ,tu ,,n.lfr 1 ln «1<) A•lt/OP't.l n,,,~ de a. ra.ull\~ AJ.U..,. ~l:'7..J1,L 1WJ ho.nqu.te offerr.. f'ltto an mtnlttr, 11.1 Arrtcultora (lo li, ftr t),t11 .. o 1"'(11. p,'.la &odt'4anf'T rultt.ll! 1. Jl;aulll• 1 C'.MfM"rli..lH , ,u1nM1tot 4e 8. hulo U~r.uua. hilateli– L Rcland Hil! lfeonlrA 11 , old• !l<Yla 1 4 "'" a ''Philalt1;. :1 Tn( t r11m ne M1ftf .it'" m"nto or1a0Lt. J.,., Co11stituido em sociedade Rancho "Não posso mr. amofiná" *- Pa !1.3. hnfo o n.nniç-rrsnrio :n~t 11· rh nlwra .\ lia P;11.114'llo, ◄ !IJ ,1,, ,.,• ,J.n}'Tn~ 1'a1.uclln, lK'm•111i to C':1 1 m111rr,·1• #.i••c do .r.c, J rn~:1. ~ Hecorrf', hojt", 0 n =ii""' 1rlo n."J!:al 1<1 o ar. íarnj11ru c·r11., tu1ic4 vn,11-.. ,h 1 ► f,.,tur ~ '1" n. ltm , , . MAt!I ili:ouri-.~n:!I: NHOllAR: alho I' n !lo r gn dn a • J:, I' an itr, Hl\ mwlfJ ,lo~ prorrompeu rm applatu1011. Kt1•- l,namurtJ r.-hn J.irn:l J r;1ltnA8. Pelo rontr&rio, dcvolvru. DOS Ml!NINOS: • L r 01 íi O , 10 r Ant-Oflio Gonts.·• n11 elegantemente ao1 l'CUA dn f ,,, .. mu ouvtntr.,., dli:e.'ldo: "N2o ma tlíl•, !111" 1111 r . • ,l:inO<"l J', · 1 •n~ta1:dam rorqnft do conturlo li Lnlo Gintl, tomarct e oi •lPbu 08 c:>mo ac NOIV ,nos cfntfl. Eu não creio qnt. º" ,enbo– rM conc-ord.-m tmmediatAmcnto l'olu ■r .1 • 1-'r , B1 llo, com a.• hUu fJ\ID aqui estou J re- "l..n c"'.Oll'trJO 1!:1 l'.1pil:U11:.a. ,lo l'ort gnndo". foi p ,l1d:1, J1ontnn, ~*' •·..sanwnlo 1 1 Com i o, o uhfo orlen :1J mo 1- .il nr t'l li , 1 :\lt>IK\, f )t l do r. l"rnn· tr(.Ju c-111he('tr, num segundo, 11 \f llo t,,11 t.or {1.Jt. r,.ycholo1la de um rnbtJco <111e ' vb J ela rrlmPira vu I!,._.;::,.__...,..,;...,..____ O tuf e- firun 1111u D•l, por:i Lr """'· J Di.ue d Vo.lJI que a.a d11•1t~'n poliU II ou oconomlca,a c1o 1ovcr-- OASAMENTOS 1 110 <livJdtm 01 homt!115 l"W doi1 cru mn que al)flaude e outro Que tombate 1: ,,u , 1 ra lJtUI r. 6 nll'C Jo um aercitlo de meditaçlo 1:rA> 1'1.ltJ. IH,\ ..,,111Jvalcnte A mc·m !I drltrmu1 ntes cum 11ue ao ocpniu uma auerra, \ UEp,.·lc•o "·· - Seria nm" habU C"::lr:tpu ·;;:1 11110 o 1,ensador enterravn na. cabeça dOI Jaett m:1t.r•1n1, uni r lu ,· <·, h t. J, • 1 oUtlco ? tnr1!1' n •. e Ji.f il, º oln • t, n i lu Progav,l drp.:>L'I o banhurnto das crtnÇM e du nacioualidadea, em moço c,,l1r11I Jl,•rma Pi w, 11 ~, .. , d dot :-. , rm11 ct, 11 rmr e 1- iU,n, ,1, ~ 1•ra rc,lcr d.u ,,11:1r.a gim o <"tlpirito gunreiro do vavos. A. .__da • ,, t tl 1111ro ,Jp d r to, ,. ,m a J: 1 1 a rt hnmanoa cria o Ide- 1 vara a fl?Uctdade untveuat. .rJ...-.órala 1 011 fo ,I.J Oo f-1 i•Nt ir 1, rr~ A tm falou Kn hnnmuni. M.wit, rmbon. o 1•scntcn1os, aercmos 11611 C'D.PRZOR do ouVC-:t'1 Nesta ,lona 1:nvmun,I 1 ,! 1 (',,:, 1. 1 1 ,.,..rí'tr:i t!i;oc.-:\ do !lrrcmho uaclonatb,mo e arri1.imout~ o reU.gto iuteuaa_ ha• 0 noh·n r, fdh,, ,1 11 r (; ,hrtf'1 1( r. vuá me1011 do se promovM cuo mov-imtnto de pua-a utopla? , 4, di~fto <l:1 f rnu1 nriura ,,-1:1 1 . r 11!1. 1 E' bom quo KriI1.lmnmurh fie demoro un.'I doi!I mel! !i no BraaU.11 &I"' , .1, ,lr1n!l T~no· fir:1nlrm. et~h. a umn hat:-,lha de, rutt,bol entro µaulitt:t.a.!li o l'1u·ioc&s. Dcpoia dJ.UO, s n lnrn ,lr p 1r.111_nnr,t11..,. fio n.. 1,·, 11 n. 1 cnsc dl~ ai t,, po •ivel ht:ir tm libcrta('Ao 1lo 11en!I au nto o outra• cl.U- ,, .. RI!Nl!ORITAS: 11, ul, 'Lt' tloT "li i l'I il,• 1 ir 'j illullio.11 d te e 11 t upeudo Jcculo X.X • ■ • potm, ,Ir Jhh,; :umr ,I"" \tmir I r 1113Jot <'IO!l,i~ -, \ an,la t,• rh, filh·l ~fo Al1l1r1N, lf'' 111·1 (' 1a11, .. f' 1 Jlo"lfl:I, A' .1:ioi. ,, pH""Ll1.JlllJ-l1,r~J11 ua Jtrs. J.r•- J. ♦♦♦♦♦ 1.
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