Alma e Coração 1917 - Anno VII (Jan-Dez) - Fasc. 10° Outubro

Alma e Coraçâo-10 corpo, de outro, o duro coração de ..:ua irmã, que , não tendo filhos, re– ·usa acceder ás derradeiras vontad E:s elo morto e não encontra para com o infeliz Manoel um pouco de pie– dade. de outro lado ainda, a entrega ?lo menino a uma mãe reconhecida ,. notoriamente' incapaz de provt• r aos meios de subsistenci,1 da cri . nr,.1. Que duros corações se t·ncontram riinda sobre a terra! Que <lnros co– raçõe de mulher! As appal'ições no mar Os marinheiros creem muitos no 5 ~':lpectros e realmente snrprehend<' o ·1urilero de phantasma. que appnr~ cem no mar. As sociedades dr investi .gaçôes psychicas nunca puderam t' X· plicar esse facto . Uma das hi::;torias mais PXtraor– dinarias que Si" recordám, a contou a tripuiação de um barco df' véla ao tPrminar a viagem do Rio di· Jan _iro a NPw-York em 1913. No começo <b viagem murr,·u um tripulante chamado P, d ro ;\l · Cann. tJma no1k outro individuu da t 1ipu– lação st' deitot~ a clormir ::;obn~ ,1 co– br•rta, r- ao dc$pCrtar, depoi · dP urna ··hora, e~tranhott por ver d!'!:,l'nrolada 1 ma conla, qut- linha c·erteza <it> tel a.– df ixado enrolada. Examin<JU bem a cod.1 e , urnlou-a ,,utra v, z t- voltou a dormir. Tende, 1 ,ovamentc despC'rt~do um; h1)ra d, ·– pois encontrou nova:-wnt, · :l \'<) rti:, des nrolada , e á sua frente stava 0 fantasma de P ed ro Me d mn, ~entad tranquillamente na borda do barcl?, fumando o seu cachimbo. · 1 - Que bo:.i oite faz !- exclamoí.i t \ app ;.irecido ,' solt:1.ndo boforada de ju !lHi O marinheiro vivo qu iz in ll ilm n :irtic 1 lar uma resposta. · - N5o te a:,sust• ·'>, Joao, d isse fan "½ma. E' que nas noites s• >l ita ri:· como c·sta, l'U gos o ·rk ter co-npanhi , 1 - Bom , bu n, lJ:-;5 J • utrn , r.. rigcn<l• ns dt·ntP.s e pensando como esr .-11 ari:• r~u1udla aven tura. \ , N;tqur>ll ~ 10mentri 1· apres ntaram outros ma r in r-i ros e um cl'dl~s ·i 11 o app:.i recid0 1 " r omeçou a pedir snc cvrrQ. Então a so11bra. •iXl'lU-"-t ' cahi l' ao ~n:1:- UJmH l'«'ceita em sonho A no~sa conircira d . Arialgisa Na;:; cimento 1 moradora a avenida (on· ~elhPiro Furtado, 26, r<.:ct:beu ha <li a_ ... c~m '5onho uma receita para con tl· paç:\o acomp:mh~da de tossi'" ,. r 0 11 qu id: ÍJ, Consistia o medicamcuto n< chá <lc al<'crim qti e seria tomado ein havena, e fricçii es, á noite, por s, · br(" o lleito, do oleo <l~ C"hamornill:t. Usada esta receita por um, pess?:'. que se achava doente, a rur. 1 10 prompta e Í!nm€·diata, encontrandt: se a ·mesma inteiramefite rt' 51 ~– belecida. , Convem salientar q1:1e esta não :: a primeira vez que aquella st•nhOf•. L •• •• ) , 1. "}.,.,. tlt L• t; mcc 1canwn:ws por :Ih " s1,11h I

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