Alma e Coração 1913-ANNO IV-Jan-Dez-Fasc. 11 Novembro

Alma e Co ra çlio- r r e, 1 •••• , ,,. 1 11u u w1n1 1111 t 1 11,11111111·,1"111'1S:'f ~ O t este11unl10 dos _faetos ~ *** seesiio :aotaT@l j u ma ca rta . ,_, .., • ·· • • 111111•··•·111·•· •· •·111•.. •"1 Fazendo -se lu z, vi u-se que 111111 .. . Em 4 d e jane iro do co r re nte a nno, Margues tinh a em cima d:1s mão s o reunimo-no a té d ez pe ssoas , em ses - r e i de copas, e a mi ni1a senhora o az . ão cekbrada com a med ium mme . de ou ros. \ 'allée. Minha esposa 9 ue quiz . ªl're - A ttes tam este fa cto M. M. Dub rahy . entar os s eus cum p rimen tos ª me - e Haton ; mmes. T res é , de Ma rgu s, · · d e t1trach el e ·tn nu \ d1um por 1~1~t1vo a ' ' 1 Darg t e: ~a ll ée ; mll_e s. J ea nne: e S u- e ra uma clc:11.1 • _ zanne Va ll ee, e o- C 0111111l1'. D ar g l'i . Dispostos para começar a sessao , , . - -·•- · 1 , tn 110 u assento e ntre as (Do Nol'Os !-lo, 1s011 /f:,) 111111 , a esposa 1 , med iuns mme . e mel le . Vall ée, e se – '()' urou e nt re as suas as mãos d es tas. MedJ:ammi:uno b . 1 } ............ _.,u,it 1, 1 ,.-i1to1• ••• Produziram-se .os hab it uaes e cs oca- Em Pari s , rnme. Frond0 ni Laco mbc men ta s d e ubj ectos sem contacto. Um acaba de ass istir a uma st> ssão co·m bandolim fez v ibrar as suas co rd ª s o ce lebre med ium itali ana Ca rancini . p o r cima das nossas cabeças; um D urante a s essão fi ze ram- se ouv ir t a mbo r foi rufado no 21" pela sua ba~ va ri 0s ruí dos. co ntactos de mão. in– q ueta; to rrõe:-; d e assu car cairam aqw ~ alli , e vari a s fulgores a pparece ram e extinguiram-se em diífe rentes pon- \·is íve is, geladas ou qu ~ntcs, la bi os fluidicos bt: ij a ndo, ob jec tos des loca- tos da habitação . O p he no meno novo q ue que ro no- tar é o seguinte : m espírito tomou um j ogo d ca r– tas que estava sobre a chammé e pro– d uziu por cima da meza o ruido c~– r acteristico de qua ndo se ba ralha nai– pes . Eu per g untei-lhe : • - P od e rí e is dei,xa r na s mãos cl'um de nós a ca rta qu eu vos indi casst: ? _ «Sim», responde ram. - Nesse caso - proseguí e u - de!– . _ · de copas nas mãos de nll· Xi.l i O J é: 1 . . ba 01111 e . Margues, e nas nh a v1sm < _ , _ ,:i •n ba senh(J ra o az de ou1os. mãos ue m1 b· instante am <lS as se- No mesmo < , - . _ 1 ter nas s uas rnaos nboras d1sse1an dos dos s eus Joga r s sem co ntacto humano e atravessando a sala dum ]ado ao outro, uma gui tar ra pass ean– do por cima das cabeças dos seu. a s istentes ao mesmo tempo qu e a suas co rdas e r;-1 1_11 v ibrada , um cha– pé u tirado da cabeç.a d 'um dos as– s istentes , etc. A s ssão foi feita sob o ma is ri go – roso contrôle . O mecl ium es taYa for– temente li gado a u rna cadeira, que por sua vez estava p re a ao ch::io. -A s po rtas fechad;:is e todos os ass1s– ten t s se da\·am as mi"tos , fo rmanrl o cadci;i . E, emquanto fór a, por cá . . . tud o isto se dá lá por yeg ta -s e !. . . Da E ter 11idad.e.

RkJQdWJsaXNoZXIy MjU4NjU0